30
Aug 13

Você leva sua empresa ao EXTREMO?


Você é a cabeça pensante da sua empresa.
Você tá olhando lá na frente.
Você tá animando a moçada mais que Silvio Santos.
Você desanima e não tem um outro “você” pra te animar!
Você arrisca, xinga, joga, avança, recua, mete o peito, radicaliza.
É, é com você mesmo.

Delegue tudo que puder.
Porque essa força, esse entusiasmo, essa empolgação esse gás, esse rojão, vigor, coragem, potência, veemência, influência, persistência e insanidade tem que vir daí de dentro do empresário.

Você leva a sua empresa ao EXTREMO?
Não? Então quem vai levar?

NOTAS:
Extreme Highlining – Insane Heights!!!
Filmado por Devin Graham
Música de Tony Anderson, download aqui:http://tiny.cc/jjln2w
Os 5 atletas: Lauren Crepeau, Scott Rogers, Brian Mosbaugh, Daniel Moore, Ryan Robinson, Creighton Baird.
Making off: http://www.youtube.com/watch?v=DAcwXgM9SGs&feature=youtu.be
Vídeo do Ford Explorer: http://www.ford.com/suvs/explorer


21
Aug 13

Você lê pessoas ou ideias?

Você Lê Pessoas?
Você Lê Pessoas?

Nasci com esse defeito de fábrica: não leio pessoas. Felizmente, leio ideias.

Felizardos aqueles que detem os 2 códigos: leem ideias e pessoas. São “ambidestros na compreensão”.

Diz o professor Albert Mehrabian (UCLA), que 55% do que transmitimos vem da linguagem corporal, 38% do tom do voz e apenas 7% do que realmente falamos. Penso que, quem não lê pessoas com eu, se fixam nos 7% do que foi dito.

O Financial Post, baseado num artigo da Revista Psychology Today reuniu num artigo* 26 dicas para ajudar a gente a ler pessoas.

Muitas delas já “nascemos sabendo”, como a dica de que mentirosos não fazem contato visual, piscam excessivamente ou não se concentram. Mas atenção: estes também podem ser sinais de ansiedade e muitos mentirosos tem a habilidade de olhar fixamente em nossos olhos, enquanto mentem descaradamente.

Ou seja, cada uma das dicas tem suas exceções. Braços cruzados podem indicar uma “atitude distante e não receptiva. Ao que tudo indica, esse gesto visa proteger o coração e os pulmões de ataques. A maioria dos primatas também o faz por esse motivo.”** Mas se estiver frio, ou seja, se contextualizarmos, nada dessa leitura tem significado. Pois é, se fosse fácil ler gente era só decorar as 26 dicas da revista, não é?

Mas devaneei. Minha ideia inicial era provocar essa reflexão, fazermos essa pergunta a nós mesmos: leio pessoas ou ideias? E por que isso é importante? Porque se você, como eu, não tem esse dom, pode descobrir muito sobre sua vida, sobre suas apostas, seus acertos e derrotas. Pra que? Pra vida ficar mais divertida, oras.

Como descobri que não leio pessoas? Reparando (e me abismando) como outras pessoas faziam isso tão rápida e eficientemente! Quase que intuitivamente achei minha bengala e me acerquei de pessoas para quem esse dom era nato. Assim, através dos olhos delas “eu” captava e compreendia as carências, as disputas de poder e os humores presentes numa reunião de trabalho.

É fácil se iludir e tomar o domínio do mundo das ideias como o mais sofisticado, importante, cool, hip, chic, trendy. E, engano supremo: “se leio ideias “automaticamente” leio pessoas”. Pode ser que sim, pode ser que não.

Tomara que você não tenha esse defeito de fábrica. Mas se tiver essa deficiência, o quanto antes você se der conta, melhor será sua vida.

NOTAS:
A inspiração desse artigo veio de um dos meus clientes. Valeu Doraci de Souza.
* 26 dicas para ler pessoas: Revista Psychology Today 29.03.2013 http://business.financialpost.com/2013/03/29/26-tips-on-how-to-read-people
** Mundo Interpessoal: http://www.mundointerpessoal.com


31
Jul 13

Tá achando sua estratégia o máximo?

FORMA ou CONTEÚDO?

Muitas vezes estamos tão imersos em nossas velhas certezas que não percebemos o óbvio. Ou, para usar uma palavra da Velha Era, ficamos démodé, passamos da moda.

Este vídeo mostra que distribuir dinheiro de verdade e de graça, pode ser uma promoção inócua. WOW!Abalou? Pensei um pouco sobre uma das frases do vídeo: “Giving money for free, for no reason” (distribuindo dinheiro de graça sem motivo nenhum”). Talvez, a gente esteja querendo exatamente os motivos, não é? A sua marca motiva?

A ação não é inócua pelo conteúdo, pois verdadeiramente estão distribuindo dinheiro, em praça pública.Mas a forma é tão desgastada, que simplesmente não vemos, ou não queremos ver. Passamos reto! Não queremos participar do assunto.

