30
Nov 12

4-YEAR-OLD

Estamos fazendo 4 anos de idade.

beia carvalho aos 4 anos, presidente 5 Years From Now®

beia carvalho aos 4 anos, presidente 5 Years From Now®

tais aos 4 anos, vic presidente da 5 Years From Now®

tais aos 4 anos, vice presidente da 5 Years From Now®

Somos cheias de energia, falamos pelos cotovelos e somos curiosíssimas.
Ansiosas pra mostrar o que a gente já sabe fazer.
Tanto como você, nós ficamos mega empolgados com as nossas habilidades e realizações.

Aos 4 anos, constantemente testamos os ambientes e os nossos domínios.
Experimentamos momentos de inseguranças e de muita segurança também.
Somos mandonas, fazemos barbaridades e, sim, inventamos histórias.
Como diria o Rei, são muitas as emoções nessa nossa idade!
Mas a cada dia, você traz uma nova exigência e isso vira um desafio, pra nós e pra você.

Nem todos com 4 anos de idade tem as mesmas habilidades e referências, mas a gente se identifica com esses marcos:
• Transbordamos de ideias imaginativas e somos mais independentes
• Já sabemos escovar os dentes e nos vestir sozinhas
• Somos exigentes, mas também nos empenhamos por colaborar
• Somos divertidas, falamos a verdade e tocamos nos pontos amargos
• Já dominamos tipos de comida, dinheiro e o conceito de tempo
• Não temos senso de propriedade
• Aprendemos a observar quando alguém está aborrecido ou sofrendo
• Queremos que você goste da gente e temos amigos de todos os sexos
• Ah, sim, sexualidade, temos uma curiosidade natural sobre o assunto
• E também temos interesses em música, dança e atuação
• Pulamos e andamos pra frente num pé só
• Adoramos escrever, pintar, recortar, colar e construir estruturas
• E desenhamos círculos, quadrados e, algumas vezes, um triângulo
• E em se tratando de desenhos, a Taís parou por aí, rsrs
• Contamos acima de 10 e distinguimos mais de 4 cores
• Adoramos repetir os palavrões que ouvimos por aí – se liga.
E, sorte a sua, fazemos mais perguntas do que qualquer outra idade!

Nós somos a consultoria 5 Years From Now®.
Somos especialistas em fazer você tirar os pés do chão e aterrissar num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas, onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, idiossincráticas, alternativas, não ortodoxas, não convencionais, excêntricas e impensáveis são possíveis. Onde as crises do presente são coisas do passado.
Aqui, no futuro, nada existe, só o que você inventar.

Somos especialistas em fazer você tirar os pés do chão, pirar e dar saltos para o futuro.

nota:
Traduzido do conteúdo do site SHE KNOWS PARENTING: http://www.sheknows.com/parenting/articles/814238/your-4-year-old-development-behavior-and-parenting-tips-1


03
Oct 12

RELEVÂNCIA: eita coisa difícil de entender e de ser!

Um dia ainda crio um workshop sobre SER RELEVANTE.
Talvez, a expertise mais importante e desejada nesta nova era da Inteligência em Rede.
Já tentou explicar o que é ser relevante para o OUTRO, para seu cliente, seu prospect?

Fácil, não é.
Mas os artistas fazem tudo parecer tão fácil!
Adorei ter lido os Peanuts logo cedo e me inspirar com Snoopy.

Neste momento minha “tigela” seria um espumante bem geladinho. Qual é a sua “tigela”?
E qual é a do seu cliente?
 

TIGELA!  Isso é muito relevante pro Snoopy.

TIGELA! Isso é muito relevante pro Snoopy.

 
NOTA: tira de Charles M. Schulz, faz 62 anos este mês e esta foi publicada em 3out2012, Estadão.


04
Sep 12

I … o quê?

