28
Mar 12

Coração do Brasil

Quando eu entrei neste projeto, ele se chamava Demarcação do Centro Geográfico do Brasil. Hoje, o documentário que estreia esta semana no Tudo é Verdade, se chama CORAÇÃO DO BRASIL. Seu diretor, Daniel Santiago, entusiasmadíssimo, não teve problemas em me seduzir para o projeto. Não que eu tenha experiência com a produção cinematográfica, à exceção das intermináveis horas em estúdios, nos meus tempos de publicitária. Mas porque é impossível não se envolver, quando Daniel está “tomado” por uma visão.

Esta é a sinopse: o documentário refaz em 2008, a expedição ao Centro Geográfico do Brasil, comandada pelos Irmãos Villas Bôas, em 1958. Sérgio Vahia, Adrian Cowell e o Cacique Raoni, que juntos se aventuraram por aquele mundão, retornam ao Centro para reencontrar os sobreviventes da expansão da fronteira agropastoril brasileira nos últimos 50 anos.

Coração do Brasil: Sergio Vahia, Adrian Cowel e Caique Raoni

Coração do Brasil: Sergio Vahia, Adrian Cowel e Caique Raoni


“Coração” é fruto de um desejo ardente de Sergio Vahia, um expedicionário que, em 1958, com 30 anos de idade, fez parte da expedição comandada pelos Irmãos Villas Boas, para demarcar o Centro Geográfico do Brasil. (Pra contextualizar, 2 anos depois, era fundada Brasília, no centro do país, em 1960).

Conheci o carioca aqui em São Paulo, num churrasco dos bons, em 2008, com 80 anos. Sua ambição pela aventura, sua energia insana era altamente contagiosa. E não poupou ninguém ao seu redor. Aos 80 anos, Sergio foi tomado desta determinação de refazer o mesmo trajeto de remarcar o verdadeiro local em que se encontra o Centro Geográfico do Brasil, 50 anos depois! Agora, contando com uma tecnologia inexistente em 1958.

Enquanto eu selecionava umas carninhas mais magrinhas, Sergio atacou linguiças regadas a cervejinha. Incrível! É o Cyborg? Eu, ali, olhando e ouvindo aquela história-do-brasil-ao-vivo, convulsivamente contando histórias e citando passagens de sua vida com os grandes personagens brasileiros, da década em que eu nasci. Ao lado, uma moderna muleta. Eu revirava minha cachola. Como esse homem – se tudo desse muito certo – navegaria pelo Rio Xingu, visitaria as aldeias em que esteve em 1958, se reencontraria com os povos Kokoti, Kumaré-Txicão, Kamani Suiá, Moiópi-Kaiabi e Vanité-Kalapalo. E, finalmente, chegaria à aldeia Piaraçu, território dos Caiapós-Txucarramae, onde se reencontraria com o Cacique Raoni, seu parceiro da primeira expedição, 3 décadas atrás? Cansou? De lá partiriam juntos, mata adentro, rumo às terras indígenas Capoto-Jarina, no nordeste do Mato Grosso, no sul da Amazônia Brasileira. É lá, o Centro Geográfico Brasileiro.

Já vi o documentário, sei de muitas histórias dos bastidores e até hoje sou incrédula. Mas as imagens estão lá para provarem a verdade. Você também já pode vê-las esta semana.

Sergio Vahia, Raoni e Adrian Cowel, com o novo marco, em 2008.

Sergio Vahia, Raoni e Adrian Cowel, com o novo marco, em 2008.


O outro personagem desta jornada é uma celebridade para nós e para o mundo, o Cacique Raoni, líder dos caiapós, conhecido por sua campanha em defesa do povo indígena e da floresta Amazônica. Na expedição de 50 anos atrás foi intérprete para outras línguas indígenas. Em 1989, viajou pela Europa com o cantor inglês Sting alertando contra a invasão das terras indígenas amazônicas.

O terceiro mosqueteiro é Adrian Cowel, um nome que vamos ouvir muito este ano, quando terá sua obra homenageada. Um inglês que nasceu na Índia, em 1934, e morreu no final do ano passado, um dia antes de embarcar para o Brasil. Nos seus 78 anos de vida, Adrian esteve no Brasil muitas vezes, e construiu uma incrível (e ainda pouco conhecida entre nós) trajetória como cineasta. Documentou desde a criação das primeiras reservas extrativistas e os primeiros contatos com os índios Uru Eu Wau-Wau como a chocante morte de Chico Mendes. Como ativista, foi um dos fundadores do Television Trust for the Environment e escreveu 2 livros sobre índios brasileiros: “The Heart of the Forest” e ‘The Tribe that Hides from Man”. Foi o fotógrafo da expedição de 1958 e sua maior motivação para participar da expedição 50 anos depois, era reencontrar a população indígena que conheceu à época. Por ser exímio atirador, também ficou encarregado da caça.

