Achei esse artigo que escrevi em março de 2009, quando a FIFA adiou a escolha das cidades anfitriãs e misteriosamente, limitou-se a dizer que ocorreria em “algum dia no final de maio”. Copiei o artigo abaixo. Prenunciava alguns absurdos da FIFA e chamava-se “DAQUI A (mais ou menos) 68 DIAS SERÃO REVELADAS AS 12 CIDADES-SEDE DA COPA DO MUNDO 2014 NO BRASIL!”. Começava assim:
E você deve estar se perguntando: “e o que meus negócios tem a ver com isso?”
T U D O !
O óbvio já sabemos: se sua empresa tem a ver com construção de estradas, aeroportos, hotéis e estádios de futebol, você deve estar pra lá de antenado nos próximos 5 anos e no pulo que seus negócios vão dar.
Os números são grandiosos: 15,3 bilhões de reais de investimentos na capital paulista só para o metrô e corredores de ônibus, e US$ 10 bilhões até 2012 na Amazônia.
MAS HÁ MUITOS MAIS NEGÓCIOS POR AÍ. M U I T O S !
Pegue papel e lápis e comece JÁ a listar tudo o mais que será necessário para se fazer um aeroporto, um novo hotel, uma nova avenida etc.
Por exemplo: você pode ser um fabricante de cadeiras, ou de rodinhas ou estofamento para cadeiras. Já imaginou o que vai crescer a demanda por poltronas para mobiliar os novos aeroportos, hotéis e estádios de futebol??
Ah, você tem uma rede escolas de inglês? Você sabia que o governo federal já começou um programa pra treinar milhares de pessoas que vão receber os turistas da Copa?
E toda a jardinagem para o entorno de hotéis e novas avenidas? Mas não é só isso: toda esta “revolução” vai precisar de muitos contratos. O seu negócio é um escritório de advocacia?
A lista não pára: sua empresa de viagens já começou a desenhar os pacotes para excursões nos principais pontos turísticos do Brasil? Sua fábrica de bonés já contratou um designer para desenvolver os modelos da Copa? Você tem um bar, um restaurante? Imagine a bagatela que será adquirir monitores de TVs gigantes em 2014? Seu bar tem espaço para acomodar este big telão?
Se você ainda não está convencido do potencial de negócios daqui a 5 anos, e no reflexo que isso tem hoje no seu negócio, pesquise na internet sobre as oportunidades que aconteceram na China durante a última Olimpíada: se inspire, crie, desenvolva ou faça parcerias para novos serviços e produtos.
Outro exemplo, o governo brasileiro fez seu benchmarking com a China das Olimpíadas: a exemplo dos chineses, que tiveram que ensinar inglês de forma rápida e eficaz para um exército de taxistas, porteiros, nosso governo também contratou a BBC.*
Quanto mais perto os seus negócios estiverem das cidades-sede, maiores serão as oportunidades. Mas no mundo de hoje, e você sabe muito bem disso, não será a distância o fator de decisão de seu produto ou serviço. Calcula-se, por experiência em outros países-sede de copas e olimpíadas que o deslocamento acontece até a 3 horas de distância da cidade-sede.
Pronto: já fez a sua listinha de “estou saindo já desta crise”?
Um forte abraço e lembre-se: 5 anos é perto o bastante para imaginar e longe o suficiente para sonhar.
Aqui acabava o artigo. Hoje é dia 4 de junho de 2014. Estamos a 8 dias da COPA. Saímos da crise?
Copa & Manifestações (Fortaleza), maio 2014
NOTAS:
1) As 17 cidades candidatas: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba,Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro,Salvador e São Paulo.
2) As 12 cidades-sede escolhidas: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
* Ministro Luiz Barretto, assinou dia 26/9/08, em Londres, com a BBC, memorando para o desenvolvimento de estratégias de treinamento em inglês para profissionais da área de turismo no Brasil. A iniciativa visa a preparar o País para receber turistas estrangeiros durante a Copa do Mundo de 2014. www.abihrn.com.br/news_290908.html
Se você não acredita que mudamos de Era, nem perca seu tempo com este texto. Aqui vamos discutir como vamos municiar as nossas crianças para os novos conceitos desta nova ordem mundial que se avizinha. Para falar de poucos: sexualidade, longevidade e transhumanismo, que é a transição do homem 1.0 para o pós-homem: mais inteligente e com níveis de consciência e conectividade mais altos e mais sofisticados. Coisas que já estão acontecendo ou serão realidade nos próximos 30 anos.
Não sei se você vai se esconder num buraco quando tudo isso estiver acontecendo para valer. Mas bilhões – isso mesmo bilhões – de crianças e jovens (seus filhos, sobrinhos, netos, vizinhos) estarão enfrentando as complexidades do século XXI. Municiados de que? Do sistema educacional pensado e criado há 200 anos, para bombar a Revolução Industrial! Onde, por princípio, crianças são tão absolutamente iguais a operários numa linha de produção. Chocado?
É por esse precioso e digno motivo e não mais pelo lamentável estado da Escola no Brasil e governos afins, que o tema EDUCAÇÃO foi um dos 3 tópicos de peso mais calorosamente discutidos por países de primeiro mundo, na Conferência “Antecipando 2025?, em março deste ano, em Londres.
