30
Nov 12

4-YEAR-OLD

Estamos fazendo 4 anos de idade.

beia carvalho aos 4 anos, presidente 5 Years From Now®

beia carvalho aos 4 anos, presidente 5 Years From Now®

tais aos 4 anos, vic presidente da 5 Years From Now®

tais aos 4 anos, vice presidente da 5 Years From Now®

Somos cheias de energia, falamos pelos cotovelos e somos curiosíssimas.
Ansiosas pra mostrar o que a gente já sabe fazer.
Tanto como você, nós ficamos mega empolgados com as nossas habilidades e realizações.

Aos 4 anos, constantemente testamos os ambientes e os nossos domínios.
Experimentamos momentos de inseguranças e de muita segurança também.
Somos mandonas, fazemos barbaridades e, sim, inventamos histórias.
Como diria o Rei, são muitas as emoções nessa nossa idade!
Mas a cada dia, você traz uma nova exigência e isso vira um desafio, pra nós e pra você.

Nem todos com 4 anos de idade tem as mesmas habilidades e referências, mas a gente se identifica com esses marcos:
• Transbordamos de ideias imaginativas e somos mais independentes
• Já sabemos escovar os dentes e nos vestir sozinhas
• Somos exigentes, mas também nos empenhamos por colaborar
• Somos divertidas, falamos a verdade e tocamos nos pontos amargos
• Já dominamos tipos de comida, dinheiro e o conceito de tempo
• Não temos senso de propriedade
• Aprendemos a observar quando alguém está aborrecido ou sofrendo
• Queremos que você goste da gente e temos amigos de todos os sexos
• Ah, sim, sexualidade, temos uma curiosidade natural sobre o assunto
• E também temos interesses em música, dança e atuação
• Pulamos e andamos pra frente num pé só
• Adoramos escrever, pintar, recortar, colar e construir estruturas
• E desenhamos círculos, quadrados e, algumas vezes, um triângulo
• E em se tratando de desenhos, a Taís parou por aí, rsrs
• Contamos acima de 10 e distinguimos mais de 4 cores
• Adoramos repetir os palavrões que ouvimos por aí – se liga.
E, sorte a sua, fazemos mais perguntas do que qualquer outra idade!

Nós somos a consultoria 5 Years From Now®.
Somos especialistas em fazer você tirar os pés do chão e aterrissar num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas, onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, idiossincráticas, alternativas, não ortodoxas, não convencionais, excêntricas e impensáveis são possíveis. Onde as crises do presente são coisas do passado.
Aqui, no futuro, nada existe, só o que você inventar.

Somos especialistas em fazer você tirar os pés do chão, pirar e dar saltos para o futuro.

nota:
Traduzido do conteúdo do site SHE KNOWS PARENTING: http://www.sheknows.com/parenting/articles/814238/your-4-year-old-development-behavior-and-parenting-tips-1


22
Nov 12

POR QUÊ?

por que sim e por que não?


por que sim e por que não?

Por que o 2o. semestre tá sendo tão bom e o 1o. foi tão catastrófico?

Por que todo mundo quer inovar e quando você inova a sua conta bancária não bomba no ato?

Por que se paga 1 milhão de dólares por projetos de inovação, se publica mais de 255 livros sobre inovação só nos últimos 3 meses e ninguém inova?

Faz 4 anos que criamos na 5 Years From Now® a unidade de palestras com os nossos temas sobre o futuro, inovação e os conflitos com a “maldita” geração Y. A conta bancária não bombou. Tinha mais uns olhares meio enviesados assim, de soslaio. Mas a gente não tinha dúvidas.

Um dia, assim, sem ter nem porquê, nossos temas viraram a bola da vez!
Inovação, Futuro, Gerações, Inteligência em Rede.

Viu, isso é que dá estar 5 anos na frente!
Acompanhe a gente, estamos construindo novos temas e encostando em 2018!

