Você é a cabeça pensante da sua empresa.
Você tá olhando lá na frente.
Você tá animando a moçada mais que Silvio Santos.
Você desanima e não tem um outro “você” pra te animar!
Você arrisca, xinga, joga, avança, recua, mete o peito, radicaliza.
É, é com você mesmo. Delegue tudo que puder.
Porque essa força, esse entusiasmo, essa empolgação esse gás, esse rojão, vigor, coragem, potência, veemência, influência, persistência e insanidade tem que vir daí de dentro do empresário.
Você leva a sua empresa ao EXTREMO?
Não? Então quem vai levar?
NOTAS:
Extreme Highlining – Insane Heights!!! Filmado por Devin Graham
Música de Tony Anderson, download aqui:http://tiny.cc/jjln2w Os 5 atletas: Lauren Crepeau, Scott Rogers, Brian Mosbaugh, Daniel Moore, Ryan Robinson, Creighton Baird. Making off: http://www.youtube.com/watch?v=DAcwXgM9SGs&feature=youtu.be
Vídeo do Ford Explorer: http://www.ford.com/suvs/explorer
Nasci com esse defeito de fábrica: não leio pessoas. Felizmente, leio ideias.
Felizardos aqueles que detem os 2 códigos: leem ideias e pessoas. São “ambidestros na compreensão”.
Diz o professor Albert Mehrabian (UCLA), que 55% do que transmitimos vem da linguagem corporal, 38% do tom do voz e apenas 7% do que realmente falamos. Penso que, quem não lê pessoas com eu, se fixam nos 7% do que foi dito.
O Financial Post, baseado num artigo da Revista Psychology Today reuniu num artigo* 26 dicas para ajudar a gente a ler pessoas.
Muitas delas já “nascemos sabendo”, como a dica de que mentirosos não fazem contato visual, piscam excessivamente ou não se concentram. Mas atenção: estes também podem ser sinais de ansiedade e muitos mentirosos tem a habilidade de olhar fixamente em nossos olhos, enquanto mentem descaradamente.
Ou seja, cada uma das dicas tem suas exceções. Braços cruzados podem indicar uma “atitude distante e não receptiva. Ao que tudo indica, esse gesto visa proteger o coração e os pulmões de ataques. A maioria dos primatas também o faz por esse motivo.”** Mas se estiver frio, ou seja, se contextualizarmos, nada dessa leitura tem significado. Pois é, se fosse fácil ler gente era só decorar as 26 dicas da revista, não é?
Mas devaneei. Minha ideia inicial era provocar essa reflexão, fazermos essa pergunta a nós mesmos: leio pessoas ou ideias? E por que isso é importante? Porque se você, como eu, não tem esse dom, pode descobrir muito sobre sua vida, sobre suas apostas, seus acertos e derrotas. Pra que? Pra vida ficar mais divertida, oras.
Como descobri que não leio pessoas? Reparando (e me abismando) como outras pessoas faziam isso tão rápida e eficientemente! Quase que intuitivamente achei minha bengala e me acerquei de pessoas para quem esse dom era nato. Assim, através dos olhos delas “eu” captava e compreendia as carências, as disputas de poder e os humores presentes numa reunião de trabalho.
É fácil se iludir e tomar o domínio do mundo das ideias como o mais sofisticado, importante, cool, hip, chic, trendy. E, engano supremo: “se leio ideias “automaticamente” leio pessoas”. Pode ser que sim, pode ser que não.
Tomara que você não tenha esse defeito de fábrica. Mas se tiver essa deficiência, o quanto antes você se der conta, melhor será sua vida.
NOTAS: A inspiração desse artigo veio de um dos meus clientes. Valeu Doraci de Souza. * 26 dicas para ler pessoas: Revista Psychology Today 29.03.2013 http://business.financialpost.com/2013/03/29/26-tips-on-how-to-read-people ** Mundo Interpessoal: http://www.mundointerpessoal.com
Muitas vezes estamos tão imersos em nossas velhas certezas que não percebemos o óbvio. Ou, para usar uma palavra da Velha Era, ficamos démodé, passamos da moda.
