24
Sep 13

Daqui 5 anos tem festa de 15 anos do Estúdio MOL!

Estúdio MOL faz 10 anos!

Estúdio MOL faz 10 anos!

Dizem os especialistas que, a partir dos 10 anos, as crianças começam a sair da infância.
E visualizam o mundo adulto, no qual estão loucos ou sendo forçados a entrar.
Um mundo mais complexo.
Um futuro cada vez mais próximo.

É a idade da Independência.
Necessidade de esticar as asas.
Uma idade de grande apetite.
Afinal, há mais uma grande década pela frente.

E apetite é o que não faltou neste ano que o Estúdio MOL completa 10 anos: “mais de 270 projetos de vídeo e animação em 2013 e a expectativa de crescer 50% este ano”. Daqui 5 anos, metade do que compartilharemos por celular/pad será no formato vídeo.
http://youtu.be/2mhbQ_94DrA

Não é assim corriqueiro fazer 10 anos. O IBGE concluiu que as empresas brasileiras sobrevivem, em média, 10 anos. Ufa! Desta estatística o Estúdio MOL já passou.
Se não é corriqueiro para o IBGE, para mães como eu, menos ainda. E quando dá certo, passa tão rápido!

Estúdio MOL 10 anos!

Estúdio MOL 10 anos!

Me lembro quando eram 2 estudantes da FAU e 1 da GV, que adoravam cartoons, brinquedos, design, animação, papel, cores, cores e cores e, acima de tudo, criar.
Um dia, sumiram. Passaram-se algumas semanas até que, sem querer, descobri que tinham alugado uma salinha na Vila Madalena. Dali, foram para aquele incrível espaço, Módulo Fidalga. E agora, de novo, de casa nova. Comento mais abaixo.

Foi para o Estúdio MOL que fiz o “piloto” do meu workshop 5 Years From Now®, em 2007. Cresceram. Com o tempo splitaram em 3 negócios: Editora MOL do Rodrigo, MOL Toons do Zullo e o original, Estúdio MOL, de Galileo Giglio.

Desde o 1o. projeto de LEGO para o Banco do Brasil, em 2003, os formatos e limites entre arte, design e comunicação já foram quebrados. Ilustração, animação, inovação ou diversão? Essa determinação para cruzar, sobrepor, estilhaçar, desafiar, desmontar e remontar disciplinas é de nascença, congênito. Não tem com não ser.

E não foi fácil. Alguém disse que seria?
Não foi Steve Jobs que disse “o que separa os empreendedores de sucesso daqueles malsucedidos é a pura perseverança”? Então, parabéns ao empresário Galileo por perseverar!

Se você quiser conhecer o novo (lindo) loft do MOL, projetado por Ciro Ghellere, bem no centro de Sampa, vai se surpreender. Elogios ao “achado” era só o que se ouvia na festa de inauguração. Tem estúdios de vídeo e foto próprios, do ladinho do Metro República. Assim fica fácil, pra você e todos que trabalham na produtora, utilizar transporte público.

Há 10 anos, não existia Facebook (2004), Youtube (2005), Twitter (2006), Instagram (2010). Para o Estúdio MOL, um mundo que se mostra em diferentes formatos a cada momento é uma diversão. E divertido e colorido, o Estúdio MOL sempre foi, em todas as suas versões.

Cranio e MOL Graffitti ITAU

Cranio e MOL Graffitti ITAU

Estúdio MOL para Natura Sou

Estúdio MOL para Natura Sou

Galileo Giglio, CEO Estúdio MOL

Galileo Giglio, CEO Estúdio MOL

Guguei e achei: divertir, do latim divertere: “voltar-se para um lado diferente das preocupações”. Acho que é uma boa definição para a criação do Galileo e seu time vencedor. Viva a Geração Y!

Petrobras – Energia from Estudio MOL on Vimeo.

Os clientes-anunciantes:
Natura, Itaú, Oi, Nike, Volkswagen, Coca-Cola, MTV, O Boticário e Ferrero.
Os parceiros:
ID\, AlmapBBDO, NBS, W/McCann, Live Ad, Leo Burnett, Ogilvy, Neogama e Black Maria.
A linha do tempo:
2003: #partiu com Galileo, Rodrigo e Zullo.
2013: Estúdio MOL comemora 10 anos em nova sede.
2018: daqui 5 anos estaremos na festa de 15 anos do Estúdio MOL.