5 Gerações no Mercado de Trabalho: Y é o X da Questão

5 Gerações no Mercado de Trabalho: Y é o X da Questão

FUTURO: INOVAR ou MORRER

FUTURO: INOVAR ou MORRER

Links para palestras:
Clip Geração Y

Resumo Palestra Inovação

Palestra Era da Inteligência em Rede.

Depoimentos de nossos clientes


04
Nov 12

Queremos fazer omelete sem quebrar ovos

Geração Y por Beia Carvalho, ilustração Marc Beaudet, 2008

Geração Y por Beia Carvalho, ilustração Marc Beaudet, 2008

Tem vezes que você dá uma entrevista e suas palavras aparecem numa citação aqui e ali. Muito bacana! Em outras, como hoje, você vê que a sua entrevista construiu o artigo. Do lead ao final. Aí, é o paraíso. O assunto do artigo “Líder em Xeque” é o despreparo das atuais lideranças em relação à Geração Y – hoje 47% da mão de obra empregada no mercado brasileiro. Um assunto urgente urgentíssimo! Se não bastasse a insana representatividade dos quase 50% de jovens entre 14 e 30 anos desta geração, daqui menos de 5 anos, entra no mercado de trabalho a Geração Z. Jovens hoje entre 2 e 14 anos, que a Y diz não entender! Imaginou o furdúncio?

Veja o vídeo e leia a parcial da matéria do caderno especial da Folha de S.Paulo de hoje.
“LÍDER EM XEQUE” por Reinaldo Chaves e Rogério de Moraes.

O ex-diretor-executivo da Apple, Steve Jobs, ao criar o iPod e o iPad sugeriu que o tradicional botão de ligar e desligar fosse retirado ou reduzido. O guru da tecnologia entendeu que a geração Y não sente mais a necessidade de se desligar de uma atividade para iniciar outra.

Essa compreensão das novas gerações é um desafio para todos os executivos. Os chefes da geração “baby boomer” (que hoje têm mais de 45 anos) e da geração X (os adultos de 30 a 45 anos) têm que lidar com a geração Y (nascidos após 1980), jovens que não compartimentam a vida em momentos separados para trabalhar, se divertir ou para ficar com a família – tudo é interligado. O papel do líder no mundo dos negócios vem passando por intensa transformação. Hoje, não basta dizer o que e como algo deve ser feito. O chefe também precisa explicar o porquê. E tem de fazer isso de modo convincente.

A presidente da consultoria 5 Years From Now, Béia Carvalho, lembra que o verbo que movia as pessoas no século 20 era “obedecer”. No século 21, defende a especialista, a palavra de ordem mudou para “engajar”.

“O jovem precisa de um desafio, seja ele alcançar um cargo mais alto ou tornar melhor algo em que acredita. Claro que mandar é muito mais fácil que engajar, mas a geração Y não aceita isso”, afirma Carvalho.

Para João Baptista Brandão, professor de liderança e de gestão de pessoas na Fundação Getúlio Vargas, a chave da nova liderança não está mais apenas na graduação ou na capacidade de gerenciar projetos, mas principalmente no caráter e na postura do líder. “Antes de tudo, é preciso construir vínculos de confiança. Sem confiança, os jovens não se comprometem”, explica o especialista.


NÃO LINEAR
O conceito de carreira para as gerações de meados do século 20 sempre esteve ligado à valorização da hierarquia e à construção, “tijolo por tijolo”, de uma trajetória. Carvalho explica que a geração Y tem uma relação não linear com a carreira. “Ao mesmo tempo eles trabalham, leem, escutam música, veem um vídeo e marcam uma balada. Os jovens entendem a carreira da mesma forma, acham que ela não precisa ter uma ordem fixa. É muito comum perguntarem ‘como eu faço para ser gerente?’ logo no começo de um trabalho.”

Segundo ela, o problema é que a maioria dos líderes não sabe responder a essa pergunta, ou pior, fica irritada com o questionamento. “Mas isso é na verdade uma grande oportunidade para engajar e reter o jovem”, diz.