Numa Era onde criatividade já-é-e-será a mais importante habilidade do cidadão do mundo, um sistema educacional que coloca as matérias que desenvolvem a criatividade como opcionais, é um sistema que desprepara as nossas crianças e jovens para o processo de decisão.(1)
Viver numa Nova Era, é viver um dia a dia onde as regras do passado são dinossauros que não resolvem os problemas do presente, que dirá nossos problemas do futuro! Crescer numa Nova Era é viver um dia adia em que a não tomada de decisões pode paralisar todo um país. E sem exagero, todo o planeta. Somos testemunhas oculares da não tomada de decisões dos principais governantes do mundo, a cada encontro do G8.(2)
Decidir é uma das atividades mais importantes para partirmos para a ação. Saber tomar decisões é uma habilidade essencial ao líder. Entender como nós chegamos às nossas escolhas é uma área da psicologia cognitiva, muito longe do meu “quadrado”. Meu ponto aqui é que todos os dias somos assolados por uma estrondosa massa de informações e não de conhecimento. Como ranquear as informações? Como identificar e escolher – dentre as várias alternativas – aquela que tem a maior probabilidade de ser bem sucedida, aquela que não afronta nossos valores, que não destrói nossos desejos e que serve como uma luva para aquele problema em questão?
Tomar uma decisão é habilidade cada vez mais rara e a cada segundo mais desejada em todo o mundo. Porque não tomar decisões é tomar a decisão de empurrar o problema com a barriga – o que nos deixa paralisados como indivíduos, como amantes, como chefes de família, professores, líderes corporativos, espirituais e governamentais. Amanhã, não só o problema não se resolveu, como se intercomunicou e se interrelacionou com outros, produzindo um emaranhado ainda mais complexo que o anterior.
Seguramente, tomar uma decisão já foi muito mais fácil, para alguém que foi educado para a mesma Era em que viveu. Tome as gerações tradicionalistas e os mais velhos BabyBoomers (hoje entre 50 a 68 anos), que viveram a glória da Revolução Industrial e que foram educadas segundo um Sistema Educacional, criado pela mesma Revolução Industrial. Uma Era em que 1 + 1 dava 2, sempre.
Como tomar decisões numa Era em que novas descobertas, novos negócios, novas fortunas advêm de raciocínios onde 1+1 dá 5? O Paypal não foi inventado por um banco, nem a Amazon por um livreiro, o Instagram pela Kodak, ou o Zipcar pelas grandes Avis ou Hertz. Tampouco, a maior comunidade de viagens do mundo, o TripAdvisor, brotou de uma reunião dos maiores conglomerados de hotéis do mundo. E não dá para desprezar uma comunidade com mais de 30 milhões de associados e 100 milhões de opiniões e posts sobre hotéis, restaurantes e atrações em geral. E se não bastassem esse disparates, o Skype foi criado na Estônia!
Muita gente se sente segura com esse sistema de educação criado no século XIX para resolver os problemas do século XXI. Nossas crianças, não. Elas estão em risco. Elas sabem que estamos, sim, muito atrasados! Que deveríamos ter criado um novo sistema para o século XXI. Essa é a agenda que países com excelentes escolas e top índices de desenvolvimento humano junto com países como o Brasil, na pífia e estagnada 85a. posição no IDH, tem que se engajar. (3) Porque não restam mais dúvidas que as soluções repetitivas serão robotizadas. Tampouco restam dúvidas que para as soluções não óbvias vamos precisar de um outro tipo de pensamento; um pensamento generativo, inventivo, que pense em possibilidades, que seja inclusivo. Vamos precisar de um pensamento divergente, dissidente. Sim, vamos precisar de um pouco de rebeldia para criar um jeito novo de aprender e ensinar e aprender e ensinar.
Meu amigo Ronaldo, tem uma explicação simples: na Era passada os problemas eram complicados, na nova Era os problemas são complexos. Não dá para enfrentar problemas complexos com armas que resolvem problemas complicados. Problemas complicados você resolve por partes, pensando no presente e no passado. Os complexos você olha como o todo se interconecta com outros todos, pensando no presente e no futuro. Sim, a Educação é um problema complexo.
Como cidadãos do mundo, precisamos de uma nova Agenda, como se diz em inglês. Uma Nova Ordem Mundial, como dizia Caetano. O verbo mudou. O jogo da educação mudou. Vamos criar o Jogo do Aprender para Ensinar. Aprender o novo de novo nas escolas, no mercado de trabalho, nas relações. Precisamos equipar pessoas com habilidades para que elas possam formular perguntas, sobreviver, viver, criar, desenvolver, aprender, ensinar, lutar, prosperar, apreciar, florescer, desfrutar, progredir, ralar, colher, transar, amar e procriar num mundo que já mudou.
Precisamos estimular um debate público muito mais profundo. Porque todos nós temos que desenvolver a capacidade de ver mais sobre o futuro do que o dia que vai cair o Carnaval em 2015. Temos que olhar o futuro com um olhar de quem quer fazer parte das mudanças do planeta. De quem quer entender como essas mudanças impactam o nosso trabalho, nosso emprego, nossa empresa, nossa casa, nossas relações e o nosso relacionamento com filhos e netos e com as gerações mais jovens. Com a vontade de quem quer ser protagonista ao esboçar as possibilidades para que comunidade, mercado e país reajam a essas mudanças! Como vamos tomar decisões? Como vamos garimpar para ampliar o nosso conhecimento? Onde vamos aprender que há outras alternativas além do mundinho da cartilha do século XIX? Somente assim, a nossa decisão terá chance de empurrar o mundo para ação e não para a estagnação.