Numa Era de Colaboração, faz a agente pensar se as nossas estratégias estão tão cansadas como esta!

O vídeo, sim, é engajador! Em 8 dias, já passou de 1 milhão de views.

Notas:
Nobody In Boston Wants Free Money
“you don’t get a second for a free dollar, do you?
“Giving money for free, for no reason”
WebComics: http://www.youtube.com/user/fatawesomefilms


17
Jul 13

Ah, se a Dilma tivesse assistido às nossas Palestras!

Dilma Bolada leva troféu: a melhor em mídias sociais no Brasil

Dilma Bolada leva troféu: a melhor em mídias sociais no Brasil

A Internet tem 18 anos no Brasil.

Faz 18 anos que digitamos e vemos este WWW pra lá e pra cá, o dia todo: em revistas, anúncios, placas, carros, cartões de visita, TV, rádio e óbvio na Internet.

O endereço do GMAIL é PONTOCOM, não é PONTO COM PONTO BR.

PERGUNTO, querida Dilma, que parte da “re-de-mun-dial de com-pu-ta-do-res” a senhora e todos os seus ministros gênios não tinham compreendido?

“Muitas vezes os dados são armazenados fora do Brasil, principalmente os dados do Google. Então, queremos prever a obrigatoriedade de armazenagem de dados de brasileiros no Brasil”, disse Dilma, em 9 de julho. Olha esse timing! Mais de 1 mês antes, precisamente em 6 de junho, Snowden revelou o PRISM, o programa que coleta dados para a Comunidade de Inteligência.

PERGUNTO: querida Dilma, durante estes mais de 30 dias o governo brasileiro achou que o PRISM não tinha nada a ver com o Brasil? Não tem mesmo. ACORDA! Tem a ver com o mundo! Com o nosso universo. Com uma Nova Era. Gostando ou não, isso é a tal da globalização. Quando acontece uma catástrofe, é uma pandemia! Não se resolve com ordens esdrúxulas da presidenta. O buraco é muiiito mais embaixo.

PERGUNTO: querida Dilma, por que a insistência em ir aos meios de comunicação e “abrir a torneirinha de asneiras” – como diria a brilhante e perspicaz Emília, de Monteiro Lobato – desprezando até o que o seu ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, lhe alertou: ” … que a aprovação do marco civil não resolveria sozinha o problema da privacidade na rede. Uma lei nacional não dá conta de coibir isso. Tem de ter tratados internacionais.”

Ah, mas esses imigrantes da Nova Era são bem prepotentes! Parecem um pouco com aqueles brasileiros de primeira viagem, que chegam em New York e acham que vão dar golpe nos “gringos tolos”. Sem saber a língua, gírias, costumes, leis, jeitos e trejeitos. Acham que estão arrasando e já se estrepam na primeira viagem de metrô.

Querida Dilma, somos todos imigrantes nesta Nova Era. Porque todo mundo que está vivo nunca mudou de era. Por isso, somos imigrantes. Então, no mínimo, temos que ter essa clareza e o discernimento para entender o que significa ser imigrante. Significa, principalmente, que não entendemos o código vigente. E sem essa clareza, vamos achar que proibir o improibível, que força policial ou manifestação encomendada funcionam. Não funcionam. Acho que isso já deu pra presidenta sacar, mesmo que não admita. Mas olha aí o Lula, que não está moscando e recomenda que o PT ofereça “novas soluções para novos problemas”. Pintando de salvador da pátria!

Uma Nova Era, não tem mapa. Uma Nova Era tem oportunidades e riscos. Muitos riscos.

Salvador Raza, PhD e único brasileiro da equipe contratada pelo governo Obama para propor uma reforma profunda na política dos Estados Unidos, disse coisas muito interessantes e contundentes no último Globo News Painel. Esse pode salvar a pátria!
– existe um índice que mede o grau de maturidade dos países em relação à Guerra Cibernética e o Brasil tem nível 1, o nível inicial (que vai até 5, otimização).
– o grande investimento no Brasil hoje tem que ser intelectual: conhecer melhor, estudar mais, criar o nosso próprio vocabulário!

Valeu Dr Raza! “ARRAZOU”! É no que sempre insistimos: a crise é de conhecimento. A Nova era é um era da cognição. Porque são os talentos que trazem respostas simples para problemas complexos.

Dilma, fala pro Mantega liberar uma verba e contrata as nossas palestras!
O retorno é garantido!

SE LIGA, aí, turminha do poder

SE LIGA, aí, turminha do poder

Notas:

1) Para Dilma, caso de espionagem dos EUA pode configurar ‘violação de soberania:
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2013-07-09/para-dilma-caso-de-espionagem-dos-eua-pode-configurar-violacao-de-soberania.html

2) Edward Snowden and the NSA files – timeline (A linha do tempo de Snowden)
Em janeiro deste ano, Snowden contatou a diretora de documentários Laura Poitras, através de  emails codificados sobre os segredos que tinha sobre a Comunidade de Inteligência. No dia 5 de junho, Snowden revelou ao The Guardian, que o governo americano tinha forçado a gigante telecom Verizon a entregar os dados telefônicos de milhões de americanos. No dia 6 de junho, revelou o Prism. http://www.guardian.co.uk/world/2013/jun/23/edward-snowden-nsa-files-timeline
NSA (National Security Agency), a agência Nacional de Segurança.
PRISM: nome-código da NSA para o programa que coleta dados das maiores empresas de internet como Google, Microsoft, Facebook e Apple.

