06
Feb 16

Vivam as Mulheres. Abaixo os Grupos de Mulheres!

Mulheres & Homens. Nepal.

Mulheres & Homens. Nepal.

Sempre tive problemas em compreender ou fazer parte de grupos exclusivos por gênero, raça. Nunca recebi uma boa explicação intelectual. É uma aversão natural. Uma ojeriza, mesmo. Sendo mulher, tenho sido continuamente convidada – ou, nestes tempos de redes sociais, simplesmente incluída, à minha revelia – para grupos de mulheres. Participei de algumas reuniões nesses grupos. Não gostei do que vi, nem do que ouvi. Se me coloquei e tentei mudar o que não gostava? Não. Se insisti até colher resultados? Não.

Eu acredito em grupos que são formados com um propósito e com diversidade. De gênero, idade e influência social, política, intelectual. Enfim, diversidade na veia. Morei nos Estados Unidos à época das cotas escolares para negros. E pude presenciar, ao longo de décadas, as distorções e o acirramento “black & white” que essas segregações causam. Fui contra a aplicação das cotas no Brasil até recentemente, quando meu amigo e atinado critico político-social Jayme Serva me convenceu que, se aplicadas por período seriamente predeterminado, com políticas para começo, meio e fim das cotas, poderiam ser uma arma de grande sucesso para reparar as cruéis injustiças sociais causadas pela desumana escravidão. Enfim, continuo contra, a menos que tenha essa linha de tempo estabelecida.

Nossa maior força está em levar diversidade para outros grupos

Nossa maior força está em levar diversidade para outros grupos

Voltando às mulheres. Recentemente, esses convites, reuniões e tentativas de convencimento se tornaram mais e mais frequentes. E me forçaram a ter uma opinião mais qualificada sobre essa minha oposição. Seria um capricho de minha parte?

Faço uma pausa aqui para confessar que, se as pessoas não me provocassem, acho que ficaria o dia inteiro assistindo filmes e fazendo nada. Desta vez, a provocadora foi a editora Nilceia, que está à frente do grupo Mulheres que Decidem.

Fui pesquisar e achei 2 ótimos artigos. O primeiro mais focado no networking de grupos de mulheres. E o segundo, fantástico, fruto de experiências do cientista social Thomas Malone no assunto Inteligência Coletiva.

O título do artigo de Meghan Casserly, na Revista Forbes, cativou minha atenção de imediato: “Por que Grupos de Networking de Mulheres Fracassam?” Ela, como eu, também se sente incomodada em frequentar esses grupos e propõe uma questão: “Será que grupos de mulheres podem ajudar uma jovem a invadir o Clube dos Meninos, mesmo se tratando de grandes redes?” Para responder, Meghan cita o post que leu na HBR, do blog de Athena Vongalis-Macrow. Athena pede que façamos 3 perguntas antes de nos juntarmos e colocarmos nossa energia para que um grupo funcione.

Quem está na rede?
A melhor receita de rede é aquela que tem uma parte de mulheres com recursos e bagagem profissional colecionados através do tempo. Outro terço de “bibliotecárias”, aquelas com as últimas e mais pertinentes informações e dados; e, finalmente, as Boas Samaritanas, que estão lá para ajudar em todas as situações. Segundo a IDEO, é esta combinação desejada: recursos, informação e boas intenções. E Athena ainda nos provoca: faltou algum desses elementos? Pula fora!

É uma rede que se conecta bem?
A conexão flui entre uma reunião e outra ou é aquela coisa de se encontrar uma vez por mês? Você se sente desconfortável em acessar aquela superexecutiva do grupo, porque ela pode achar você uma chata ou invasiva?

A rede tem uma comunicação funcional?
Isto é, suas frustrações e desapontamentos serão acolhidos e ouvidos? Alguém se voluntariará a ajudá-la com um novo caminho ou a prevenir que você exploda?

E Meghan adicionou mais uma:
Com quem você está falando?
Networking não é chamado de “escada corporativa” à toa. Networking é estar próximo do poder. A qualidade e a velocidade com que você sobe essa escada tem a ver com a qualidade das conexões que os membros de seu grupo têm e cultivam. Grupos de mulheres que pertencem a vários outros grupos são capazes de importantes novas conexões.