Uma Nova Era muda os conceitos mais básicos que temos sobre o mundo. Para a geração que tem hoje menos de 16 anos e que será adulta daqui 10 anos riqueza não é dinheiro. Riqueza é a habilidade de influenciar pessoas. Qual riqueza nossa escola está apta a ensinar? Qual riqueza a nossa sociedade quer que os nossos filhos desfrutem? (4)
Queremos que os nossos filhos façam parte dos 87% de empregados que não se sentem engajados no mercado de trabalho, segundo a pesquisa Gallup em 142 países? Não! (5)
Queremos que os exemplos históricos dos impactos da tecnologia sobre a sociedade nos ensinem a caminhar pelos círculos virtuosos do desenvolvimento. Aqueles que pensam nos homens deste planeta em primeiro lugar. E não em alguns poucos homens, sempre.
Quando você ainda fica feliz em descobrir que é a pessoa mais inteligente da sala, você está com 2 problemas: ainda fica feliz e nem desconfia que está na sala errada. Michel Dell dá 2 dicas: ou você convida gente mais inteligente que você ou procura uma nova sala. E aproveito para dar a minha dica: convide gente muito diferente do segmento da Educação. Gente que faz parte de outros mundos. Porque você conhece a ladainha: quando todo mundo está pensando igual, ninguém está pensando muito. (6)
Quando o teu avô te pergunta uma função do celular e dali 2 minutos seu neto te mostra um novo app; quando você vê países que até pouco tempo só constavam de lista de desgraças passando zulando na frente de dezenas de países; quando você achou que a guerra fria e poliomielite tinham acabado; quando a centenária Coca-Cola deixa de ser a marca mais valiosa do mundo pela 1a. vez em 14 anos – desbancada não por outra bebida, mas por 2 gigantes de tecnologia – Apple – com 37 anos de vida e Google de apenas 15 aninhos; estamos todos diante de uma poderosa combinação de novas forças. Mudanças econômicas estão redistribuindo o poder, a riqueza, a competitividade, os valores e as habilidades desta nova era.
Sim, estamos em transição para uma Nova Era. Não um novo século, mas uma nova era. Ah, sim, e todo mundo que está vivo, nunca mudou de era. Por isso, somos todos aprendizes. E aprendizes sem mapas ou fórmulas. Reconhecer este estado é crucial para se compreender a necessidade de reconfiguração. Precisamos nos auto-reconfigurar para aí partirmos para as grandes as reconfigurações de nossas vidas, comunidade, empresas, país, planeta.
Por isso, é tão importante discutir dentro das empresas o que é INOVAÇÃO, por que se fala tanto em GERAÇÃO Y, em FUTURO e LONGEVIDADE. É preciso trazer novos conteúdos para o umbigo da empresa, para gerar desconforto, novas conversas, novas perguntas, novos incômodos. Estamos diante de uma NOVA CONVERGÊNCIA. Entram em cena palavrões como a NEUROROBÓTICA e NEURONANOROBÓTICA. Ah, isso não tem a ver com você? Tem sim. Porque já estamos discutindo e assistindo a filmes sobre sexo com robôs. Isso tem a ver com TODO o MUNDO.
E voltando para a senhora Coca-Cola, veja que ela rebolou para ficar com o honroso 3o. lugar: é uma marca que vem lutando, se reinventando e até se transparentando. Quem diria!
Se das 10 marcas mais valiosas, pelo menos 6 são de tecnologia, dos 10 jovens brasileiros mais inovadores escolhidos pelo MIT, 8 de seus projetos tem a ver com tecnologia e um deles com robótica. É a Geração Y surfando no seu mundo onde as gerações mais velhas se engasgam e tropeçam. Se você está pensando em reconfiguração, temos muito o que conversar. VAMOS?
Beia Carvalho, Futurista e Repensadora fala das Gerações na Feira EDUCAR EDUCADOR
O tema EDUCAÇÃO foi um dos 3 temas de peso discutidos por países de primeiro mundo, na Conferência “Antecipando 2025”, em março deste ano, em Londres. Este fato per si, deixa toda e qualquer discussão a respeito do estado [lamentável] em que se encontra a Educação no Brasil, 100 vezes mais importante, mais relevante, mais urgente, mais imprescindível, mais pertinente, mais significativa, mais pivotal, mais séria, mais grave, mais decisiva, mais crítica, mais fundamental, mais essencial, mais central, mais crucial, mais indispensável, mais imperativa, mais inegociável, mais vital.
Sim, é uma questão de vida ou morte. De vida ou morte de qualquer país que deseja fazer parte do jogo da próxima década. Quer seja embaralhando, jogando, ou dando as cartas. Mas no jogo. E o jogo mudou. Notou? As regras que demoramos tanto para aprender não servem mais. Não porque não sejam boas, mas porque elas não se aplicam ao novo jogo. Um exemplo deste novo jogo? MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) um dos líderes mundiais em ciência e tecnologia, foi surpreendido quando as mais altas notas para engenharia foram conquistadas por meninas de 16 anos da Mongólia, que tiveram acesso a educação online, de graça. Você começa a entender que o mundo está mudando quando a potencialidade de cada indivíduo combinada com a tecnologia barata e acessível dos cursos online muda o resultado do jogo. De repente, essas meninas tem acesso a oportunidades que nunca tiveram antes em suas vidas e em seus países. Porque a hora de “consertar” a Educação no Brasil, já passou. Uma das marcas dos novos jogos desta Nova Era é que as coisa não se acontecem linearmente, degrau por degrau. Elas nos surpreendem, como surpreenderam o MIT, porque saltam etapas, ignoram regras e desprezam destinos preconcebidos pela incompetência de seus países.
