01
Jan 13

Jogo da Paz Mundial: conhece?

Meu desejo para este 1o. dia do ano é que todos os líderes do mundo parassem.

Parassem por 20 minutos e 28 segundos para ver, ouvir e tatuar no cérebro a palestra de John Hunter para o TED 2011, explicando o Jogo da Paz Mundial – um jogo criado em 1978, para crianças da 4a. série (9 anos), quando o professor tentava preparar uma aula sobre a África.

Consiste em resolver 50 problemas do mundo, entrelaçados, de forma que nenhum dos lados saia perdendo. De tensões étnicas, minorias, vazamentos químicos e nucleares, disputas por direitos de água, repúblicas independentes, fome, espécies ameaçadas e aquecimento global. Se uma coisa muda, todo o resto muda.

A base do jogo hoje é uma estrutura de 1,2m por 1,2m por 1,2m de Plexiglass, em 4 camadas. Mais fácil de entender vendo o vídeo. Se você nunca viu um TED, saiba que é só clicar no canto inferior direito (34 languages off) e escolher “Português, Brasileiro” para ver o vídeo com legendas. Vale muito a pena!

Sobre essas estruturas são colocados todos os problemas do mundo para que as crianças possam resolvê-los sozinhas. Há 4 países no tabuleiro. As crianças inventam os nomes dos países – alguns são ricos, outros pobres. Eles têm recursos diferentes, comerciais e militares. E cada país tem um gabinete. Tem um primeiro-ministro, secretário de estado, ministro da defesa e um chefe das finanças, ou controlador. O professor escolhe o primeiro ministro baseado na relação que tem com eles e oferece o trabalho – que pode ser recusado. E, então, eles escolhem o seu gabinete. Tem um Banco Mundial, indústrias de armas e uma Nações Unidas. Há também uma deusa do tempo que controla uma bolsa de ações randômica e um clima randômico.

Ao final, nenhum país pode sair pior do que entrou. É muito emocionante!

Nota: John Hunter é professor, músico e inventor do World Peace Game
John Hunter: Teaching with the World Peace Game http://www.ted.com/talks/john_hunter_on_the_world_peace_game.html


12
Dec 12

Zeitgeist 2012: o que foi mais gugado no Google?

O estudo é extenso, mas aqui rapidinho você vai ver O QUE O MUNDO E O BRASIL MAIS GUGARAM EM 2012. A lista completa você acha aqui, mas vou me concentrar só nos primeiros lugares de cada categoria.

Foram 1.2 trilhões de buscas em 146 línguas. WOW, difícil imaginar mais de 50! 

No mundo, o destaque para pesquisa foi Whitney Houston e em segundo, o coreano com mais de 1 bilhão de vizualizações no Youtube: PSY, Gangnam Style. Eventos, Hurricane Sandy. Pessoas, ela de novo, Whitney Houston. Filmes, Jogos Vorazes, dirigido por Gary Ross e roteiro de Suzanne Collins. Programa de TV, foi BBB12. É você leu direito: o programa de TV mais procurado do mundo foi o reality show da Globo. Artistas, again Whitney Houston – artista, atriz, produtora, modelo. Segundo o Guinness World Records, a mais premiada mulher de todos os tempos e top de vendas, com mais de 170 milhões de álbums, no mundo todo.

Ooops! Acabo de gugar mais uma vez, pra obter este dados sobre ela. Nos eletrônicos “ele”, o iPad 3. Companhias aéreas, Southwest Airlines e pra fechar, as hashtags do Google: #SOPA – a sigla para Stop Online Piracy Act ou em tradução livre, Lei de Combate à Pirataria Online. Lembra quando o mundo era mais simples e sopa era refeição?

Gangnam Style

PSY, Gangnam Style. Se não viu, veja!