Adrian, de pé com o marco, em 1958.

Adrian Cowel, de pé com o marco, em 1958.


Impossível descrever o momento em que Daniel Santiago registra o reencontro de Raoni com o inglês Adrian. Como se nota, sou altamente suspeita. Convenci meu amigo Ronaldo Ramos, a ajudar a expedição e meu amigo e artista plástico Caíto a recriar o marco, agora em alumínio, a partir de uma desgastada foto tirada em 1958. Conheci e me envolvi com inimagináveis histórias de Adrian Cowel, através de suas sobrinhas Charlotte e Anna Cowel. E a cada dia que passa, eu acredito mais que o que move realmente o mundo são as nossas ambições, os nossos desejos, a nossa visão de um futuro, um futuro que a gente imagina pra gente.

Viva Sergio Vahia que imaginou um futuro para ele!
E quando a gente fica “tomado” por uma visão, vai contagiando almas contagiáveis como a de Daniel, que contagiou a minha, que contagiou Ronaldo e Caíto. E mais um montão de gente que fez uma ambição acontecer. Em tempo: a nova expedição confirmou, por modernos GPS, as coordenadas das cartas náuticas de 1958.

Bóra mudar o futuro antes que ele chegue? Valeu, Daniel!


26
Mar 12

Presentes de Aniversário

Beia, da 5 Years From Now®, internacional

Beia, da 5 Years From Now®, internacional

Ao redor de uma mesa chamada Babete, reuni amigos e vinhos divinos, neste mês do meu aniversário. E ganhei presentes muito bacanas.

Apagando a velinha, no Lola Bistro

Apagando a velinha, no Lola Bistro

 
Mas 2 deles caíram no meu colo e foram muito surpreendentes. Um foi o convite para participar de um time internacional de experts em inovação e inteligência. Outro, a divulgação deste convite. Que coisa boa que é ganhar presentes.
VALEU, Tim Bonnet, chairman da Creston Communications!
VALEU, Marcello Queiroz, editor do PropMark!

Pra quem ainda não viu, leia abaixo a matéria do PropMark de hoje.

Beia Carvalho & Tim Bonnet, Londres 2006

Beia Carvalho & Tim Bonnet, Londres 2006

RADAR
Beia Carvalho, ex-TBWA e Tequila, presidente da consultoria de negócios 5 Years From Now®, de São Paulo, acaba de ser convidada por Tim Bonnet, ex-Tequila Londres, para integrar um seleto time de experts que vão indicar inovação e inteligência em trabalhos de mídias sociais e CRM, além de outras estratégias e tendências de relacionamento com o consumidor e stakeholders em geral. Tim Bonnet atualmente é o chairman da Creston Communications. Os relatórios da Creston, com abrangência global, serão atualizados a cada 2 meses. Na 5 Years From Now®, empresa lançada em 2008, Beia desenvolve workshopstemáticos com o conceito “o presente visto do futuro”.

Radar

Radar

Fonte: PropMark, SuperCenas, by Marcello Queiroz, 26.03.2012
Jornal Propaganda & Marketing


19
Mar 12

Bóra Futurar?

Workshops da 5 Years From Now®

Workshops da 5 Years From Now®

Deu preguiça? Não vê o porquê de se pensar no futuro? Oras, o presente está irremediavelmente pronto. Bóra aproveitar cada um dos maravilhosos momentos do presente. Afinal, não deve ser à toa que o hoje se chama presente. Então, vamos desembrulhá-lo. Vamos usufruir deste “hoje”. Como diz Carly Simon, ”these are the good old days” (estes são os dias que teremos saudades).

Mas, me diga: este é um hoje que pensamos pra nós há um tempo atrás? Ou é um hoje que chegou tão rápido que nos atropelou?

Bóra futurar?