NOTAS:
1. Vídeo móvel será 46% do tráfego Internet em 2018:http://tinyurl.com/nzly6ns
2. Estúdio MOL aponta crescimento: http://propmark.uol.com.br/produtoras/45651:estudio-mol-aponta-crescimento
3. Mãe Coruja, publicado em 6/10/2010: http://www.5now.com.br/mae-coruja/#more-257
4. Pesquisa IBGE, divulgada em 23/08/2013: http://tinyurl.com/mmb7mv5

Mais sobre Estúdio MOL:
– Estúdio Mol é destaque no meio digital, publicado em 10/4/2013: http://propmark.uol.com.br/produtoras/40084:estudio-mol-se-destaca-no-digital
– Itaú comemora um ano de Facebook, publicado em 13/11/2012:
http://propmark.uol.com.br/digital/42417:itau-comemora-um-ano-de-facebook

Galileo Giglio, CEO Estúdio MOL

Galileo Giglio, CEO Estúdio MOL


Fotos Galileo Giglio by Daniela Toviansky


30
Aug 13

Você leva sua empresa ao EXTREMO?


Você é a cabeça pensante da sua empresa.
Você tá olhando lá na frente.
Você tá animando a moçada mais que Silvio Santos.
Você desanima e não tem um outro “você” pra te animar!
Você arrisca, xinga, joga, avança, recua, mete o peito, radicaliza.
É, é com você mesmo.

Delegue tudo que puder.
Porque essa força, esse entusiasmo, essa empolgação esse gás, esse rojão, vigor, coragem, potência, veemência, influência, persistência e insanidade tem que vir daí de dentro do empresário.

Você leva a sua empresa ao EXTREMO?
Não? Então quem vai levar?

NOTAS:
Extreme Highlining – Insane Heights!!!
Filmado por Devin Graham
Música de Tony Anderson, download aqui:http://tiny.cc/jjln2w
Os 5 atletas: Lauren Crepeau, Scott Rogers, Brian Mosbaugh, Daniel Moore, Ryan Robinson, Creighton Baird.
Making off: http://www.youtube.com/watch?v=DAcwXgM9SGs&feature=youtu.be
Vídeo do Ford Explorer: http://www.ford.com/suvs/explorer


21
Aug 13

Você lê pessoas ou ideias?

Você Lê Pessoas?
Você Lê Pessoas?

Nasci com esse defeito de fábrica: não leio pessoas. Felizmente, leio ideias.

Felizardos aqueles que detem os 2 códigos: leem ideias e pessoas. São “ambidestros na compreensão”.

Diz o professor Albert Mehrabian (UCLA), que 55% do que transmitimos vem da linguagem corporal, 38% do tom do voz e apenas 7% do que realmente falamos. Penso que, quem não lê pessoas com eu, se fixam nos 7% do que foi dito.

O Financial Post, baseado num artigo da Revista Psychology Today reuniu num artigo* 26 dicas para ajudar a gente a ler pessoas.

Muitas delas já “nascemos sabendo”, como a dica de que mentirosos não fazem contato visual, piscam excessivamente ou não se concentram. Mas atenção: estes também podem ser sinais de ansiedade e muitos mentirosos tem a habilidade de olhar fixamente em nossos olhos, enquanto mentem descaradamente.

Ou seja, cada uma das dicas tem suas exceções. Braços cruzados podem indicar uma “atitude distante e não receptiva. Ao que tudo indica, esse gesto visa proteger o coração e os pulmões de ataques. A maioria dos primatas também o faz por esse motivo.”** Mas se estiver frio, ou seja, se contextualizarmos, nada dessa leitura tem significado. Pois é, se fosse fácil ler gente era só decorar as 26 dicas da revista, não é?

Mas devaneei. Minha ideia inicial era provocar essa reflexão, fazermos essa pergunta a nós mesmos: leio pessoas ou ideias? E por que isso é importante? Porque se você, como eu, não tem esse dom, pode descobrir muito sobre sua vida, sobre suas apostas, seus acertos e derrotas. Pra que? Pra vida ficar mais divertida, oras.

Como descobri que não leio pessoas? Reparando (e me abismando) como outras pessoas faziam isso tão rápida e eficientemente! Quase que intuitivamente achei minha bengala e me acerquei de pessoas para quem esse dom era nato. Assim, através dos olhos delas “eu” captava e compreendia as carências, as disputas de poder e os humores presentes numa reunião de trabalho.

É fácil se iludir e tomar o domínio do mundo das ideias como o mais sofisticado, importante, cool, hip, chic, trendy. E, engano supremo: “se leio ideias “automaticamente” leio pessoas”. Pode ser que sim, pode ser que não.