Carvalho também destaca que estudos demográficos no Brasil mostram que a geração Y representa aproximadamente 47% da mão de obra e diz que essa é mais uma razão para entendê-los.

Outro fator importante é que a inovação nas empresas precisa dos jovens. “Muitos gestores de RH procuram profissionais inovadores, porém, só aceitam métodos de trabalho de décadas atrás. Isso é um contrassenso. No mundo complexo e interligado de hoje, precisamos das ideias dos jovens”, finaliza.

Notas: matéria completa: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/75855-lider-em-xeque.shtml


03
Oct 12

RELEVÂNCIA: eita coisa difícil de entender e de ser!

Um dia ainda crio um workshop sobre SER RELEVANTE.
Talvez, a expertise mais importante e desejada nesta nova era da Inteligência em Rede.
Já tentou explicar o que é ser relevante para o OUTRO, para seu cliente, seu prospect?

Fácil, não é.
Mas os artistas fazem tudo parecer tão fácil!
Adorei ter lido os Peanuts logo cedo e me inspirar com Snoopy.

Neste momento minha “tigela” seria um espumante bem geladinho. Qual é a sua “tigela”?
E qual é a do seu cliente?
 

TIGELA!  Isso é muito relevante pro Snoopy.

TIGELA! Isso é muito relevante pro Snoopy.

 
NOTA: tira de Charles M. Schulz, faz 62 anos este mês e esta foi publicada em 3out2012, Estadão.


04
Sep 12

I … o quê?

O que é o que é que apareceu mais que 30.000 vezes nos últimos relatórios americanos trimestrais e anuais; que drenou entre 1 e 10 milhões de dólares anuais das empresas listadas na Fortune 100; que criou novos cargos, departamentos e novas verbas; convulsionou o mercado editorial com uma avalanche de 255 livros publicados, somente nos últimos 90 dias e a despeito disso tudo trouxe resultados nada excepcionais?

Artigo sobre Inovação pro Lançamento da Revista TopIt

Artigo sobre Inovação pro Lançamento da Revista TopIt

Capa da Revista TopIt

Capa da Revista TopIt

É um conceito? Uma atitude? Um modo de pensar? É o poder da palavra? É moda? Vai passar?

O fato é que os números sobre a tal inovação não param de crescer, de qualquer ponto de vista que se analise. Exceto a inovação, mesmo! A busca pela receita infalível é perseverante e incessante e, contrariamente à redução de custos enfrentada em todas as áreas, um pedaço do paraíso parece existir para os afortunados Consultores de Inovação, que cobram de 300 mil a 1 milhão de dólares por projeto e para os Chief Innovation Officers – ou chefes afins -, que comandam as novas áreas de inovação dentro das empresas. Diga-se de passagem, que em uma pesquisa feita com 260 executivos globais, mais da metade disse que estes cargos, apesar de existirem em suas empresas, eram só “pra inglês ver”. *

Esses são fatos publicados este ano, no Wall Street Journal*. Mas você vai ver aqui, que neste métier, mudar de país, empresa ou de chefe, não muda muita coisa.

Neste ano, também fizemos nossas enquetes*. Numa delas, pedimos que todos os 60 funcionários de nosso cliente, respondessem a 3 perguntas: o que é inovação, um exemplo e se sua empresa havia alguma vez inovado na vida. A maioria esmagadora dos entrevistados aliou inovação a invenção. Seus exemplos foram o Telefone, a Lâmpada elétrica, o Iphone. É o que chamamos de inovação disruptiva, break-thru – aquela que quando vem, elimina do mercado o que a precedia. O exemplo perfeito é o DVD. Sua chegada é um tsunami em nossas fitas VHS, videocassetes, estantezinhas e caixas-porta-vhs. De um só golpe, toda uma indústria criada em volta do VHS, a partir de 1980, sucumbe na aurora dos anos 2000: de fitas magnéticas de 1/2 polegada à movelaria. Tá aí: as inovações disruptivas varrem do mercado o que as precedeu. Não há convivência. Em outubro de 2008, a distribuidora DVA entregou seu último lote com o epitáfio de seu presidente: “ele está morto, é uma tecnologia morta e qualquer coisa que tenha sobrado no estoque, nós daremos ou jogaremos fora.”

