01
Jan 13

Jogo da Paz Mundial: conhece?

Meu desejo para este 1o. dia do ano é que todos os líderes do mundo parassem.

Parassem por 20 minutos e 28 segundos para ver, ouvir e tatuar no cérebro a palestra de John Hunter para o TED 2011, explicando o Jogo da Paz Mundial – um jogo criado em 1978, para crianças da 4a. série (9 anos), quando o professor tentava preparar uma aula sobre a África.

Consiste em resolver 50 problemas do mundo, entrelaçados, de forma que nenhum dos lados saia perdendo. De tensões étnicas, minorias, vazamentos químicos e nucleares, disputas por direitos de água, repúblicas independentes, fome, espécies ameaçadas e aquecimento global. Se uma coisa muda, todo o resto muda.

A base do jogo hoje é uma estrutura de 1,2m por 1,2m por 1,2m de Plexiglass, em 4 camadas. Mais fácil de entender vendo o vídeo. Se você nunca viu um TED, saiba que é só clicar no canto inferior direito (34 languages off) e escolher “Português, Brasileiro” para ver o vídeo com legendas. Vale muito a pena!

Sobre essas estruturas são colocados todos os problemas do mundo para que as crianças possam resolvê-los sozinhas. Há 4 países no tabuleiro. As crianças inventam os nomes dos países – alguns são ricos, outros pobres. Eles têm recursos diferentes, comerciais e militares. E cada país tem um gabinete. Tem um primeiro-ministro, secretário de estado, ministro da defesa e um chefe das finanças, ou controlador. O professor escolhe o primeiro ministro baseado na relação que tem com eles e oferece o trabalho – que pode ser recusado. E, então, eles escolhem o seu gabinete. Tem um Banco Mundial, indústrias de armas e uma Nações Unidas. Há também uma deusa do tempo que controla uma bolsa de ações randômica e um clima randômico.

Ao final, nenhum país pode sair pior do que entrou. É muito emocionante!

Nota: John Hunter é professor, músico e inventor do World Peace Game
John Hunter: Teaching with the World Peace Game http://www.ted.com/talks/john_hunter_on_the_world_peace_game.html


21
May 12

JAWS!

Tubarão, Spielberg, 1975

Tubarão, Jaws, Spielberg, 1975

Fui um dos 47 profissionais selecionados para criar uma imagem que sintetizasse a dimensão de uma determinada obra cinematográfica, para comemorar os 47 anos do jornal Propmark. Para mim, caiu o TUBARÃO, de Steven Spielberg.

Meu pai sempre dizia que é melhor “ter amigo na praça que dinheiro no bolso”. A mais pura verdade! Quero agradecer esta participação aos meus amigos Armando Ferrentini, diretor e presidente da Editora Referência, empresário da comunicação; e Marcello Queiroz, Diretor de Redação do jornal e site propmark e agudo observador das relações de consumo.

“A homenagem do PropMark é um breve passeio histórico pelos últimos 47 anos do cinema sustentado por cenas de romance, terror, ficção cientifica, drama e humor. Observando bilheteria, marketing e o impacto no universo do consumidor, a Redação selecionou 47 filmes. Não é uma lista dos melhores filmes. Não tivemos esta pretensão. É uma seleção que preferiu mais o recall e o fantástico resíduo imagético a opiniões de críticos, teóricos ou especialistas de plantão. Para cada um dos filmes selecionados, o propmark convidou um profissional do mercado para criar uma imagem que, na opinião dele, sintetiza a dimensão de uma determinada obra cinematográfica. O briefing foi tão livre como uma ideia na cabeça e uma câmera na mão.”*

O que aconteceu em 1975, além do estrondoso sucesso de TUBARÃO (JAWS)? Outro estupendo sucesso, o Super Fuscão e a chegada do que viria a ser uma das maiores empresa do mundo, a partir de uma garagem: a Microsoft.

Mas a minha interpretação para o TUBARÃO foi juntar este meio da década dos incríveis anos 70, com a introdução no mercado dos aparelhos de barbear descartáveis.