Tire os pés do chão e dê um salto pro futuro. E aterrisse num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas. Porque para as soluções não-óbvias, vamos precisar de um pensamento dissidente, de um pouco de rebeldia. Vamos ter que manter a parte do cérebro que toma as decisões, ligada. Vamos precisar de uma zona onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, não convencionais, não ortodoxas, alternativas, excêntricas, idiossincráticas ou impensáveis são possíveis. Onde as crises do presente são coisas do passado. Nada existe, só o que você inventar. Pirar.

Neste espaço-futuro, as tendências do passado se recombinaram e se realizaram. Outras morreram pelo caminho, faltou oxigênio para virarem realidade. O futuro é o lugar perfeito para pensar como as tendências se interconectam para ajudar os nossos negócios. Como aprender com quem tirou proveito delas? Como lucrar com elas? Solte a sua imaginação. Estamos no futuro. Neste espaço dissidente se acolhe heréticos!

Pronto! Eureca! Sim, é isso! Tirar os pés do presente, aterrissar num espaço que acolha o “impensável”, ligar o cérebro e sacar as tendências nos leva, inevitavelmente, à inovação. Porque inovar pode ser tão simples como fazer novas combinações de elementos já conhecidos – o famoso lápis e borracha que vira um lápis-com-borracha. Ou uma inovação disruptiva, aquela que reduz a pó a indústria que a precedeu, como o DVD que enterrou o VHS.

Inovar não é inventar. Se você não se sente capaz de inovar como Steve Jobs, se você acha que jamais teria inventado o Ipad, comemore! Você faz parte de um pequeno grupo de 6.860.000.000 de habitantes deste planeta que não inventou o Iphone, o Google, o Facebook, o Coração Artificial. Mas que pode trazer inovações a todo o momento para os seus negócios e para a sua vida. Crie espaços dissidentes! Visite-os! interne-se! E depois me conte.

Por que como falamos aqui no espaço dissidente da 5 Years From Now®: criatividade é um jeito de ser e inovação, um jeito de fazer. Bóra futurar. Bóra fazer!

Notas:
* “para enfrentar a complexidade da Nova Era, vamos ter que manter a parte do cérebro que toma as decisões ligada”, economista Noreena Hertz.
* Anticipation, Carly Simon. Originalmente filmado no concerto Martha’s Vineyard, para a HBO, em 1987. Mais: www.carlysimon.com

* O último vídeo é a palestra especialmente criada para os workshops Endeavor, em junho de 2011 e discute:
– A decadência das motivações extrínsecas que marcaram o século XX.
– A emergência das motivações intrínsecas deste século XXI.
– Habilidades, Rebeldia, Tendências, Reflexão e Progresso.
– Dói, saber que não sabemos. Pior é o instinto de refugiar-se em velhas certezas.
– Transição de Era, Geração YZ, Colaboração e Tecnologia Barata.
– Exemplos de Consumo Colaborativo para o seu negócio. O efeito Cloud.
– Futurar é exercitar o “músculo da reflexão”. O presente, está irremediavelmente pronto.

BIO
Beia Carvalho é presidente e piloto da consultoria de negócios 5 Years From Now®, que criou um espaço para a reflexão sobre o futuro dos negócios. Acredita que o presente, está pronto. Irremediavelmente pronto. E exercitar o “músculo da reflexão”, seguindo uma metodologia, um caminho assistido e monitorado, leva à criação do futuro. Como palestrante, seus temas são os Intangíveis, o Futuro, a Nova Era da Inteligência em Rede e a Geração Y. Foi Vice Presidente de Planejamento de Agências das Comunicação: TBWA\BR, SIGNIFICA e Grottera.


16
Mar 12

Prometheus Promete!

“Meu nome é Peter Weyland e se vocês me permitirem, eu gostaria de mudar o mundo”. Assim termina a fala deste TED Talks, que se realiza no futuro, no ano de 2023.

Como? Dois mil e vinte e três?

http://youtu.be/S7YK2uKxil8?hd=1

Para promover o lançamento de Prometheus, novo filme de ficção de Ridley Scott, uma nova ficção foi criada. O roteirista Damon Lindelof também se inspirou no futuro – onde tudo pode acontecer – e foi em frente com a sua ideia: promover o filme estrelado por Guy Pearce num TED Talks, que “acontece”, em 2023! Em suas próprias palavras: “não seria bacana ver um TED Talk que acontecesse daqui a uma década? Como seria? O que seria dito? Fui atrás do Tom Rielly do TED, e nem nos meus mais loucos sonhos pensei que conseguiria a marca TED TALKS!”. Mas conseguiu! Porque como o futuro não está pronto e a gente pode inventá-lo.