Tomara que você não tenha esse defeito de fábrica. Mas se tiver essa deficiência, o quanto antes você se der conta, melhor será sua vida.

NOTAS:
A inspiração desse artigo veio de um dos meus clientes. Valeu Doraci de Souza.
* 26 dicas para ler pessoas: Revista Psychology Today 29.03.2013 http://business.financialpost.com/2013/03/29/26-tips-on-how-to-read-people
** Mundo Interpessoal: http://www.mundointerpessoal.com


06
Aug 13

Bezos de Ninjas

Bezos e Post nos Kindles

Bezos e Post nos Kindles

Não serei a 1a. a fazer a ligação entre a pechincha milionária de Jeff Bezos, da Amazon e a dupla de fundadores do Mídia Ninja, Bruno Torturra e Pablo Capilé.

É irresistível! São exemplos didáticos demais da transição de eras, em que todos estamos vivendo.

De um lado, Bezos adquire uma respeitabilíssima marca com 135 anos nas costas, de um produto decadente, o Washington Post. Será? Não, não há nada decadente com o jornalismo. O que está escorregando ladeira abaixo são as empresas de jornalismo criadas há 2 séculos e que se transformaram numa das mais poderosas mídias de massa. E só pra não perder o timing do trocadilho, emendo com Capilé: “hoje temos massas de mídias”. Sacou?

O Washington Post não é um jornal qualquer. Faz o que se chama de jornalismo agressivo, revelou o escândalo Watergate, em 1974. Ganhou 47 prêmios Pulitzer entre 1936 a 2008.

Gene Weingarten, colunista do Post em sua carta aberta a Jeff Bezos, traz um parágrafo que toca no ponto que eu tentava esclarecer pra mim mesma: “não direi que você comprou apenas um ‘grande’ jornal. Nem tenho a certeza que você comprou um ‘jornal’ em qualquer sentido. Você comprou um lugar cheio de jornalistas absurdamente talentosos e dedicados …”.

Este é o ponto, qualquer que seja a inovação que Bezos trará para o jornalismo, vai precisar de talentos. Talentos para fazer a mágica de seus Kindles. No Brasil, a Editora Abril acaba de fechar 4 revistas e demitir 150 jornalistas. Bezos parece estar com a cabeça e os 2 pés na Nova Era da Inteligência em Rede. Assistiu de camarote os prejuízos do Post, que alcançaram quase 50 milhões dólares nos últimos 7 anos de balanços negativos. Ficou fácil para Bezos pechinchar o jornal investindo apenas 1% de sua fortuna.

Em sua carta aos novos empregados, Bezos diz: “haverá mudanças nos próximos anos, lógico. Isso é essencial e teria acontecido com ou sem o novo proprietário. A internet está transformando quase todos os elementos do mercado de notícias: diminuindo novos ciclos, corroendo receitas confiáveis há séculos, e ativando novas formas de concorrência, algumas delas com pouco ou nenhum custo para se caçar a notícia. Não há mapas e mapear os próximos passos não será fácil. Precisaremos inventar, o que significa experimentar. Nosso critério será entender o que importa para os leitores – governos, líderes locais, inaugurações de restaurantes, tropas de escoteiros, negócios, beneficência, governadores, esportes – e trabalhar de trás pra frente a partir dos leitores. Estou entusiasmado e otimista sobre a oportunidade para inventar.” E ele é craque!

Mais ao sul do mundo, o programa Roda Viva entrevista o jornalista Bruno e o produtor cultural Capilé. O embate entre a velha e nova eras ficou ainda mais claro. Os jornalistas-entrevistadores, que supostamente deveriam estar brifados sobre seus 2 entrevistados, tinham uma postura de inquisidores ou de estarem diante de algo não significativo, algo desmerecedor de atenção do “jornalismo sério”. Como escreveu hoje a jornalista Regina Augusto, “uma tentativa desesperada de desqualificar o serviço do grupo”.
https://www.youtube.com/watch?v=vYgXth8QI8M

O programa tem 1 ½ h e tem que ser visto. Pontuo aqui, o que a meu ver, converge das 2 notícias e surpreende a velha mídia. Os problemas da nova era não serão resolvidos se não encararmos as questões de que fala Bezos, em um único parágrafo: novas formas de concorrência, pouco ou nenhum custo para se caçar a notícia, inventar significa experimentar e o ponto de partida não é seu bolso é seu público. Ah, e tem que gostar de inventar, de dizer adeus ao conforto das nossas velhas certezas. Tem que ter tesão em desmantelar velhas estruturas alicerçadas em crenças e terrenos que não existem mais no século XXI.