Neste sentido, os desafios estão muito mais além do conhecido e infeliz mantra da educação “Nossos professores são mal pagos e desvalorizados. Nossas faculdades não formam os professores como deveriam. Nossos currículos não atendem princípios e regras que poderiam nos levar ao sucesso.”
Se nos concentrarmos em pensar a Educação desta Nova Era, os nossos desafios serão outros. Talvez os problemas não sejam mais esses, porque eles pertencem ao passado. E não será “consertando” esses problemas, que teremos a Educação do futuro. Observar como setores tão imprescindíveis ao homem como a produção de alimentos desenvolveram soluções para o futuro é uma valiosa dica para conseguirmos saltos na Educação.
Fazendas verticais, em Chicago
O mundo precisa de um crescimento de mais de 4% na produção de alimentos e a produção não cresce nem 2%. Como produzir mais, com menos energia, menos água e menos espaço? Não é tentando “consertar” a atual fazenda, mas dando um salto: as fazendas verticais. A solução é radical. De novo, não é linear. Não é “melhorando” o que temos. É reinventando. Fazendas verticais de 30 a 40 andares estão sendo construídas em Chicago e Singapura. Isso não melhora, e sim muda a cadeia produtiva.
Por que observar é interessante? Porque é raro encontrar nesta solução profissionais que vieram da área de alimentos. Os responsáveis por essa inovação vieram de diversos setores de tecnologia. Para não ficar num só exemplo, os aplicativos de taxi não são uma solução do Sindicato dos Taxistas, do Taxi Vermelho e Branco, nem de algum taxista desesperado, nem de um engenheiro de trânsito. Para cada inovação com que nos deparamos nos dias de hoje, detectamos soluções que vieram de profissionais não envolvidos diretamente com o assunto em questão. E em muitos casos, as soluções do futuro passam pela conjunção e colaboração de vários profissionais, expertises, experiências que, aparentemente, ou melhor, vistas com as regras dos jogos do passado, não fazem sentido. Com os olhos de ver o futuro, tem tudo a ver!
Venha participar da EDUCAR EDUCADOR. É a 21a. edição da Feira que, neste ano, tem como temática central “Uma Verdadeira Imersão para a Excelência em Educação. Que Rumo Seguir?”. Muita gente boa vai estar lá. Grandes estudiosos nacionais e internacionais.
Sim, eu vou estar lá ao lado de mais 2 Repensadores: Gil Giardelli e Alexandre Le Voci. E do meu mais novo amigo, o grande Tom Coelho. E os incríveis internacionais Domenico De Masi e Marc Giget.
Gil Giardelli Professor e Repensador
Alexandre Sayad Educador, Repensador e Jornalista
Tom Coelho Educador e Escritor
Domenico DeMasi Sociólogo
Marc Giget Inovador
NOTAS: Beia Carvalho e as “5 Gerações no Mercado de Trabalho. Y é o X da Questão”.
Gil Giardelli e seu grande tema “Você é o que Você Compartilha.”
Alexandre Le Voci Sayad vai falar de “Mensurando o Impacto da Tecnologia na Educação”.
Tom Coelho fala de “Sete Vidas: Lições para Construir seu Equilíbrio Profissional e Pessoal.
Domenico De Masi: “O Ócio Criativo: Criatividade, Empreendedorismo e Inovação”
Marc Giget “Inovação ou Arte de Definir o Futuro e Desenvolvimento Humano”.
Agradecimentos a Rede de Repensadores e a seu idealizador Otávio Dias, ao São Paulo e London Futurists e ao futurista Michell Zappa.
Agradecimentos a Rohit Talwar, palestrante futurista da Futurist Speaker Fast Future Research, Fast Future Solutions, Fast Future Ventures.
21a. Feira Educar Educador 2014
Destaques da Educar/Educador 2014
• 21 a 24 de maio de 2014
• Tema: uma verdadeira imersão para a excelência em educação. Que rumo seguir?
• Evento em conjunto com a Bett Brasil será estruturado em 32.000 m²
• Público de 20.000 pessoas entre congressistas e visitantes
Palestrante Beia Carvalho abre o ano na Revista Dia-a-Dia
Olha só, não é demais? Começamos o ano com 4 páginas na revista Dia-a-Dia, encartada no Diário do Grande ABC. Isso é que é “Feliz Ano Novo!”.
A matéria completa está aqui:
“A melhor maneira de prever o futuro é construí-lo”. A máxima proferida pelo pai da administração moderna, Peter Drucker, tira a ideia passiva de que o que está por vir é de responsabilidade divina. A própria Bíblia, em pelo menos três passagens, atribui aos seres humanos o tal do livre-arbítrio, que consiste em escrever o próprio destino de acordo com suas escolhas. Então, chega de protelações: é hora de deixar de se preocupar apenas com o presente, começar a traçar metas e fazer o devido planejamento para alcançá-las – tanto na vida pessoal quanto na profissional. A palavra de ordem é futurar. Afinal, como bem disse a ex-primeira-dama dos Estados Unidos Eleanor Roosevelt?, “o futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos”.
Especialista no assunto, a coach Beia Carvalho, presidente da Five Years From Now, instrui empresários de pequenas e médias empresas a pensar no sentido do termo ‘futurar’. “Quando você faz isso, olha para o futuro com bons olhos. Você tem a oportunidade de estar em um lugar onde nada existe, nada está pronto, então nada é impossível.” Segundo ela, a humanidade costuma preocupar-se muito apenas com o presente – inclusive os brasileiros – e, por isso, todo mundo pensa igual, o que inviabiliza a possibilidade de grandes ideias.