A primeira conclusão parece por si só já explicar o porquê as empresas falam, investem, mas não inovam! Se as pessoas acham que inovar é inventar invenções do porte da lâmpada elétrica, então inovar é coisa pra gênio. E gênio eu não sou e muito provavelmente, dado a escassez numérica deles, você que chegou até aqui nesta leitura, também não deve ser. Ou seja, nos pedem, nos pressionam, nos oferecem dinheiro por uma coisa que sabemos que somos 100% incapazes de ser: gênios! Simplesmente, no afã de obter a receita de como inovar, as empresas se esqueceram de combinar o que entendem por inovação. Faça o teste na sua empresa e depois me conte.

Ah, o motivo de haver perguntado se os tais funcionários saberiam citar uma inovação de sua empresa, era porque esta empresa havia começado suas atividades, a partir de uma inovação. Mas veja a ironia, por não ser percebida pelos funcionários como “invenção”, a maioria das respostas foi um sonoro “não”.

Conclusão: inovar é inventar, inventar é para gênios, não invento porque não sou gênio e minha empresa é lugar-comum, não me estimula porque nunca inovou!

Não estou com isso zombando da dificuldade da tarefa. Mas me parece básico que uma conceituação e definição clara do trabalho a ser desempenhado poderia ajudar e muito.
Acredito piamente que podemos estimular as pessoas a nossa volta a inovar.
Acredito piamente que nossos instintos querem o conforto das velhas certezas.
Acredito piamente que nos cercamos de ideias e pessoas com as quais já concordamos. E já nos ensinou Nelson Rodrigues: a unanimidade é burra. Mas como vamos inovar se ideias heréticas e dissidentes não são bem-vindas?

Tenho colhido bons resultados a partir de alguns poucos esclarecimentos sobre os 3 tipos de inovação e suas habilidades intrínsecas.
O primeiro já exemplificamos bem, a inovação por disrupção. A segunda, bastante mais democrática, exige de seus protagonistas coisas como imaginação, cérebro ligado para fazer novas combinações. Um novo olhar. E eu adoro o exemplo do papel higiênico Neve. Um produto democrático, para o qual olhamos desde que nos conhecemos por gente – e várias vezes ao dia. Então, um dia, alguém na Kimberly-Clark levou sua imaginação para futurar, num tempo e espaço onde tudo é possível, onde ideias heréticas são acolhidas e … i-no-vou!

Ele olhou bem para o buraco no centro do rolo e … Momento Eureka! Viu que embalavam e transportavam ar! Inovação: amassar o rolo até o buraco sumir. O consumidor dá um tapinha e o rolo volta a ter o seu útil orifício. Resultados: 18% de economia em embalagens. Posso ouvir vários leitores pensando: “ah, esta inovação eu posso fazer!”

E, por fim, a inovação por atraso. Viajou? Viu uma ideia lá fora que não tem no Brasil? Traga, implante, inove! Foi assim que as flores online vieram para o Brasil. Mudou de empresa? Sugira as “inovações” para a nova.

E para terminar, uma frase do professor Ademar Bueno***: Inovação é a nota fiscal!”. Traduzindo. Você imaginou, criou, prototipou e produziu. Ninguém comprou? Isso não é inovação. Isso é um pesadelo.

Criatividade é um modo de ser. Inovação um modo de fazer.

NOTAS:
* Números referentes ao mercado americano e publicados no Wall Street Journal, por Leslie Kwoh, em 23 maio de 2012.
** Trabalho da Consultoria de Negócios 5 Years From Now®
*** Ademar Bueno é Professor e Coordenador do Laboratório de Inovação e Empreendedorismo e Sustentablidade da FGV

Alexandre Borges, vídeo sobre o empreendedor:


26
Jul 12

Google e seus passinhos no design


Faz mais ou menos 1 mês que o papo sobre o filme Blade Runner, 1982, está em nossas conversas. Tão presente, que revi pela enésima vez a Edição Especial DVD triplo com todas as versões cult.
Esta semana, vi o comercial de lançamento do tablet NEXUS 7 da Google. E mais uma vez, me lembrei do filme, que trazia a série avançada de replicantes NEXUS 6.

