17
May 12

Momento RH: o melhor do ano!

Não Vá Moscar!

Não Vá Moscar!

Tudo começou há 3 anos. Imbuída do espírito colaborativo desta nova era, e com meu vieszinho de planejadora, resolvi empacotar as dicas que recebia de oportunidades de emprego no MOMENTO RH. Bem conhecido de quem frequenta as redes Facebook e LinkedIn.
Já arranjamos empregos espetaculares pra um punhado de gente espetacular nestes anos. Dentre os nossos “clientes satisfeitos” estão os empresários Otávio Dias e Galileo Giglio, os diretores de criação Cascão e Paulo Sabino, o diretor de arte André Moraes e a planejadora Fernanda Czarnobai.

Hoje, a gente está fazendo um Momento Rh pra 5 Years From Now®.

Estamos à cata de um verdadeiro agente para vender nossas palestras.
Alguém com tesão de dar uma virada, de fazer um dinheiro bom, de encontrar pessoas, de falar sobre estes assuntos que para nós são a pauta do mundo de hoje: Redes Sociais, Inovação e Futuro. Alguém que acredite no poder da articulação e da colaboração para ir adiante. Que conheça os convencionais compradores de palestras como as áreas de RH das médias e grandes empresas, as agências de promoção e eventos. Mas também fontes não-convencionais. Principalmente, porque nossas palestras não tem NADA de convencional! Você tem uma boa rede de contatos? É persistente? Acredita na força das palavras?

Se você tem jeito pra vender, conhece bastante gente no mercado corporativo e quer ter qualidade de vida, usufruindo de um horário flexível, a gente quer falar com você.

E você fala com a gente aqui: palestras@5now.com.br

E como dizem no teatro: “Merda pra Você”! E como dizem os americanos: “Break a leg”! E a gente te deseja: Boa Sorte!

Beia e Taís da 5 Years From Now®

Beia e Taís da 5 Years From Now®




10
May 12

Fe-mi-ni-cí-dio

Vamos espalhar: fe-mi-ni-cí-dio é assassinato de mulheres. E nisso somos muito bons! Brasil é o 7o. que mais mata numa lista de 87 países.

AFASTE ESSE HOMEM

AFASTE ESSE HOMEM

A 6a. maior economia do mundo concorre vergonhosamente com uma lista que inclui nomes “de peso” como El Salvador, Trinidad e Tobago, Guatemala, Rússia, Colômbia e Belize. Com exceção da potência econômica e política russa, o que são esses outros países? Eu posso dizer pra vocês, eu estive em todos eles. E é de chorar!

É vergonhoso estar nesta posição e é vergonhoso disputar este ranking com estes países tão desprovidos! Belize, que um dia se chamou Honduras Britânicas, tem um PIB de 1,4 bilhões de dólares contra os nossos 2,5 trilhões. Mas não é só assassinando mulheres que nos comparamos a este paiseco. Lá também tem Dengue! Bem inspirador, não é?
O resumo da tragédia é:
- Brasil é o 7o. que mais mata numa lista de 87 países
- Foram 4.297 assassinatos em 2010
- 4,4 mortes por 100 mil habitantes.
- 44 países tem taxas igual ou inferiores a 1,0!!!
- São Paulo estado tem taxa de 3,1 = 663 assassinatos
- Vítimas tem entre 20 e 29 anos*
- Crime acontece dentro de casa*
- Criminoso é namorado ou marido*
- Em 30 anos, o número de mortes aumentou mais de 200%
- Em 30 anos, foram assassinadas 92.000 mulheres

- Contra 60.000 americanos mortos em 20 anos de Guerra do Vietnã.
- A denúncia não acontece por medo do agressor
- Ato mais praticado é o espancamento
- Ameaça psicológica é o segundo.

O que nós estamos (des)ensinando a nossos filhos e filhas, sobrinhos e sobrinhas, netos e netas, vizinhos e vizinhas, primos e primas, irmão e irmãs? O que podemos começar a fazer JÁ?

A análise da coordenação nacional do comitê latino-americano e do Caribe para defesa dos direitos da mulher diz que “Justiça e Educação são 2 terrenos férteis de políticas públicas para a defesa da vida das mulheres brasileiras.” Educação está na cara: educação para todos os brasileiros. Porque saber e entender a profundidade destes números é ter mais educação sobre esta vergonha. Educar mulheres para serem seres por si e não para e pelo outro. Ensinar homens a serem homens. E que espanquem paredes, oras bolas! E que levem suas fúrias pra longe das mulheres. Mas o que mais?