Vamos lá: BRASIL, agora.
Primeiro lugar para pesquisa foi “Face”. Não, não é face=rosto, é o Facebook! Evento de 2012 mais pesquisado foi Eleições. Programas de TV, BBB12. Música, ele, Gangnam Style. Músicos, Pedro Leonardo. Jogos, Transformice. Equipes esportivas, Flamengo, seguido do Timão. Esportes, Olimpíadas. Destinos de viagem, São Paulo! OK, seguido do Rio. A pesquisa também mostra o que se segue quando começamos a busca com “como“. Por exemplo, “como hackear” ficou em 6o.lugar. Mas o vencedor desta categoria foi, pasmem: “Como excluir do Facebook?”. No nosso workshop “Let’s Network Together”, essa também é uma das perguntas campeãs: “Como excluir do Facebook, sem a pessoa notar?”. E “o que é“, ganhou “O que é Ecossistema?”. Imagem, amor. Hummmm. Locais, hotel. Bancos, ITAU. Marcas nacionais: Mercado Livre, seguido de Casa Bahia e Correios.

Será que daqui 5 anos o termo mais gugado será EDUCAÇÃO? É o que nós, da 5 Years From Now® desejamos para 2018!

Notas:
Se quiser saber mais, leia:
1. Artigo no PropMark: http://propmark.uol.com.br/digital/42707:google-analisa-pesquisas-de-2012
2. Google Zeitgeist 2012: http://www.google.com/zeitgeist/2012/#brazil
3. Huffington Post: http://www.huffingtonpost.com/2012/12/12/google-zeitgist-2012-video-year-in-review_n_2286595.html


02
Dec 12

4 anos da 5 Years From Now®

Há 4 anos o céu mostrou esse alinhamento surpreendente: Júpiter, Vênus e Lua.

Alinhamento surpreendente de Júpiter, Vênus e Lua.

Alinhamento surpreendente de Júpiter, Vênus e Lua.

Era o dia 1 dezembro 2008!
Dia que escolhi para lançar a consultoria de negócios 5 Years From Now®.
Por que? Porque fatos muito inovadores vem acontecendo neste dia desde 1600!

Nestes 4 anos, contei com velhos amigos e novos clientes – para espalhar um negócio inédito: transportar-se para daqui 5 anos, para o futuro, onde nada existe, só o que você inventar.

Taís e Beia celebram 4 anos de 5 Years From Now®
Taís e Beia celebram 4 anos de 5 Years From Now®

fatos inovadores ocorridos em 1 de dezembro
1640 – Dom João IV é aclamado rei, após 60 anos de domínio espanhol
1878 – Instalado 1º. telefone na Casa Branca
1887 – Publicado 1º. romance policial sobre o detetive Sherlock Holmes
1902 – Lançamento de ‘Os Sertões’, de Euclides da Cunha
1909 – Fundado 1º. Kibutz, em Israel
1913 – Inaugurado 1º. posto de gasolina em Pittsburgh
1935 – Nasce Woody Allen, cineasta e humorista norte-americano
1955 – Rosa Parks é presa por se recusar a ceder lugar no ônibus a um branco
1959 – Tratado Antártico: nações se comprometem a não reivindicar o continente
1959 – Tirada 1ª. fotografia colorida do planeta Terra, de uma espaçonave
1970 – Aprovada lei do divórcio, na Itália
1976 – Estréia Dona Flor, maior bilheteria do cinema, indicado ao Globo de Ouro
1989 – Gorbatchov é o 1º. líder soviético a visitar o papa João Paulo II, desde 1917
1990 – Operários dos 2 lados do túnel sob o Canal da Mancha encontram-se
1999 – Apenas 30 dias para o Bug do Milênio!
2002 – Num blog “a volta do feriadão foi um saco.”
2005 – Aprovado casamento entre pessoas do mesmo sexo na África do Sul
2005 – Parlamento belga reconheceu o direito à adoção para casais gays
2008 – Beia Carvalho lança o inédito Workshop 5 Years From Now®
2009 – Beia Carvalho comemora 1 ano da 5 Years From Now®
2010 – Beia e Taís comemoram 2 anos da 5 Years From Now®
2011 – Beia e Taís comemoram 3 anos da 5 Years From Now®
2012 – Beia e Taís comemoram 4 anos da 5 Years From Now®!

5 anos é perto o bastante para você imaginar e longe o suficiente para você sonhar.
Se você é empresário, venha participar de nossos workshops no ano que vem: 2018 está encostando aqui na 5 Years From Now®!