3) Espionagem americana: convidados debatem se o Brasil está preparado para se defender: http://globotv.globo.com/globo-news/globonews-painel/t/veja-tambem/v/espionagem-americana-convidados-debatem-se-o-brasil-esta-preparado-para-se-defender/2691810/

4) Dr Salvador Raza, analista de segurança nacional, único brasileiro a integrar a equipe contratada pelo governo Barack Obama para propor uma reforma profunda na política e, também, nos métodos utilizados pelos Estados Unidos mundo afora. São 30 Ph.D.s, os melhores cérebros do mundo em análise de segurança, defesa e diplomacia: http://tinyurl.com/salvadorraza

5) CMMI: índice que mede o grau de maturidade em relação à Guerra Cibernética (Capability Maturity Model Integration): http://www.tutorialspoint.com/cmmi/cmmi-maturity-levels.htm

6) Pandemia: do grego pan [tudo-todos] + demos [povo]).


23
Jun 13

1997: Ano do Búfalo. O que rolou?

Cannes 2013

Cannes 2013

O Propmark resolveu fazer uma dupla comemoração neste ano: celebrar 48 anos do jornal e a 60a. edição do Festival Cannes Lions, o mais importante termômetro da qualidade criativa internacional.

Desde o começo da ano, a cada edição semanal, o Propmark traz uma história de quem já participou do festival durante esses anos. E essa semana, é o meu artigo que foi publicado. Se você ainda não leu no jornal, leia aqui.

1997: Ano do Búfalo no horóscopo chinês. Você se lembra o que rolou?

Ano começa com a assinatura do Tratado de Otawa, uma vitória de Lady Di, na luta para banir minas terrestres. Dois meses após o Festival ela morre, em Paris. Um mês antes Gianni Versace é assassinado, em Miami.
Tony Blair é o 1o. ministro britânico.
Guilherme de Pádua é condenado a 19 anos por assassinar Daniella Perez.
Hong Kong é devolvida à China.
Protocolo de Kyoto é assinado por 150 países.
Microsoft é a empresa mais valiosa do mundo aos $261 bilhões de dólares.
Madre Teresa morre em Calcutá.
Rio é eliminado pelo Comitê Olímpico para sediar os Jogos Olímpicos-2004.
Crise asiática causa o mini-crash das Bolsas e encerra o boom dos anos 90.
Mike Tyson morde a orelha de Evander Holyfield.
Steve Jobs volta para Apple.
Carlos, o Chacal, é pego e pega prisão perpétua.
Gripe Aviária faz 1a. vítima e 1 milhão de aves são exterminadas, Hong Kong.
Dolly é o 1o. mamífero clonado.
Pathfinder “aterrissa” em Marte.
Publicado o 1o. livro Harry Potter.
Guga conquista o 1o. título de Roland Garros.
É o ano de Titanic, Jurassic Park, Men in Black e Tomorrow Never Dies.
FHC, Chirac, Mandela, Clinton e Boris Yeltsin são os líderes do mundo.
Beia Carvalho chega pela primeira vez no Festival de Cannes.

Festival de Cinema havia acabado de terminar, celebrando seus 50 anos, e a cidade ainda está decorada com todo tipo de souvenir. Única vez na vida que vi souvenir chic. Ainda tenho uma lata de filmes retrofit.

Cheguei em Nice me dando bem. Tinha comigo moedas de francos (se liga, que ainda não era Euro) e consegui destravar o carrinho de bagagens do aeroporto, aos olhos invejosos de um desconhecido brasileiro. Troquei uma outra moeda por uma carona até Cannes, num sportscar conversível. É o efeito Cannes, na hora de alugar carros.

Me hospedei no lendário Carlton, com sua fachada Belle Époque, de frente pro Mediterrâneo, com suas prainhas feias e cheias de pedra, mas que logo você releva, e troca pela delícia que é caminhar naquelas calçadas.

Como estava com amigos habitués, me levaram pra passear pelos arredores de Cannes. Juan-les-Pins, no conversível do diretor Rodrigo Lewkowicz, então com 25 anos. Fundação Maeght e almoço no La Colombe D’Or, em St Paul de Vence, pelas mãos de habitués de outra geração, Larry Dobrow e sua inseparável Carol. Por do sol, no Grand-Hotel du Cap-Ferrat, enquanto tomávamos champanhe nacional e Larry me desfiava todos detalhes cool da famosa festa de Nizan, anos antes. Também compartilhei outro champagne na piscina do Majestic com Lew, que na época era só Lew,Lara. Carlos Rocca, Roberto Cipolla e Cibar Ruiz, meu sócio à época, me levaram para comer um incrível spaghetti alle vongole, no La Mére Besson. Ma-ra!