Este vídeo mostra que distribuir dinheiro de verdade e de graça, pode ser uma promoção inócua. WOW!Abalou? Pensei um pouco sobre uma das frases do vídeo: “Giving money for free, for no reason” (distribuindo dinheiro de graça sem motivo nenhum”). Talvez, a gente esteja querendo exatamente os motivos, não é? A sua marca motiva?
A ação não é inócua pelo conteúdo, pois verdadeiramente estão distribuindo dinheiro, em praça pública.Mas a forma é tão desgastada, que simplesmente não vemos, ou não queremos ver. Passamos reto! Não queremos participar do assunto.
Numa Era de Colaboração, faz a agente pensar se as nossas estratégias estão tão cansadas como esta!
O vídeo, sim, é engajador! Em 8 dias, já passou de 1 milhão de views.
Notas: Nobody In Boston Wants Free Money
“you don’t get a second for a free dollar, do you?
“Giving money for free, for no reason”
WebComics: http://www.youtube.com/user/fatawesomefilms
Empreender é assim como esse vídeo: emocionante, vibrante, exagerado, experiencial, instigante, intrigante, fodástico, orgasmático, intenso, incrível, inimaginável, impensável, incomensurável, fabulous e dá um PUTA de um MEDO! Ah, e vale!
Algumas coisas na vida tem que ser vividas de corpo e alma. Não dá pra sentir sua grandiosidade nem mesmo na telona do cinema. Antes de conhecê-lo, não entendia a fixação dos americanos em mostrar filmes produzidos no Grand Canyon. Ao contrário de outros assuntos, quanto mais se sabe, menos impressionante nos parece. Moldado pelo rio Colorado durante milhares de anos, tem 446km de comprimento, 30km de largura e 2km de profundidade. Uma das 7 maravilhas do mundo, habitado por 5 tribos indígenas, os Hopi, Navajo, Havasupai, Paiute and Hualapai, e aí?
Do Planeta dos Macacos, à genialidade de Thelma & Louise, (“It’s the goddam Grand Canyon!” ?responde Susan Sarandon à Geena Davis), nada se compara ao estar lá. Por isso, o espanto de Louise não nos causa a empatia pretendida pelo diretor que ali está – embevecido por um dos mais inesquecíveis espetáculos: o amanhecer no Canyon.
A minha (recomendada) caminhada ladeira abaixo de 13km até o rio Colorado, começa às 4h da manhã. E você tem só até às 9 pra chegar lá embaixo, antes do sol te comer viva. Paramentada com tudo de especial, meias, botas, cantil e amendoim pra dar sede e você não se esquecer de tomar água. O canyon é um deserto, você não sua, porque não há umidade no ar. E isso faz você se esquecer de ingerir líquidos. Pelo caminho, esquilos, bambis, águias vaondo com uma cobra no bico e cores. Muitas cores. A cada 10 minutos rochas mudam de cor. E mudam de novo e mais uma vez. Mais de 7 km chutando pedra e uma parada no oásis: sombra de árvores e água potável. Ah, que benção é o oásis. Descansou? Bóra enfrentar o restinho que falta: um pequeno e interminável deserto de areias fofas. Já é de manhã, o sol rachando na cabeça. A bota afunda a cada passo e pesa 1 tonelada pra sair da areia. A mochila, 2!
Já dá pra vislumbrar ao longo da trilha as águas do Colorado, enquanto os pés chafurdam pesadamente na areia incandescente.
Agora só falta atravessar a ponte. Parece miragem. Nunca chega. Mas chega. Arranco as meias e botas e mergulho os doloridos pés, já com bolhas, no escuro e deliciosamente gélido rio Colorado. Ah o paraíso existe! A volta, só amanhã de madrugada. Fico ali, catatônica. Pés estraçalhados dentro da água, contemplando o verde. Amanhã tem mais ocres, marrons e azuis, sem verdes.