O que é o que é que apareceu mais que 30.000 vezes nos últimos relatórios americanos trimestrais e anuais; que drenou entre 1 e 10 milhões de dólares anuais das empresas listadas na Fortune 100; que criou novos cargos, departamentos e novas verbas; convulsionou o mercado editorial com uma avalanche de 255 livros publicados, somente nos últimos 90 dias e a despeito disso tudo trouxe resultados nada excepcionais?

Artigo sobre Inovação pro Lançamento da Revista TopIt

Artigo sobre Inovação pro Lançamento da Revista TopIt

Capa da Revista TopIt

Capa da Revista TopIt

É um conceito? Uma atitude? Um modo de pensar? É o poder da palavra? É moda? Vai passar?

O fato é que os números sobre a tal inovação não param de crescer, de qualquer ponto de vista que se analise. Exceto a inovação, mesmo! A busca pela receita infalível é perseverante e incessante e, contrariamente à redução de custos enfrentada em todas as áreas, um pedaço do paraíso parece existir para os afortunados Consultores de Inovação, que cobram de 300 mil a 1 milhão de dólares por projeto e para os Chief Innovation Officers – ou chefes afins -, que comandam as novas áreas de inovação dentro das empresas. Diga-se de passagem, que em uma pesquisa feita com 260 executivos globais, mais da metade disse que estes cargos, apesar de existirem em suas empresas, eram só “pra inglês ver”. *

Esses são fatos publicados este ano, no Wall Street Journal*. Mas você vai ver aqui, que neste métier, mudar de país, empresa ou de chefe, não muda muita coisa.

Neste ano, também fizemos nossas enquetes*. Numa delas, pedimos que todos os 60 funcionários de nosso cliente, respondessem a 3 perguntas: o que é inovação, um exemplo e se sua empresa havia alguma vez inovado na vida. A maioria esmagadora dos entrevistados aliou inovação a invenção. Seus exemplos foram o Telefone, a Lâmpada elétrica, o Iphone. É o que chamamos de inovação disruptiva, break-thru – aquela que quando vem, elimina do mercado o que a precedia. O exemplo perfeito é o DVD. Sua chegada é um tsunami em nossas fitas VHS, videocassetes, estantezinhas e caixas-porta-vhs. De um só golpe, toda uma indústria criada em volta do VHS, a partir de 1980, sucumbe na aurora dos anos 2000: de fitas magnéticas de 1/2 polegada à movelaria. Tá aí: as inovações disruptivas varrem do mercado o que as precedeu. Não há convivência. Em outubro de 2008, a distribuidora DVA entregou seu último lote com o epitáfio de seu presidente: “ele está morto, é uma tecnologia morta e qualquer coisa que tenha sobrado no estoque, nós daremos ou jogaremos fora.”

A primeira conclusão parece por si só já explicar o porquê as empresas falam, investem, mas não inovam! Se as pessoas acham que inovar é inventar invenções do porte da lâmpada elétrica, então inovar é coisa pra gênio. E gênio eu não sou e muito provavelmente, dado a escassez numérica deles, você que chegou até aqui nesta leitura, também não deve ser. Ou seja, nos pedem, nos pressionam, nos oferecem dinheiro por uma coisa que sabemos que somos 100% incapazes de ser: gênios! Simplesmente, no afã de obter a receita de como inovar, as empresas se esqueceram de combinar o que entendem por inovação. Faça o teste na sua empresa e depois me conte.

Ah, o motivo de haver perguntado se os tais funcionários saberiam citar uma inovação de sua empresa, era porque esta empresa havia começado suas atividades, a partir de uma inovação. Mas veja a ironia, por não ser percebida pelos funcionários como “invenção”, a maioria das respostas foi um sonoro “não”.

Conclusão: inovar é inventar, inventar é para gênios, não invento porque não sou gênio e minha empresa é lugar-comum, não me estimula porque nunca inovou!

Não estou com isso zombando da dificuldade da tarefa. Mas me parece básico que uma conceituação e definição clara do trabalho a ser desempenhado poderia ajudar e muito.
Acredito piamente que podemos estimular as pessoas a nossa volta a inovar.
Acredito piamente que nossos instintos querem o conforto das velhas certezas.
Acredito piamente que nos cercamos de ideias e pessoas com as quais já concordamos. E já nos ensinou Nelson Rodrigues: a unanimidade é burra. Mas como vamos inovar se ideias heréticas e dissidentes não são bem-vindas?