Anos mais tarde, para comemorar meus 50 anos, refiz todos estes passeios com meus filhos. O spaghetti alle vongole, já não era o mesmo.

E dá-lhe filme! Novato é assim: vê tudo! Os “velhões” chegam no início da semana, mas só dão as caras depois do short-list. Pelo menos, foi assim, naqueles idos de 1997.

E não tem como não esbarrar no Marcello Queiroz, sempre a milhão! E ele me pediu um artigo, “o que você achou de Cannes”, que escrevi e foi publicado, mas já revirei o armário e não o acho. Tinha alguma graça, porque inverti o título e ficou “O que Cannes achou da Béia”. Modéstia, sempre. Naquela época, ainda não tinha havido a atualização da língua portuguesa e meu nome ainda tinha acento.

E finalmente, chegou o dia de ir à primeira festa. Lá no Museu do Automóvel. E você tinha que confirmar seu lugar num ônibus. Achei aquilo, uó! Sozinha, decidindo por minha própria cabecinha, olhei o endereço, achei a rua no mapa e vi que era muito pertinho. Me arrumei e decidi ir a pé. Tudo errado!

O Museu ficava a alguns quilômetros dali (o nome da rua pertinho era apenas uma coincidência). Perdi o ônibus. Tive que pegar e pagar um taxi sozinha. E fiz minha grande rentre, pelo parque do Museu, ao lado de uma íngreme estrada, pelo o que me recordo. Estava, na minha concepção, a-rra-saaan-do! E realmente estava, porque todo mundo me olhava e dava uma risadinha e fazia um comentariozinho.

Assim que encontrei o primeiro amigo, ele sorriu e me disse: “Ah só você pra fazer isso!”. “Isso o que?”. “Vir vestida de oncinha ‘para tirar uma’ das Oncinhas”. Nunca tinha ouvido falar das tais Oncinhas. Pra quem não sabe, mãe e filha – a mãe, Pascaline, na faixa dos 80 hoje, que o tempo levou a juventude, mas não a postura – e Esmeralda, que estão presentes há décadas em todos os festivais de Cannes. Elas se autodenominam Femme Panther. Mas como elas mesmas dizem num vídeo super bem humorado, são chamadas de tudo um pouco: prostitutas, traficantes, sadomasoquistas, espiãs e a minha predileta: Agentes do FBI! É só gugar e quem nunca viu, vai entender o que estou falando.

Ah, a moral da história é: na sua 1a. vez, grude nos habitués!

Oncinhas de Cannes

Oncinhas de Cannes

Meus 4 Leões de Cannes

Meus 4 Leões de Cannes

Beia Carvalho é palestrante e presidente da consultoria 5 Years From Now®.
NOTA:
Se minha memória não falhou, aqui estão os créditos desses leões.
Direct Bronze Lion, para Absolut Vodka, 2004. Planejamento Beia Carvalho, criação José Luis Mendieta e direção de Criação Cibar Ruiz.
Digital Silver Lion, para Adidas, 2004. Planejamento Beia Carvalho, criação Domenico de Massareto e direção de Criação Cibar Ruiz.
Digital Bronze Lion, para TBWA\BR, 2004. Planejamento Beia Carvalho, criação Domenico de Massareto e direção de Criação Cibar Ruiz.
Cyber Bronze Lion, para Pedigree, 2005. Planejamento Beia Carvalho, criação Domenico de Massareto e direção de Criação Cibar Ruiz.


19
Jun 13

Vai, Persevera, a Gente Chega Lá.

Hoje recebi esse vídeo de minha participação no 11o. Pajuçara Management, onde palestrei sobre INOVAR ou MORRER.

Ouvindo a entrevista feita pelo Luciano Rocha notei que, como dizia ontem no meu post, a coisa já “estava no ar”. Ao final da entrevista, faço um chamado ao engajamento que hoje, à luz das recentes manifestações, parecia uma prévia ao vai pra rua.

Espero que vocês gostem.

FUTURO: INOVAR ou MORRER é uma palestra que esclarece com humor os conceitos de INOVAÇÃO. E discute porque a tal inovação acontece em ambientes mais perto do caos que da ordem. E porque ela é uma palavra tão fácil de falar e tão difícil de fazer.

Se você se interessou e contrata palestras, você pode encontrar mais conteúdos aqui: www.palestrasdabeia.com

Beia Carvalho no Pajuçara Management

Beia Carvalho no Pajuçara Management

Nota:
11o. Pajuçara Management, em Maceió, Alagoas, junho2013
Tá no ar: http://www.5now.com.br/vem-pra-rua


31
May 13

Quase 5 na 5 Years From Now® com muitos 5!

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Neste 5o. mês do ano, a gente está comemorando a marca de mais de 5.000 fãs que curtem a nossa página no FACEBOOK. 