Para quem não viu o filme – rapidamente – os Nexus 6 eram virtualmente idênticos aos humanos, só que muito mais fortes e ágeis, dentre outras qualidades. Foram projetados para o trabalho duro e desumano, em minas de colônias extra-terrestres. O argumento do filme não gira em torno destas qualidades, mas de 1 fraqueza. O centro de atenção é a sua expectativa de vida extremamente curta: apenas 4 anos. Fiquei pensando nesta conexão entre este novo tablet do Google e uma série “avançada” de NEXUS, o 7, uma acima do que o filme nos apresenta.

Mas o comercial de hoje, não guarda semelhança alguma com a distópica Los Angeles do futuro, no ano 2019.
Tem a ver, sim, com esta guinada da Google para o design, para o jeito “APPLE” de ser. A dúvida é se é APPLE demais!
É leve, é gostoso, é bom de ver e rever. Surpreende de verdade. E deve durar mais que 4 anos. Ou será que isso tem alguma importância no mundo de hoje?
Ah, e vai dar trabalho pros concorrentes, seu preço começa em US199!

Notas:
1 Dirigido por Ridley Scott, com Harrison Ford, Rutger Hauer e a deslumbrante Sean Young
2 IMDb – tudo sobre o filme http://www.imdb.com/title/tt0083658/
3 Wikipedia http://pt.wikipedia.org/wiki/Blade_Runner


21
Jun 12

Quem mais entende de Suécia: os suecos!

Toda semana, alguém na Suécia se torna o tuiteiro oficial do país: @Sweden. E se torna o “dono” e todo poderoso da conta de Twitter mais democrática do mundo. Por 7 dias, esse cidadão sueco tem a exclusividade de expressar suas próprias opiniões e ideias, sugerir e recomendar coisas para fazer e lugares para se visitar no seu país. Ou, melhor ainda, lugares a serem evitados!

Na outra semana, é a vez de alguém fazer o mesmo – um mesmo que sempre será diferente. A chamada do Twitter é “Siga todos os 9 milhões de nós. Bem-vindo à Suécia.”

O projeto “Curadores da Suécia”, é uma iniciativa do Instituto Sueco e do VisitSweden, ambos parte do NSU, algo como o Departamento de Promoção da Suécia. A ideia, é que o país será genuinamente expressado através do mix de opiniões, experiências e habilidades de cada tuiteiro. Assim, não há uma só Suécia. Mas, potencialmente, todas as 9 milhões de “suécias” estão ali representadas. Adoro o tweet: “se você vier um dia para a Suécia, não vá – eu repito – não vá visitar o Ice Bar: não vale a pena”. E assim, com muito menos de 140 caracteres, esse cidadão “acaba” com um dos pontos turísticos da Suécia. Mas revela um lado verdadeiríssimo: é um porre ir a estes lugares turísticos “pega trouxas”. E deve ter, provavelmente, tuitado lugares que ele acha que vale a pena. Eu já me identifiquei com este “Jack”.

@Sweden/jack

@Sweden/jack


Por que Curadores da Suécia?
Porque a campanha do país não fica com aquela cara chapa branca, daqueles comerciais sobre a Bahia ou o Rio de Janeiro, saca?

E a explicação do projeto continua. Afirmam que o desenvolvimento e a prosperidade do futuro da Suécia dependem de fortes relações com o mundo afora e de uma troca mais ativa com outros países em diversas áreas. Isso só é possível, se mais e mais pessoas se familiarizarem com a Suécia e se tornarem interessados nas coisas que o país tem a oferecer: de pontos turísticos ao seu comércio, seus objetivos políticos, áreas de investimentos, troca de talentos e de criatividade. Tudo isso depende fortemente da visão que os outros países tem da Suécia.