Veja só, o próprio Washington Post noticiou a compra do jornal, no dia seguinte ao feito! Muitas horas depois de uma brasileira aqui do sul do mundo, ter postado a notícia com o vídeo do ex-dono Donald Graham, no meu Facebook.

Anacrônico. Terreno não fértil. Por isso, é tão surreal assistir ao programa Roda Viva. A fala dos entrevistadores parece tradução do Google: é português, mas você não entende nada.

E há essa confluência entre a carta de Jeff Bezos e este post no perfil de Bruno Torturra sobre o fechamento das revistas da : “a derrocada do modelo comercial de imprensa, das estruturas inchadas, gigantes, que tratam jornalistas e informação como gado e comoditie é uma oportunidade inédita. Há um terreno aberto, cheio de gente capaz. Uma infra-estrutura técnica e cultural nova, uma grande expectativa pública por jornalismo independente. A chance histórica de criarmos um novo sistema, um novo modelo financeiro, um novo mercado de produção e distribuição de notícias, reportagens, imagens e ideias. A rede não é a internet, simplesmente. É uma nova lógica de relações sociais, culturais e econômicas estabelecidas, basicamente, por um fluxo de informação cada vez menos mediado. E informação, colegas, é vossa especialidade. Sem medo. Sem tempo pra lamentar. Há muito a fazer – e não falta companhia.”

Hoje, em seu perfil do Feice, Torturra lamentou não ter dado tempo para discutir o “Marco Civil da Internet, o caráter internacional do jornalismo em rede, a confusão perigosa entre jornal e jornalista, o próprio processo editorial da Mídia Ninja e o que esperamos de 2014…”. Mas com tanta pergunta sobre contabilidade, rsrs, não ia dar tempo, mesmo. Foi pena. Mas não tirou o brilho do frescor, da inteligência e sagacidade deles.

E pra fechar com a escandalosa e deliciosa articulação da dupla: “A gente não é convidado VIP de ninguém. A gente mesmo se convida e se impõe”, Capilé.


31
Jul 13

Tá achando sua estratégia o máximo?

FORMA ou CONTEÚDO?

Muitas vezes estamos tão imersos em nossas velhas certezas que não percebemos o óbvio. Ou, para usar uma palavra da Velha Era, ficamos démodé, passamos da moda.

Este vídeo mostra que distribuir dinheiro de verdade e de graça, pode ser uma promoção inócua. WOW!Abalou? Pensei um pouco sobre uma das frases do vídeo: “Giving money for free, for no reason” (distribuindo dinheiro de graça sem motivo nenhum”). Talvez, a gente esteja querendo exatamente os motivos, não é? A sua marca motiva?

A ação não é inócua pelo conteúdo, pois verdadeiramente estão distribuindo dinheiro, em praça pública.Mas a forma é tão desgastada, que simplesmente não vemos, ou não queremos ver. Passamos reto! Não queremos participar do assunto.

Numa Era de Colaboração, faz a agente pensar se as nossas estratégias estão tão cansadas como esta!

O vídeo, sim, é engajador! Em 8 dias, já passou de 1 milhão de views.

Notas:
Nobody In Boston Wants Free Money
“you don’t get a second for a free dollar, do you?
“Giving money for free, for no reason”
WebComics: http://www.youtube.com/user/fatawesomefilms


17
Jul 13

Ah, se a Dilma tivesse assistido às nossas Palestras!

Dilma Bolada leva troféu: a melhor em mídias sociais no Brasil

Dilma Bolada leva troféu: a melhor em mídias sociais no Brasil

A Internet tem 18 anos no Brasil.

Faz 18 anos que digitamos e vemos este WWW pra lá e pra cá, o dia todo: em revistas, anúncios, placas, carros, cartões de visita, TV, rádio e óbvio na Internet.

O endereço do GMAIL é PONTOCOM, não é PONTO COM PONTO BR.

PERGUNTO, querida Dilma, que parte da “re-de-mun-dial de com-pu-ta-do-res” a senhora e todos os seus ministros gênios não tinham compreendido?

“Muitas vezes os dados são armazenados fora do Brasil, principalmente os dados do Google. Então, queremos prever a obrigatoriedade de armazenagem de dados de brasileiros no Brasil”, disse Dilma, em 9 de julho. Olha esse timing! Mais de 1 mês antes, precisamente em 6 de junho, Snowden revelou o PRISM, o programa que coleta dados para a Comunidade de Inteligência.