A GENTE A+DO+RA FÃS!  

Porque a 5 Years From Now® se fez a partir de pessoas e empresas que curtem o nosso trabalho, nosso jeito de falar e de trabalhar. E nos escrevem pra dizer isso!

Nestes quase 5 anos, construímos uma máfiazinha e já batemos a marca dos 350 clientes. E mais do que satisfeitos, temos amigos, laços fortes e uma rede tecida com mais de 5.000 horas de trabalho. Dizem que inovação acontece depois de 10.000 horas de suor. Somando minhas horas com as da minha sócia Taís estamos batendo essa marca! rsrs.

Também nos orgulhamos de nossa marca histórica de aprovação: convertemos 1 em cada 3 propostas! E ainda bem que aqui não precisou do 5 pra rimar com o post, não é?

Não descobrimos como ganhar dinheiro enquanto dormimos – nossa ambição máxima. Mas não desistimos! Se você tiver 1 ou 5 dicas, manda pra gente.

Nossas cativantes palestras são – a cada dia que passa – nosso orgulho maior. Provocar, instigar, evocar, causar, precipitar e inflamar: é com a gente, mesmo! E colhemos aplauso de todas as gerações. Adoramos chacoalhar todas as plateias.

NOTA DA BEIA:
Há várias linhas de divisões de gerações. Esta é a que eu uso:
Geração Tradicionalista: hoje acima de 67 anos (nascida antes de 1946)
Geração Baby Boomer: hoje entre 49 e 67 anos (nascida entre 1946 -1964)
Geração X: hoje entre 37 a 48 anos (nascida entre 1965 e 1976)
Geração Y: hoje entre 16 a 36 anos (nascida entre 1977 e 1997)
Geração Z: hoje entre 3 a 15 anos (nascida entre 1998 e 2009)
Geração A: hoje com até 3 anos (nascida após em 2010)

Ainda não é fã? Vai lá na nossa fanpage: https://www.facebook.com/5YearsFromNow

SE VOCÊ CONTRATA PALESTRAS PEÇA UMA PROPOSTA do mais novo conteúdo da 5 Years From Now® e se ligue no SE LIGA!


30
May 13

Facebook tem Problema com Mulheres?

#FBHate

#FBHate

Estava zapeando e parei nesta notícia na CNN, com a Laura Bates – fundadora do Projeto Sexismo do Dia-a-Dia, que já coletou mais de 10.000 experiências cotidianas sobre a violência contra mulheres. Ela comentava o sucesso da campanha #FBhate, que levou várias empresas a suspender e retirar seus anúncios do Facebook, devido ao fracasso do Facebook em proibir-retirar páginas com comentários e fotos de abuso slogans encorajando estupro e celebrando todo tipo de violência contra as mulheres. Apesar das muitas promessas do site, nada foi feito.

Segundo Trista Hendren, uma das líderes do movimento Women, Action & the Media, esta foi a razão da ação lançada na semana passada para dar um basta no discurso a favor do estupro e da violência contra as mulheres.
“Este problema com Facebook vem de anos. Se fosse uma prioridade para o site, eles já teriam dado um basta. Em minha conversa com Facebook nos últimos 6 meses, eles me falaram muitas vezes que já estavam “trabalhando” para reparar este abuso.”

Não Curti

Não Curti


Com a hastag #fbhate as ativistas enviaram mais de 5.000 e-mails para anunciantes do Facebook e mais de 60.000 tweets a campanha também instigou a Nissan, Pringles, Dove, British Airways e outros anunciantes menores a parar de anunciar na rede social.
“Olá @amazon, seus anúncios no @facebook estão patrocinando imagens de violência doméstica. Vai retirar os anúncios?” tuitado por @schemaly (Soraya Chemaly, escritora e ativista).

Num post em seu próprio blog, o Facebook disse que “seus sistemas para identificar e remover os discursos de celebração do ódio como ele gostaria …” Mas que dentre as várias atitudes, inclui um mais linhas diretas de comunicação com grupos de mulheres e outras entidades de defesa.

De hoje, 29 a 31 de maio, a campanha incita a todos a mudar suas fotos do perfil pela imagem abaixo, em protesto à tolerância à cultura do estupro pelo Facebook.

Que Páginas Podem?

Que Páginas Podem?

Interessante é que o Facebook retira imagens de mulheres amamentando, ou de mastectomia, mas não consegue retirar, por exemplo, uma piada de estupro de uma criança deficiente ou frases como “Não é estupro se elas estão mortas e se estão vivas é sexo surpresa”. Segundo o Facebook “aqui não há espaço para o discurso que incita o ódio, a ameaça ou a violência.”

Jaclyn Friedman, diretora da Women, Action and the Media, comentou: “Não fazíamos ideia que a coisa ia explodir dessa forma. Acho que as pessoas já estavam bem frustradas com esse assunto há muito tempo. Como consumidores temos muito poder.”
David Reuter, o porta-voz da Nissan, disse nesta 3a. feira que suspendeu todos os anúncios no Facebook até terem a certeza que seus anúncios não apareceriam em páginas com conteúdos ofensivos.