Com essa última reflexão de Meghan, chego mais perto do que acredito. É a diversidade que nos engrandece, que nos empurra para novos territórios, novas experiências, novos conhecimentos, novos ensaios. Novas vidas.

Eu reconheço que nós mulheres temos muitas causas a serem lutadas e vencidas. Algumas ainda a serem formuladas. E muitas delas, como o feminicídio, têm os homens como nossos algozes. Mas acredito que seja com eles, e não com a exclusão deles, que venceremos.

Por fim, o sensacional estudo de Malone, que abordou homens e mulheres entre 18 e 60 anos, aleatoriamente divididos em grupos, aos quais foram aplicados vários testes: de inteligência, exercícios de brainstorming e tomada de decisões, quebra-cabeças e um problema realmente complexo para ser resolvido pelo grupo. Quais grupos foram considerados os mais inteligentes? Aqueles que tinham pessoas com os mais altos QI? Não. Os grupos que tinham mais mulheres!

Assista o vídeo com Thomas Malone sobre Inteligência Coletiva

E neste link o cientista em entrevista à Harvard Business Review:
https://hbr.org/2011/06/defend-your-research-what-makes-a-team-smarter-more-women/ar/1

A pesquisinha valeu, não é? Em todos os casos, me parece que Meghan, Atena e Thomas nos fazem ver que uma sonora diversidade faz jus à sua fama da nova era.

Se você quer usufruir de inteligência coletiva superior, aqui está a receita: produza um grupo com diversidade de pessoas e vá adicionando mais e mais mulheres, até que elas sejam a maioria no seu grupo. E aqui está a cereja do bolo: grupos excepcionais tem participantes que ouvem uns aos outros. Fecho este artigo com esta citação de Thomas Malone:

“Teoricamente, sim, as 10 pessoas mais inteligentes deveriam formar o grupo mais inteligente, mas não apenas porque eles são os indivíduos mais inteligentes. Mas porque grupos excepcionais ouvem uns aos outros. Eles compartilham as críticas de forma construtiva. Eles têm mentes abertas. Eles não são ditatoriais. E, em nosso estudo, vimos muito claramente que grupos que tinham pessoas inteligentes dominando as conversas não eram os grupos mais inteligentes.”

NOTAS:
1) Meghan é ex-editora da Revista Forbes e atual Relações Públicas na Google.
Why Women’s Networking Groups Fail, de Meghan Casserly.
Acesse: The Value of Your Networks, de Athena Vongalis-Macrow
https://hbr.org/2012/06/assess-the-value-of-your-network

2) Thomas W Malone é catedrático da MIT Sloan School of Management e diretor-fundador do Centro para Inteligência Coletiva do MIT. Também diretor-fundador do Centro para Coordenação de Ciências do MIT e um dos dois cofundadores da iniciativa do MIT em Inventar Organizações para o século 21. Anita Woolley é sua assistente.

Beia Carvalho
*Palestrante futurista
beia@5now.com.br




04
Feb 16

CONQUISTAS DAS MULHERES PELAS GERAÇÕES

Dia Internacional das Mulheres

Dia Internacional das Mulheres

Beia Carvalho pode falar das Conquistas da Mulheres através das gerações, porque entende de Gerações, é mãe de 2 filhos, avó de 2 netos, foi executiva e já empreendeu 4 vezes!

Faltam 32 dias para o dia 8 de março.

Quem sempre fala pra todo mundo, vai falar diretamente com as mulheres no mês da comemoração do Dia Internacional das Mulheres e do aniversário da palestrante também.




11
Jan 16

Estaremos em 2021. Onde você estará?

Até 2021 estaremos imprimindo pele em impressoras 3D.

Até 2021 estaremos imprimindo pele em impressoras 3D.

Não é novidade para a gigante L’Oreal fazer pele. Há décadas esse lento e complexo processo é presença nos laboratórios de indústrias cosméticas.

A Pele do Futuro

A Pele do Futuro

Em 5 anos, a bioimpressão em 3D vai acelerar a construção de protótipos mais fortes e novos produtos.

E, principalmente, criar novas receitas. Só a L’Oreal investiu perto de US$1 bilhão em pesquisas e inovação, em 2013.

No jogo também está a gigante Procter & Gamble, mas L’Oreal (LRLCF) está à frente numa joint-venture com a empresa americana de biotecnologia Organovo (ONVO) para produzir pele com o objetivo de testar produtos em “pele real”.