Nós somos a consultoria 5 Years From Now®.
Somos especialistas em fazer você tirar os pés do chão e aterrissar num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas, onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, idiossincráticas, alternativas, não ortodoxas, não convencionais, excêntricas e impensáveis são possíveis. Onde as crises do presente são coisas do passado. Aqui, no futuro, nada existe, só o que você inventar.

Somos especialistas em fazer você tirar os pés do chão, pirar e dar saltos para o futuro.


22
Nov 12

POR QUÊ?

por que sim e por que não?


por que sim e por que não?

Por que o 2o. semestre tá sendo tão bom e o 1o. foi tão catastrófico?

Por que todo mundo quer inovar e quando você inova a sua conta bancária não bomba no ato?

Por que se paga 1 milhão de dólares por projetos de inovação, se publica mais de 255 livros sobre inovação só nos últimos 3 meses e ninguém inova?

Faz 4 anos que criamos na 5 Years From Now® a unidade de palestras com os nossos temas sobre o futuro, inovação e os conflitos com a “maldita” geração Y. A conta bancária não bombou. Tinha mais uns olhares meio enviesados assim, de soslaio. Mas a gente não tinha dúvidas.

Um dia, assim, sem ter nem porquê, nossos temas viraram a bola da vez!
Inovação, Futuro, Gerações, Inteligência em Rede.

Viu, isso é que dá estar 5 anos na frente!
Acompanhe a gente, estamos construindo novos temas e encostando em 2018!

5 Gerações no Mercado de Trabalho: Y é o X da Questão

5 Gerações no Mercado de Trabalho: Y é o X da Questão

FUTURO: INOVAR ou MORRER

FUTURO: INOVAR ou MORRER

Links para palestras:
Clip Geração Y

Resumo Palestra Inovação

Palestra Era da Inteligência em Rede.

Depoimentos de nossos clientes


04
Nov 12

Queremos fazer omelete sem quebrar ovos

Geração Y por Beia Carvalho, ilustração Marc Beaudet, 2008

Geração Y por Beia Carvalho, ilustração Marc Beaudet, 2008

Tem vezes que você dá uma entrevista e suas palavras aparecem numa citação aqui e ali. Muito bacana! Em outras, como hoje, você vê que a sua entrevista construiu o artigo. Do lead ao final. Aí, é o paraíso. O assunto do artigo “Líder em Xeque” é o despreparo das atuais lideranças em relação à Geração Y – hoje 47% da mão de obra empregada no mercado brasileiro. Um assunto urgente urgentíssimo! Se não bastasse a insana representatividade dos quase 50% de jovens entre 14 e 30 anos desta geração, daqui menos de 5 anos, entra no mercado de trabalho a Geração Z. Jovens hoje entre 2 e 14 anos, que a Y diz não entender! Imaginou o furdúncio?

Veja o vídeo e leia a parcial da matéria do caderno especial da Folha de S.Paulo de hoje.
“LÍDER EM XEQUE” por Reinaldo Chaves e Rogério de Moraes.

O ex-diretor-executivo da Apple, Steve Jobs, ao criar o iPod e o iPad sugeriu que o tradicional botão de ligar e desligar fosse retirado ou reduzido. O guru da tecnologia entendeu que a geração Y não sente mais a necessidade de se desligar de uma atividade para iniciar outra.

Essa compreensão das novas gerações é um desafio para todos os executivos. Os chefes da geração “baby boomer” (que hoje têm mais de 45 anos) e da geração X (os adultos de 30 a 45 anos) têm que lidar com a geração Y (nascidos após 1980), jovens que não compartimentam a vida em momentos separados para trabalhar, se divertir ou para ficar com a família – tudo é interligado. O papel do líder no mundo dos negócios vem passando por intensa transformação. Hoje, não basta dizer o que e como algo deve ser feito. O chefe também precisa explicar o porquê. E tem de fazer isso de modo convincente.

A presidente da consultoria 5 Years From Now, Béia Carvalho, lembra que o verbo que movia as pessoas no século 20 era “obedecer”. No século 21, defende a especialista, a palavra de ordem mudou para “engajar”.

“O jovem precisa de um desafio, seja ele alcançar um cargo mais alto ou tornar melhor algo em que acredita. Claro que mandar é muito mais fácil que engajar, mas a geração Y não aceita isso”, afirma Carvalho.