Quando penso em justiça e educação penso em políticas públicas e quando penso em políticas públicas penso que não vai rolar, ou vai rolar daqui muito tempo. Então, o que mais?

Na matéria do Estadão, aprendemos que esta é a “primeira pesquisa a registrar estatísticas regionais e, por isso, pode representar um marco na definição de políticas públicas.”

Mas você concorda que quando o Mapa da Violência aponta que nenhuma região se equipara a nenhum dos 44 países com taxa inferior a 1, o buraco é mais embaixo? Temo que sim. Algo maciço tem que acontecer em todo o Brasil. Caso contrário, com mais um esforcinho a gente vira campeão mundial e bate estes 7 paisinhos à nossa frente.

Não vamos deixar isso morrer no jornal de ontem, vamos? Então, bóra fazer o que mulheres sabem fazer de melhor? Conversar? Falar, falar, falar. Sem discriminações. Homens e mulheres vamos juntos nos livrar desta vergonha?

Vamos espalhar: fe-mi-ni-cí-dio é assassinato de mulheres.
TIRE ESSE HOMEM DAQUI, Drag Him Away
Este outdoor interativo foi instalado na estação londrina de Euston, e criado pela agência JWT, para o Centro Nacional de Violência Doméstica (NCDV). A ideia é atrair atenção e conscientizar as pessoas sobre como intervir e ajudar a por um ponto final na violência doméstica. O anúncio mostra um homem repreendendo uma mulher imóvel, e encoraja os passageiros a entrar no site com seus celulares: “USE SEU CELULAR PARA PARAR ISSO AGORA!” e expulsar o homem da situação. A série de outdoors múltiplos e sincronizados empurra, progressivamente, o homem cada vez mais longe da vítima. Talvez, fosse mais bacana explodir o cara como num jogo, mas isso provavelmente conflitaria com a mensagem antiviolência. Via Mashable.
A campanha “Drag Him Away” foi lançada dia 30 de abril de 2012 e coincide com os resultados sobre a violência urbana no mundo. Aqueles resultados que colocaram o Brasil na vergonhosa posição de assassinar 1 mulher a cada 2 horas durante o ano todo.

NOTA: * na maior parte das vezes.

Créditos:
Centro Nacional de Violência Doméstica (NCDV)
A cada 2 horas, uma mulher é assassinada no país
The National Centre for Domestic Violence (NCDV).
Criado pela agência JWT
Produzido por Grand Visual, a campanha usa a plataforma Agent, que permite interatividade mobile e digital nos outdoors.




28
Mar 12

Coração do Brasil

Quando eu entrei neste projeto, ele se chamava Demarcação do Centro Geográfico do Brasil. Hoje, o documentário que estreia esta semana no Tudo é Verdade, se chama CORAÇÃO DO BRASIL. Seu diretor, Daniel Santiago, entusiasmadíssimo, não teve problemas em me seduzir para o projeto. Não que eu tenha experiência com a produção cinematográfica, à exceção das intermináveis horas em estúdios, nos meus tempos de publicitária. Mas porque é impossível não se envolver, quando Daniel está “tomado” por uma visão.

Esta é a sinopse: o documentário refaz em 2008, a expedição ao Centro Geográfico do Brasil, comandada pelos Irmãos Villas Bôas, em 1958. Sérgio Vahia, Adrian Cowell e o Cacique Raoni, que juntos se aventuraram por aquele mundão, retornam ao Centro para reencontrar os sobreviventes da expansão da fronteira agropastoril brasileira nos últimos 50 anos.

Coração do Brasil: Sergio Vahia, Adrian Cowel e Caique Raoni

Coração do Brasil: Sergio Vahia, Adrian Cowel e Caique Raoni


“Coração” é fruto de um desejo ardente de Sergio Vahia, um expedicionário que, em 1958, com 30 anos de idade, fez parte da expedição comandada pelos Irmãos Villas Boas, para demarcar o Centro Geográfico do Brasil. (Pra contextualizar, 2 anos depois, era fundada Brasília, no centro do país, em 1960).