O ARGUMENTO
O filme é sobre um grupo de cientistas que viaja pelo universo, para investigar formas de vida alienígenas, a bordo da nave “Prometheus”. E de sua luta para sobreviver, quando se perdem neste estranho mundo. A cada dia, fica mais claro que os horrores pelos quais estes cientistas estão passando, não são apenas uma ameaça a eles mesmos, mas a toda humanidade. Mais um filme de Ridley Scott sobre o significado de sermos humanos (Blade Runner, 1998). Roteiro de Jon Spaihts e Damon Lindelof.

O DEUS
Prometeu, deus grego, astuto e inteligente, desempenhou um papel crucial na história da humanidade: roubou o fogo de Zeus para dá-lo aos mortais. Como punição, Zeus o amarrou a uma rocha por toda a eternidade, enquanto uma grande águia comia, todo dia, seu fígado – que crescia novamente no dia seguinte.

O TED TALK 2023 em português
“Fogo! Nossa primeira, verdadeira tecnologia; 100.000 anos AC, utensílios de pedra; 4.000 anos AC, a roda; 900 DC, a pólvora. Século 19: eureca, a lâmpada! Século 20: o automóvel, a TV, armas nucleares, naves espaciais, internet. Século 21, biotecnologia, nanotecnologia, fusão, fissão e isso foi só na primeira década! Estamos hoje no terceiro mês do Ano de Nosso Senhor, 2023. Neste momento de nossa civilização, nós podemos criar indivíduos, que em pouquíssimo tempo serão impossíveis de ser distinguíveis de nós. O que nos leva a uma conclusão óbvia: nós somos os Deuses, agora. Para vocês que me conhecem, já sabem que minha ambição é ilimitada. Para os que ainda não me conhecem, gostaria de me apresentar: meu nome é Peter Weyland e se vocês me permitirem, eu gostaria de mudar o mundo.”

Divirtam-se, meus leitores! Finalmente, após muita ralação conseguimos recuperar o nosso blog, in-tei-ri-nho, graças a amigos e seus cérebros: André Moraes, Gustavo Santos Rodrigues, Rodrigo Brancher e Guido Giglio.

Roteirista Damon Lindelof
Roteirista Damon Lindelof

Protagonista Guy Pearce

Protagonista Guy Pearce

Ridley Scott
Diretor Ridley Scott

Notas:

Clique aqui sobre o roteirista Damon Lindelof e TEDTalks no blog.

Clique aqui sobre o imperdível trailer do filme.

Texto do vídeo traduzido livremente por mim.


28
Dec 11

O futuro é agora ou dentro de 5 anos?

5 Years From Now®

5 Years From Now®

(artigo que traduzi livremente sobre a projeção The Next 5 in 5da IBM)

Ao final de cada ano, a IBM examina tendências sociais, de mercado e as tecnologias emergentes de seus labs globais que devem transformar nossas vidas, e desenvolve uma projeção anual chamada The Next 5 in 5 – os próximos 5 em 5.

Como falamos em nossos workshops, a IBM prevê que nos próximos 5 anos, as inovações tecnológicas mudarão o nosso jeito de trabalhar, viver e se divertir.


Energia: O poder do povo despertará

Imagine a nossa capacidade de usar cada movimento à nossa volta – da água correndo pelos canos de nossas casas aos nossos tênis de corrida e pedaladas – para gerar energia para as nossas casas e cidade. O povo coletando e gerando a sua própria energia.

Segurança: O adeus às senhas
O escaneamento de nossas retinas ou voz serão nossos passaportes de verificação. Chega de decorar inúmeras senhas sem sentido. Nossa identidade biológica será a nossa senha.

Ler a mente não será mais ficção científica
O ato de ligar para um telefone ou ligar o computador pode estar com os dias contados. Cientistas estudam como ligar nosso cérebro a esses gadgets. Outras possíveis aplicações do controle eletrônico incluem reabilitação física e a compreensão de distúrbios do cérebro como o autismo, por exemplo.

Cai o muro entre a vida real e vida mobile
Daqui a 5 anos 80% da população mundial terá um celular. As oportunidades são infinitas: de comércio eletrônico por meios móveis a assistência médica remota.