Assista este vídeo sobre algumas novas tecnologias incluindo a impressão de pele em 3D.

De um lado, a produção de pele em 3D levará empresas a abandonar testes de produtos em pessoas e ou animais. De outro, esse tremendo investimento traz benéficas esperanças para queimaduras, principalmente aquelas que exigem reposição de grandes áreas queimadas.

Mais aqui na reportagem da WIRED http://www.wired.com/2015/05/inside-loreals-plan-3-d-print-human-skin

FICA DICA #39: em 2021 imprimiremos pele em impressoras 3D

FICA DICA #39: em 2021 imprimiremos pele em impressoras 3D




03
Jan 16

These Are the Good Old Days!

Deborah, Beia, Angela e Mira.

Deborah, Guida e Mira no alto, Beia e Angela no primeiro plano.

Do que a gente falou?

Falou de um tempão atrás, tínhamos entre 11 e 13 anos. Batíamos o Brooklyn inteirinho de bicicletas, que naquela época ainda não se chamavam “bikes”. Íamos tomar sorvete de graça na fábrica da Kibon, fazíamos picnic onde hoje deve ser a Berrini e, lógico, passávamos horas em quartos falando, falando, falando.

Hoje, não foi diferente. Lembramos do Morumba’s, da avenida do mesmo nome. Eu passava as férias na casa da prima, aqui em São Paulo e adorava o hambúrguer, inexistente naquela época, na terra do Bauru. Também lembramos do Meninópolis, nome que eu achava engraçadíssimo para ser nome de Colégio. Do Peg&Pag, da Avenida Morumbi. E daquela Bar do Alemão, que ficava na Travessa Conselheiro Saraiva, onde todas nós nos conhecemos. E onde eu experimentei Paprika Schnitzel pela primeira vez. E que foi, por muito anos, meu prato alemão predileto.

Namorados de Adolescentes

Ah, e os namorados! Ah, e os irmãos dos namorados! Ah, e o muitos e muitos suspiros por um especial namoradeiro e que namorou as namoradeiras. Falamos de casamentos, descasamentos, abortos, filhos e netos, cachorros e gatos. Ilusões e desilusões.

Fabio Jr de longas madeixas

Fabio Jr de longas madeixas

Eu invejava a prima da Ângela, aquela estupenda chinesa dos desfiles da Rhodia, fruto da cabeça genial de Livio Rangan, diretor de publicidade da Rhodia. Mailu era um arraso! É a de verde no centro da página.

Revista Manchete, Modelos Rhodia, 1970

Revista Manchete, Modelos Rhodia, 1970

Mailu é a de rosa na foto abaixo.

Modelos Rhodia

Modelos Rhodia

Modelos-Rhodia
Good old days: não os quero de volta. Não prefiro ter hoje aquela idade. Aqueles tempos tinham muita coisa boa. E tinham também todos os grilos de sermos adolescentes. Vivi minha infância intensamente nas ruas de Bauru, jogando búrica, brincando de mocinho, de queimada. Viajei sozinha e com minha prima. Fui em todos os bailinhos e bailões. Namorei e namorei. Chorei por cabelos. Me descabelei por narizes e namorados. Foi bom demais.

E hoje foi o dia de viver um dia que será, junto com os outros que virão, os Good Old Days!

Feliz 2016!

Obrigada prima Deborah por nos reunir. Obrigada Mira pelo almoço. E obrigada Angela e Guida pelo papo.




20
Dec 15

Ôba! Chegaram as Festas!

Hora de festejar com amigos e família.
Comer & Beber Bem. Reenergizar.

Hora de Festejar!

Hora de Festejar!

Força na peruca! Arregace as mangas.
Não desista, que a gente chega bem em 2020.

#daqui5anos #vaidarcerto #nosvemosanoquem




18
Nov 15

Futuro, Disrupção, Beia Carvalho e Estadão

Beia Carvalho entrevistada no Estadão, evento Eurofinance, nov 2015.

Beia Carvalho entrevistada no Estadão, evento Eurofinance, nov 2015.

Abrir o Estadão e dar de cara com sua entrevista.