Conheci o carioca aqui em São Paulo, num churrasco dos bons, em 2008, com 80 anos. Sua ambição pela aventura, sua energia insana era altamente contagiosa. E não poupou ninguém ao seu redor. Aos 80 anos, Sergio foi tomado desta determinação de refazer o mesmo trajeto de remarcar o verdadeiro local em que se encontra o Centro Geográfico do Brasil, 50 anos depois! Agora, contando com uma tecnologia inexistente em 1958.

Enquanto eu selecionava umas carninhas mais magrinhas, Sergio atacou linguiças regadas a cervejinha. Incrível! É o Cyborg? Eu, ali, olhando e ouvindo aquela história-do-brasil-ao-vivo, convulsivamente contando histórias e citando passagens de sua vida com os grandes personagens brasileiros, da década em que eu nasci. Ao lado, uma moderna muleta. Eu revirava minha cachola. Como esse homem – se tudo desse muito certo – navegaria pelo Rio Xingu, visitaria as aldeias em que esteve em 1958, se reencontraria com os povos Kokoti, Kumaré-Txicão, Kamani Suiá, Moiópi-Kaiabi e Vanité-Kalapalo. E, finalmente, chegaria à aldeia Piaraçu, território dos Caiapós-Txucarramae, onde se reencontraria com o Cacique Raoni, seu parceiro da primeira expedição, 3 décadas atrás? Cansou? De lá partiriam juntos, mata adentro, rumo às terras indígenas Capoto-Jarina, no nordeste do Mato Grosso, no sul da Amazônia Brasileira. É lá, o Centro Geográfico Brasileiro.

Já vi o documentário, sei de muitas histórias dos bastidores e até hoje sou incrédula. Mas as imagens estão lá para provarem a verdade. Você também já pode vê-las esta semana.

Sergio Vahia, Raoni e Adrian Cowel, com o novo marco, em 2008.

Sergio Vahia, Raoni e Adrian Cowel, com o novo marco, em 2008.


O outro personagem desta jornada é uma celebridade para nós e para o mundo, o Cacique Raoni, líder dos caiapós, conhecido por sua campanha em defesa do povo indígena e da floresta Amazônica. Na expedição de 50 anos atrás foi intérprete para outras línguas indígenas. Em 1989, viajou pela Europa com o cantor inglês Sting alertando contra a invasão das terras indígenas amazônicas.

O terceiro mosqueteiro é Adrian Cowel, um nome que vamos ouvir muito este ano, quando terá sua obra homenageada. Um inglês que nasceu na Índia, em 1934, e morreu no final do ano passado, um dia antes de embarcar para o Brasil. Nos seus 78 anos de vida, Adrian esteve no Brasil muitas vezes, e construiu uma incrível (e ainda pouco conhecida entre nós) trajetória como cineasta. Documentou desde a criação das primeiras reservas extrativistas e os primeiros contatos com os índios Uru Eu Wau-Wau como a chocante morte de Chico Mendes. Como ativista, foi um dos fundadores do Television Trust for the Environment e escreveu 2 livros sobre índios brasileiros: “The Heart of the Forest” e ‘The Tribe that Hides from Man”. Foi o fotógrafo da expedição de 1958 e sua maior motivação para participar da expedição 50 anos depois, era reencontrar a população indígena que conheceu à época. Por ser exímio atirador, também ficou encarregado da caça.

Adrian, de pé com o marco, em 1958.

Adrian Cowel, de pé com o marco, em 1958.


Impossível descrever o momento em que Daniel Santiago registra o reencontro de Raoni com o inglês Adrian. Como se nota, sou altamente suspeita. Convenci meu amigo Ronaldo Ramos, a ajudar a expedição e meu amigo e artista plástico Caíto a recriar o marco, agora em alumínio, a partir de uma desgastada foto tirada em 1958. Conheci e me envolvi com inimagináveis histórias de Adrian Cowel, através de suas sobrinhas Charlotte e Anna Cowel. E a cada dia que passa, eu acredito mais que o que move realmente o mundo são as nossas ambições, os nossos desejos, a nossa visão de um futuro, um futuro que a gente imagina pra gente.

Viva Sergio Vahia que imaginou um futuro para ele!
E quando a gente fica “tomado” por uma visão, vai contagiando almas contagiáveis como a de Daniel, que contagiou a minha, que contagiou Ronaldo e Caíto. E mais um montão de gente que fez uma ambição acontecer. Em tempo: a nova expedição confirmou, por modernos GPS, as coordenadas das cartas náuticas de 1958.