Dove e American Express não suspenderam seus anúncios.
Na página da Dove no Faecbook, este comentário: “Então, Dove, você quer fazer dinheiro em cima da gente, mas não quer levantar um dedo para mostrar ao Facebook que a violência contra a mulher é inaceitável?”
Enquanto isso, no Brasi, os registros de estupro quase triplicaram no Brasil em 5 anos, saltando de 15.351 para 41.294!

Estupro: Dê um Basta Facebook

Estupro: Dê um Basta Facebook

NOTAS:
Does Facebook have a problem with women? Laura Bates, The Guardian, 19 fevereiro/2013
Companies pull Facebook ads over violent content, http://www.cbsnews.com, 29 maio/2013
Facebook Says It Failed to Bar Posts With Hate Speech, http://www.nytimes.com, 28 maio/2013
estupro brasil, http://g1.globo.com, 18 maio/2013


18
May 13

Ah, Se a Moda Pega!


A moda sempre me fascinou. E felizmente trabalhei 2 vezes neste mercado. Um mercado em que os azougues são poucos, porque entendem que trabalham com o intangível, mas o sucesso é bem tangível. Na moda há sucessos de crítica e público que rapidamente se transformaram em escandalosas bancarrotas. E os longevos e verdadeiros sucessos de negócios como Christian Dior e Giorgio Armani, para citar conhecidos.

A história por trás desses bem-sucedidos empresários da moda é sempre de muito perseverança, determinação, obsessão, mesmo. Costumo dizer que são do signo de capricórnio: nada os detém.

Lendo a trajetória de Mike Jeffries, 68, CEO da Abercrombie & Fitch desde 1984, seria ao mesmo tempo difícil e óbvio imaginar seu último depoimento, que causou frisson no bilionário mercado de moda.

Difícil, porque Jeffries praticamente nasceu dentro de uma cadeia de lojas. Aos 12 anos já era responsável pela compra da seção de brinquedos das lojas de seu pai, se formou em Economia, tem MBA na Columbia Business School, estudou na London School of Economics e trabalhou com Allen Questrom, da J.C. Penney e com o ex CEO da Gap, Millard S. Drexler, hoje J.Crew.

Fácil, porque seu arquétipo do Fora-da-Lei, o bad guy, jamais o abandonou! Ele ostenta títulos como “Mais Bem Pago dos Piores Gestores (Highest Paid Worst Performer), concedido a ele em 2008, pela The Corporate Library, numa pesquisa com 2.000 empresas americanas!

A web está de exemplos de sua luta insana por agregar valor a marca com suas frases arquetípicas “não quero que os meus principais clientes vejam pessoas que não são tão bacanas como eles usando nossas roupas”. Mas valor é uma coisa em decadência para Abercrombie desde 2005. Em 2009, após abrir 250 lojas, as vendas líquidas (net sales) eram de $313.9 milhões, muito perto dos $287.4 milhões de 2005 ou $351.3 de 2006.

Segundo a about.com sua reputação também não vai nada bem. Num país careta como os Estados Unidos, ele tem contra ele o boicote de grupos como Foco na Família, Fundação de Mulheres e Meninas, Coalisão Nacional para a Proteção de Crianças e Famílias, estudantes, universitários, pais e tantos grupos de internet que nem dá para listar.

As apostas do “fora-da-lei” não viraram grana, mas este vídeo de Greg Karber pode virar uma dor de cabeça.

Para quem não entende inglês, minha humilde contribuição: Tradução do vídeo.
Abercrombie & Fitch é um empresa horrível. Seu CEO insiste em somente contrata pessoas atraentes o que é irônico, considerando que ele tem essa cara. Além disso, ele se recusa a vender tamanhos grandes (XL e XXL) para mulheres, porque ele não quer que gordas usem suas roupas.

Mike Jeffries explica sua política relembrando que em toda escola existem jovens bacanas (popular kids) e os que não são. “Francamente, nós queremos os bacanas. Nós queremos todos os atraentes jovens americanos com um jeito cool e muitos amigos. Muita gente não encaixa [em nossas roupas], e eles não podem ter [pertencer]. Atitude de exclusão? Absolutamente.”

Para piorar a situação, eles queimam as roupas com defeitos em vez de dar para quem precisa. Eles querem só um tipo de pessoa usando suas roupas.

Hoje nós vamos mudar a marca deles. Viajei para um outlet de Los Angeles e comprei (não foi nada fácil) umas peças para doar aos desabrigados. De lá segui para a zona leste de Los Angeels, um local chamado Skid Row, que tem um das maiores populações de sem-tetos dos Estados Unidos. E comecei a doar. No começo, as pessoas foram relutantes em aceitar, mas depois minha expedição foi um grande sucesso.