Estamos em uma transição de era, acrescenta a especialista, e quem não tiver a consciência de que, para o próximo período, é preciso inovar vai ser atropelado por quem o faz, em qualquer setor da vida. E não precisa pensar tão longe: como o próprio nome de sua empresa diz, ela aconselha a traçar objetivos para, no máximo, cinco anos. “Perto o bastante para você imaginar e longe o bastante para você sonhar.”
No livro Carta ao Pequeno Empreendedor, o autor Edson Massola Jr. diz que a maior vantagem do planejamento é que você ‘assina’ um compromisso. “É a etapa inicial de qualquer projeto (pessoal ou profissional) e é tão importante que pode definir o seu sucesso ou, infelizmente, seu fracasso. Por esse motivo, ao confeccioná-lo, seja disciplinado e metódico. Quanto maior o nível de detalhes, maior será a probabilidade de acerto.”
Com os planos visualizados, como saber, então, se está no caminho certo? “Se for muito sofrido, você não está no caminho certo”, alerta Beia. Quando se pensa na história de uma pessoa física, o período de cinco anos é suficiente para muitos acontecimentos e imprevistos. “Este fulano pode casar, ter filhos, mudar de emprego… Existem inúmeras possibilidades. Uma moça de 25, que acabou de sair da faculdade, se quiser ser diretora de uma empresa aos 30 anos, por exemplo, não conseguirá planejar facilmente uma maternidade. Ela precisará ter foco”, explica a coach.
Mas e se o emprego é o problema e ela não sabe o que fazer? Neste caso, é importante saber onde está a crise e mudar. Empreender pode ser uma opção. Estudo feito pelo SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) aponta que 48% dos empreendedores abriram a empresa sem qualquer experiência. Isso não quer dizer, no entanto, que estes empresários que resolveram arriscar estão fadados ao fracasso.
“Pela minha experiência, por mais que você saiba empreender, sempre será uma caixa preta. Sempre haverá o que aprender ou um tombo a levar. Mas, se não arriscar, você nunca vai saber”, desafia Beia. Agora é a hora, portanto, de fazer um balanço de sua conduta para ver o que pode ser feito de diferente. Afinal, quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Futurar é Preciso.
A RODA DA VIDA
O contador e assessor na área de educação financeira José Roberto Xavier de Paiva, da Olímpia Contábil, diz que para realizar objetivos – e ver a profissão ou empresa prosperar – é essencial ter equilíbrio em todos os setores da vida. Para isso, usa o diagrama chamado Roda da Vida – que compreende dez áreas – a fim de medir a organização da rotina de seus clientes. “Por trás de cada empresa, há uma pessoa, um profissional, um pai ou mãe de família, um jovem empreendedor. Portanto, se esta pessoa está equilibrada emocional, psicológica e espiritualmente, suas decisões e escolhas serão mais acertadas. Assim, haverá probabilidade maior de êxito em seus empreendimentos pessoais e empresariais.”
Entre os setores analisados estão: saúde e condição física, lazer, relacionamentos e amigos, romance e relação íntima, família, emocional, espiritual, intelectual, profissional, financeiro e dinheiro. “Para que a pessoa tenha saúde integral, é preciso que ela esteja bem em cada uma destas áreas. Todas elas influenciam e são influenciadas entre si.”
Traçada a roda da vida pessoal, analisa-se a profissional (vendas, compras, recursos humanos, administração, finanças, marketing e relacionamento com cliente, produção, operacional, jurídica, pesquisa e desenvolvimento) e, então, são definidos os caminhos para fazer diferente.
Se as finanças não estão equilibradas, por exemplo, Paiva sugere fazer um planejamento por escrito. “Esse documento deve envolver todos em casa ou na empresa. Nas famílias, não importa a idade, como é uma questão de educação, de hábito, que se transforma depois em um padrão de comportamento, crianças e jovens devem participar deste momento.” Para estimular os pequenos, ele sugere a oferta de papel e lápis coloridos para que desenhem, recortem e colem seus objetivos em um lugar à vista. Depois, é só ajudá-los a verificar quanto custará para atender a essas demandas e quanto terão de poupar para chegar a este fim.
A boa notícia é que a fórmula para solucionar este tipo de imbróglio é simples: não gaste mais do que ganha, não gaste tudo o que ganha e jamais gaste antes de ganhar, independentemente do montante que entra em sua conta ao fim do mês. “A necessidade e os benefícios do planejamento são os mesmos tanto para o micro quanto para o grande empresário. A diferença é que o pequeno pode ter uma agilidade para se readequar a uma situação nova – e, portanto, não prevista – que o grande muitas vezes não tem.” Assim como sugere Beia, Paiva considera que definir prazos é fundamental para trabalhar a paciência, persistência, disciplina, perseverança e motivação.
RECONHECER A CRISE
A sociedade atual é consumista. Segundo Paiva, isso faz com que o imediatismo seja utilizado como instrumento de dominação e poder. “Como as famílias não vão ter os recursos financeiros necessários para adquirir à vista estes produtos e serviços, há uma oferta de crédito e muita propaganda para todos comprarem. Se isso não acontecer, a roda da indústria para e assim tem-se o desemprego.” É por essa razão que o grau de endividamento das famílias está crescendo a cada ano, o que leva muitas pessoas e empresas à falência. Beia diz que, nestes momentos, o melhor a ser feito é admitir o problema e pensar nas possibilidades de eliminá-lo. “Renegar é um passo para cair no buraco”, alerta.