Contemplação, “otium” [ócio], “uma forma de lazer dedicada às coisas do espírito”*. Momentos em que a mente se alimenta. Jamais esquecerei aquele dia. Grandes idéias vem deste “verdadeiro repouso”*, uma pausa para o “negotium” [o comércio].*
Quando John Powel dirigiu a primeira expedição ao desfiladeiro, em 1870, referiu-se ao Canyon como “páginas de um belo livro de histórias”. É incrível como há coisas incríveis que fazem uma incrível diferença nas páginas do belo livro da história das nossas vidas. Coisas que fazem a vida valer incrivelmente a pena de ser vivida.
Grand Canyon & Beia Carvalho
Rio Colorado: enfim o descanso dos justos. Grand Canyon & Beia Carvalho
Notas:
-Todos os créditos do vídeo neste link: World’s Most Insane Rope Swing Ever!!! – Canyon Cliff Jump
Música do vídeo é “Kitten Air” do novo álbum do Scott & Brendo, aqui no iTunes: http://bit.ly/15I54vR .Amazon:http://amzn.to/ZGWMnh
– * Marc Fumaroli, professor honorário do Collège de France, no Le Monde.
– Texto originalmente publicado na Revista Results On Negócios Inteligentes, em maio 2009.
Beia Carvalho: A ousadia da geração Y favorece a promoção
É sempre bom saber que a gente é fonte para alguns assuntos. Principalmente, quando é para a Folha de S.Paulo. Mais uma vez, somos consultadas sobre o tema da Geração Y. Um tema que a+do+ra+mos e sempre queremos falar. Porque o primeiro passo para entender os tais profissionais “impacientes, infiéis e insubordinados”, os “ipisilons”, todo mundo sabe, mas poucos dão: é deixar o preconceito de lado e conhecer, fuçar, aprender, googar. Esbravejar com “insubordinados” não vai mudar nada, mas pode piorar muito.
Veja abaixo a nossa contribuição para a matéria de Reinaldo Chaves “Profissional assume cargo de gerência cada vez mais cedo” e, ao final, o link para o texto integral.
A ousadia da geração Y é um aspecto que favorece a promoção de jovens à gerência. A presidente da consultoria 5 Years From Now, Béia de Carvalho, afirma que esses profissionais sabem executar diversas funções ao mesmo tempo, têm afinidade com a tecnologia e sabem compartilhar a liderança. Carvalho diz que “é quase uma lei na gestão moderna usar a liderança compartilhada”, ou seja, não se isolar dos subordinados na hora de tomar uma decisão. “Só que as gerações mais velhas não sabem agir assim. Os jovens, no entanto, já nascem compartilhando tudo”, diz.
Na realidade, para mim, o aspecto mais interessante da liderança compartilhada é o fato de que a cada momento em que um assunto/problema se impõe, liderará o processo de solução a pessoa mais capacitada e que mais entende daquele assunto. Neste novo formato, a liderança não é fixa, não está umbilicalmente ligada ao poder e, sim, ao conhecimento, à experiência, ao jogo de cintura. Assim, o conceito de chefe passa a ser nômade, ambulante. A empresa tem a sua produtividade catapultada pelo liderança dos melhores.
E pra quem ainda tem dúvidas dos novos ares dos novos tempos, dê uma olhada neste vídeo sobre a entrevista de trabalho mais doida que você já viu.
Matéria completa da Folha de S.Paulo, domingo 24/2/2013 Profissional assume cargo de gerência cada vez mais cedo Demografia, tecnologia e falta de mão de obra impulsionam a promoção de pessoas com menos de 30 anos para postos de comando
Ninguém melhor do que nós mesmos pra saber e sentir o quanto a nossa atual atividade está inadequada ao nosso momento de vida. Motivos? Cada um tem os seus. E para cada um de nós são os mais terríveis possíveis. De chefes tiranos, escravidão de horas a fio, atividades sem sentido, sem avaliação, involução de carreira, baixos salários, baixa autoestima. Putz, vamos parar por aqui.