Tenho colhido bons resultados a partir de alguns poucos esclarecimentos sobre os 3 tipos de inovação e suas habilidades intrínsecas.
O primeiro já exemplificamos bem, a inovação por disrupção. A segunda, bastante mais democrática, exige de seus protagonistas coisas como imaginação, cérebro ligado para fazer novas combinações. Um novo olhar. E eu adoro o exemplo do papel higiênico Neve. Um produto democrático, para o qual olhamos desde que nos conhecemos por gente – e várias vezes ao dia. Então, um dia, alguém na Kimberly-Clark levou sua imaginação para futurar, num tempo e espaço onde tudo é possível, onde ideias heréticas são acolhidas e … i-no-vou!

Ele olhou bem para o buraco no centro do rolo e … Momento Eureka! Viu que embalavam e transportavam ar! Inovação: amassar o rolo até o buraco sumir. O consumidor dá um tapinha e o rolo volta a ter o seu útil orifício. Resultados: 18% de economia em embalagens. Posso ouvir vários leitores pensando: “ah, esta inovação eu posso fazer!”

E, por fim, a inovação por atraso. Viajou? Viu uma ideia lá fora que não tem no Brasil? Traga, implante, inove! Foi assim que as flores online vieram para o Brasil. Mudou de empresa? Sugira as “inovações” para a nova.

E para terminar, uma frase do professor Ademar Bueno***: Inovação é a nota fiscal!”. Traduzindo. Você imaginou, criou, prototipou e produziu. Ninguém comprou? Isso não é inovação. Isso é um pesadelo.

Criatividade é um modo de ser. Inovação um modo de fazer.

NOTAS:
* Números referentes ao mercado americano e publicados no Wall Street Journal, por Leslie Kwoh, em 23 maio de 2012.
** Trabalho da Consultoria de Negócios 5 Years From Now®
*** Ademar Bueno é Professor e Coordenador do Laboratório de Inovação e Empreendedorismo e Sustentablidade da FGV

Alexandre Borges, vídeo sobre o empreendedor:


21
Jun 12

Quem mais entende de Suécia: os suecos!

Toda semana, alguém na Suécia se torna o tuiteiro oficial do país: @Sweden. E se torna o “dono” e todo poderoso da conta de Twitter mais democrática do mundo. Por 7 dias, esse cidadão sueco tem a exclusividade de expressar suas próprias opiniões e ideias, sugerir e recomendar coisas para fazer e lugares para se visitar no seu país. Ou, melhor ainda, lugares a serem evitados!

Na outra semana, é a vez de alguém fazer o mesmo – um mesmo que sempre será diferente. A chamada do Twitter é “Siga todos os 9 milhões de nós. Bem-vindo à Suécia.”

O projeto “Curadores da Suécia”, é uma iniciativa do Instituto Sueco e do VisitSweden, ambos parte do NSU, algo como o Departamento de Promoção da Suécia. A ideia, é que o país será genuinamente expressado através do mix de opiniões, experiências e habilidades de cada tuiteiro. Assim, não há uma só Suécia. Mas, potencialmente, todas as 9 milhões de “suécias” estão ali representadas. Adoro o tweet: “se você vier um dia para a Suécia, não vá – eu repito – não vá visitar o Ice Bar: não vale a pena”. E assim, com muito menos de 140 caracteres, esse cidadão “acaba” com um dos pontos turísticos da Suécia. Mas revela um lado verdadeiríssimo: é um porre ir a estes lugares turísticos “pega trouxas”. E deve ter, provavelmente, tuitado lugares que ele acha que vale a pena. Eu já me identifiquei com este “Jack”.

@Sweden/jack

@Sweden/jack


Por que Curadores da Suécia?
Porque a campanha do país não fica com aquela cara chapa branca, daqueles comerciais sobre a Bahia ou o Rio de Janeiro, saca?