Bóra mudar o futuro antes que ele chegue? Valeu, Daniel!




26
Mar 12

Presentes de Aniversário

Beia, da 5 Years From Now®, internacional

Beia, da 5 Years From Now®, internacional

Ao redor de uma mesa chamada Babete, reuni amigos e vinhos divinos, neste mês do meu aniversário. E ganhei presentes muito bacanas.

Apagando a velinha, no Lola Bistro

Apagando a velinha, no Lola Bistro

 
Mas 2 deles caíram no meu colo e foram muito surpreendentes. Um foi o convite para participar de um time internacional de experts em inovação e inteligência. Outro, a divulgação deste convite. Que coisa boa que é ganhar presentes.
VALEU, Tim Bonnet, chairman da Creston Communications!
VALEU, Marcello Queiroz, editor do PropMark!

Pra quem ainda não viu, leia abaixo a matéria do PropMark de hoje.

Beia Carvalho & Tim Bonnet, Londres 2006

Beia Carvalho & Tim Bonnet, Londres 2006

RADAR
Beia Carvalho, ex-TBWA e Tequila, presidente da consultoria de negócios 5 Years From Now®, de São Paulo, acaba de ser convidada por Tim Bonnet, ex-Tequila Londres, para integrar um seleto time de experts que vão indicar inovação e inteligência em trabalhos de mídias sociais e CRM, além de outras estratégias e tendências de relacionamento com o consumidor e stakeholders em geral. Tim Bonnet atualmente é o chairman da Creston Communications. Os relatórios da Creston, com abrangência global, serão atualizados a cada 2 meses. Na 5 Years From Now®, empresa lançada em 2008, Beia desenvolve workshopstemáticos com o conceito “o presente visto do futuro”.

Radar

Radar

Fonte: PropMark, SuperCenas, by Marcello Queiroz, 26.03.2012
Jornal Propaganda & Marketing




19
Mar 12

Bóra Futurar?

Workshops da 5 Years From Now®

Workshops da 5 Years From Now®

Deu preguiça? Não vê o porquê de se pensar no futuro? Oras, o presente está irremediavelmente pronto. Bóra aproveitar cada um dos maravilhosos momentos do presente. Afinal, não deve ser à toa que o hoje se chama presente. Então, vamos desembrulhá-lo. Vamos usufruir deste “hoje”. Como diz Carly Simon, ”these are the good old days” (estes são os dias que teremos saudades).

Mas, me diga: este é um hoje que pensamos pra nós há um tempo atrás? Ou é um hoje que chegou tão rápido que nos atropelou?

Bóra futurar?

Tire os pés do chão e dê um salto pro futuro. E aterrisse num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas. Porque para as soluções não-óbvias, vamos precisar de um pensamento dissidente, de um pouco de rebeldia. Vamos ter que manter a parte do cérebro que toma as decisões, ligada. Vamos precisar de uma zona onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, não convencionais, não ortodoxas, alternativas, excêntricas, idiossincráticas ou impensáveis são possíveis. Onde as crises do presente são coisas do passado. Nada existe, só o que você inventar. Pirar.

Neste espaço-futuro, as tendências do passado se recombinaram e se realizaram. Outras morreram pelo caminho, faltou oxigênio para virarem realidade. O futuro é o lugar perfeito para pensar como as tendências se interconectam para ajudar os nossos negócios. Como aprender com quem tirou proveito delas? Como lucrar com elas? Solte a sua imaginação. Estamos no futuro. Neste espaço dissidente se acolhe heréticos!

Pronto! Eureca! Sim, é isso! Tirar os pés do presente, aterrissar num espaço que acolha o “impensável”, ligar o cérebro e sacar as tendências nos leva, inevitavelmente, à inovação. Porque inovar pode ser tão simples como fazer novas combinações de elementos já conhecidos – o famoso lápis e borracha que vira um lápis-com-borracha. Ou uma inovação disruptiva, aquela que reduz a pó a indústria que a precedeu, como o DVD que enterrou o VHS.