O fato é que todo dia tem alguém tremendamente insatisfeito com o seu trabalho no mundo. Mas por que é tão difícil dar um pé na bunda e virar a mesa?
É que falta uma faísca, um chacoalhão, um “tapa na cara”, o alerta de uma imagem tão forte quanto o alce deste comercial da Monster, que nos tira do conforto de nossas velhas certezas – e faz jus ao mais famoso dos sensos de humor, o inglês.
Ah, depois eu penso numa foto pra por aqui!
Porque quando estamos tão envolvidos, que parece que mergulhamos numa cratera, só sairemos de lá com uma ajuda de fora – com aquela mãozinha. Aqui, na 5 Years From Now® a gente gosta de se ver como esta mãozinha fora do problema técnico dos nossos clientes.
A Monster.Uk.Com é uma empresa que oferece vagas e aconselhamento de carreira. Em seu Facebook, diz “encorajar cada pessoa a destampar seu potencial, porque sabem o que é necessário para crescer, desenvolver, melhorar e avançar na carreira e na vida como ninguém”. E que estão à procura de pessoas que querem ser as melhores em suas funções, gente que gostar de fazer mais, receber mais e ser MAIS!. E que não tem medo de desafios, não importa de onde venham, mas que se empenhem em obter os melhores resultados.”
Me parece ser bem mais fácil pra Monster recolocar pessoas deste naipe (que se empenham em obter os melhores resultados), que realmente SER este candidato tão destemido.
Por isso, gosto tanto do comercial. Porque ao nos darmos conta do ambiente em que estamos, criamos esta força extra para abandonar a situação dramática, patética, involutiva e estressante em que estamos vivendo e parar de procrastinar. Notas: PROCRASTINAR: vem do latim procrastinatus: pro- (à frente) e crastinus (de amanhã). É adiar uma ação. Para a pessoa que está procrastinando, isso resulta em stress, sensação de culpa, perda de produtividade e vergonha em relação aos outros, por não cumprir com suas responsabilidades e compromissos. Embora a procrastinação seja considerada normal, ela se torna um problema quando impede o funcionamento normal das ações. Fonte: wikipedia.
DICA do MONSTER: se quiser continuar a ouvir Don Giovanni tente aqui E se quiser saber mais sobre essa ópera no iTunes UK
2 dias depois da renúncia, Papa diz que tomou a decisão “em plena liberdade, pelo bem da Igreja”. Ooops!
No dia seguinte à notícia da renúncia do Papa, todos os chefes de estado que se pronunciaram foram bem contidos em suas declarações – li uma por uma, no Estadão. Nenhum deles ousou a falar em dissidência, simplesmente dançaram conforme os primeiros versos da “música”, que ligava a renúncia do chefe da Igreja à sua falta de saúde e avançada idade. Ba-le-la. Ah, Dilma não estava entre as personalidades importantes que se pronunciaram. Ah, mas o país nem é católico, não é?
A Wikipédia nos diz que a média de idade dos papas quando foram eleitos é de 65 anos e chefiaram a Igreja por 13 anos. E os papas mais velhos tinham 78 quando começaram a servir e o fizeram por mais de 6 anos. Ou seja, o Vaticano sempre conviveu com a 4a. idade. Não ia ser agora que isso seria novidade ou obstáculo! Bento XVI tem 85 anos.
Bem, tudo isso serviu para trazer à tona, não a óbvia idade avançada, mas a sujeira que aparece nas disputas de poder. O beligerante é o cardeal Tarcisio Bertone e seu grupo contrários à promessa do papa de conduzir uma limpeza na Igreja: aqui leia-se o escândalo da pedofilia envolvendo a igreja por todos os cantos do mundo. Ou como colocou o Estadão: “corrupção no Banco do Vaticano e roubo de documentos por seu ex-mordomo seriam parte do desgaste”.