Mas eu sou só uma pessoa eu não posso mudar uma marca sozinho. Eu vou precisar da sua ajuda. Então, dê uma olhada no seu guarda-roupa, no guarda-roupa dos seus amigos e de seus vizinho. Ache todas as roupas Abercrombie que eles compraram (por engano) e doe-as para o abrigo de sem-teto de sua cidade. Compartilhe o que você fez no Facebook e no Twitter e no Google+ (se você realmente estiver usando Google+) com a hashtag #FitchTheHomeless.

Juntos podemos fazer da Abercrombie & Fitch a marca de roupas número 1 dos sem-teto.

Mais aqui: http://www.businessinsider.com/abercrombie-wants-thin-customers-2013-5#ixzz2TeEf7zuq
Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Mike_Jeffries_(CEO)
http://elitedaily.com/humor/the-10-most-ridiculous-things-mike-jeffries-ceo-of-abercrombie-fitch-has-said
Seguir @GregKarber


28
Apr 13

Google Glass vai Disruptar os Aparelhos Auditivos?

O Som da Disrupção

O Som da Disrupção

Este artigo foi publicado há 2 dias, 26 de abril de 2013. Achei que deveria traduzí-lo. Talvez, porque como o autor, também faço parte da geração Baby Boomer. Esta aí, pra quem se interessar. Particularmente, me encanta a disrupção do Google Glass e como a frase que dizem ser de tantos mestres (de Benjamin Franklin, General  Patton ao jornalista Walter Lippmann): “quando todo mundo está pensando igual, ninguém está pensando muito”, se aplica como uma luva nestas considerações abaixo do inovador Thomas Frey. Agora, o artigo, na minha livre tradução. Infelizmente, o blog está com um problema e não consigo postar as imagens correspondentes ao artigo.

Aparelhos auditivos são para pessoas velhas. Pelo menos, isso é o que eu pensava quando eu era jovem e invencivelmente ia aos shows de rock muito mais altos do que eles deveriam ser. Mesmo tendo mantido minha audição relativamente intacta, faço parte da geração baby boomer que está ficando velha e por seu tamanho (75 milhões de americanos nasceram entre 1945 e 1965) ameaça a saúde financeira do sistema de saúde. Pessoas acima de 65 anos gastam de 3 a 5 vezes mais que os mais jovens para cuidar da saúde. Assim, a menos que a gente descubra uma forma de disruptar esta tendência de forma radical, vamos ter que lidar desesperadamente com essas questões financeiras – uma conta que não fecha.

Como uma pedrinha atirada no imenso lago dos custos da assistência médica, uma das tecnologias mais verdadeiramente disruptivas para a indústria dos aparelhos auditivos pode ser o Google Glass com as suas capacidades de transmissão de áudio por condução óssea. As 3 características que dão ao Google Glass este potencial disruptivo são: a  eliminação do aparelho no ouvido, a capacidade de processamento do microprocessador e uma API aberta que permite aos nerds do mundo a desenvolver aplicativos muito mais engenhosos que qualquer coisa existente hoje. Aqui estão algumas reflexões sobre porque esse micro-subcategoria do Google Glass está muito perto de causar um impacto massivo.

Evolução Aparelhos Auditivos

Evolução Aparelhos Auditivos

História dos Aparelhos Auditivos 

Após a invenção do transistor em 1948, os aparelhos auditivos começaram a encolher de tamanho. As primeiras ideias são dos anos 1700s com a criação de aparelhos que lembravam conchas que permitiam que as pessoas captassem uma ampla esfera de sons e focá-los dentro do seu ouvido. Apesar de nunca terem funcionado muito bem, foram eles que impulsionaram novas gerações de aparelhos eletrônicos que começaram a pulular após a invenção do telefone de Alexander Graham Bell, em 1876. O primeiro aparelho auditivo, chamado Akouphone, foi criado por Miller Reese Hutchison, em 1898. Usava um transmissor de carbono, para que o aparelho pudesse ser portátil.

Mais tarde, a Siemens começou a comercializar seu aparelho de audição amplificada, em 1913. O aparelho era um tijolão e pouco portátil. Como indústria, mesmo, os aparelhos auditivos pegaram depois do desenvolvimento do transistores, em 1948 pelos Laboratórios Bell. Com o passar do tempo, eles forma ficando cada vez menores, mais fashion, e com capacidade auditiva extremamente melhor.

Tendências da População

Nossa população baby boomer nos EUA (o mesmo acontece em outros países) aumentará dramaticamente a demanda por produtos que tenham a ver com saúde, já que pessoas com idade acima de 65 gastam 300-500% mais com assistência médica que pessoas abaixo de 65. O número de pessoas acima de 65 aumenta rapidamente, e aumenta também os níveis de atividades. Se foram aqueles dias quando velhos estavam relegados a sentar numa cadeira de rodas na varanda esperando por seus últimos anos de vida. Os mais velhos de hoje são mais ativos, e querem soluções para qualquer obstáculo que limite suas capacidades.