Inovar não é inventar. Se você não se sente capaz de inovar como Steve Jobs, se você acha que jamais teria inventado o Ipad, comemore! Você faz parte de um pequeno grupo de 6.860.000.000 de habitantes deste planeta que não inventou o Iphone, o Google, o Facebook, o Coração Artificial. Mas que pode trazer inovações a todo o momento para os seus negócios e para a sua vida. Crie espaços dissidentes! Visite-os! interne-se! E depois me conte.

Por que como falamos aqui no espaço dissidente da 5 Years From Now®: criatividade é um jeito de ser e inovação, um jeito de fazer. Bóra futurar. Bóra fazer!

Notas:
* “para enfrentar a complexidade da Nova Era, vamos ter que manter a parte do cérebro que toma as decisões ligada”, economista Noreena Hertz.
* Anticipation, Carly Simon. Originalmente filmado no concerto Martha’s Vineyard, para a HBO, em 1987. Mais: www.carlysimon.com

* O último vídeo é a palestra especialmente criada para os workshops Endeavor, em junho de 2011 e discute:
- A decadência das motivações extrínsecas que marcaram o século XX.
- A emergência das motivações intrínsecas deste século XXI.
- Habilidades, Rebeldia, Tendências, Reflexão e Progresso.
- Dói, saber que não sabemos. Pior é o instinto de refugiar-se em velhas certezas.
- Transição de Era, Geração YZ, Colaboração e Tecnologia Barata.
- Exemplos de Consumo Colaborativo para o seu negócio. O efeito Cloud.
- Futurar é exercitar o “músculo da reflexão”. O presente, está irremediavelmente pronto.

BIO
Beia Carvalho é presidente e piloto da consultoria de negócios 5 Years From Now®, que criou um espaço para a reflexão sobre o futuro dos negócios. Acredita que o presente, está pronto. Irremediavelmente pronto. E exercitar o “músculo da reflexão”, seguindo uma metodologia, um caminho assistido e monitorado, leva à criação do futuro. Como palestrante, seus temas são os Intangíveis, o Futuro, a Nova Era da Inteligência em Rede e a Geração Y. Foi Vice Presidente de Planejamento de Agências das Comunicação: TBWA\BR, SIGNIFICA e Grottera.




16
Mar 12

Prometheus Promete!

“Meu nome é Peter Weyland e se vocês me permitirem, eu gostaria de mudar o mundo”. Assim termina a fala deste TED Talks, que se realiza no futuro, no ano de 2023.

Como? Dois mil e vinte e três?

Para promover o lançamento de Prometheus, novo filme de ficção de Ridley Scott, uma nova ficção foi criada. O roteirista Damon Lindelof também se inspirou no futuro – onde tudo pode acontecer – e foi em frente com a sua ideia: promover o filme estrelado por Guy Pearce num TED Talks, que “acontece”, em 2023! Em suas próprias palavras: “não seria bacana ver um TED Talk que acontecesse daqui a uma década? Como seria? O que seria dito? Fui atrás do Tom Rielly do TED, e nem nos meus mais loucos sonhos pensei que conseguiria a marca TED TALKS!”. Mas conseguiu! Porque como o futuro não está pronto e a gente pode inventá-lo.

O ARGUMENTO
O filme é sobre um grupo de cientistas que viaja pelo universo, para investigar formas de vida alienígenas, a bordo da nave “Prometheus”. E de sua luta para sobreviver, quando se perdem neste estranho mundo. A cada dia, fica mais claro que os horrores pelos quais estes cientistas estão passando, não são apenas uma ameaça a eles mesmos, mas a toda humanidade. Mais um filme de Ridley Scott sobre o significado de sermos humanos (Blade Runner, 1998). Roteiro de Jon Spaihts e Damon Lindelof.

O DEUS
Prometeu, deus grego, astuto e inteligente, desempenhou um papel crucial na história da humanidade: roubou o fogo de Zeus para dá-lo aos mortais. Como punição, Zeus o amarrou a uma rocha por toda a eternidade, enquanto uma grande águia comia, todo dia, seu fígado – que crescia novamente no dia seguinte.