E a explicação do projeto continua. Afirmam que o desenvolvimento e a prosperidade do futuro da Suécia dependem de fortes relações com o mundo afora e de uma troca mais ativa com outros países em diversas áreas. Isso só é possível, se mais e mais pessoas se familiarizarem com a Suécia e se tornarem interessados nas coisas que o país tem a oferecer: de pontos turísticos ao seu comércio, seus objetivos políticos, áreas de investimentos, troca de talentos e de criatividade. Tudo isso depende fortemente da visão que os outros países tem da Suécia.

O que mais me impressiona é que isso é uma iniciativa de 2 órgãos formais do país. Gente séria, que entende que mudamos de século, mas muito mais importante: que estamos em trânsito para uma Nova Era. Mas estes suecos já se transportaram e estão mandando bem, lá no futuro.

Se você também quer dar um pulinho em 2017, fale com a gente aqui na 5 Years From Now®. Somos especialistas em fazer as pessoas tirar os pés do chão e aterrissar num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas, onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, idiossincráticas, alternativas, não ortodoxas, não convencionais, excêntricas, ou impensáveis são possíveis – onde as crises do presente são coisas do passado. Aqui, em 2017, nada existe, só o que você inventar. Somos especialistas em fazer pessoas tirar pés do chão, pirar e dar saltos para o futuro.

NOTAS:
1) Este artigo é baseado no texto do vídeo “Curators fo Sweden” postado pelo Canal Oficial da Suécia no Youtube.
2) Outros países seguiram essa tendência e criaram @WeAreAustralia, @PeopleOfTheUK, @TweetweekUSA e @CuratorsMexico.
3) A tradução é minha e livre.


28
Mar 12

Coração do Brasil

Quando eu entrei neste projeto, ele se chamava Demarcação do Centro Geográfico do Brasil. Hoje, o documentário que estreia esta semana no Tudo é Verdade, se chama CORAÇÃO DO BRASIL. Seu diretor, Daniel Santiago, entusiasmadíssimo, não teve problemas em me seduzir para o projeto. Não que eu tenha experiência com a produção cinematográfica, à exceção das intermináveis horas em estúdios, nos meus tempos de publicitária. Mas porque é impossível não se envolver, quando Daniel está “tomado” por uma visão.

Esta é a sinopse: o documentário refaz em 2008, a expedição ao Centro Geográfico do Brasil, comandada pelos Irmãos Villas Bôas, em 1958. Sérgio Vahia, Adrian Cowell e o Cacique Raoni, que juntos se aventuraram por aquele mundão, retornam ao Centro para reencontrar os sobreviventes da expansão da fronteira agropastoril brasileira nos últimos 50 anos.

Coração do Brasil: Sergio Vahia, Adrian Cowel e Caique Raoni

Coração do Brasil: Sergio Vahia, Adrian Cowel e Caique Raoni


“Coração” é fruto de um desejo ardente de Sergio Vahia, um expedicionário que, em 1958, com 30 anos de idade, fez parte da expedição comandada pelos Irmãos Villas Boas, para demarcar o Centro Geográfico do Brasil. (Pra contextualizar, 2 anos depois, era fundada Brasília, no centro do país, em 1960).

Conheci o carioca aqui em São Paulo, num churrasco dos bons, em 2008, com 80 anos. Sua ambição pela aventura, sua energia insana era altamente contagiosa. E não poupou ninguém ao seu redor. Aos 80 anos, Sergio foi tomado desta determinação de refazer o mesmo trajeto de remarcar o verdadeiro local em que se encontra o Centro Geográfico do Brasil, 50 anos depois! Agora, contando com uma tecnologia inexistente em 1958.

