Posts Tagged: nova era


12
Oct 11

Arquétipos? Arquétipos!

Oprah, sábia popular

Oprah, sábia popular

 
Você sabe qual é o arquétipo que representa o seu negócio?

Se sim, sua empresa age com coerência arquetípica?

Você sabe que LOSTBBB tem seus personagens baseados em arquétipos?

arquétipos & personagens

arquétipos & personagens

Você sabe que o nosso moderno cérebro abriga nas profundezas da mente traços de uma mente arcaica? Você sabe como isso influencia como pensamos e agimos? O assunto é muito profundo e a ideia aqui é visitar o que Carl Jung nos ensina sobre os arquétipos: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.

Sua marca se conecta com o arquétipo do AMANTE como os chocolates KOPENHAGEN que estabelecem com seus consumidores uma conexão profunda, íntima, prazerosa e sensual? Ou com o FORA DA LEI como o programa CQC que rompe com a repressão, conformidade e cinismo? Marcas fora da lei querem chocar as pessoas. Ou com uma marca SÁBIA como OPRAH que “alimenta” a fome de sabedoria da nova era. Oprah é uma sábia popular que instrui e orienta seu público. Uma especialista que exprime sabedoria, confiança e maestria.

A dinâmica de examinar 12 arquétipos para entender suas marcas e seus consumidores é uma das mais pop dos workshops 5 Years From Now®, segundo nossos clientes.

Porque, como dizem seus fãs, todas as ideias mais poderosas do mundo vieram de arquétipos. E se os arquétipos se conectam tão profundamente com as pessoas, é fácil expandir e perceber como eles se conectam com os nossos negócios.

Oprah é uma marca sábia que promove o aprendizado contínuo e tem uma coerência arquetípica invejável. Entre lançar uma linha de cosméticos ou roupas, ficou com o seu Clube do Livro. É com essa consistência que ela governa suas decisões e alavanca seu sucesso.

Se você se interessou por este assunto e não sabe que arquétipos mais se conectam com a sua marca hoje e no futuro, está perdendo uma eficiente e lúdica oportunidade de estimular a sua imaginação empresarial.

Quando você olha para o futuro, enxerga seu negócio trilhando a direção em que o mundo parece estar caminhando?

Carl Jung

Carl Jung


NOTAS:
Carl Jung: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.

Oprah Winfrey apresentou o programa The Oprah Winfrey Show, por 25 anos. Depois de seu último programa em maio de 2011, irá dedicar-se a sua própria rede, OWN e outros projetos pessoais. Ela ganha cerca de 50 milhões de dólares por mês com todas as suas incumbências profissionais. Mais wikipedia

A papisa dos arquétipos Carol S. Pearson em The Hero Within e Awakening the Heroes Within.


2
Oct 11

Ah, a primeira vez!

A Primeira Vez

The Graduate, 1967


É a primeira vez que ela é barata, democrática, acessível e fácil de usar.

É a primeira vez que em nossas casas ela é mais moderna, tem mais design, é mais potente e parruda que a que encontramos nas empresas.

É a primeira vez que muitos de nós estão muito mais à frente das empresas no domínio dos seus mais profundos segredos.

Desde os mais remotos tempos, a tecnologia nunca foi barata, portanto longe de ser democrática. O poder e o controle sobre ela se concentravam nas mãos de poucos que tinham a posse, o acesso, o conhecimento e eram os responsáveis por sua evolução – qualquer que fosse ela, da roda aos computadores.

Até muito pouco tempo atrás, este poder estava totalmente nas mãos das empresas. E tem muita empresa, por aí, ainda achando que é a tal, alheia à realidade debaixo de seu nariz, de que até seu mais simplório empregado possui e opera um gadget melhor, mais potente e poderoso que o disponível em seu local de trabalho.

E este descompasso é democrático. Está em todo o tipo de empresa. Algumas, vocês podem nem acreditar, poderosos grupos multinacionais, grandes e médias empresas brasileiras, governamentais e também as pequenas e micro.

Na minha experiência com empresários na 5 Years From Now®, vejo uma grande oportunidade para estas últimas darem um salto à frente da concorrência. São as micro, pequenas e até as médias que podem lançar mão da centralização, de uma baixa burocratização e da falta de engessadas policies internacionais, para sincronizar a visão de suas empresas com o futuro.

Isso. Vamos dar um fast fast forward correndo! Vamos desamarrar o nosso burro do século passado e fazer um sync com a Nova Era. A Era do Conhecimento em Rede.