O TED TALK 2023 em português
“Fogo! Nossa primeira, verdadeira tecnologia; 100.000 anos AC, utensílios de pedra; 4.000 anos AC, a roda; 900 DC, a pólvora. Século 19: eureca, a lâmpada! Século 20: o automóvel, a TV, armas nucleares, naves espaciais, internet. Século 21, biotecnologia, nanotecnologia, fusão, fissão e isso foi só na primeira década! Estamos hoje no terceiro mês do Ano de Nosso Senhor, 2023. Neste momento de nossa civilização, nós podemos criar indivíduos, que em pouquíssimo tempo serão impossíveis de ser distinguíveis de nós. O que nos leva a uma conclusão óbvia: nós somos os Deuses, agora. Para vocês que me conhecem, já sabem que minha ambição é ilimitada. Para os que ainda não me conhecem, gostaria de me apresentar: meu nome é Peter Weyland e se vocês me permitirem, eu gostaria de mudar o mundo.”

Divirtam-se, meus leitores! Finalmente, após muita ralação conseguimos recuperar o nosso blog, in-tei-ri-nho, graças a amigos e seus cérebros: André Moraes, Gustavo Santos Rodrigues, Rodrigo Brancher e Guido Giglio.

Roteirista Damon Lindelof
Roteirista Damon Lindelof

Protagonista Guy Pearce

Protagonista Guy Pearce

Ridley Scott
Diretor Ridley Scott

Notas:

Clique aqui sobre o roteirista Damon Lindelof e TEDTalks no blog.

Clique aqui sobre o imperdível trailer do filme.

Texto do vídeo traduzido livremente por mim.




28
Dec 11

O futuro é agora ou dentro de 5 anos?

5 Years From Now®

5 Years From Now®

(artigo que traduzi livremente sobre a projeção The Next 5 in 5da IBM)

Ao final de cada ano, a IBM examina tendências sociais, de mercado e as tecnologias emergentes de seus labs globais que devem transformar nossas vidas, e desenvolve uma projeção anual chamada The Next 5 in 5 – os próximos 5 em 5.

Como falamos em nossos workshops, a IBM prevê que nos próximos 5 anos, as inovações tecnológicas mudarão o nosso jeito de trabalhar, viver e se divertir.


Energia: O poder do povo despertará

Imagine a nossa capacidade de usar cada movimento à nossa volta – da água correndo pelos canos de nossas casas aos nossos tênis de corrida e pedaladas – para gerar energia para as nossas casas e cidade. O povo coletando e gerando a sua própria energia.

Segurança: O adeus às senhas
O escaneamento de nossas retinas ou voz serão nossos passaportes de verificação. Chega de decorar inúmeras senhas sem sentido. Nossa identidade biológica será a nossa senha.

Ler a mente não será mais ficção científica
O ato de ligar para um telefone ou ligar o computador pode estar com os dias contados. Cientistas estudam como ligar nosso cérebro a esses gadgets. Outras possíveis aplicações do controle eletrônico incluem reabilitação física e a compreensão de distúrbios do cérebro como o autismo, por exemplo.

Cai o muro entre a vida real e vida mobile
Daqui a 5 anos 80% da população mundial terá um celular. As oportunidades são infinitas: de comércio eletrônico por meios móveis a assistência médica remota.

Só receber informação que faz sentido
Imagine uma tecnologia que traz apenas as informação que você quer, combina suas preferências com sua agenda e já reserva tickets para o show da sua banda predileta?

Foi meu cliente Claudio Pucci quem me enviou este link da IBM. Entendo que essas foram as projeções feitas ao final de 2010, para os 5 anos à frente. Pois, como já vimos este ano, muita gente já vem pedalando pra gerar energia desde 2010.

Se você ainda não foi seduzido a pensar o futuro, é assim: 5 anos é longe o suficiente para sonhar e perto o bastante para imaginar. Sonhe, imagine e comece a fazer.

Porque como falamos aqui na 5 Years From Now®, criatividade é um jeito de ser e inovação um jeito de FAZER.




04
Dec 11

Você vai deixar uma marca no mundo?

Dr Sócrates, Magrão, o Calcanhar de Ouro

Dr Sócrates, Magrão, o Calcanhar de Ouro

Difícil entender porque me sinto numa emaranhada conexão com o Dr. Sócrates. Pelo jogador? Seu calcanhar? Irmão do Raí? Por ter a mesma idade que eu e Steve Jobs? Por carregar o nome e a ética do filósofo grego, morto há quase 2.500 anos?

Creio que porque veio e deixou sua marca no mundo. E isso muda tudo. Sim, os grandes gols continuarão a ser lembrados pelos seus fãs. Mas é quando a gente sobe na grua, vê a nossa vidinha lá de cima e resolve fazer algo que mude o mundo, é que a nossa marca começa a ser desenhada.