Mas quem é que vai se surpreender com corrupção e escândalos no Vaticano, em 2013? Adoro 2 filmes que versam sobre o assunto: O Poderoso Chefão 3, dirigido por Coppola, em 1990 e a comédia Habemus Papam, dirigida por Nanni Moretti, 2011.
No último “chefão”, Michael Corleone passa o filme tentando legalizar suas operações mafiosas. Um dos últimos lances era ter o controle majoritário da International Immobiliare, uma imobiliária europeia, da qual a Igreja detinha 25% das ações.
O cardeal irlandês Gilday era o chefe do Bando do Vaticano, afundado em dívidas (puxa! que coincidência!). Ele convence Michael a depositar $600 milhões dólares em troca de ¼ da Immobiliare. Mas tudo era uma fraude de Gilday articulada com o chefe da Contabilidade Frederick Keinszig e Don Lucchesi, presidente da Immobiliare. Ainda segundo a trama do filme, quando a maquinação está prestes a ser revelada pelo cardeal Lamberto (aquele para quem Michael se confessa no filme e que havia se tornado o novo Papa João Paulo I), o cardeal Gilday e sua gangue o envenenam e matam o reformista Papa. Ooops!
Em Habemus Papa, quem não viu poderá conhecer cena por cena o que ocorre dentro do Vaticano desde o dia em que o “cargo de papa” está desocupado até o momento em que, da varanda central da Basílica de São Pedro, o mais velho dentre os cardeais da ordem dos diáconos pronuncia as palavras Habemus Papam. E a tal fumacinha branca começa a sair da chaminé da capela Sistina e anuncia: “Temos Papa”. Enquanto o Colégio de Cardeais não se decide a fumaça é negra, significa que não houve maioria e os votos então são queimados. Quando há o consenso, o novo pontífice é eleito e a fumaça sai branca.
Será que daqui 5 anos veremos a tal limpeza da Igreja?
Você seria capaz de destruir o que você faz de melhor para provar o seu ponto de vista? Os suíços são!
Não mediram esforços para divulgar que suas idílicas paisagens alpinas são o melhor destino turístico para as férias de inverno. E ao destruírem e se livrarem de seu ícone mais famoso, nos asseguram que teremos as mais relaxantes férias de nossas vidas. O resultado é um filme que mostra muita neve, seus bucólicos-quentinhos-hotéis-cabanas e casinhas suíças de um jeito que nunca vimos. E com um tipo de humor impensável em suíços.
Sua empresa seria capaz de ir tão longe e destruir o que você faz de melhor?
Nota:
pra saber mais: http://www.myswitzerland.com/winter
Meu desejo para este 1o. dia do ano é que todos os líderes do mundo parassem.
Parassem por 20 minutos e 28 segundos para ver, ouvir e tatuar no cérebro a palestra de John Hunter para o TED 2011, explicando o Jogo da Paz Mundial – um jogo criado em 1978, para crianças da 4a. série (9 anos), quando o professor tentava preparar uma aula sobre a África.
Consiste em resolver 50 problemas do mundo, entrelaçados, de forma que nenhum dos lados saia perdendo. De tensões étnicas, minorias, vazamentos químicos e nucleares, disputas por direitos de água, repúblicas independentes, fome, espécies ameaçadas e aquecimento global. Se uma coisa muda, todo o resto muda.
A base do jogo hoje é uma estrutura de 1,2m por 1,2m por 1,2m de Plexiglass, em 4 camadas. Mais fácil de entender vendo o vídeo. Se você nunca viu um TED, saiba que é só clicar no canto inferior direito (34 languages off) e escolher “Português, Brasileiro” para ver o vídeo com legendas. Vale muito a pena!