Existem outros obstáculos que podem parecer inofensivos, mas ajudam, e muito, a intensificar problemas futuros. Um deles é o conflito de gerações: “Ninguém sabe lidar com as diferenças, seja dentro de casa, com os filhos, ou na empresa. Todos reclamam da geração Y (15 a 33 anos), por exemplo, mas ninguém sabe usar suas potencialidades”, diz Beia.
Esta faixa etária, que representa 47% da população brasileira, é caracterizada por ter autoestima elevada, conceber o mundo em redes e realizar multitarefas. “Cada uma dessas gerações tem uma relação com o trabalho, com o lazer e com a autoridade. Temos de lembrar que os últimos cases de sucesso foram criados pela geração Y, como o (Mark) Zuckerberg (que criou o Facebook) e o Google (fundado por Larry Page). Eles têm muito a oferecer.”
Saber cultivar e melhorar as relações também pode ser uma das metas para fazer um futuro melhor. Enfim, lembre-se deste trinômio para 2014: autoconfiança, paixão e ousadia. “(A mudança) vai exigir muita vontade, disciplina e esforço. Conhecer-se mais e melhor é tomar a vida nas próprias mãos. Não devemos ficar à mercê do que escolhem para a gente”, finaliza Paiva. Deixar a vida levar pode ser muito arriscado. E não vale a pena apostar.
Palestrante Futurista Beia Carvalho
Dez dicas para alcançar seus objetivos em 2014 Sonhe – Veja, ouça e sinta como se já estivesse realizando. Esse é um poderoso mecanismo de realização. Os seus sentidos precisam experimentar antes o que você deseja, para acionar inconscientemente as conexões com as suas capacidades e o universo, que são os seus servos. Tudo está ligado, por isso precisamos comunicar o que desejamos. Reflita – Pense sobre o que lhe impede de conquistar o que deseja e quais são as possibilidades de realização. Pensamento negativo, pessimista, ou sensação desagradável são impedimentos internos – seus maiores sabotadores. Questione-se – Pergunte: “Por que eu quero isto? O que isso me proporciona de importante? O que me motiva?”. Questione seu desconforto e negatividade, reconheça de onde vem isso e se pergunte: “Como eu posso pensar e sentir para favorecer isso?” Tenha foco – Mantenha lembretes visuais, agende as ações necessárias para a realização junto com as demais responsabilidades do dia. Volte sempre a atenção para seu desejo. Realize atividades que estimulem as suas qualidades que contribuirão com a sua meta. Tenha determinação – Não deixe para depois! Coloque em ação o que está na cabeça, tenha atitudes determinantes para que as interferências externas, naturais da vida, sejam neutralizadas. Planeje-se – O poder da realização está também na capacidade de viver antecipadamente, prever as etapas, seus desafios e se preparar para a realização. Isso permite não sofrer com a ansiedade e as incertezas. Propicia estar confiante no momento presente, percebendo os efeitos de cada ação, o acesso a recursos e as atitudes que sustentam o caminhar forte até a realização. Aproveite feedbacks – Analise as observações das outras pessoas. Não interessa quem tem mais razão, e sim o quanto se pode ser e fazer o que é preciso para realizar o que se quer. Seja humilde, inteligente, flexível e aprenda de tudo. Esteja no Bem – Reconheça e cultive o bem em você, e seja grato por tudo isso. Pense positivamente e faça o bem onde quer que você esteja. As vibrações positivas atraem as oportunidades, facilitam os processos e o acesso às melhores capacidades para a concretização. Valorize-se – Pense quais são as boas características que possui, aproveite seus talentos para usar como ferramentas de realização. Seja flexível e veja o quanto é possível melhorar os pontos fracos. Passado e futuro – Avalie sinceramente o passado, aprenda com ele e construa um futuro muito mais feliz. Verifique como foram as realizações de cada área de sua vida no ano que passou, dando notas de zero a dez para elas: saúde, carreira, família, campo afetivo, espiritual, lazer, finanças e contribuição, por exemplo. Caso você não tenha realizado tanto quanto gostaria, avalie, aprenda com o seu passado e invista nas áreas mais deficitárias, pois o equilíbrio gera fluidez na vida e também auxilia na sua melhor energia.
Jornalista Miriam Gimenes
Foto: Andrea Iseki
Entrevistados: Beia Carvalho Palestrante Futurista e José Roberto de Paiva, assessor de educação financeira.
Empresas: Palestras da 5 Years From Now® e Olímpia Contábil.
Fonte: Roselake Leiros, coach e especialista em comportamento humano
Foto (última) por Egydio Zuanazzi.
Somos Menos Inteligentes que as Chaves – Smart Keys
(Artigo original publicado por Micah Singleton, 30DEZ2013, no Techliciouse republicado por TIME, ontem 02JAN2014. Livremente traduzido por 5 YEARS FROM NOW®)
Daqui 5 Anos
Com a velocidade da inovação na indústria de tecnologia, fica difícil saber quais produtos farão parte do nosso dia-a-dia nos próximos 5 anos. Mas podemos, prever aqueles que não durarão. Com os smartphones tomando o lugar de câmeras baratas e obsoletas e Netflix dando um banho no mercado de DVD e Blu-ray, fica claro que o cenário tecnológico será dramaticamente diferente no futuro próximo.
Aqui estão 5 produtos que profetizamos estarão mortinhos da silva na segunda metade desta década.