É, não tem preço. É demais! Ler todos os elogios dos amigos, conhecidos e desconhecidos nas redes sociais, também não tem preço. E pra coroar, tem a declaração do seu primogênito:
“A vida inteira as pessoas me falaram ‘Sua mãe é demais!’, e por muito tempo (na adolescência principalmente) eu não dei muita bola. Mas agora que eu tenho acesso à internet, descobri que ela é realmente demais! Parabéns, mã! Você é demais!!! (e sem aspas!).” E chega de autopromoção, aqui está a entrevista.

Futuro das corporações depende da força de inovar

A publicitária Beia Carvalho fundadora e presidente da empresa 5 Years From Now, pesquisa o futuro e os rumos das inovações. Durante o evento da Eurofinance sobre Gerenciamentos de Riscos, ela apresentou a palestra “O futuro é agora. Planejamento para a disrupção”. Leia a entrevista:

Dizem que 2016 será um ano pior do que 2015. As demissões continuam em ritmo acelerado e o custo de vida sobe. Nesse cenário, em que as pessoas e as empresas estão mais preocupadas em sobreviver, como as companhias devem se preparar para o futuro?
Entender (de verdade) o mundo virtual. Daqui pouquíssimos anos, apenas as gerações que tem hoje acima de 35 anos falarão em mundos on e off-line. Para 20% da população o mundo é um só. O Magazine Luiza, por exemplo, está invertendo a ordem varejista, ao colocar o varejo negócio como um negócio virtual que tem pontos físicos. E não o contrário.

Não sabemos como será a Internet em 2030, mas sabemos que no futuro, não vamos “ligar” a internet. Como diz Ivan Matkovic, da Spendgo, “a internet simplesmente existirá como parte de nossas interações rotineiras. Será como o ar que respiramos. Um componente crítico da vida, mas sua presença não será necessariamente reconhecível ou identificável.”

A conectividade global – a entrada de novos 3 bilhões de pessoas a uma velocidade de 1 Megabit por segundo – vai gerar 6 bilhões de hiper-conectados e trilhões de novos dólares fluindo para a economia global, graças às iniciativas de grandes players como Facebook, SpaceX, Google, Qualcomm e Virgin para 2020. Acredito que as conexões wifi grátis acontecerão até antes do prazo.

Beia Carvalho palestrando no evento da EUROFINANCE.

Beia Carvalho palestrando no evento da EUROFINANCE.

Qual seria esse investimento que as empresas não poderiam deixar de fazer, mesmo com a queda de faturamento? O que a tesouraria e as finanças deveriam ter em mente?
Para quem atua no mundo das moedas, conhecer, aprofundar, aprender e investir na tecnologia que está por trás da moeda virtual Bitcoin. Recomendo o artigo do The Economist e também publicado pelo Estadão sobre a Blockchain, em 31 de outubro. A inovação está em cada aspecto dessa tecnologia que subverte grandes dogmas. Possibilita a pessoas que não se conhecem, nem confiam uma nas outras, construírem uma contabilidade segura e confiável. Sei que em seguida vem a pergunta: como um sistema aberto a consulta, descentralizado, transparente e acessível pode ser ao mesmo tempo confiável e seguro? A resposta é inovação. Este assunto está nas rodas de valor de hoje e continuará na moda quando se projeta o mundo para 2040. Quem souber antes e “infectar” mais e melhor o ambiente, chega no futuro mais rápido. Não creio no conhecimento reservado ao departamento de TI. Acredito sim, na discussão da tecnologia sendo disseminada e compartilhada democraticamente na empresa.

A volatilidade econômica virou norma. Como a tesouraria e as finanças lidam com isso? Há um limite para a política de corte de custos? Como o planejamento pode substituir os cortes?
Quando a volatilidade vira norma, o planejamento não substitui cortes. A perseguição e a ganância por uma nova mentalidade para a empresa são imperativas. Empresas do futuro são aquelas que tem uma arquitetura com espaços férteis para que a inovação brote. Não há garantia que ela dê frutos. Inovar é necessário, não é opção, principalmente quando as crises deixaram de ser eventuais e viraram cena da vida cotidiana. O relatório do Bank of Merrill Lynch de abril de 2015 identifica 3 ecossistemas de disrupção criativa: a Internet das Coisas (7 trilhões), a Economia Colaborativa (450 bilhões) e os Serviços On-line (500 bilhões).