Sobre essas estruturas são colocados todos os problemas do mundo para que as crianças possam resolvê-los sozinhas. Há 4 países no tabuleiro. As crianças inventam os nomes dos países – alguns são ricos, outros pobres. Eles têm recursos diferentes, comerciais e militares. E cada país tem um gabinete. Tem um primeiro-ministro, secretário de estado, ministro da defesa e um chefe das finanças, ou controlador. O professor escolhe o primeiro ministro baseado na relação que tem com eles e oferece o trabalho – que pode ser recusado. E, então, eles escolhem o seu gabinete. Tem um Banco Mundial, indústrias de armas e uma Nações Unidas. Há também uma deusa do tempo que controla uma bolsa de ações randômica e um clima randômico.
Ao final, nenhum país pode sair pior do que entrou. É muito emocionante!
Nota: John Hunter é professor, músico e inventor do World Peace Game
John Hunter: Teaching with the World Peace Game http://www.ted.com/talks/john_hunter_on_the_world_peace_game.html
É tão bom quando a gente esbarra em alguém que curte as mesmas coisas que a gente e, diferentemente, não tem preguiça de ir fundo nas questões, mesmos as mais bizarras.
Me lembro bem como fiquei impressionada – tanto quanto Mark – com este tal episódio 7, da 1a. temporada de Mad Men.
Na realidade, é uma tradução do post de Mark Wilson, que descreve muito bem este episódio, além de nos presentear com um infográfico sobre quem mais bebe e o que bebem na 1a. temporada. Cultura inútil que os fãs sempre se perguntam. Vamos a seu texto?
Meu momento favorito de Mad Men é o episódio 7, da 1a. temporada. Roger Sterling tinha, na noite anterior, abertamente paquerado a mulher de Don Draper, num jantar em sua casa. No dia seguinte, Don parece aceitar as desculpas de Roger. Mas o que acontece durante o almoço é a desforra. A cena é uma competição pra mostrar quem é o mais durão, coisa de menino, numa orgia de martinis-e-ostras durante um “rotineiro” almoço. Pra enausear mais a história, quando os 2 finalmente chegam à agência, atrasadíssimos, encontram o elevador parado e tem que subir 23 andares pela escada. Ao chegar, quase enfartando Roger vomita pra tudo quanto é canto. Don, traz aquele sorrisinho e um leve suor. E o universo restabelece seu equilíbrio.
Quantos drinks Don e Roger tomaram neste episódio? 10 cada um. Exatamente: 10 por cabeça! As contas foram feitas num workshop de Santiago Ortiz de onde surgiu este infográfico, onde cada personagem recebeu uma cor e, assim, podemos seguir quem tomou quanto em cada um dos 13 segmentos da série. Don, cor-de-rosa, domina a cena das ostras, pico de bebedeira da série. Mas a novidade é que Peggy Olson, a humilde secretária que tem a sua criatividade descoberta, vai aos poucos chegando no páreo com os rapazes. Dê uma olhadinha: ela é amarelo.
E o que eles bebem? Whiskey, claro. Mas há mais 14 outras bebidas incluindo mai tais, vinho, rum. Visualize aqui: http://visual.ly/mad-drinkers
NOTAS:
Mark Wilson lançou um site chamado Philanthroper, que conseguiu angariar quase 200 mil dólares antes de fechar. Detalhes aqui: http://philanthroper.com
Também escreve para His work has also appeared at Gizmodo, Kotaku, PopMech, PopSci, Esquire, American Photo and Lucky Peach. http://www.fastcodesign.com/users/mark-wilson
Palestrante futurista, única mulher a tratar
desses assuntos no mercado brasileiro.
Suas referências são fruto de um mar de
experiências, quevão desde a road-trip
São Paulo a New York, nos anos 1970,
a centenas de cidades em 30 países.
Em 2008 funda a 5 Years From Now®,
um espaço de reflexão sobre o futuro
dos negócios: aí, o celeiro de seus
poderosos temas de palestras.
Em 2014, dedica-se exclusivamente a
palestrar sobre conteúdos deste século
XXI: inovação, futuro e gerações. Temas
que estão dando um nó em nossas vidas!