Só receber informação que faz sentido
Imagine uma tecnologia que traz apenas as informação que você quer, combina suas preferências com sua agenda e já reserva tickets para o show da sua banda predileta?

Foi meu cliente Claudio Pucci quem me enviou este link da IBM. Entendo que essas foram as projeções feitas ao final de 2010, para os 5 anos à frente. Pois, como já vimos este ano, muita gente já vem pedalando pra gerar energia desde 2010.

Se você ainda não foi seduzido a pensar o futuro, é assim: 5 anos é longe o suficiente para sonhar e perto o bastante para imaginar. Sonhe, imagine e comece a fazer.

Porque como falamos aqui na 5 Years From Now®, criatividade é um jeito de ser e inovação um jeito de FAZER.


27
Nov 11

3 anos da 5 years from now®

Será que dá pra escrever um artigo só falando de números?

A 5 Years From Now® faz 3 anos no dia 1 de dezembro de 2011.

Em 3 anos, enviamos 124 propostas de workshops e palestras a nossos prospects.
Aprovamos 60 trabalhos que envolveram mais de 300 pessoas.
50% de aprovação!
Ajudamos nossos clientes a se posicionar, reposicionar e criar nomes para suas empresas. A compreender que estamos em transição para uma Nova Era e a ter aderência às redes sociais.
Falamos para mais de 1.500 pessoas em nossas 15 palestras, nestes 2 anos.
Temos 33 empresas como clientes e 8 delas são multinacionais.
Escolas são 3. Agências de publicidade 4. Bancos 2.
E rede de TV, só 1, a maior.
Grupo Accor, Zurich Seguros, Endeavor, Pearson Education (Pueri Domus), Euro RSCG, Ogilvy, Repense Comunicação, Natura, Itau, BRADESCO, Rede Globo.

Amigos de verdade, não sei contar, mas nunca tive tantos! Nas redes quase 5.000.

Depoimentos de clientes somam 100.
Presentes de clientes, flores, vinhos, doces: 30!
Foram 10 artigos e entrevistas publicados em jornais e revistas: Revista Exame, PEGN, PropMark, Bons Fluidos, Casa Claudia, Think & Love.

Juntas, taís e eu somos 1 sociedade de alta performance.
Estamos presentes e somos atuantes nas redes sociais Facebook, LinkedIn, Google+, Twitter, Skype, Youtube, Vimeo, Slideshare, TED.
Postamos milhares de posts e centenas de ofertas quentes de emprego através do bem acolhido ‘Momento RH’. E algumas dezenas de apresentações. Uma delas, sobre a Geração Y, tem número recorde de acessos: 10.000.
Bombamos 21 vídeos sobre nossa metodologia.
E 1 curta-metragem!
Blogs são 2. Posts, poucos. 50 num e 10 no outro. Mas com interatividade. Uma média de 5 para cada post.

A 5 Years From Now® faz 3 anos dia 1 de dezembro de 2011.

O número cinco é considerado, desde a remota antiguidade, como o símbolo da humanidade. É a soma de terra, água, fogo, ar e o 5º. elemento, a luz.

E há luz no fim do túnel, segundo o professor e economista Ernesto Lozardo.

Daqui 5 anos, pela 1a. vez na história, as nações mais ricas e os países menos desenvolvidos vão produzir riqueza na proporção de 50%-50%. Isso muda o equilíbrio entre ricos e pobres. Isso muda o Brasil. Isso muda o jeito de pensar e agir.

Em 2016, os desafios serão globais e não internos. Negociadores serão muito importantes. Estamos produzindo negociadores?

equipe de alta performance da 5 Years From Now®

equipe de alta performance da 5 Years From Now®


06
Nov 11

Meu negócio está fazendo 3 anos

estilo frog: from goiás

estilo frog: from goiás

Ao cabo de quase 3 anos, uma certeza: o negócio que você criou, vingou. Ponto. As dúvidas e inseguranças são hoje mais complexas e em maior número. Mas a GRANDE dúvida não existe mais: 5 Years From Now® é um negócio que também faz sentido para o mercado. Habemus 5 Years From Now®! E é dessa certeza que é feito o combustível dessa nova fase: como crescer, pra onde, com quem, a que ritmo, com qual investimento?

Levantar para trabalhar em a-per-fei-ço-a-men-to. Polir arestas. Delimitar, refinar públicos, produtos, colaboradores. Pensar em reger, não só em tocar. Escrever, registrar a “partitura”, porque a música que emana da empresa é a sua cultura. É um trabalho mais interessante, mais sofisticado e mais engajador, quando comparado com a extenuante energia física e psicológica de colocar um negócio em pé.