Enquanto eu selecionava umas carninhas mais magrinhas, Sergio atacou linguiças regadas a cervejinha. Incrível! É o Cyborg? Eu, ali, olhando e ouvindo aquela história-do-brasil-ao-vivo, convulsivamente contando histórias e citando passagens de sua vida com os grandes personagens brasileiros, da década em que eu nasci. Ao lado, uma moderna muleta. Eu revirava minha cachola. Como esse homem – se tudo desse muito certo – navegaria pelo Rio Xingu, visitaria as aldeias em que esteve em 1958, se reencontraria com os povos Kokoti, Kumaré-Txicão, Kamani Suiá, Moiópi-Kaiabi e Vanité-Kalapalo. E, finalmente, chegaria à aldeia Piaraçu, território dos Caiapós-Txucarramae, onde se reencontraria com o Cacique Raoni, seu parceiro da primeira expedição, 3 décadas atrás? Cansou? De lá partiriam juntos, mata adentro, rumo às terras indígenas Capoto-Jarina, no nordeste do Mato Grosso, no sul da Amazônia Brasileira. É lá, o Centro Geográfico Brasileiro.

Já vi o documentário, sei de muitas histórias dos bastidores e até hoje sou incrédula. Mas as imagens estão lá para provarem a verdade. Você também já pode vê-las esta semana.

Sergio Vahia, Raoni e Adrian Cowel, com o novo marco, em 2008.

Sergio Vahia, Raoni e Adrian Cowel, com o novo marco, em 2008.


O outro personagem desta jornada é uma celebridade para nós e para o mundo, o Cacique Raoni, líder dos caiapós, conhecido por sua campanha em defesa do povo indígena e da floresta Amazônica. Na expedição de 50 anos atrás foi intérprete para outras línguas indígenas. Em 1989, viajou pela Europa com o cantor inglês Sting alertando contra a invasão das terras indígenas amazônicas.

O terceiro mosqueteiro é Adrian Cowel, um nome que vamos ouvir muito este ano, quando terá sua obra homenageada. Um inglês que nasceu na Índia, em 1934, e morreu no final do ano passado, um dia antes de embarcar para o Brasil. Nos seus 78 anos de vida, Adrian esteve no Brasil muitas vezes, e construiu uma incrível (e ainda pouco conhecida entre nós) trajetória como cineasta. Documentou desde a criação das primeiras reservas extrativistas e os primeiros contatos com os índios Uru Eu Wau-Wau como a chocante morte de Chico Mendes. Como ativista, foi um dos fundadores do Television Trust for the Environment e escreveu 2 livros sobre índios brasileiros: “The Heart of the Forest” e ‘The Tribe that Hides from Man”. Foi o fotógrafo da expedição de 1958 e sua maior motivação para participar da expedição 50 anos depois, era reencontrar a população indígena que conheceu à época. Por ser exímio atirador, também ficou encarregado da caça.

Adrian, de pé com o marco, em 1958.

Adrian Cowel, de pé com o marco, em 1958.


Impossível descrever o momento em que Daniel Santiago registra o reencontro de Raoni com o inglês Adrian. Como se nota, sou altamente suspeita. Convenci meu amigo Ronaldo Ramos, a ajudar a expedição e meu amigo e artista plástico Caíto a recriar o marco, agora em alumínio, a partir de uma desgastada foto tirada em 1958. Conheci e me envolvi com inimagináveis histórias de Adrian Cowel, através de suas sobrinhas Charlotte e Anna Cowel. E a cada dia que passa, eu acredito mais que o que move realmente o mundo são as nossas ambições, os nossos desejos, a nossa visão de um futuro, um futuro que a gente imagina pra gente.

Viva Sergio Vahia que imaginou um futuro para ele!
E quando a gente fica “tomado” por uma visão, vai contagiando almas contagiáveis como a de Daniel, que contagiou a minha, que contagiou Ronaldo e Caíto. E mais um montão de gente que fez uma ambição acontecer. Em tempo: a nova expedição confirmou, por modernos GPS, as coordenadas das cartas náuticas de 1958.

Bóra mudar o futuro antes que ele chegue? Valeu, Daniel!


19
Mar 12

Bóra Futurar?

