Para mim, o auge da crise foi em março deste ano.
A coisa ficou preta e a gente não sabia ainda que aquilo era passageiro e que começaríamos a imbicar, ainda que lentamente, nos próximos meses. Meda!
Muita gente reclamando, pouca gente agindo. Eu dizia que as redes sociais eram uma luz no fim do túnel. Principalmente, naquele momento em que o tempo abundava. Principalmente, para os já desempregados.