O que mais me impressiona é que isso é uma iniciativa de 2 órgãos formais do país. Gente séria, que entende que mudamos de século, mas muito mais importante: que estamos em trânsito para uma Nova Era. Mas estes suecos já se transportaram e estão mandando bem, lá no futuro.

Se você também quer dar um pulinho em 2017, fale com a gente aqui na 5 Years From Now®. Somos especialistas em fazer as pessoas tirar os pés do chão e aterrissar num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas, onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, idiossincráticas, alternativas, não ortodoxas, não convencionais, excêntricas, ou impensáveis são possíveis – onde as crises do presente são coisas do passado. Aqui, em 2017, nada existe, só o que você inventar. Somos especialistas em fazer pessoas tirar pés do chão, pirar e dar saltos para o futuro.

NOTAS:
1) Este artigo é baseado no texto do vídeo “Curators fo Sweden” postado pelo Canal Oficial da Suécia no Youtube.
2) Outros países seguiram essa tendência e criaram @WeAreAustralia, @PeopleOfTheUK, @TweetweekUSA e @CuratorsMexico.
3) A tradução é minha e livre.


12
Jun 12

Dia dos Namorados Retrógrado

Angela Diniz e Doca Street

Angela Diniz e Doca Street


Acabo de ouvir na Band, no programa Alta Frequência, num especial (MÓRBIDO) do Dia dos Namorados, o jornalista Salomão Schvartzman, fazer uma apologia de Doca Street, repetindo a frase que o inocentou de assassinar sua namorada Angela Diniz, com 3 tiros no rosto e 1 na nuca, em 1976: “matei por amor”.

Os comentários do jornalista – todos machistas e anacrônicos – embolaram meu estômago e me fizeram repensar a BandNews, rádio que ouço todos os dias. É tão desconcertante ter que ouvir o dito jornalista, reviver essa frase tão odiosa! Frase que levou os brasileiros e a promotoria a recorrer com o slogan “quem ama não mata”, levando o assassino Doca à prisão, num segundo julgamento – em decisão histórica, transmitida pela TV.

Trinta e três anos depois desta vitória contra a impunidade do machismo, temos que ouvir essa babação machista do Sr Salomão Schvartzman. Helloooo, BandNews??!!

Quem quiser acompanhar a ótima matéria “Doca Vai, Mata e Vence”, no arquivo da VEJA, clique aqui: http://veja.abril.com.br/arquivo_veja/capa_24101979.shtml

Salomão Schvartzman

Salomão Schvartzman


21
May 12

JAWS!

Tubarão, Spielberg, 1975

Tubarão, Jaws, Spielberg, 1975

Fui um dos 47 profissionais selecionados para criar uma imagem que sintetizasse a dimensão de uma determinada obra cinematográfica, para comemorar os 47 anos do jornal Propmark. Para mim, caiu o TUBARÃO, de Steven Spielberg.

Meu pai sempre dizia que é melhor “ter amigo na praça que dinheiro no bolso”. A mais pura verdade! Quero agradecer esta participação aos meus amigos Armando Ferrentini, diretor e presidente da Editora Referência, empresário da comunicação; e Marcello Queiroz, Diretor de Redação do jornal e site propmark e agudo observador das relações de consumo.

“A homenagem do PropMark é um breve passeio histórico pelos últimos 47 anos do cinema sustentado por cenas de romance, terror, ficção cientifica, drama e humor. Observando bilheteria, marketing e o impacto no universo do consumidor, a Redação selecionou 47 filmes. Não é uma lista dos melhores filmes. Não tivemos esta pretensão. É uma seleção que preferiu mais o recall e o fantástico resíduo imagético a opiniões de críticos, teóricos ou especialistas de plantão. Para cada um dos filmes selecionados, o propmark convidou um profissional do mercado para criar uma imagem que, na opinião dele, sintetiza a dimensão de uma determinada obra cinematográfica. O briefing foi tão livre como uma ideia na cabeça e uma câmera na mão.”*

O que aconteceu em 1975, além do estrondoso sucesso de TUBARÃO (JAWS)? Outro estupendo sucesso, o Super Fuscão e a chegada do que viria a ser uma das maiores empresa do mundo, a partir de uma garagem: a Microsoft.