Workshops da 5 Years From Now®

Workshops da 5 Years From Now®

Deu preguiça? Não vê o porquê de se pensar no futuro? Oras, o presente está irremediavelmente pronto. Bóra aproveitar cada um dos maravilhosos momentos do presente. Afinal, não deve ser à toa que o hoje se chama presente. Então, vamos desembrulhá-lo. Vamos usufruir deste “hoje”. Como diz Carly Simon, ”these are the good old days” (estes são os dias que teremos saudades).

Mas, me diga: este é um hoje que pensamos pra nós há um tempo atrás? Ou é um hoje que chegou tão rápido que nos atropelou?

Bóra futurar?

Tire os pés do chão e dê um salto pro futuro. E aterrisse num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas. Porque para as soluções não-óbvias, vamos precisar de um pensamento dissidente, de um pouco de rebeldia. Vamos ter que manter a parte do cérebro que toma as decisões, ligada. Vamos precisar de uma zona onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, não convencionais, não ortodoxas, alternativas, excêntricas, idiossincráticas ou impensáveis são possíveis. Onde as crises do presente são coisas do passado. Nada existe, só o que você inventar. Pirar.

Neste espaço-futuro, as tendências do passado se recombinaram e se realizaram. Outras morreram pelo caminho, faltou oxigênio para virarem realidade. O futuro é o lugar perfeito para pensar como as tendências se interconectam para ajudar os nossos negócios. Como aprender com quem tirou proveito delas? Como lucrar com elas? Solte a sua imaginação. Estamos no futuro. Neste espaço dissidente se acolhe heréticos!

Pronto! Eureca! Sim, é isso! Tirar os pés do presente, aterrissar num espaço que acolha o “impensável”, ligar o cérebro e sacar as tendências nos leva, inevitavelmente, à inovação. Porque inovar pode ser tão simples como fazer novas combinações de elementos já conhecidos – o famoso lápis e borracha que vira um lápis-com-borracha. Ou uma inovação disruptiva, aquela que reduz a pó a indústria que a precedeu, como o DVD que enterrou o VHS.

Inovar não é inventar. Se você não se sente capaz de inovar como Steve Jobs, se você acha que jamais teria inventado o Ipad, comemore! Você faz parte de um pequeno grupo de 6.860.000.000 de habitantes deste planeta que não inventou o Iphone, o Google, o Facebook, o Coração Artificial. Mas que pode trazer inovações a todo o momento para os seus negócios e para a sua vida. Crie espaços dissidentes! Visite-os! interne-se! E depois me conte.

Por que como falamos aqui no espaço dissidente da 5 Years From Now®: criatividade é um jeito de ser e inovação, um jeito de fazer. Bóra futurar. Bóra fazer!

Notas:
* “para enfrentar a complexidade da Nova Era, vamos ter que manter a parte do cérebro que toma as decisões ligada”, economista Noreena Hertz.
* Anticipation, Carly Simon. Originalmente filmado no concerto Martha’s Vineyard, para a HBO, em 1987. Mais: www.carlysimon.com

* O último vídeo é a palestra especialmente criada para os workshops Endeavor, em junho de 2011 e discute:
– A decadência das motivações extrínsecas que marcaram o século XX.
– A emergência das motivações intrínsecas deste século XXI.
– Habilidades, Rebeldia, Tendências, Reflexão e Progresso.
– Dói, saber que não sabemos. Pior é o instinto de refugiar-se em velhas certezas.
– Transição de Era, Geração YZ, Colaboração e Tecnologia Barata.
– Exemplos de Consumo Colaborativo para o seu negócio. O efeito Cloud.
– Futurar é exercitar o “músculo da reflexão”. O presente, está irremediavelmente pronto.

BIO
Beia Carvalho é presidente e piloto da consultoria de negócios 5 Years From Now®, que criou um espaço para a reflexão sobre o futuro dos negócios. Acredita que o presente, está pronto. Irremediavelmente pronto. E exercitar o “músculo da reflexão”, seguindo uma metodologia, um caminho assistido e monitorado, leva à criação do futuro. Como palestrante, seus temas são os Intangíveis, o Futuro, a Nova Era da Inteligência em Rede e a Geração Y. Foi Vice Presidente de Planejamento de Agências das Comunicação: TBWA\BR, SIGNIFICA e Grottera.