Para João Baptista Brandão, professor de liderança e de gestão de pessoas na Fundação Getúlio Vargas, a chave da nova liderança não está mais apenas na graduação ou na capacidade de gerenciar projetos, mas principalmente no caráter e na postura do líder. “Antes de tudo, é preciso construir vínculos de confiança. Sem confiança, os jovens não se comprometem”, explica o especialista.


NÃO LINEAR
O conceito de carreira para as gerações de meados do século 20 sempre esteve ligado à valorização da hierarquia e à construção, “tijolo por tijolo”, de uma trajetória. Carvalho explica que a geração Y tem uma relação não linear com a carreira. “Ao mesmo tempo eles trabalham, leem, escutam música, veem um vídeo e marcam uma balada. Os jovens entendem a carreira da mesma forma, acham que ela não precisa ter uma ordem fixa. É muito comum perguntarem ‘como eu faço para ser gerente?’ logo no começo de um trabalho.”

Segundo ela, o problema é que a maioria dos líderes não sabe responder a essa pergunta, ou pior, fica irritada com o questionamento. “Mas isso é na verdade uma grande oportunidade para engajar e reter o jovem”, diz.

Carvalho também destaca que estudos demográficos no Brasil mostram que a geração Y representa aproximadamente 47% da mão de obra e diz que essa é mais uma razão para entendê-los.

Outro fator importante é que a inovação nas empresas precisa dos jovens. “Muitos gestores de RH procuram profissionais inovadores, porém, só aceitam métodos de trabalho de décadas atrás. Isso é um contrassenso. No mundo complexo e interligado de hoje, precisamos das ideias dos jovens”, finaliza.

Notas: matéria completa: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/75855-lider-em-xeque.shtml


26
Jul 12

Google e seus passinhos no design


Faz mais ou menos 1 mês que o papo sobre o filme Blade Runner, 1982, está em nossas conversas. Tão presente, que revi pela enésima vez a Edição Especial DVD triplo com todas as versões cult.
Esta semana, vi o comercial de lançamento do tablet NEXUS 7 da Google. E mais uma vez, me lembrei do filme, que trazia a série avançada de replicantes NEXUS 6.

Para quem não viu o filme – rapidamente – os Nexus 6 eram virtualmente idênticos aos humanos, só que muito mais fortes e ágeis, dentre outras qualidades. Foram projetados para o trabalho duro e desumano, em minas de colônias extra-terrestres. O argumento do filme não gira em torno destas qualidades, mas de 1 fraqueza. O centro de atenção é a sua expectativa de vida extremamente curta: apenas 4 anos. Fiquei pensando nesta conexão entre este novo tablet do Google e uma série “avançada” de NEXUS, o 7, uma acima do que o filme nos apresenta.

Mas o comercial de hoje, não guarda semelhança alguma com a distópica Los Angeles do futuro, no ano 2019.
Tem a ver, sim, com esta guinada da Google para o design, para o jeito “APPLE” de ser. A dúvida é se é APPLE demais!
É leve, é gostoso, é bom de ver e rever. Surpreende de verdade. E deve durar mais que 4 anos. Ou será que isso tem alguma importância no mundo de hoje?
Ah, e vai dar trabalho pros concorrentes, seu preço começa em US199!

Notas:
1 Dirigido por Ridley Scott, com Harrison Ford, Rutger Hauer e a deslumbrante Sean Young
2 IMDb – tudo sobre o filme http://www.imdb.com/title/tt0083658/
3 Wikipedia http://pt.wikipedia.org/wiki/Blade_Runner


21
Jun 12

Quem mais entende de Suécia: os suecos!

Toda semana, alguém na Suécia se torna o tuiteiro oficial do país: @Sweden. E se torna o “dono” e todo poderoso da conta de Twitter mais democrática do mundo. Por 7 dias, esse cidadão sueco tem a exclusividade de expressar suas próprias opiniões e ideias, sugerir e recomendar coisas para fazer e lugares para se visitar no seu país. Ou, melhor ainda, lugares a serem evitados!

Na outra semana, é a vez de alguém fazer o mesmo – um mesmo que sempre será diferente. A chamada do Twitter é “Siga todos os 9 milhões de nós. Bem-vindo à Suécia.”