PERGUNTO: querida Dilma, durante estes mais de 30 dias o governo brasileiro achou que o PRISM não tinha nada a ver com o Brasil? Não tem mesmo. ACORDA! Tem a ver com o mundo! Com o nosso universo. Com uma Nova Era. Gostando ou não, isso é a tal da globalização. Quando acontece uma catástrofe, é uma pandemia! Não se resolve com ordens esdrúxulas da presidenta. O buraco é muiiito mais embaixo.

PERGUNTO: querida Dilma, por que a insistência em ir aos meios de comunicação e “abrir a torneirinha de asneiras” – como diria a brilhante e perspicaz Emília, de Monteiro Lobato – desprezando até o que o seu ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, lhe alertou: ” … que a aprovação do marco civil não resolveria sozinha o problema da privacidade na rede. Uma lei nacional não dá conta de coibir isso. Tem de ter tratados internacionais.”

Ah, mas esses imigrantes da Nova Era são bem prepotentes! Parecem um pouco com aqueles brasileiros de primeira viagem, que chegam em New York e acham que vão dar golpe nos “gringos tolos”. Sem saber a língua, gírias, costumes, leis, jeitos e trejeitos. Acham que estão arrasando e já se estrepam na primeira viagem de metrô.

Querida Dilma, somos todos imigrantes nesta Nova Era. Porque todo mundo que está vivo nunca mudou de era. Por isso, somos imigrantes. Então, no mínimo, temos que ter essa clareza e o discernimento para entender o que significa ser imigrante. Significa, principalmente, que não entendemos o código vigente. E sem essa clareza, vamos achar que proibir o improibível, que força policial ou manifestação encomendada funcionam. Não funcionam. Acho que isso já deu pra presidenta sacar, mesmo que não admita. Mas olha aí o Lula, que não está moscando e recomenda que o PT ofereça “novas soluções para novos problemas”. Pintando de salvador da pátria!

Uma Nova Era, não tem mapa. Uma Nova Era tem oportunidades e riscos. Muitos riscos.

Salvador Raza, PhD e único brasileiro da equipe contratada pelo governo Obama para propor uma reforma profunda na política dos Estados Unidos, disse coisas muito interessantes e contundentes no último Globo News Painel. Esse pode salvar a pátria!
– existe um índice que mede o grau de maturidade dos países em relação à Guerra Cibernética e o Brasil tem nível 1, o nível inicial (que vai até 5, otimização).
– o grande investimento no Brasil hoje tem que ser intelectual: conhecer melhor, estudar mais, criar o nosso próprio vocabulário!

Valeu Dr Raza! “ARRAZOU”! É no que sempre insistimos: a crise é de conhecimento. A Nova era é um era da cognição. Porque são os talentos que trazem respostas simples para problemas complexos.

Dilma, fala pro Mantega liberar uma verba e contrata as nossas palestras!
O retorno é garantido!

SE LIGA, aí, turminha do poder

SE LIGA, aí, turminha do poder

Notas:

1) Para Dilma, caso de espionagem dos EUA pode configurar ‘violação de soberania:
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2013-07-09/para-dilma-caso-de-espionagem-dos-eua-pode-configurar-violacao-de-soberania.html

2) Edward Snowden and the NSA files – timeline (A linha do tempo de Snowden)
Em janeiro deste ano, Snowden contatou a diretora de documentários Laura Poitras, através de  emails codificados sobre os segredos que tinha sobre a Comunidade de Inteligência. No dia 5 de junho, Snowden revelou ao The Guardian, que o governo americano tinha forçado a gigante telecom Verizon a entregar os dados telefônicos de milhões de americanos. No dia 6 de junho, revelou o Prism. http://www.guardian.co.uk/world/2013/jun/23/edward-snowden-nsa-files-timeline
NSA (National Security Agency), a agência Nacional de Segurança.
PRISM: nome-código da NSA para o programa que coleta dados das maiores empresas de internet como Google, Microsoft, Facebook e Apple.

3) Espionagem americana: convidados debatem se o Brasil está preparado para se defender: http://globotv.globo.com/globo-news/globonews-painel/t/veja-tambem/v/espionagem-americana-convidados-debatem-se-o-brasil-esta-preparado-para-se-defender/2691810/

4) Dr Salvador Raza, analista de segurança nacional, único brasileiro a integrar a equipe contratada pelo governo Barack Obama para propor uma reforma profunda na política e, também, nos métodos utilizados pelos Estados Unidos mundo afora. São 30 Ph.D.s, os melhores cérebros do mundo em análise de segurança, defesa e diplomacia: http://tinyurl.com/salvadorraza

5) CMMI: índice que mede o grau de maturidade em relação à Guerra Cibernética (Capability Maturity Model Integration): http://www.tutorialspoint.com/cmmi/cmmi-maturity-levels.htm

6) Pandemia: do grego pan [tudo-todos] + demos [povo]).