Mas a minha interpretação para o TUBARÃO foi juntar este meio da década dos incríveis anos 70, com a introdução no mercado dos aparelhos de barbear descartáveis.

1975 também foi o ano que eu casei (pela primeira vez, rsrss). Ou seja, na lua de mel não tinha barbeador descartável cor de rosa na necessaire! Segundo a Wikipedia, sob o estigma “dados não confiáveis”, a BIC lançou este novo conforto, na França, em 1974. Logo depois, a Gillette lançou o seu, com o lindíssimo nome de Good News! (assim mesmo com ponto de exclamação): the first disposable, double-blade razor, em 1976.

Nem sempre quem chega primeiro, é quem fica com o mercado, ou com o recall. Sim, foi a Gillete quem introduziu a novidade e dominou o grande mercado americano. O desafio não é só inovar, ser o primeirão, é espalhar nossas ideias, cativar nosso público.

Na 5 Years From Now® tenho este desafio diário. E é um grande moto para os negócios.

Para este último parágrafo, vou parodiar o texto final de Marcello Queiroz e dizer que este texto “foi feito pura e simplesmente com o objetivo de ficar sempre em cartaz com o espectador mais importante do mundo que é você, caro leitor. Bons filmes!”

Vida longa ao PropMark e aos amigos!

Notas:
1) Texto de abertura da edição de comemoração dos 47 anos do jornal PropMark.

2) Beia Carvalho é palestrante do futuro, é presidente da 5 Years From Now®. Ela fez a arte acima com a participação de seu filho Guido Giglio, da nu design.

3) Para ver esta edição completa online: http://propmark.digitalpages.com.br/

4) PropMark é um dos maiores veículos que cobrem os negócios nos segmentos de Propaganda e Marketing, no Brasil. www.propmark.com.br


17
May 12

Momento RH: o melhor do ano!

Não Vá Moscar!

Não Vá Moscar!

Tudo começou há 3 anos. Imbuída do espírito colaborativo desta nova era, e com meu vieszinho de planejadora, resolvi empacotar as dicas que recebia de oportunidades de emprego no MOMENTO RH. Bem conhecido de quem frequenta as redes Facebook e LinkedIn.
Já arranjamos empregos espetaculares pra um punhado de gente espetacular nestes anos. Dentre os nossos “clientes satisfeitos” estão os empresários Otávio Dias e Galileo Giglio, os diretores de criação Cascão e Paulo Sabino, o diretor de arte André Moraes e a planejadora Fernanda Czarnobai.

Hoje, a gente está fazendo um Momento Rh pra 5 Years From Now®.

Estamos à cata de um verdadeiro agente para vender nossas palestras.
Alguém com tesão de dar uma virada, de fazer um dinheiro bom, de encontrar pessoas, de falar sobre estes assuntos que para nós são a pauta do mundo de hoje: Redes Sociais, Inovação e Futuro. Alguém que acredite no poder da articulação e da colaboração para ir adiante. Que conheça os convencionais compradores de palestras como as áreas de RH das médias e grandes empresas, as agências de promoção e eventos. Mas também fontes não-convencionais. Principalmente, porque nossas palestras não tem NADA de convencional! Você tem uma boa rede de contatos? É persistente? Acredita na força das palavras?

Se você tem jeito pra vender, conhece bastante gente no mercado corporativo e quer ter qualidade de vida, usufruindo de um horário flexível, a gente quer falar com você.

E você fala com a gente aqui: palestras@5now.com.br

E como dizem no teatro: “Merda pra Você”! E como dizem os americanos: “Break a leg”! E a gente te deseja: Boa Sorte!

Beia e Taís da 5 Years From Now®

Beia e Taís da 5 Years From Now®