Paradoxalmente, o PIB pode estar escondendo uma economia mais pujante. Segundo o relatório, com o crescimento da Economia Colaborativa, mais transações não são diretamente monetizadas, fazendo a parte incontável do PIB crescer. Isso é um desafio na utilidade das estatísticas dos PIBs. Ou seja, a economia pode ser maior e estar crescendo mais rápido que os números sugerem”.

Em época de crise, a falta de perspectivas sempre abala a confiança no futuro. Imagino que isso seja um problema para as empresas. Como evitar esse cenário?
As empresas devem selar sua suprema parceria: construir plataformas interativas que acolham as discussões, as soluções, as inovações e as invenções com as quais a sociedade está engajada. Proporciona-se um espaço de confiança e esperança, o primeiro um valor, e o segundo um bem, ambos em falta neste enganado e desiludido Brasil. Não é fácil para as empresas criarem esses espaços sem se absterem de subverter a conversa. Tendenciar a conversa seria fatal e a sociedade sumiria desta rede de discussões.

Qual é a mensagem que a senhora gostaria de deixar para os homens e mulheres das finanças?
Conhecer, aprofundar, estudar, aprender mais e mais além e compartilhar.

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Explique o conceito de disrupção. As empresas deveriam ter uma área de planejamento que fosse além da questão financeira? Como isso se daria?
Uma inovação disruptiva substitui e elimina o que a antecedeu. As empresas tem de investir em espaços permanentes de dissidência ativa, onde ideias heréticas e divergentes possam ser discutidas para serem acolhidas ou destruídas. “Não temos este tempo para perder”, é uma desculpa do século passado. Para começar as empresas precisam entender criteriosamente os conceitos de inovação, imaginação, criação, exponencialidade, recursos finitos e abundância. Muitos destes conceitos estão embolados e servem de bloqueios à inovação. Por isso, é tão fácil falar sobre inovação e tão difícil inovar.

Investir na investigação do futuro, nos leva à poderosa combinação entre inteligência artificial (AI) e a nova safra da robótica, que varrerá da face do mercado 35% dos trabalhadores do Reino Unido e 47% nos Estados Unidos, incluindo postos de colarinho branco, segundo o relatório de 300 páginas do Bank of Merrill Lynch.

NOTAS:
1. Texto da entrevista publicada em 18/11/2015. Publicada no Caderno de Economia e Negócios Estadão e produzida por Estadão Projetos Especiais, para meu cliente Eurofinance.

2. EuroFinance é uma empresa do Grupo The Economist, líder mundial em conferências e seminários sobre gestão financeira e de tesouraria. Realiza mais de 50 encontros na área, em diversos países. Fui convidada a palestrar no evento Gerenciamento Internacional de Tesouraria, Caixa e Riscos para Empresas no Brasil, em São Paulo, 10-11 de novembro 2015, que reuniu mais de 400 profissionais da área financeira. Palestra “O futuro é agora. Planejamento para a disrupção”




16
Nov 15

É MINHA VEZ NA CONFRARIA DOS REPENSADORES

Beia Carvalho é a próxima repensadora a palestrar na Confraria dos Repensadores

Beia Carvalho é a próxima repensadora a palestrar na Confraria dos Repensadores

A Confraria dos Repensadores é o mais novo evento com calendário regular da Rede de Repensadores.

Toda primeira 4ª feira do mês, lá estará um dos 24 repensadores com um tema e um convidado especial.

Assim, os participantes já ganham, de cara, uma dose dupla pra repensar.

A 1ª Confraria trouxe a repensadora Andrea Bisker e sua convidada Brenda Fucutá para discutir o tema Repensando o Sabático, Co:Working & Co:Living.

A 2ª foi na semana passada com a repensadora Nina Campos e seu convidado Edu Seidenthal com o tema Re:Conectando-se co você: Propóstio e Inovação. Foi uma noite incrível! Com muita gente interessante, noite perfeita, foodtrucks em volta e muito vinho branco pra celebrar.

Nina Campos encantando na 2ª Confraria dos Repensadores.

Nina Campos encantando na 2ª Confraria dos Repensadores.