23
Jun 13

1997: Ano do Búfalo. O que rolou?

Cannes 2013

Cannes 2013

O Propmark resolveu fazer uma dupla comemoração neste ano: celebrar 48 anos do jornal e a 60a. edição do Festival Cannes Lions, o mais importante termômetro da qualidade criativa internacional.

Desde o começo da ano, a cada edição semanal, o Propmark traz uma história de quem já participou do festival durante esses anos. E essa semana, é o meu artigo que foi publicado. Se você ainda não leu no jornal, leia aqui.

1997: Ano do Búfalo no horóscopo chinês. Você se lembra o que rolou?

Ano começa com a assinatura do Tratado de Otawa, uma vitória de Lady Di, na luta para banir minas terrestres. Dois meses após o Festival ela morre, em Paris. Um mês antes Gianni Versace é assassinado, em Miami.
Tony Blair é o 1o. ministro britânico.
Guilherme de Pádua é condenado a 19 anos por assassinar Daniella Perez.
Hong Kong é devolvida à China.
Protocolo de Kyoto é assinado por 150 países.
Microsoft é a empresa mais valiosa do mundo aos $261 bilhões de dólares.
Madre Teresa morre em Calcutá.
Rio é eliminado pelo Comitê Olímpico para sediar os Jogos Olímpicos-2004.
Crise asiática causa o mini-crash das Bolsas e encerra o boom dos anos 90.
Mike Tyson morde a orelha de Evander Holyfield.
Steve Jobs volta para Apple.
Carlos, o Chacal, é pego e pega prisão perpétua.
Gripe Aviária faz 1a. vítima e 1 milhão de aves são exterminadas, Hong Kong.
Dolly é o 1o. mamífero clonado.
Pathfinder “aterrissa” em Marte.
Publicado o 1o. livro Harry Potter.
Guga conquista o 1o. título de Roland Garros.
É o ano de Titanic, Jurassic Park, Men in Black e Tomorrow Never Dies.
FHC, Chirac, Mandela, Clinton e Boris Yeltsin são os líderes do mundo.
Beia Carvalho chega pela primeira vez no Festival de Cannes.

Festival de Cinema havia acabado de terminar, celebrando seus 50 anos, e a cidade ainda está decorada com todo tipo de souvenir. Única vez na vida que vi souvenir chic. Ainda tenho uma lata de filmes retrofit.

Cheguei em Nice me dando bem. Tinha comigo moedas de francos (se liga, que ainda não era Euro) e consegui destravar o carrinho de bagagens do aeroporto, aos olhos invejosos de um desconhecido brasileiro. Troquei uma outra moeda por uma carona até Cannes, num sportscar conversível. É o efeito Cannes, na hora de alugar carros.

Me hospedei no lendário Carlton, com sua fachada Belle Époque, de frente pro Mediterrâneo, com suas prainhas feias e cheias de pedra, mas que logo você releva, e troca pela delícia que é caminhar naquelas calçadas.

Como estava com amigos habitués, me levaram pra passear pelos arredores de Cannes. Juan-les-Pins, no conversível do diretor Rodrigo Lewkowicz, então com 25 anos. Fundação Maeght e almoço no La Colombe D’Or, em St Paul de Vence, pelas mãos de habitués de outra geração, Larry Dobrow e sua inseparável Carol. Por do sol, no Grand-Hotel du Cap-Ferrat, enquanto tomávamos champanhe nacional e Larry me desfiava todos detalhes cool da famosa festa de Nizan, anos antes. Também compartilhei outro champagne na piscina do Majestic com Lew, que na época era só Lew,Lara. Carlos Rocca, Roberto Cipolla e Cibar Ruiz, meu sócio à época, me levaram para comer um incrível spaghetti alle vongole, no La Mére Besson. Ma-ra!

Anos mais tarde, para comemorar meus 50 anos, refiz todos estes passeios com meus filhos. O spaghetti alle vongole, já não era o mesmo.

E dá-lhe filme! Novato é assim: vê tudo! Os “velhões” chegam no início da semana, mas só dão as caras depois do short-list. Pelo menos, foi assim, naqueles idos de 1997.