Mais exaustivo ainda, quando o negócio é criado do zero, como o nosso, baseado em um conceito inédito: refletir sobre o futuro. Transportar-se 5 anos no futuro e de lá olhar para o presente.

Depois de 3 anos de vida, as dúvidas são de outra ordem. Como garantir a pessoalidade dos nossos serviços e crescer? Como ganhar dinheiro enquanto dormimos? Como garantir a cultura do negócio? Garantir que todos conheçam a partitura e, ao mesmo tempo, colaborem para que a música evolua e continue a atrair e agradar o nosso refinado mercado.

De todas as questões, cultura é a que mais me apego e me dedico. Desde os primeiros minutos de vida da 5 Years From Now®, tudo o que “ela” fez foi registrado: escrito, fotografado, filmado, compartilhado. Tudo aqui tem um jeito “faive” de ser. A informalidade, a aposta no humor como tom da comunicação, a recepção e acolhida festiva aos prospects e clientes, o uso das redes sociais. E o abuso do preto e branco na comunicação, no jeito de vestir, no cartão, no site. Aqui é 5! Lembrei do “aqui é curíntia”.

A 5 Years From Now® faz aniversário dia 1 de dezembro. Por isso, esta época tem esse gosto de “balanço do ano”. E, em uma palavra, 2011 foi surpreendente. Surpreendentemente instável. Depois de propositadamente experimentar campos novos nos 2 primeiros anos de vida, comecei este ano com a certeza de estar definitivamente fechando o leque de atuação. Surprise! O ano que começou como uma grande festa, champagne à vontade, alardeando os mais altos níveis de crescimento na história do Brasil, está terminando com um jeito de “wow, que ressaca!”.

Mas as previsões são de um 2012 melhor para os BRICs e inflação mais baixa e mais movimentação no Brasil, por conta de Copa e Olimpíadas. Afinal, um dia eles tem que começar a construir tudo o que prometeram, não é?

Hoje, neste dia ensolarado de novembro de 2016, releio este artigo que postei 5 anos atrás. Hoje, a 5 Years From Now® está mais perto de comemorar os seus 10 anos. As questões, as dúvidas, amplificadas!

Mas como há 5 anos, também temos uma nova certeza: somos mais maestros e menos tocadores de cada um dos instrumentos. Reger. Difícil verbo.

Refinamos a observação. Observamos, sacamos e aproveitamos mais o que foi sacado. Aprendemos com o estilo Frog (From Goiás) do grande observador Joesley Batista, da JBS-Frigoboi. “Temos que observar quem faz coisas excepcionais dentro das nossas empresas”. Elas estão ali, debaixo da nossa fuça. Então, como vamos clonar pessoas e comportamentos excepcionais e disseminar o aprendizado?

Daqui 5 anos, em 2021, espero poder dizer que esta não é mais a questão, mas que há novas dúvidas e inseguranças em maior número e ainda mais complexas. Este é o combustível que move os empreendedores.

Este é o nosso estilo. Qual é o seu?
5 Years From Now®!

Joesley Batista, presidente JBS-Friboi

Joesley Batista, presidente JBS-Friboi

Nota: JBS S.A. é uma empresa brasileira, o maior frigorífico no setor de carne bovina do mundo, seu crescimento é exponencial: de 1,2 bilhão de dólares em 2004 a mais de 40 bilhões em 2011. Joesley Batista é o presidente. Mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/JBS


12
Oct 11

Arquétipos? Arquétipos!

Oprah, sábia popular

Oprah, sábia popular

Você sabe qual é o arquétipo que representa o seu negócio?

Se sim, sua empresa age com coerência arquetípica?

Você sabe que LOSTBBB tem seus personagens baseados em arquétipos?

arquétipos & personagens

arquétipos & personagens

Você sabe que o nosso moderno cérebro abriga nas profundezas da mente traços de uma mente arcaica? Você sabe como isso influencia como pensamos e agimos? O assunto é muito profundo e a ideia aqui é visitar o que Carl Jung nos ensina sobre os arquétipos: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.

