Janis Joplin se foi há 44 anos!

Janis Joplin 1943-1970

Janis Joplin 1943-1970

Ontem, repliquei um vídeo, assim, despretensiosamente. Como fazemos algumas vezes ao dia, quando damos de cara com algo que nos toca.

São coisas que nos fazem rir. Que nos entristecem. Num átimo, nos enraivecem de um tanto, que quase pensamos em pegar em armas e marchar contra o “inimigos”. Tem outras que nos enternecem, assim, no meio do turbilhão de coisas e responsabilidades do dia. E poucas, potentes, nos fazem viajar no tempo. Em nossas antigas e ainda presentes crenças. Em nossos esquecidos sonhos, namorados, viagens e bobas preocupações de outrora. E canções tão sólidas, intoxicantes, influenciadoras que é irresistível assistir ao vídeo até o final, mesmo com “o mundo caindo” a seu redor.


Clique aqui para ver o vídeo com legendas em português. Publicação by Lula Zeppeliano.

Um dia depois, Elizabeth Silva, replicou meu comentário com essas tocantes palavras: “Cada um tem o seu jeito, né? E quando a gente gostaria ser de um jeito e é de outro, faz o quê? Pega o jeito de alguém emprestado, oras! Mesmo que seja só uma coisinha … Hoje, destaco uma pessoa e palestrante que tem um jeito “descolado” que eu adoro: Beia Carvalho. Postei um mimo dela, com uma entrevista bem bacana da Janis Joplin.”

OBRIGADA BETH! Foi a 1ª. coisa que li hoje de manhã. Me sentindo muiiiito bem!

Janis morreu 3 meses depois desta entrevista a Dick Cavett Show, em outubro de 1970. É muito bom revê-lo também, showman! Dick a entrevistou mais uma vez, em agosto de 1970.

Mês que vem, faz 44 anos de sua morte. Tempo para 3 gerações: X, Y e a Z. Ao ouví-la falar sobre as mulheres, a impressão que nos passa é que “freezamos” este assunto há quase meio século! Reproduzo aqui o comentário que fiz ao postar este vídeo em meu perfil: “Ídola! Entrevista incrível! Nestes 45 anos avançamos muito pouco como mulheres. Ouvi uma entrevista na TV da menina que fica sem graça de parar a transa – se o cara não tem camisinha -“porque ele pode ficar bravo da gente cortar o clima dele”.

A parábola de Janis Joplin sobre a carroça, a mula e a cenoura, e as promessas entre homens e mulheres, é incrível. E, infelizmente, verdadeira. Quase 50 anos após a sua morte, me dei conta que essa (minha) luta parece que não evolui com a rapidez que o mundo está se movendo. Meninos e meninas, que tem todo o planeta na ponta de seus dedos, também parecem não conseguir explorar e se beneficiar de seus papéis consigo e com o outro. Nem de se beneficiar com espetaculares avanços feitos há quase 100 anos, quando a 19ª Emenda à Constituição americana liberou o voto a todas as mulheres. Ouvir Janis Joplin é sempre uma boa ideia. E daqui 5 anos?

Nota:
Elizabeth Silva é Consultora do Grupo Consulte e escreve na fanpage Palestras Inspiracionais.

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