1 Blu-ray/DVD players
Netflix, Netflix, Netflix. É incrível pensar que a morte de Blu-rays e DVDs (e Blockbuster) é responsabilidade de uma única empresa! Houve outras empresas nesta virada cultural para os streaming movies, mas Netflix é o iTunes dos filmes sob demanda. Engraçado, sim, porque o iTunes também aluga filmes.
Por alguns anos, para assistir filmes, os aparelhos de Blu-ray já foram o crème de la crème, mas 2013 deve ser o último ano de crescimento para este mercado. Com a crescente facilidade de uso, acessibilidade e qualidade do Netflix (4K streaming nos próximos anos), sem mencionar outros concorrentes que poderão surgir e encantar os usuários, os Blu-ray estão fadados a se tornar as mais novas peças de coleção ao lado dos VHSs.
2 GPS para Carros
Daqui pouco mais de 6 anos, mais de 1.3 bilhões de iPhone e Android smartphones terão sido vendidos no mundo e todos eles tem acesso a software de mapeamento. Combine isso com a crescente propagação de sistemas de GPS que já vem instalados de fábrica nos carros, e a morte deste produto tão bem sucediod no início e final dos anos 2000 está selada. Desde que o smartphones começaram a oferecer GPS em2008, as vendas dos GPS (stand-alone GPS units) para veículos caíram de 15 a 20% por ano.
Ao custo de US$75-US$350, as unidades GPS para carros dos fabricantes Garmin e TomTom já estão se tornando inviáveis (mas estas empresas ainda fazem sucesso com unidades de GPS para barcos e outras atividades outdoor), e certamente serão varridas do mercado daqui 5 anos. Com a qualidade das baterias permitindo mais tempo de uso nos smartphones e com a renovação da frota para os novos carros já com sistemas GPS, brevemente não haverá possibilidade de vida para o aparelho de GPS.
3 Internet Discada
É, Internet Discada ainda existe e as pessoas ainda a usam, não só no 3o. mundo. Na verdade, 3% dos americanos, ou seja 9 milhões de pessoas (a população de New Jersey) ainda a usam. Atualmente apenas 65% dos americanos tem banda larga. Graças à necessidade de acesso à Internet e a novas alternativas de conexão cada vez mais rápidas, a sobrevivência da Internet discada está com os dias contados.
As empresas de Internet estão expandindo a passos largos, para servir a populações que demandam por velocidades de banda larga. Essas expansões continuarão a crescer nos próximos 5 anos, em parte graças ao FCC’s Connect America Fund, que tem por objetivo levar a banda larga a 7 milhões de americanos, que hoje não tem esse acesso. A combinação com a expansão das empresas de TV a cabo com as novas alternativas como Internet por satélite (que hoje atinge a velocidade de 15Mbps), a Internet discada será extinta nos próximos 5 anos.
4 Câmeras Digitais Vagabundas
Temos que agradecer à Apple por esta! O lançamento do iPhone 4, em 2010, mudou o jogo das câmeras em celulares e forçou a indústria mobile a acelerar a qualidade das câmeras tão drasticamente que deixou o mercado de câmeras abaixo de US$200 obsoleto. Ainda há consumidores que preferem estas câmeras a de seus smartphones, mas no passo que a tecnologia mobile avança, falta pouco para que o que falta nas câmeras dos celulares seja passado.
Daqui 5 anos, fabricantes de câmeras como Nikon, Canon e Sony deixarão de fabricar estas câmeras mais simples, que estarão integradas aos smartphones e se concentrarão no mercado mais top (mid- and high-end market).
5 Chave de Carros
Uma das menos discutidas mas mais rápida mudança que vai rolar em pouquíssimo anos é a redução das chaves físicas dos carros e a implantação das chaves-inteligentes (smart Keys) nos novos veículos. Surpreendentemente, esta grande mudança das chaves físicas aconteceu sem muito alarde por parte dos consumidores. Com benefícios como abrir as portas e ligar o motor sem tirá-las do bolso, keyless, e armazenar preferências do motorista, os consumidores destes novos veículos estão curtindo muito os benefícios do novo sistema inteligente (ainda que muitos acabam trancados do lado de fora se seus carros se saírem do veículo enquanto o carro está esquentando o motor).
Mas tão rápido quanto as chaves inteligentes chegaram ao mercado, devem perder lugar para os próprios smartphones, que as substituirão. Com aplicativos como OnStar RemoteLink que é oferecido pela Chevrolet, que deixa você destravar e ligar o carro com um app, o futuro das chaves dos carros está mesmo numa App Store. Se vamos ficar com as chaves inteligentes ou se mudaremos para algo mais inovador nos próximos 5 anos, pode ter a certeza que as chaves físicas que usamos por amis de 70 anos serão mais uma daquelas coisas do passado.
É, conseguimos!!!
Em 5 anos, 40 empresas atendidas e mais de 500 profissionais em workshops. Nas quase 50 palestras, milhares! Bóra FUTURAR! Bóra PALESTRAR para milhares! Feliz 2019! Obrigada a todos os clientes, amigos, monitores, prospects, fãs, fornecedores, amigos dos amigos e plateias de minhas palestras. Em 2014, dedicação total aos 5 temas de palestras: FUTURO, INOVAÇÃO, GERAÇÕES, SE LIGA e MKT PESSOAL.
Presente de aniversário: linda matéria no Propmark!
A matéria começa assim: “A Coca-Cola deixa de ser a marca mais valiosa do mundo.” Vejam só, e pela 1a. vez nesses 14 anos, em que o relatório Best Global Brands é divulgado pela Consultoria Interbrands.