Não conhecia muito do Dr Sócrates, mas tinha esse orgulho dele, por sua perseverança em alimentar e lutar pelos assuntos que realmente importam a todos os homens como a liberdade, o bem-estar e a democracia. É como se o fato dele fazer coisas bacanas respingassem sobre a gente.

Enquanto ‘gugo’ sobre suas famosas frases, helicópteros fazem rasantes aqui do lado, pelo Estádio do Pacaembu, rojões tentam abafar os hinos e as sirenes de polícia. E as ruas da vizinhança estão alvinegras, desde cedinho.

É a final do Brasileirão. E o Timão é favorito.

Raro quem deixa marcas. E foi muito bom estar passando pelo planeta Terra exatamente ao mesmo tempo em que você passou, Dr!

“O Corinthians é um símbolo de brasilidade, do que nós somos. Não é só um time, uma torcida. É um estado de espírito.”
Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, 19/2/54-4/12/11

Nota:
Dr Sócrates foi ativo na Diretas Já e na articulação do movimento Democracia Corintiana, para mais liberdade e influência dos jogadores nas decisões administrativas do clube.
Sócrates, 19/2/54-4/12/11
Steve Jobs, 24/2/55-5/10/11




27
Nov 11

3 anos da 5 years from now®

Será que dá pra escrever um artigo só falando de números?

A 5 Years From Now® faz 3 anos no dia 1 de dezembro de 2011.

Em 3 anos, enviamos 124 propostas de workshops e palestras a nossos prospects.
Aprovamos 60 trabalhos que envolveram mais de 300 pessoas.
50% de aprovação!
Ajudamos nossos clientes a se posicionar, reposicionar e criar nomes para suas empresas. A compreender que estamos em transição para uma Nova Era e a ter aderência às redes sociais.
Falamos para mais de 1.500 pessoas em nossas 15 palestras, nestes 2 anos.
Temos 33 empresas como clientes e 8 delas são multinacionais.
Escolas são 3. Agências de publicidade 4. Bancos 2.
E rede de TV, só 1, a maior.
Grupo Accor, Zurich Seguros, Endeavor, Pearson Education (Pueri Domus), Euro RSCG, Ogilvy, Repense Comunicação, Natura, Itau, BRADESCO, Rede Globo.

Amigos de verdade, não sei contar, mas nunca tive tantos! Nas redes quase 5.000.

Depoimentos de clientes somam 100.
Presentes de clientes, flores, vinhos, doces: 30!
Foram 10 artigos e entrevistas publicados em jornais e revistas: Revista Exame, PEGN, PropMark, Bons Fluidos, Casa Claudia, Think & Love.

Juntas, taís e eu somos 1 sociedade de alta performance.
Estamos presentes e somos atuantes nas redes sociais Facebook, LinkedIn, Google+, Twitter, Skype, Youtube, Vimeo, Slideshare, TED.
Postamos milhares de posts e centenas de ofertas quentes de emprego através do bem acolhido ‘Momento RH’. E algumas dezenas de apresentações. Uma delas, sobre a Geração Y, tem número recorde de acessos: 10.000.
Bombamos 21 vídeos sobre nossa metodologia.
E 1 curta-metragem!
Blogs são 2. Posts, poucos. 50 num e 10 no outro. Mas com interatividade. Uma média de 5 para cada post.

A 5 Years From Now® faz 3 anos dia 1 de dezembro de 2011.

O número cinco é considerado, desde a remota antiguidade, como o símbolo da humanidade. É a soma de terra, água, fogo, ar e o 5º. elemento, a luz.

E há luz no fim do túnel, segundo o professor e economista Ernesto Lozardo.

Daqui 5 anos, pela 1a. vez na história, as nações mais ricas e os países menos desenvolvidos vão produzir riqueza na proporção de 50%-50%. Isso muda o equilíbrio entre ricos e pobres. Isso muda o Brasil. Isso muda o jeito de pensar e agir.