E não tem como não esbarrar no Marcello Queiroz, sempre a milhão! E ele me pediu um artigo, “o que você achou de Cannes”, que escrevi e foi publicado, mas já revirei o armário e não o acho. Tinha alguma graça, porque inverti o título e ficou “O que Cannes achou da Béia”. Modéstia, sempre. Naquela época, ainda não tinha havido a atualização da língua portuguesa e meu nome ainda tinha acento.

E finalmente, chegou o dia de ir à primeira festa. Lá no Museu do Automóvel. E você tinha que confirmar seu lugar num ônibus. Achei aquilo, uó! Sozinha, decidindo por minha própria cabecinha, olhei o endereço, achei a rua no mapa e vi que era muito pertinho. Me arrumei e decidi ir a pé. Tudo errado!

O Museu ficava a alguns quilômetros dali (o nome da rua pertinho era apenas uma coincidência). Perdi o ônibus. Tive que pegar e pagar um taxi sozinha. E fiz minha grande rentre, pelo parque do Museu, ao lado de uma íngreme estrada, pelo o que me recordo. Estava, na minha concepção, a-rra-saaan-do! E realmente estava, porque todo mundo me olhava e dava uma risadinha e fazia um comentariozinho.

Assim que encontrei o primeiro amigo, ele sorriu e me disse: “Ah só você pra fazer isso!”. “Isso o que?”. “Vir vestida de oncinha ‘para tirar uma’ das Oncinhas”. Nunca tinha ouvido falar das tais Oncinhas. Pra quem não sabe, mãe e filha – a mãe, Pascaline, na faixa dos 80 hoje, que o tempo levou a juventude, mas não a postura – e Esmeralda, que estão presentes há décadas em todos os festivais de Cannes. Elas se autodenominam Femme Panther. Mas como elas mesmas dizem num vídeo super bem humorado, são chamadas de tudo um pouco: prostitutas, traficantes, sadomasoquistas, espiãs e a minha predileta: Agentes do FBI! É só gugar e quem nunca viu, vai entender o que estou falando.

Ah, a moral da história é: na sua 1a. vez, grude nos habitués!

Oncinhas de Cannes

Oncinhas de Cannes

Meus 4 Leões de Cannes

Meus 4 Leões de Cannes

Beia Carvalho é palestrante e presidente da consultoria 5 Years From Now®.
NOTA:
Se minha memória não falhou, aqui estão os créditos desses leões.
Direct Bronze Lion, para Absolut Vodka, 2004. Planejamento Beia Carvalho, criação José Luis Mendieta e direção de Criação Cibar Ruiz.
Digital Silver Lion, para Adidas, 2004. Planejamento Beia Carvalho, criação Domenico de Massareto e direção de Criação Cibar Ruiz.
Digital Bronze Lion, para TBWA\BR, 2004. Planejamento Beia Carvalho, criação Domenico de Massareto e direção de Criação Cibar Ruiz.
Cyber Bronze Lion, para Pedigree, 2005. Planejamento Beia Carvalho, criação Domenico de Massareto e direção de Criação Cibar Ruiz.


19
Jun 13

Vai, Persevera, a Gente Chega Lá.

Hoje recebi esse vídeo de minha participação no 11o. Pajuçara Management, onde palestrei sobre INOVAR ou MORRER.

Ouvindo a entrevista feita pelo Luciano Rocha notei que, como dizia ontem no meu post, a coisa já “estava no ar”. Ao final da entrevista, faço um chamado ao engajamento que hoje, à luz das recentes manifestações, parecia uma prévia ao vai pra rua.

Espero que vocês gostem.

FUTURO: INOVAR ou MORRER é uma palestra que esclarece com humor os conceitos de INOVAÇÃO. E discute porque a tal inovação acontece em ambientes mais perto do caos que da ordem. E porque ela é uma palavra tão fácil de falar e tão difícil de fazer.

Se você se interessou e contrata palestras, você pode encontrar mais conteúdos aqui: www.palestrasdabeia.com

Beia Carvalho no Pajuçara Management

Beia Carvalho no Pajuçara Management

Nota:
11o. Pajuçara Management, em Maceió, Alagoas, junho2013
Tá no ar: http://www.5now.com.br/vem-pra-rua


18
Jun 13

#VEM PRA RUA

Uma vez perguntei para o incrível estilista Conrado Segreto, o “enfant terrible” da moda brasileira, porque tantos estilistas haviam escolhido, naquele ano, o rosa em suas cartelas de cores. E ele: “porque está no ar”. Naquele mesmo fim de semana, de algum ano do final dos anos 80, fui pra praia e vi um caiçara, já bem senhorzinho, andando de bicicleta com uma calça róóóóóóóósa! E dali pra frente, naquele ano, o mundo me pareceu mais cor-de-rosa. Ou com-de-rosa, como minha mãe diz que eu chamava a cor.