Desde que fundei a 5 Years From Now®, o termo “Nova Era” é uma constante em tudo que faço, falo e escrevo. Para todos que me olham curiosos, é realmente um tema muito curioso. Para os que me olham duvidosos, o relatório não deixa dúvidas. Estamos em transição para uma Nova Era. Não um novo século, mas uma nova era. Ah, sim, e todo mundo que está vivo, nunca mudou de era. Nosso “guia” são as dicas do que ocorreu a cada vez que a humanidade mudou de era. Lembram-se das aulas de história e de arte: nenhum conceito de velhas eras passaram para as novas eras. Nem o conceito de Deus. Lembraram?
Vejam quanto pano pra manga este quadro nos oferece! A Coca-Cola é desbancada não por uma outra bebida, mas pelas gigantes de tecnologia. Apple valendo quase 100 bilhões de dólares, em 1o. lugar, com 37 anos de vida e Google em 2o. lugar, uma jovem de apenas 15 aninhos, que juntas expulsaram a vovozinha de 127 anos da raia vitoriosa.
E olha que esta senhora Coca-Cola não ficou moscando por aí, como muitas grandes marcas que conhecemos e que certamente não tomarão champanhe em 2020. O honroso 3o. lugar advém de uma marca que vem lutando, se reinventando e até se transparentando. Quem diria! Mas das 10 marcas mais valiosas, 6 são de tecnologia, sem colocar na conta a G.E.
Voltando a vaca fria. Se fôssemos recitar o quadro ficaria assim, do 1o. ao último lugar: tecnologia, tecnologia, bebida, tecnologia, energia-tecnologia-infraestrutura-capital, comida, tecnologia, tecnologia, automotivo.
Ah, sim, falando na Velha Era, aí está: a última colocada é uma montadora de automóveis. Reparem que não figuram as grandes automobilísticas representantes da Velha Era Industrial como Ford (1903), GM (1908), Chevrolet (1911), Chrysler (1925) ou Mercedes (1926). Mas sim a japonesa que introduziu o “Pensamento Toyota”, com suas inovadoras técnicas de gestão.
E com toda a inovação japonesa, a Apple é quase 3 vezes maior que a Toyota! E é hoje quase 18 vezes maior que quando estreou o ranking, há 14 anos, na 36a. posição!
Mas como diz o outro, só para “chutar cachorro morto” vamos ao maior crescimento de todo o ranking: Facebook com 43%! E o segundo maior crescimento é do Google, 34% em relação ao 2012.
Uma Nova Era tem novos conceitos, novos líderes, novos heróis, novas redes. Tem um novo jeito de ensinar e de aprender. E o passo em que as mudanças estão ocorrendo em tecnologia está cada vez mais rápido. E isso acelera e muda tudo. De novo. Agradeço ao PropMark pela publicação desse quadro, que deixou minha vida muito mais simples e a palestrante muito mais interessante, rs.
Tem gente que inspira a gente desde sempre, com um sorrisão esbanjador, um olhar com aquela energia que-vai-dar-certo! É tão forte que você se pergunta por que um dia pensou o contrário!
Ricardo Santos, sócio Milk®
Faz 4 anos que dou esta dica no workshop LET’S NETWORK TOGETHER: Repare no que dá certo para você
Repare em quem te ajuda
Tente clonar quem te ajuda.
O que sempre dá certo pra você, tem altas chances de dar certo de novo, certo?
Um dia, reparei que Ricardo Santos era uma dessas pessoas que SEMPRE me ajudavam. Como cloná-lo?
Clones: P&D
Até hoje meus experimentos de clonagem não vingaram, mas não desisto. Resolvi atacar de outro ângulo. Dia 27 de outubro será a última edição do ano do LET’S NETWORK TOGETHER e o homenageado é ele, Ricardo Santos: Amigo, Empreendedor e Inspirador desde sempre. Um dia, depois de incansavelmente indicar nossos workshops a seus amigos e clientes, ele mesmo participou de um deles. Aqui está seu depoimento: “Networking não se faz com anúncios, emails e links patrocinados. No Let’s vivi uma experiência única: criei ligações pessoais instantâneas e entendi como criar conexões que durem pra sempre – ou quase.”
Se você, como o Ricardo, quer estar cada vez mais ligado nas oportunidades da nova era da inteligência em rede, mais antenado com a sua postura digital e a de sua empresa, mais perto das opções das redes sociais, mais ligado com gente interessante e com um time de monitores absolutamente imbatível, você tem um encontro marcado: 27 de outubro! Última edição do ano. RESERVE JÁ! Não vá moscar!
NOTAS:
Mais sobre a Milk® e Ricardo Santos: – Amigos, Clientes, Inspiradores: http://www.slideshare.net/beia/amigos-clientes-inspiradores-scios-da-milk – Milk® conquista conta da bebida canadense Slow Cow: http://propmark.uol.com.br/agencias/45784:milk-comunicacao-atendera-slow-cow-no-brasil
Palestrante futurista, única mulher a tratar
desses assuntos no mercado brasileiro.
Suas referências são fruto de um mar de
experiências, quevão desde a road-trip
São Paulo a New York, nos anos 1970,
a centenas de cidades em 30 países.
Em 2008 funda a 5 Years From Now®,
um espaço de reflexão sobre o futuro
dos negócios: aí, o celeiro de seus
poderosos temas de palestras.
Em 2014, dedica-se exclusivamente a
palestrar sobre conteúdos deste século
XXI: inovação, futuro e gerações. Temas
que estão dando um nó em nossas vidas!