Em 2016, os desafios serão globais e não internos. Negociadores serão muito importantes. Estamos produzindo negociadores?

equipe de alta performance da 5 Years From Now®

equipe de alta performance da 5 Years From Now®




06
Nov 11

Meu negócio está fazendo 3 anos

estilo frog: from goiás

estilo frog: from goiás

Ao cabo de quase 3 anos, uma certeza: o negócio que você criou, vingou. Ponto. As dúvidas e inseguranças são hoje mais complexas e em maior número. Mas a GRANDE dúvida não existe mais: 5 Years From Now® é um negócio que também faz sentido para o mercado. Habemus 5 Years From Now®! E é dessa certeza que é feito o combustível dessa nova fase: como crescer, pra onde, com quem, a que ritmo, com qual investimento?

Levantar para trabalhar em a-per-fei-ço-a-men-to. Polir arestas. Delimitar, refinar públicos, produtos, colaboradores. Pensar em reger, não só em tocar. Escrever, registrar a “partitura”, porque a música que emana da empresa é a sua cultura. É um trabalho mais interessante, mais sofisticado e mais engajador, quando comparado com a extenuante energia física e psicológica de colocar um negócio em pé.

Mais exaustivo ainda, quando o negócio é criado do zero, como o nosso, baseado em um conceito inédito: refletir sobre o futuro. Transportar-se 5 anos no futuro e de lá olhar para o presente.

Depois de 3 anos de vida, as dúvidas são de outra ordem. Como garantir a pessoalidade dos nossos serviços e crescer? Como ganhar dinheiro enquanto dormimos? Como garantir a cultura do negócio? Garantir que todos conheçam a partitura e, ao mesmo tempo, colaborem para que a música evolua e continue a atrair e agradar o nosso refinado mercado.

De todas as questões, cultura é a que mais me apego e me dedico. Desde os primeiros minutos de vida da 5 Years From Now®, tudo o que “ela” fez foi registrado: escrito, fotografado, filmado, compartilhado. Tudo aqui tem um jeito “faive” de ser. A informalidade, a aposta no humor como tom da comunicação, a recepção e acolhida festiva aos prospects e clientes, o uso das redes sociais. E o abuso do preto e branco na comunicação, no jeito de vestir, no cartão, no site. Aqui é 5! Lembrei do “aqui é curíntia”.

A 5 Years From Now® faz aniversário dia 1 de dezembro. Por isso, esta época tem esse gosto de “balanço do ano”. E, em uma palavra, 2011 foi surpreendente. Surpreendentemente instável. Depois de propositadamente experimentar campos novos nos 2 primeiros anos de vida, comecei este ano com a certeza de estar definitivamente fechando o leque de atuação. Surprise! O ano que começou como uma grande festa, champagne à vontade, alardeando os mais altos níveis de crescimento na história do Brasil, está terminando com um jeito de “wow, que ressaca!”.

Mas as previsões são de um 2012 melhor para os BRICs e inflação mais baixa e mais movimentação no Brasil, por conta de Copa e Olimpíadas. Afinal, um dia eles tem que começar a construir tudo o que prometeram, não é?

Hoje, neste dia ensolarado de novembro de 2016, releio este artigo que postei 5 anos atrás. Hoje, a 5 Years From Now® está mais perto de comemorar os seus 10 anos. As questões, as dúvidas, amplificadas!

Mas como há 5 anos, também temos uma nova certeza: somos mais maestros e menos tocadores de cada um dos instrumentos. Reger. Difícil verbo.

Refinamos a observação. Observamos, sacamos e aproveitamos mais o que foi sacado. Aprendemos com o estilo Frog (From Goiás) do grande observador Joesley Batista, da JBS-Frigoboi. “Temos que observar quem faz coisas excepcionais dentro das nossas empresas”. Elas estão ali, debaixo da nossa fuça. Então, como vamos clonar pessoas e comportamentos excepcionais e disseminar o aprendizado?

Daqui 5 anos, em 2021, espero poder dizer que esta não é mais a questão, mas que há novas dúvidas e inseguranças em maior número e ainda mais complexas. Este é o combustível que move os empreendedores.

Este é o nosso estilo. Qual é o seu?
5 Years From Now®!

Joesley Batista, presidente JBS-Friboi

Joesley Batista, presidente JBS-Friboi

Nota: JBS S.A. é uma empresa brasileira, o maior frigorífico no setor de carne bovina do mundo, seu crescimento é exponencial: de 1,2 bilhão de dólares em 2004 a mais de 40 bilhões em 2011. Joesley Batista é o presidente. Mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/JBS