Sua marca se conecta com o arquétipo do AMANTE como os chocolates KOPENHAGEN que estabelecem com seus consumidores uma conexão profunda, íntima, prazerosa e sensual? Ou com o FORA DA LEI como o programa CQC que rompe com a repressão, conformidade e cinismo? Marcas fora da lei querem chocar as pessoas. Ou com uma marca SÁBIA como OPRAH que “alimenta” a fome de sabedoria da nova era. Oprah é uma sábia popular que instrui e orienta seu público. Uma especialista que exprime sabedoria, confiança e maestria.

A dinâmica de examinar 12 arquétipos para entender suas marcas e seus consumidores é uma das mais pop dos workshops 5 Years From Now®, segundo nossos clientes.

Porque, como dizem seus fãs, todas as ideias mais poderosas do mundo vieram de arquétipos. E se os arquétipos se conectam tão profundamente com as pessoas, é fácil expandir e perceber como eles se conectam com os nossos negócios.

Oprah é uma marca sábia que promove o aprendizado contínuo e tem uma coerência arquetípica invejável. Entre lançar uma linha de cosméticos ou roupas, ficou com o seu Clube do Livro. É com essa consistência que ela governa suas decisões e alavanca seu sucesso.

Se você se interessou por este assunto e não sabe que arquétipos mais se conectam com a sua marca hoje e no futuro, está perdendo uma eficiente e lúdica oportunidade de estimular a sua imaginação empresarial.

Quando você olha para o futuro, enxerga seu negócio trilhando a direção em que o mundo parece estar caminhando?

Carl Jung

Carl Jung

NOTAS:
Carl Jung: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.

Oprah Winfrey apresentou o programa The Oprah Winfrey Show, por 25 anos. Depois de seu último programa em maio de 2011, irá dedicar-se a sua própria rede, OWN e outros projetos pessoais. Ela ganha cerca de 50 milhões de dólares por mês com todas as suas incumbências profissionais. Mais wikipedia

A papisa dos arquétipos Carol S. Pearson em The Hero Within e Awakening the Heroes Within.


02
Oct 11

Ah, a primeira vez!

A Primeira Vez

The Graduate, 1967


É a primeira vez que ela é barata, democrática, acessível e fácil de usar.

É a primeira vez que em nossas casas ela é mais moderna, tem mais design, é mais potente e parruda que a que encontramos nas empresas.

É a primeira vez que muitos de nós estão muito mais à frente das empresas no domínio dos seus mais profundos segredos.

Desde os mais remotos tempos, a tecnologia nunca foi barata, portanto longe de ser democrática. O poder e o controle sobre ela se concentravam nas mãos de poucos que tinham a posse, o acesso, o conhecimento e eram os responsáveis por sua evolução – qualquer que fosse ela, da roda aos computadores.

Até muito pouco tempo atrás, este poder estava totalmente nas mãos das empresas. E tem muita empresa, por aí, ainda achando que é a tal, alheia à realidade debaixo de seu nariz, de que até seu mais simplório empregado possui e opera um gadget melhor, mais potente e poderoso que o disponível em seu local de trabalho.

E este descompasso é democrático. Está em todo o tipo de empresa. Algumas, vocês podem nem acreditar, poderosos grupos multinacionais, grandes e médias empresas brasileiras, governamentais e também as pequenas e micro.

Na minha experiência com empresários na 5 Years From Now®, vejo uma grande oportunidade para estas últimas darem um salto à frente da concorrência. São as micro, pequenas e até as médias que podem lançar mão da centralização, de uma baixa burocratização e da falta de engessadas policies internacionais, para sincronizar a visão de suas empresas com o futuro.

Isso. Vamos dar um fast fast forward correndo! Vamos desamarrar o nosso burro do século passado e fazer um sync com a Nova Era. A Era do Conhecimento em Rede.

Como diz o sueco Michael B Hardt, professor e pesquisador de tendências e design sustentável “acho que as tendências culturais são cíclicas através dos tempos e períodos de materialismo são seguidos de períodos de idealismo onde os valores éticos são considerados mais importantes que os financeiros. Esses períodos são longos e, no momento, passamos pela experiência de transitar de uma era materialista para uma era idealista. Nos próximos 40-50 anos vamos experienciar uma renascença de valores ideais. […]. A curva de uma tendência que surge sempre é vista como positiva, por isso vemos o idealismo hoje como positivo, e assim será pelas próximas 2 décadas, pelo menos.” E arremata dizendo que o nosso pensamento se tornará um valor no futuro e que já há um mercado crescente para esta “mercadoria”.