1975 também foi o ano que eu casei (pela primeira vez, rsrss). Ou seja, na lua de mel não tinha barbeador descartável cor de rosa na necessaire! Segundo a Wikipedia, sob o estigma “dados não confiáveis”, a BIC lançou este novo conforto, na França, em 1974. Logo depois, a Gillette lançou o seu, com o lindíssimo nome de Good News! (assim mesmo com ponto de exclamação): the first disposable, double-blade razor, em 1976.

Nem sempre quem chega primeiro, é quem fica com o mercado, ou com o recall. Sim, foi a Gillete quem introduziu a novidade e dominou o grande mercado americano. O desafio não é só inovar, ser o primeirão, é espalhar nossas ideias, cativar nosso público.

Na 5 Years From Now® tenho este desafio diário. E é um grande moto para os negócios.

Para este último parágrafo, vou parodiar o texto final de Marcello Queiroz e dizer que este texto “foi feito pura e simplesmente com o objetivo de ficar sempre em cartaz com o espectador mais importante do mundo que é você, caro leitor. Bons filmes!”

Vida longa ao PropMark e aos amigos!

Notas:
1) Texto de abertura da edição de comemoração dos 47 anos do jornal PropMark.

2) Beia Carvalho é palestrante do futuro, é presidente da 5 Years From Now®. Ela fez a arte acima com a participação de seu filho Guido Giglio, da nu design.

3) Para ver esta edição completa online: http://propmark.digitalpages.com.br/

4) PropMark é um dos maiores veículos que cobrem os negócios nos segmentos de Propaganda e Marketing, no Brasil. www.propmark.com.br


05
Oct 10

Frase com Efeito

Pedro Carvalho

Pedro com Efeito!


Re-encontrei meu primo Pedro Carvalho há 1 e meio. Março 2009, pior mês da crise. Fazia 2 meses que tinha me aventurado a empresariar lançando a 5 Years From Now®, um produto inédito e inovador para empresários refletirem sobre onde estarão seus negócios daqui a 5 anos.

A última vez que o havia visto, ele tinha 4 anos. Conta fácil, ele está com 44. É um coach. Nato. E deste nosso “primeiro” encontro, ficou a frase: “o seu próximo emprego ou negócio virá sempre de pessoas muito próximas de você”. Voltei pra casa com aquela sensação de “OK ele está certo, mas exagerou. É mais uma frase de efeito.”

A crise passou, o Brasil bombou. Refleti. E como ele estava mais do que coberto de razão, resolvi contar um pouco sobre os surpreendentes e “assustadores” resultados dos meus “relacionamentos próximos”.

Continue reading →


22
Apr 10

Geração Y: é o X da questão

Geração Y

Geração Y

A primeira vez que ouvi falar de Geração Y foi no Portal da Revista EXAME, quando eles fizeram a primeira pesquisa sobre os tais profissionais impacientes, infiéis e insubordinados, os “ipisilons”, que estavam desembarcando no mercado de trabalho e gerando a maior confusão em pequenas, médias e grandes empresas, nacionais e internacionais.

Um ano mais tarde, organizei um Forum de Líderes com Pedro Carvalho da Authent e trouxemos Bob Wollheim para falar sobre esses “monstrinhos” para um grupo de empresários. Bob arrasou! E eu me apaixonei pelo tema.

Continue reading →


15
Apr 10

Repensadora? Repensadora!

Beia Carvalho: nova Repensadora

Beia Carvalho: nova Repensadora

Sou a mais nova Repensadora da rede de Repensadores da incrível agência Repense!

E antes que você me pergunte, já vou explicar: esta ideia brotou de uma empresa que quer fazer parte da Nova Era. E não ficou no bla bla bla.

Repensadores, porque quando a gente deixa pra trás uma Era, a gente tem que dizer adeus a muitos conceitos: a gente tem que repensar tudo.

Somos um grupo de pessoas que pratica a colaboração criativa e a criatividade colaborativa. Anote aí, co-la-bo-ra-ção. E re-pe-nse. Este é um daqueles muitos conceitos que significava uma coisa na Era Industrial e quer dizer outra na Era da Cognição – ou qualquer outro nome com que venha a ser batizada essa nova era.

Continue reading →