O projeto “Curadores da Suécia”, é uma iniciativa do Instituto Sueco e do VisitSweden, ambos parte do NSU, algo como o Departamento de Promoção da Suécia. A ideia, é que o país será genuinamente expressado através do mix de opiniões, experiências e habilidades de cada tuiteiro. Assim, não há uma só Suécia. Mas, potencialmente, todas as 9 milhões de “suécias” estão ali representadas. Adoro o tweet: “se você vier um dia para a Suécia, não vá – eu repito – não vá visitar o Ice Bar: não vale a pena”. E assim, com muito menos de 140 caracteres, esse cidadão “acaba” com um dos pontos turísticos da Suécia. Mas revela um lado verdadeiríssimo: é um porre ir a estes lugares turísticos “pega trouxas”. E deve ter, provavelmente, tuitado lugares que ele acha que vale a pena. Eu já me identifiquei com este “Jack”.

@Sweden/jack

@Sweden/jack


Por que Curadores da Suécia?
Porque a campanha do país não fica com aquela cara chapa branca, daqueles comerciais sobre a Bahia ou o Rio de Janeiro, saca?

E a explicação do projeto continua. Afirmam que o desenvolvimento e a prosperidade do futuro da Suécia dependem de fortes relações com o mundo afora e de uma troca mais ativa com outros países em diversas áreas. Isso só é possível, se mais e mais pessoas se familiarizarem com a Suécia e se tornarem interessados nas coisas que o país tem a oferecer: de pontos turísticos ao seu comércio, seus objetivos políticos, áreas de investimentos, troca de talentos e de criatividade. Tudo isso depende fortemente da visão que os outros países tem da Suécia.

O que mais me impressiona é que isso é uma iniciativa de 2 órgãos formais do país. Gente séria, que entende que mudamos de século, mas muito mais importante: que estamos em trânsito para uma Nova Era. Mas estes suecos já se transportaram e estão mandando bem, lá no futuro.

Se você também quer dar um pulinho em 2017, fale com a gente aqui na 5 Years From Now®. Somos especialistas em fazer as pessoas tirar os pés do chão e aterrissar num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas, onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, idiossincráticas, alternativas, não ortodoxas, não convencionais, excêntricas, ou impensáveis são possíveis – onde as crises do presente são coisas do passado. Aqui, em 2017, nada existe, só o que você inventar. Somos especialistas em fazer pessoas tirar pés do chão, pirar e dar saltos para o futuro.

NOTAS:
1) Este artigo é baseado no texto do vídeo “Curators fo Sweden” postado pelo Canal Oficial da Suécia no Youtube.
2) Outros países seguiram essa tendência e criaram @WeAreAustralia, @PeopleOfTheUK, @TweetweekUSA e @CuratorsMexico.
3) A tradução é minha e livre.


17
May 12

Momento RH: o melhor do ano!

Não Vá Moscar!

Não Vá Moscar!

Tudo começou há 3 anos. Imbuída do espírito colaborativo desta nova era, e com meu vieszinho de planejadora, resolvi empacotar as dicas que recebia de oportunidades de emprego no MOMENTO RH. Bem conhecido de quem frequenta as redes Facebook e LinkedIn.
Já arranjamos empregos espetaculares pra um punhado de gente espetacular nestes anos. Dentre os nossos “clientes satisfeitos” estão os empresários Otávio Dias e Galileo Giglio, os diretores de criação Cascão e Paulo Sabino, o diretor de arte André Moraes e a planejadora Fernanda Czarnobai.

Hoje, a gente está fazendo um Momento Rh pra 5 Years From Now®.

Estamos à cata de um verdadeiro agente para vender nossas palestras.
Alguém com tesão de dar uma virada, de fazer um dinheiro bom, de encontrar pessoas, de falar sobre estes assuntos que para nós são a pauta do mundo de hoje: Redes Sociais, Inovação e Futuro. Alguém que acredite no poder da articulação e da colaboração para ir adiante. Que conheça os convencionais compradores de palestras como as áreas de RH das médias e grandes empresas, as agências de promoção e eventos. Mas também fontes não-convencionais. Principalmente, porque nossas palestras não tem NADA de convencional! Você tem uma boa rede de contatos? É persistente? Acredita na força das palavras?