Evolução de Preços em 10 anos

Evolução de Preços em 10 anos

Tendências de Preços 

Como você pode ver no quadro acima, o preço da maioria dos produtos eletrônicos – câmeras, laptops, TVs e até sistemas de GPS – caiu em média pela metade! A combinação da concorrência de mercado com baixos preços de fabricação no extremo oriente racionalizaram os processos de produção e derrubaram os preços. As únicas exceções nos exemplos acima são os MP3 players e os aparelhos auditivos. Os MP3s experienciaram um salto de preços porque suas capacidades avançaram exponencialmente nesta última década partindo de uma memória de 128MB (quase 12 músicas) em 2000 para chegar a 160G (40.000 músicas) ou mais hoje em dia. Os preços dos aparelhos auditivos subiram em parte porque eles estão cobertos pelo seguro e também por puro aumento da demanda. É uma indústria bem posicionada para uma revisão radical.

Google Glass

Google Glass

Google Glass é uma tentativa de liberar as pessoas de seus computadores e acabar com a necessidade bizarra de checar seu celular a cada minuto. Google Glass dispõe a mesma informação num campo de visão bem em frente aos seus olhos. Essencialmente, Google Glass é uma câmera, um display, um touchpad, microprocessador, bateria e um microfone dentro de um óculos. O display está um pouquinho acima do campo de visão normal de uma pessoa, mas fácil de ver. A superfície de visão equivale a estar olhando uma tela de 24 polegadas a uma distância de 20 centímetros. Quando tivermos um display presente o tempo todo em nossas cabeças dá margem a uma série de usos óbvios como tirar, enviar e receber fotos, vídeos, buscas, reconhecimento facial, lembretes de calendário, flashes das últimas notícias e muito mais. Mas um dos mais intrigantes pensamentos é que o Glass se tornará uma interface perto-do-cérebro capaz de agregar um sem número de dispositivos.

Na atual versão do Glass você pode conectar seu óculos escuros e em pouco tempo suas lentes de grau também. Glass não tem aquele típico dispositivo para a orelha, ao invés disso, transmite o som por condução óssea. O uso desse tipo de amplificação sonora não-intrusiva cria a possibilidade de um dispositivo para ser usado como um aparelho auditivo para pessoas com baixo nível de perda auditiva. Naturalmente, um sem número de gadgets internos podem ser agregados para compensar qualquer tipo de perda de audição.

Criar aplicativos para o Google Glass é muito diferente que criar para smartphones Apps para Aparelhos Auditivos A abordagem do Google é única. O som é capturado pelo aro do “óculos google” e convertido em algo “escutável” através da transferência de condução óssea – vibrando seu crâneo para transmitir para seus ouvidos. Partindo do princípio que perda de audição acontece em milhão de diferentes formas e tamanhos, achar a solução perfeita para cada um tem sido um sonho ilusório.

Mas ao colocar um aparelho como este nas mãos de pessoas que estão fora do pensamento dos atuais líderes da indústria abre-se um mundo de novas possibilidades. Apenas agregando aplicativos de equalização (EQ apps) que se autocorrigem, baseados na micro-detecção de respostas humanas normais, poderia melhorar nossas habilidades em milhares de vezes. Com vários dispositivos direcionais, nós poderemos ter, em breve, um habilidade biônica de concentrar nossa atenção numa conversa a 1 milha de distância, ou ouvir através das paredes, ou ouvir os sussurros dentro de uma sala super barulhenta. Também é possível pensar num app que possibilitará ver a tradução instantânea de uma conversa que estivermos tendo num país estrangeiro, em nossa própria língua no display do Óculos Google. Sim, melhorias sensoriais como essa podem ser, a princípio, assustadoras, e haverá muitos abusos, mas quando é que nós ficamos satisfeitos em nos confinar em nossas habilidades do presente?

Pensamentos Finais

Como você pode ver, eu foquei num pequeno aspecto das capacidades do Google Glass. Mesmo assim, o impacto pode ser enorme! Grosso modo, 25% da população americana sofre de algum nível de perda de audição, mas afeta 100% da população direta ou indiretamente em algum ponto de suas vidas. O mercado americano de aparelhos auditivos é uma indústria de $6 bilhões que só de olhar essa população de velhos que em curto prazo estará dobrando de tamanho já está só lambendo os beiços. No entanto, eles nunca imaginaram que seu maior concorrente poderá, em pouco tempo, ser o Google, um rival que pouquíssimas empresas querem ver entrando em seus espaços.

Mas isso é apenas uma única possibilidade. Eu adoraria ouvir suas ideias sobre as disrupções que o Google Glass pode trazer, ou se você pensa que tudo isso pode fracassar. Ou se a Apple ou a Samsung criarão um produto muito melhor para concorrer com o Google Glass? Poste seus pensamentos abaixo.

Créditos: Thomas Frey é o editor de inovação da revista THE FUTURIST. Seu Web site is Futuristspeaker.com

Nota: Assim que o blog voltar ao normal, postarei as fotos e gráficos originais correspondentes a este artigo.