06
Nov 11

Meu negócio está fazendo 3 anos

estilo frog: from goiás

estilo frog: from goiás

Ao cabo de quase 3 anos, uma certeza: o negócio que você criou, vingou. Ponto. As dúvidas e inseguranças são hoje mais complexas e em maior número. Mas a GRANDE dúvida não existe mais: 5 Years From Now® é um negócio que também faz sentido para o mercado. Habemus 5 Years From Now®! E é dessa certeza que é feito o combustível dessa nova fase: como crescer, pra onde, com quem, a que ritmo, com qual investimento?

Levantar para trabalhar em a-per-fei-ço-a-men-to. Polir arestas. Delimitar, refinar públicos, produtos, colaboradores. Pensar em reger, não só em tocar. Escrever, registrar a “partitura”, porque a música que emana da empresa é a sua cultura. É um trabalho mais interessante, mais sofisticado e mais engajador, quando comparado com a extenuante energia física e psicológica de colocar um negócio em pé.

Mais exaustivo ainda, quando o negócio é criado do zero, como o nosso, baseado em um conceito inédito: refletir sobre o futuro. Transportar-se 5 anos no futuro e de lá olhar para o presente.

Depois de 3 anos de vida, as dúvidas são de outra ordem. Como garantir a pessoalidade dos nossos serviços e crescer? Como ganhar dinheiro enquanto dormimos? Como garantir a cultura do negócio? Garantir que todos conheçam a partitura e, ao mesmo tempo, colaborem para que a música evolua e continue a atrair e agradar o nosso refinado mercado.

De todas as questões, cultura é a que mais me apego e me dedico. Desde os primeiros minutos de vida da 5 Years From Now®, tudo o que “ela” fez foi registrado: escrito, fotografado, filmado, compartilhado. Tudo aqui tem um jeito “faive” de ser. A informalidade, a aposta no humor como tom da comunicação, a recepção e acolhida festiva aos prospects e clientes, o uso das redes sociais. E o abuso do preto e branco na comunicação, no jeito de vestir, no cartão, no site. Aqui é 5! Lembrei do “aqui é curíntia”.

A 5 Years From Now® faz aniversário dia 1 de dezembro. Por isso, esta época tem esse gosto de “balanço do ano”. E, em uma palavra, 2011 foi surpreendente. Surpreendentemente instável. Depois de propositadamente experimentar campos novos nos 2 primeiros anos de vida, comecei este ano com a certeza de estar definitivamente fechando o leque de atuação. Surprise! O ano que começou como uma grande festa, champagne à vontade, alardeando os mais altos níveis de crescimento na história do Brasil, está terminando com um jeito de “wow, que ressaca!”.

Mas as previsões são de um 2012 melhor para os BRICs e inflação mais baixa e mais movimentação no Brasil, por conta de Copa e Olimpíadas. Afinal, um dia eles tem que começar a construir tudo o que prometeram, não é?

Hoje, neste dia ensolarado de novembro de 2016, releio este artigo que postei 5 anos atrás. Hoje, a 5 Years From Now® está mais perto de comemorar os seus 10 anos. As questões, as dúvidas, amplificadas!

Mas como há 5 anos, também temos uma nova certeza: somos mais maestros e menos tocadores de cada um dos instrumentos. Reger. Difícil verbo.

Refinamos a observação. Observamos, sacamos e aproveitamos mais o que foi sacado. Aprendemos com o estilo Frog (From Goiás) do grande observador Joesley Batista, da JBS-Frigoboi. “Temos que observar quem faz coisas excepcionais dentro das nossas empresas”. Elas estão ali, debaixo da nossa fuça. Então, como vamos clonar pessoas e comportamentos excepcionais e disseminar o aprendizado?