Se você tem jeito pra vender, conhece bastante gente no mercado corporativo e quer ter qualidade de vida, usufruindo de um horário flexível, a gente quer falar com você.

E você fala com a gente aqui: palestras@5now.com.br

E como dizem no teatro: “Merda pra Você”! E como dizem os americanos: “Break a leg”! E a gente te deseja: Boa Sorte!

Beia e Taís da 5 Years From Now®

Beia e Taís da 5 Years From Now®


28
Mar 12

Coração do Brasil

Quando eu entrei neste projeto, ele se chamava Demarcação do Centro Geográfico do Brasil. Hoje, o documentário que estreia esta semana no Tudo é Verdade, se chama CORAÇÃO DO BRASIL. Seu diretor, Daniel Santiago, entusiasmadíssimo, não teve problemas em me seduzir para o projeto. Não que eu tenha experiência com a produção cinematográfica, à exceção das intermináveis horas em estúdios, nos meus tempos de publicitária. Mas porque é impossível não se envolver, quando Daniel está “tomado” por uma visão.

Esta é a sinopse: o documentário refaz em 2008, a expedição ao Centro Geográfico do Brasil, comandada pelos Irmãos Villas Bôas, em 1958. Sérgio Vahia, Adrian Cowell e o Cacique Raoni, que juntos se aventuraram por aquele mundão, retornam ao Centro para reencontrar os sobreviventes da expansão da fronteira agropastoril brasileira nos últimos 50 anos.

Coração do Brasil: Sergio Vahia, Adrian Cowel e Caique Raoni

Coração do Brasil: Sergio Vahia, Adrian Cowel e Caique Raoni


“Coração” é fruto de um desejo ardente de Sergio Vahia, um expedicionário que, em 1958, com 30 anos de idade, fez parte da expedição comandada pelos Irmãos Villas Boas, para demarcar o Centro Geográfico do Brasil. (Pra contextualizar, 2 anos depois, era fundada Brasília, no centro do país, em 1960).

Conheci o carioca aqui em São Paulo, num churrasco dos bons, em 2008, com 80 anos. Sua ambição pela aventura, sua energia insana era altamente contagiosa. E não poupou ninguém ao seu redor. Aos 80 anos, Sergio foi tomado desta determinação de refazer o mesmo trajeto de remarcar o verdadeiro local em que se encontra o Centro Geográfico do Brasil, 50 anos depois! Agora, contando com uma tecnologia inexistente em 1958.

Enquanto eu selecionava umas carninhas mais magrinhas, Sergio atacou linguiças regadas a cervejinha. Incrível! É o Cyborg? Eu, ali, olhando e ouvindo aquela história-do-brasil-ao-vivo, convulsivamente contando histórias e citando passagens de sua vida com os grandes personagens brasileiros, da década em que eu nasci. Ao lado, uma moderna muleta. Eu revirava minha cachola. Como esse homem – se tudo desse muito certo – navegaria pelo Rio Xingu, visitaria as aldeias em que esteve em 1958, se reencontraria com os povos Kokoti, Kumaré-Txicão, Kamani Suiá, Moiópi-Kaiabi e Vanité-Kalapalo. E, finalmente, chegaria à aldeia Piaraçu, território dos Caiapós-Txucarramae, onde se reencontraria com o Cacique Raoni, seu parceiro da primeira expedição, 3 décadas atrás? Cansou? De lá partiriam juntos, mata adentro, rumo às terras indígenas Capoto-Jarina, no nordeste do Mato Grosso, no sul da Amazônia Brasileira. É lá, o Centro Geográfico Brasileiro.

Já vi o documentário, sei de muitas histórias dos bastidores e até hoje sou incrédula. Mas as imagens estão lá para provarem a verdade. Você também já pode vê-las esta semana.

Sergio Vahia, Raoni e Adrian Cowel, com o novo marco, em 2008.

Sergio Vahia, Raoni e Adrian Cowel, com o novo marco, em 2008.


O outro personagem desta jornada é uma celebridade para nós e para o mundo, o Cacique Raoni, líder dos caiapós, conhecido por sua campanha em defesa do povo indígena e da floresta Amazônica. Na expedição de 50 anos atrás foi intérprete para outras línguas indígenas. Em 1989, viajou pela Europa com o cantor inglês Sting alertando contra a invasão das terras indígenas amazônicas.