2ª Confraria dos Repensadores com Nina Campos

2ª Confraria dos Repensadores com Nina Campos

2ª Confraria dos Repensadores com Nina Campos

2ª Confraria dos Repensadores com Nina Campos

A 3ª Confraria dos Repensadores será com esta repensadora que vos fala, rs, no dia 9 de dezembro. Ainda estou pensando no tema e em meu convidado, mas semana que vem, já revelo tanto um quanto outro.

Se você ainda não conhece a REDE DE REPENSADORES vai se encantar, assim que conhecer.
Ela INTEGRA PROFISSIONAIS DE DIFERENTES ESPECIALIDADES QUE PERSEGUEM A INOVAÇÃO E CONTRIBUEM PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO E CORPORATIVO. SÃO ESPECIALISTAS EM DIFERENTES TEMAS QUE COMPARTILHAM CONTEÚDO, PROVOCAM DISCUSSÕES E, COLABORATIVAMENTE, REALIZAM PROJETOS INOVADORES E TRANSFORMADORES.

CONHEÇA AQUI TODOS OS REPENSADORES.

Agendem a data de 9 de dezembro, 4ª feira, 20h, na sede da REPNSE.
E venham repensar o futuro com a repensadora Beia Carvalho.

 




27
Oct 15

E vai começar o Movember: HOMENS, preparem-se!

MOVEMBER: eles também aderiram

MOVEMBER: eles também aderiram

Tudo pronto para começar?

‘MO’ de Moustache e ‘VEMBER’ de novembro. Há 5 anos, falei pela 1ª vez deste movimento iniciado na Austrália, em 2003, por Travis Garone e Luke Slattery, com apenas 30 participantes. Hoje engaja 5 milhões de homens e mulheres em todo o mundo, ainda que no Brasil continue a ser novidade. Desde a sua fundação é uma campanha vencedora, que levanta enormes somas para a causas de câncer de próstata em todo o mundo. Apenas nos EUA, mais de US $650 milhões até hoje.

MOVEMBER é listado em 72º lugar entre as 500 ONGs mais importantes do mundo. Na minha opinião, o sucesso vem não só de embarcar nas tendências da colaboração e compartilhamento como forças imbatíveis, mas por ter resistido em seus 12 anos de exisitência, a não abandonar o humor e o desigin como expressão da causa.

Qual é o seu estilo?

Qual é o seu estilo?

E o mais importante: é um movimento qaue sabe como engajar homens na difícil tarefa de cuidar de sua saúde. Como? Compreendendo o real sentido doengajamento e o exercendo, de fato. Este é um difícil verbo, que poucas empresa, pais, educadores sabem conjugar – e que faço questão de enfatizar e exemplificar em todas as minhas palestras. ENGAJAR é despertar a sede por conhecimento, é motivar o outro com ideias e tarefas que façam sentido para a vida do outro. Neste caso, que façam sentido para a vida dos homens do nosso planeta atual. Nas próprias palavras do MOVEMBER:

“você tem que engajá-los com aquilo que eles se sentem confortáveis: deixar seu bigode crescer e competir. Isso os leva para a conversa que queremos ter: aumentar a consciência e donativos para o câncer de próstata”.

O site traz todos os tipos de bigode que se possa imaginar. Concursos, vídeos, dados. É completo. O vídeo que escolhi é da Speedo, sempre no mote do humor.

Muito mais aqui: https://au.movember.com/get-involved/moustaches

Qual Che você prefere?

Qual Che você prefere?




24
Oct 15

2040: Um Futuro Pessimista ou Otimista?

A entrevista de Guy McPherson, professor emérito da Universidade de Arizona a Thom Hartmann, no programa Conversas com Grandes Mentes a Thom Hartmann, traz reflexões profundas sobre a possibilidade da raça humana sobreviver à 6ª extinção de vida no planeta.

Fiquei muito tocada com essas palavras deste professor de Recursos Naturais, Ecologia e Biologia Evolutiva. A entrevista está dividida em 2 vídeos, assista logo abaixo o segundo segmento.

Na minha opinião, devemos agir com decência, agir como sempre deveríamos ter agido, agir como se o nosso tempo neste planeta fosse curto. E mesmo que eu esteja errado, que todos os dados, previsões e projeções para o futuro estejam erradas, eu sugeriria a mesma coisa: que daqui para frente, ajamos com mais decência do que a maioria de nós tem agido e que construamos melhores relações humanas. Em vez de buscarmos apenas o próximo dólar, vamos doar nosso tempo, nossos bens materiais e agir como se realmente as outras pessoas fossem importantes.