Daqui 5 anos, em 2021, espero poder dizer que esta não é mais a questão, mas que há novas dúvidas e inseguranças em maior número e ainda mais complexas. Este é o combustível que move os empreendedores.

Este é o nosso estilo. Qual é o seu?
5 Years From Now®!

Joesley Batista, presidente JBS-Friboi

Joesley Batista, presidente JBS-Friboi

Nota: JBS S.A. é uma empresa brasileira, o maior frigorífico no setor de carne bovina do mundo, seu crescimento é exponencial: de 1,2 bilhão de dólares em 2004 a mais de 40 bilhões em 2011. Joesley Batista é o presidente. Mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/JBS


12
Oct 11

Arquétipos? Arquétipos!

Oprah, sábia popular

Oprah, sábia popular

Você sabe qual é o arquétipo que representa o seu negócio?

Se sim, sua empresa age com coerência arquetípica?

Você sabe que LOSTBBB tem seus personagens baseados em arquétipos?

arquétipos & personagens

arquétipos & personagens

Você sabe que o nosso moderno cérebro abriga nas profundezas da mente traços de uma mente arcaica? Você sabe como isso influencia como pensamos e agimos? O assunto é muito profundo e a ideia aqui é visitar o que Carl Jung nos ensina sobre os arquétipos: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.

Sua marca se conecta com o arquétipo do AMANTE como os chocolates KOPENHAGEN que estabelecem com seus consumidores uma conexão profunda, íntima, prazerosa e sensual? Ou com o FORA DA LEI como o programa CQC que rompe com a repressão, conformidade e cinismo? Marcas fora da lei querem chocar as pessoas. Ou com uma marca SÁBIA como OPRAH que “alimenta” a fome de sabedoria da nova era. Oprah é uma sábia popular que instrui e orienta seu público. Uma especialista que exprime sabedoria, confiança e maestria.

A dinâmica de examinar 12 arquétipos para entender suas marcas e seus consumidores é uma das mais pop dos workshops 5 Years From Now®, segundo nossos clientes.

Porque, como dizem seus fãs, todas as ideias mais poderosas do mundo vieram de arquétipos. E se os arquétipos se conectam tão profundamente com as pessoas, é fácil expandir e perceber como eles se conectam com os nossos negócios.

Oprah é uma marca sábia que promove o aprendizado contínuo e tem uma coerência arquetípica invejável. Entre lançar uma linha de cosméticos ou roupas, ficou com o seu Clube do Livro. É com essa consistência que ela governa suas decisões e alavanca seu sucesso.

Se você se interessou por este assunto e não sabe que arquétipos mais se conectam com a sua marca hoje e no futuro, está perdendo uma eficiente e lúdica oportunidade de estimular a sua imaginação empresarial.

Quando você olha para o futuro, enxerga seu negócio trilhando a direção em que o mundo parece estar caminhando?

Carl Jung

Carl Jung

NOTAS:
Carl Jung: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.

Oprah Winfrey apresentou o programa The Oprah Winfrey Show, por 25 anos. Depois de seu último programa em maio de 2011, irá dedicar-se a sua própria rede, OWN e outros projetos pessoais. Ela ganha cerca de 50 milhões de dólares por mês com todas as suas incumbências profissionais. Mais wikipedia

A papisa dos arquétipos Carol S. Pearson em The Hero Within e Awakening the Heroes Within.


18
Mar 09

FIFA interrompe meu afinado countdown

Por conta da FIFA, interrompo aqui o meu afinado countdown – já que ela adiou a escolha das cidades anfitriãs e misteriosamente, limitou-se a dizer que ocorrerá em “algum dia no final de maio”.

Isso é Brasil! E mais uma razão para você saber onde estará daqui a 5 anos e não daqui a 5 minutos!

DAQUI  A (mais ou menos)  73  DIAS  SERÃO  REVELADAS  AS  12  CIDADES-SEDE  DA  COPA  DO MUNDO  2014  NO  BRASIL!

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