Como diz o sueco Michael B Hardt, professor e pesquisador de tendências e design sustentável “acho que as tendências culturais são cíclicas através dos tempos e períodos de materialismo são seguidos de períodos de idealismo onde os valores éticos são considerados mais importantes que os financeiros. Esses períodos são longos e, no momento, passamos pela experiência de transitar de uma era materialista para uma era idealista. Nos próximos 40-50 anos vamos experienciar uma renascença de valores ideais. [...]. A curva de uma tendência que surge sempre é vista como positiva, por isso vemos o idealismo hoje como positivo, e assim será pelas próximas 2 décadas, pelo menos.” E arremata dizendo que o nosso pensamento se tornará um valor no futuro e que já há um mercado crescente para esta “mercadoria”.

Você está preparado pra ganhar dinheiro com esta nova mercadoria nos próximos 5, 10, 20 anos?

Nota:
Michael B Hardt, da Universidade de Lapland, Finlândia.


3
Aug 11

BIXOS & LIXOS

ritual?

ritual?

Não, não é uma opinião impensada. Faz 6 anos que a deplorável cena se repete, 2 vezes ao ano, bem aqui na porta da 5 Years From Now®.

Por mais ou menos 10 horas os veteranos dos bixos ecoam palavras de ordem grosseiras (para dizer o mínimo) e dignas de cafetões, para ser mais bem explícita. Gritos eufóricos se misturam às patéticas súplicas: “ah moço me dá um real, por favor, por favor!”. Na boca de meninas das classes média e alta, a frase toma um gosto de imoralidade. Não me pergunte o porquê: mas os carrascos veteranos que “tomam conta” da moçada são sempre do sexo masculino.

O ponto alto da parte da manhã são os carrascos-pimps forçando meninos e meninas a virar goles de 51 na boca da garrafa. Não é força de expressão não, é forçar, mesmo!

À medida que o dia vai passando, o nível alcoólico e o baixo calão vão subindo. Os cafetões vão ficando mais machos, meninas e meninos mais estridentes e bêbados e a minha paciência vai se caindo para os níveis mais baixos.

E, finalmente, cai a noite. Lambuzados de tinta dos pés às cabeças, roucos, largados pelas calçadas dos prédios em volta do Parque Buenos Aires, são os meninos e meninas vomitadas, os grandes protagonistas do gran finale.

Enquanto isso, no mundo, jovens estão fazendo grandes e inesperadas revoluções, que estão mudando bem mais que só a geografia dos países do século XXI.

Entendo e sou fã das manifestações ritualísticas que nos preparam para o próximo passo da vida. Me pergunto se a forma de um ritual evolui com o tempo. Tomara! Senão, vamos rever esta cena daqui a 5 anos, igualzinha e tediosa como num vale a pena ver de novo.

Me pergunto se essa forma “acolher” os calouros ainda ocorre em todo o Brasil, ou é privilégio das classes de “gente não-diferenciada” do Mackenzie e FAAP, meus vizinhos.

Até o próximo semestre! E meninos: don’t show up to prove. Show up to improve*.

* Simon Sinek.


27
Jul 11

Você constrói ou desarma armadilhas?

armadilha = trap

armadilha = trap

Começa assim, laboriosamente, cuidadosamente.

Às vezes, a dedicação é em tempo integral. É o tipo de coisa que é mais fácil ver no outro.

Mas todos nós em algum grau, constância e periodicidade também já construímos nossas próprias armadilhas. Quem nunca “fez” coisas para ser pego com a boca na botija? “Esqueceu” uma data, um objeto, um recado, que resultaria em um fiasco? Prometeu algo que, de antemão, já sabia impossível de ser cumprido, e que abalaria sensivelmente a sua reputação? Uma marca de batom?

Não sei se estou sendo clara nos meus exemplos. Se fui relevante ou não. Espero ter dado uma pista do assunto e que você possa, neste instante, pensar em pelo menos uma das armadilhas que já fabricou para você.

Lembrou?

Não, este não é um post de auto-ajuda, não. Mas achei que poderia ser uma analogia para os negócios. Quantas vezes manufaturamos cuidadosa e laboriosamente grandes redes para enroscar e afundar nossos negócios? Pequenas armadilhas que nos imobilizam naquela fatídica semana que iríamos fechar “aquele” grande negócio. Chato, né? Perdemos essa oportunidade!