O meu conselho é para estarmos aqui, agora. Para nos concentrarmos no agora, porque é isso que temos. E eu suspeito que, se vivermos até os 100 anos, e talvez todos nós cheguemos lá, quando olharmos para trás, para a nossa vida, nos lembraremos apenas de alguns poucos momentos. Então, vamos criar esses fantásticos momentos, cheios de alegria. Vamos estar aqui e agora com aqueles que nos são próximos. Vamos tratar a vida no planeta e os outros seres humanos com decência e respeito. E, talvez, nos tratar com alguma dignidade, porque não importa qual seja o desfecho, eu não acho que isso seja um mau conselho.

Guy é um dos experts americanos mais influentes em aquecimento global – e é conhecido por sua afirmação de que o descontrole do aquecimento global que causará a extinção da raça humana, já está a caminho. Essa é a ideia que ele descreve em seu livro Going Dark.

Os dois segmentos de vídeo fazem parte da entrevista a Thom Hartmann, em abril de 2014, no programa Conversas com Grandes Mentes (Conversations with Great Minds). A tradução dos vídeos foi feita pelo canal do YOUTBE, Modelo Cooperativo Familiar.




14
Oct 15

De Volta pro Futuro ou Chegando do Futuro?

Palestrante Beia Carvalho capa da Revista GoWhere Business

Palestrante Beia Carvalho capa da Revista GoWhere Business

Em maio deste ano publiquei aqui neste blog a matéria de capa da revista GOWHERE Business com a chamada “Beia Carvalho, a Palestrante do Futuro”.
O título do post era “De Volta para o futuro”.

Entrevista com Beia Carvalho na Revista GoWhere Business

Entrevista com Beia Carvalho na Revista GoWhere Business

Semana passada, cheguei mesmo do futuro. Participei da Conferência, em Londres, Antecipando 2040, fruto de uma experiência incrível: meu primeiro projeto de crowdfunding!
Um projeto vencedor graças a meus inúmeros amigos e fãs, a quem nunca cansarei de agradecer.

O que uma coisa tem com a outra?

Bem, no dia em que cheguei do futuro recebi mensagens de 3 amigos, dois de São Paulo e outro do Rio, que foram as melhores Boas-Vindas possíveis.

Maru Filho, foi o primeiro: “Olha que bacana, Beia. Tô hj no elevador e vc tava lá, no caixa do Pão de Açúcar e vc lá de novo. Bjo”. E me manda junto com a mensagem a prova do crime: esta foto.

Isabella Rostworowski: “Também te vi enquanto estava na fila do caixa! Adorei!!! Bjs”.

E, Ighor Felipe, do Rio “Tentei tirar a foto ontem no elevador, mas não consegui, chegou no meu andar e tive que sair… rs… Achei top! =].”

Passada a deliciosa surpresa de saber que estava presente em elevadores e supermercados, veio a dúvida. Por que? Como? Quem?

Meu grande amigo André Moraes não conformado com o mistério, gugou a legenda da foto: Quando eu palestro, vejo empresas que ainda se protegem do mercado, dos concorrentes, das novas gerações, na tentativa de manter segredos que não são mais segredos para ninguém. E a resposta encontrada foi: matéria de capa da revista GOWHERE Business. Como diz o Ighor: TOP!

Beia Carvalho, o jornalista Celso Arnaldo e a executiva Tânia Mattana.

Beia Carvalho, o jornalista Celso Arnaldo e a executiva Tânia Mattana.

Obrigada uma vez mais a todos que fizeram essa linda matéria possível. Entrevista e texto do jornalista Celso Arnaldo Araujo. Executiva de contas e “olheira” Tania Mattana. E ao empresário Norberto Busto.

Se você quiser ler a entrevista de 5 páginas De Volta para o Futuro com com Beia Carvalho clique aqui

Beia Carvalho e o empresário Norberto Busto no evento de lançamento da edição

Beia Carvalho e o empresário Norberto Busto no evento de lançamento da edição

De Volta para o Futuro, artigo publicado na 8ª edição GoWhere Business

De Volta para o Futuro, artigo publicado na 8ª edição GoWhere Business