Você está preparado pra ganhar dinheiro com esta nova mercadoria nos próximos 5, 10, 20 anos?

Nota:
Michael B Hardt, da Universidade de Lapland, Finlândia.


14
Aug 11

Mudar o mundo?

Joao Felipe Scarpelini, consultor na UNICEF Zâmbia

Joao Felipe Scarpelini, consultor na UNICEF Zâmbia

Milhões de jovens da tão falada Geração Y, hoje entre 14 e 34 anos, acreditam profunda e verdadeiramente que estão ajudando a mudar o mundo. João Felipe Scarpelini, aquele que apareceu no Fantástico, diz que já ajudou a mudar o mundo em 40 países. Deve ter uns 25 anos e é consultor na UNICEF Zâmbia. Em seu Facebook, se define mais ou menos assim (seu perfil está em inglês, pois como sua geração, é um globalizado):

“Sou um sonhador e ativista em tempo integral!
Eu me engajo com pessoas criativas e apaixonadas para criar ferramentas, oportunidades e capacidades que empoderam pessoas e suas comunidades a serem a mudança que elas querem ver no mundo! Mas, por favor, não esperem que eu me defina. Porque eu não quero. Quem quer que seja definível, cria limites e fronteiras … Não, eu não!”

Quando criei a palestra 5 Gerações no Mercado de Trabalho, o Y é o X da Questão, nunca pensei que fosse ser tão importante na minha vida, nem tão longeva. Já faz mais de 1 ano que falei sobre o assunto para a minha primeira audiência de profissionais de RH. De lá para cá, aprendi muito com todas as gerações que formam meu eclético público. Chamo esta palestra de “bombril”, porque ela serve pra todo tipo de audiência e agrada a gregos e baianos.

Para quem não sabe, os profissionais de recursos humanos estão louquinhos tentando entender o por quê de não conseguirem atrair e reter talentos jovens. Por isso, o interesse.

Pais e professores se atrapalham todos com uma geração que vê TV, passa e recebe torpedos, ouve música, posta no “feice” e a resposta para “o que você está fazendo” é: estudando. É verdade, eu acredito! A GY não precisa desligar tudo a sua volta pra se concentrar em uma única tarefa. Eles conseguem fazer várias coisas simultaneamente e TER FOCO EM TODAS. Se você não acredita nisso, o problema é seu. Ninguém vai tentar convencê-lo. Sabe o por quê? Porque o mundo já funciona e vai funcionar cada vez mais como esses jovens. O mundo vai pra frente, não vai voltar ao modo de ser do século XX. Estamos no século das motivações intrínsecas, o que move esses jovens vem de dentro. O verbo desta nova era é ENGAJAR. O verbo da velha, OBEDECER. Sacou?

Jovens estudantes também curtem a palestra porque entendem o contexto da Y, a partir do entendimento das outras 4 gerações: a tradicionalista, acima de 65 anos; a baby boomer, da qual faço parte, a X, Y e Z.

Acho que de tanto falar sobre os Y “peguei” alguma coisa deles. Pela 1a. vez na minha vida profissional eu sinto que o meu trabalho está ajudando a mudar o mundo. Os momentos pós-palestra são cada vez mais longos e a troca de ideias e angústias um grande momento de conhecimento: “Ah, agora entendo meu filho/pai/aluno/trainee/empregado/chefe”. “Ah, quem deveria ouvir essa sua palestra era meu filho/pai/aluno/trainee/empregado/chefe”. Isso é muiiito bom!

Nesta próxima 3a. feira, vou ajudar a mudar o mundo novamente. Palestro no Congresso de Recursos Humanos CONARH. A missão contra o preconceito entre gerações entrará novamente em ação. E, novamente, meus ouvintes sairão com algumas repostas e muitas perguntas. E eu, junto com os milhões de jovens do mundo inteiro, vou comemorar que também estou mudando o mundo!

NOTAS:
Nas pesquisas patrocinadas pela Editora Fênix, 93% avaliaram como boa ou excelente a troca de experiências e conhecimentos adquiridos em minha palestra e 95% vêem uma aplicação prática destes conhecimentos em suas atividades.
E a energética palestrante e escritora Leila Navarro, me disse:
“Poderosa Beia, adorei sua apresentação, estou cheia de ideias. Adorei mesmo. Você pensa em escrever um livro? Não sei se você sabe que hipnotiza a plateia! Muito bom, e olha que sou palestrante.”