O terceiro mosqueteiro é Adrian Cowel, um nome que vamos ouvir muito este ano, quando terá sua obra homenageada. Um inglês que nasceu na Índia, em 1934, e morreu no final do ano passado, um dia antes de embarcar para o Brasil. Nos seus 78 anos de vida, Adrian esteve no Brasil muitas vezes, e construiu uma incrível (e ainda pouco conhecida entre nós) trajetória como cineasta. Documentou desde a criação das primeiras reservas extrativistas e os primeiros contatos com os índios Uru Eu Wau-Wau como a chocante morte de Chico Mendes. Como ativista, foi um dos fundadores do Television Trust for the Environment e escreveu 2 livros sobre índios brasileiros: “The Heart of the Forest” e ‘The Tribe that Hides from Man”. Foi o fotógrafo da expedição de 1958 e sua maior motivação para participar da expedição 50 anos depois, era reencontrar a população indígena que conheceu à época. Por ser exímio atirador, também ficou encarregado da caça.

Adrian, de pé com o marco, em 1958.

Adrian Cowel, de pé com o marco, em 1958.


Impossível descrever o momento em que Daniel Santiago registra o reencontro de Raoni com o inglês Adrian. Como se nota, sou altamente suspeita. Convenci meu amigo Ronaldo Ramos, a ajudar a expedição e meu amigo e artista plástico Caíto a recriar o marco, agora em alumínio, a partir de uma desgastada foto tirada em 1958. Conheci e me envolvi com inimagináveis histórias de Adrian Cowel, através de suas sobrinhas Charlotte e Anna Cowel. E a cada dia que passa, eu acredito mais que o que move realmente o mundo são as nossas ambições, os nossos desejos, a nossa visão de um futuro, um futuro que a gente imagina pra gente.

Viva Sergio Vahia que imaginou um futuro para ele!
E quando a gente fica “tomado” por uma visão, vai contagiando almas contagiáveis como a de Daniel, que contagiou a minha, que contagiou Ronaldo e Caíto. E mais um montão de gente que fez uma ambição acontecer. Em tempo: a nova expedição confirmou, por modernos GPS, as coordenadas das cartas náuticas de 1958.

Bóra mudar o futuro antes que ele chegue? Valeu, Daniel!


26
Mar 12

Presentes de Aniversário

Beia, da 5 Years From Now®, internacional

Beia, da 5 Years From Now®, internacional

Ao redor de uma mesa chamada Babete, reuni amigos e vinhos divinos, neste mês do meu aniversário. E ganhei presentes muito bacanas.

Apagando a velinha, no Lola Bistro

Apagando a velinha, no Lola Bistro

 
Mas 2 deles caíram no meu colo e foram muito surpreendentes. Um foi o convite para participar de um time internacional de experts em inovação e inteligência. Outro, a divulgação deste convite. Que coisa boa que é ganhar presentes.
VALEU, Tim Bonnet, chairman da Creston Communications!
VALEU, Marcello Queiroz, editor do PropMark!

Pra quem ainda não viu, leia abaixo a matéria do PropMark de hoje.

Beia Carvalho & Tim Bonnet, Londres 2006

Beia Carvalho & Tim Bonnet, Londres 2006

RADAR
Beia Carvalho, ex-TBWA e Tequila, presidente da consultoria de negócios 5 Years From Now®, de São Paulo, acaba de ser convidada por Tim Bonnet, ex-Tequila Londres, para integrar um seleto time de experts que vão indicar inovação e inteligência em trabalhos de mídias sociais e CRM, além de outras estratégias e tendências de relacionamento com o consumidor e stakeholders em geral. Tim Bonnet atualmente é o chairman da Creston Communications. Os relatórios da Creston, com abrangência global, serão atualizados a cada 2 meses. Na 5 Years From Now®, empresa lançada em 2008, Beia desenvolve workshopstemáticos com o conceito “o presente visto do futuro”.

Radar

Radar

Fonte: PropMark, SuperCenas, by Marcello Queiroz, 26.03.2012
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