Mas veja o lado bom da coisa. Agora, por toda a vida, podemos culpar esta semana desgraçada, que nos paralisou, impedindo que a empresa desse um grande salto. Que azar!

Dito assim, parece caricatural, quase impossível que uma pessoa jurídica possa arquitetar seu próprio insucesso. Nestes 2 anos como consultora de negócios fui testemunha da grande dedicação de empresários, eu inclusa, em criar armadilhinhas aparentemente imperceptíveis e inofensivas. E por que? Porque elas nos confortam e tem o belíssimo efeito tardio de se transformar em uma desculpa crível para a nossa ineficácia em alavancar negócios.

Não é nada fácil mesmo ser eficaz e enxergar oportunidades de negócios no século XXI. É que o progresso não acontece no conforto das nossas velhas certezas. Acontece criando e destruindo ideias. E para inovar, precisamos arrumar uma briga com os nossos instintos, “que fazem a gente se cercar de profissionais e opiniões que já acreditamos”. Nossos instintos querem moleza, querem sentar no pudim!

Para enfrentar a complexidade da Nova Era, vamos ter que manter a parte do cérebro que toma as decisões ligada! - como diz economista Noreena Hertz.

Notas:
1  Excepcionalmente, o post está também em inglês, em homenagem ao meu grande amigo e inspirador deste post, Steve Baker.
2  Veja Noreena Hertz no TED Talks aqui http://www.ted.com/talks/lang/eng/noreena_hertz_how_to_use_experts_and_when_not_to.html

(english version)

armadilha = trap

armadilha = trap

Do you build or disarm traps?

Laboriously, carefully, that’s how it begins.

Sometimes, it is full time devotion. It’s the kind of thing much easier to see in others.

But all of us, in some degree or another, consistently and periodically also have built our own traps. Who has never “done” things in order to be caught red-handed? “Forgot” a date, an object, a message that would end up in a fiasco? Promised something that, before handed, already knew impossible to be accomplished, but would sensibly shake your reputation? A lipstick stain?

I don’t know if I am being clear with these examples. If I was relevant or not. I hope I gave you a clue of the subject here and that you can think, in this brief moment, in at least one of the traps you’ve manufactured for you.

Dawned on you?

No, this is not a self-help post. But I can see an analogy for our business. How many times we assemble carefully and laboriously big meshes to intertwine with and sink our own business? Small traps, which immobilize us in that fateful week we’d close “that” spectacular business? A pity! Just lost that opportunity!

But look at the bright side. Now and for the rest of the life of our companies, we can blame that sun-of-gun-week, which paralyzed us, and cut short the way of the company’s big leap. Bad luck!

Sounds caricatured? Almost impossible that a legal person may architect its own unsuccessful future? During these 2 years as a business consultant, I’ve witnessed entrepreneurs’ great devotion – myself included – in creating tiny traps apparently invisible and harmless. Why? Because they comfort us. Also, traps have that beautiful belated effect in transforming into credible excuses our inefficacy in leveraging business.

It’s no piece of cake to be effective and envision business opportunities in the XXI century. Progress does not pop out of the comfort of our old convictions. It happens creating and deconstructing ideas. To innovate, we will have to fight our instincts that insist in “surrounding ourselves with opinions and advice that we already believe or want to be true”. Our instincts want to make omelets without breaking eggs.

To face the complexity of the New Era, we ought to keep our “independent decision-making part of our brains switched on”! – as economist Noreena Hertz, says.

Notes:
1  Exceptionally, this post is in English as a homage to my dear and sparkling friend Steve Baker, who inspired me to write about traps.
2  Go to TED Talks to see more of Noreena Hertz here http://www.ted.com/talks/lang/eng/noreena_hertz_how_to_use_experts_and_when_not_to.html


3
Apr 11

Trabalho é Ofício? Ofício é Trabalho?

É muito bom participar de um filme. Um curta-metragem. Primeira vez. E em companhia do escritor Mario Prata e do maestro Diogo Pacheco!
É muito bom.

Melhor ainda, quando todo mundo que vê gosta e comenta como minha amiga Tais Nicoletti: “Béia, eu adorei – você tem mesmo muito o que dizer! Claro pegou muito pelo meu momento de vida, mas também caiu como uma luva para um processo de concorrência lá da agência. São essas sincronicidades da vida!! Obrigada pelo presente que você me deu, mesmo sem saber ;-) ”.

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