A música do O Rappa “Vem pra Rua” e a sua apropriação no comercial da FIAT , me fez lembrar desta história de Conradinho: “Tá no ar”.

http://www.youtube.com/watch?v=SxMIwZZPlcM
Pra quem quiser, a letra e o link pra baixar o hino das manifestações de 2013.

Vem Pra Rua
O Rappa

Vem vamos pra rua
Pode vir que a festa é sua
Que o Brasil vai tá gigante
Grande como nunca se viu

Vem vamos com a gente
Vem torcer, bola pra frente
Sai de casa, vem pra rua
Pra maior arquibancada do Brasil

Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil

Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil

Se essa rua fosse minha
Eu mandava ladrilhar
Tudo em verde e amarelo
Só pra ver o Brasil inteiro passar

Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil

Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil

Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil

Vem pra rua!
Vem pra rua!
Vem pra rua!
Vem pra rua!

Vem vamos pra rua
Pode vir que a festa é sua
Que o Brasil vai tá gigante
Grande como nunca se viu

Vem vamos com a gente
Vem torcer, bola pra frente
Sai de casa, vem pra rua
Pra maior arquibancada do Brasil

Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil

Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil

Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil

http://youtu.be/9uwbNmUvqkU

Clique para ver vídeo produzido pelos drones da TV Folha, que registra o drama da 2a. feira, na Ponte Estaiada, em São Paulo:  http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?video=veja-imagens-aereas-de-protesto-em-sp-04024E9B3860D8A94326

Pra fazer o download da música vem pra rua: http://www.4shared.com/mp3/Y_gIhth8/Vem_pra_rua.html?

E uma foto, para quem o conheceu, matar as saudades!

O Incrível Conrado Segreto

O Incrível Conrado Segreto

http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?video=a-moda-de-conrado-segreto-04028D993362CC994326


31
May 13

Quase 5 na 5 Years From Now® com muitos 5!

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Neste 5o. mês do ano, a gente está comemorando a marca de mais de 5.000 fãs que curtem a nossa página no FACEBOOK. 

A GENTE A+DO+RA FÃS!  

Porque a 5 Years From Now® se fez a partir de pessoas e empresas que curtem o nosso trabalho, nosso jeito de falar e de trabalhar. E nos escrevem pra dizer isso!

Nestes quase 5 anos, construímos uma máfiazinha e já batemos a marca dos 350 clientes. E mais do que satisfeitos, temos amigos, laços fortes e uma rede tecida com mais de 5.000 horas de trabalho. Dizem que inovação acontece depois de 10.000 horas de suor. Somando minhas horas com as da minha sócia Taís estamos batendo essa marca! rsrs.

Também nos orgulhamos de nossa marca histórica de aprovação: convertemos 1 em cada 3 propostas! E ainda bem que aqui não precisou do 5 pra rimar com o post, não é?

Não descobrimos como ganhar dinheiro enquanto dormimos – nossa ambição máxima. Mas não desistimos! Se você tiver 1 ou 5 dicas, manda pra gente.

Nossas cativantes palestras são – a cada dia que passa – nosso orgulho maior. Provocar, instigar, evocar, causar, precipitar e inflamar: é com a gente, mesmo! E colhemos aplauso de todas as gerações. Adoramos chacoalhar todas as plateias.

NOTA DA BEIA:
Há várias linhas de divisões de gerações. Esta é a que eu uso:
Geração Tradicionalista: hoje acima de 67 anos (nascida antes de 1946)
Geração Baby Boomer: hoje entre 49 e 67 anos (nascida entre 1946 -1964)
Geração X: hoje entre 37 a 48 anos (nascida entre 1965 e 1976)
Geração Y: hoje entre 16 a 36 anos (nascida entre 1977 e 1997)
Geração Z: hoje entre 3 a 15 anos (nascida entre 1998 e 2009)
Geração A: hoje com até 3 anos (nascida após em 2010)

Ainda não é fã? Vai lá na nossa fanpage: https://www.facebook.com/5YearsFromNow

SE VOCÊ CONTRATA PALESTRAS PEÇA UMA PROPOSTA do mais novo conteúdo da 5 Years From Now® e se ligue no SE LIGA!