17
Jul 13

Ah, se a Dilma tivesse assistido às nossas Palestras!

Dilma Bolada leva troféu: a melhor em mídias sociais no Brasil

Dilma Bolada leva troféu: a melhor em mídias sociais no Brasil

A Internet tem 18 anos no Brasil.

Faz 18 anos que digitamos e vemos este WWW pra lá e pra cá, o dia todo: em revistas, anúncios, placas, carros, cartões de visita, TV, rádio e óbvio na Internet.

O endereço do GMAIL é PONTOCOM, não é PONTO COM PONTO BR.

PERGUNTO, querida Dilma, que parte da “re-de-mun-dial de com-pu-ta-do-res” a senhora e todos os seus ministros gênios não tinham compreendido?

“Muitas vezes os dados são armazenados fora do Brasil, principalmente os dados do Google. Então, queremos prever a obrigatoriedade de armazenagem de dados de brasileiros no Brasil”, disse Dilma, em 9 de julho. Olha esse timing! Mais de 1 mês antes, precisamente em 6 de junho, Snowden revelou o PRISM, o programa que coleta dados para a Comunidade de Inteligência.

PERGUNTO: querida Dilma, durante estes mais de 30 dias o governo brasileiro achou que o PRISM não tinha nada a ver com o Brasil? Não tem mesmo. ACORDA! Tem a ver com o mundo! Com o nosso universo. Com uma Nova Era. Gostando ou não, isso é a tal da globalização. Quando acontece uma catástrofe, é uma pandemia! Não se resolve com ordens esdrúxulas da presidenta. O buraco é muiiito mais embaixo.

PERGUNTO: querida Dilma, por que a insistência em ir aos meios de comunicação e “abrir a torneirinha de asneiras” – como diria a brilhante e perspicaz Emília, de Monteiro Lobato – desprezando até o que o seu ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, lhe alertou: ” … que a aprovação do marco civil não resolveria sozinha o problema da privacidade na rede. Uma lei nacional não dá conta de coibir isso. Tem de ter tratados internacionais.”

Ah, mas esses imigrantes da Nova Era são bem prepotentes! Parecem um pouco com aqueles brasileiros de primeira viagem, que chegam em New York e acham que vão dar golpe nos “gringos tolos”. Sem saber a língua, gírias, costumes, leis, jeitos e trejeitos. Acham que estão arrasando e já se estrepam na primeira viagem de metrô.

Querida Dilma, somos todos imigrantes nesta Nova Era. Porque todo mundo que está vivo nunca mudou de era. Por isso, somos imigrantes. Então, no mínimo, temos que ter essa clareza e o discernimento para entender o que significa ser imigrante. Significa, principalmente, que não entendemos o código vigente. E sem essa clareza, vamos achar que proibir o improibível, que força policial ou manifestação encomendada funcionam. Não funcionam. Acho que isso já deu pra presidenta sacar, mesmo que não admita. Mas olha aí o Lula, que não está moscando e recomenda que o PT ofereça “novas soluções para novos problemas”. Pintando de salvador da pátria!

Uma Nova Era, não tem mapa. Uma Nova Era tem oportunidades e riscos. Muitos riscos.

Salvador Raza, PhD e único brasileiro da equipe contratada pelo governo Obama para propor uma reforma profunda na política dos Estados Unidos, disse coisas muito interessantes e contundentes no último Globo News Painel. Esse pode salvar a pátria!
– existe um índice que mede o grau de maturidade dos países em relação à Guerra Cibernética e o Brasil tem nível 1, o nível inicial (que vai até 5, otimização).
– o grande investimento no Brasil hoje tem que ser intelectual: conhecer melhor, estudar mais, criar o nosso próprio vocabulário!

Valeu Dr Raza! “ARRAZOU”! É no que sempre insistimos: a crise é de conhecimento. A Nova era é um era da cognição. Porque são os talentos que trazem respostas simples para problemas complexos.

Dilma, fala pro Mantega liberar uma verba e contrata as nossas palestras!
O retorno é garantido!

SE LIGA, aí, turminha do poder

SE LIGA, aí, turminha do poder

Notas:

1) Para Dilma, caso de espionagem dos EUA pode configurar ‘violação de soberania:
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2013-07-09/para-dilma-caso-de-espionagem-dos-eua-pode-configurar-violacao-de-soberania.html

2) Edward Snowden and the NSA files – timeline (A linha do tempo de Snowden)
Em janeiro deste ano, Snowden contatou a diretora de documentários Laura Poitras, através de  emails codificados sobre os segredos que tinha sobre a Comunidade de Inteligência. No dia 5 de junho, Snowden revelou ao The Guardian, que o governo americano tinha forçado a gigante telecom Verizon a entregar os dados telefônicos de milhões de americanos. No dia 6 de junho, revelou o Prism. http://www.guardian.co.uk/world/2013/jun/23/edward-snowden-nsa-files-timeline
NSA (National Security Agency), a agência Nacional de Segurança.
PRISM: nome-código da NSA para o programa que coleta dados das maiores empresas de internet como Google, Microsoft, Facebook e Apple.

3) Espionagem americana: convidados debatem se o Brasil está preparado para se defender: http://globotv.globo.com/globo-news/globonews-painel/t/veja-tambem/v/espionagem-americana-convidados-debatem-se-o-brasil-esta-preparado-para-se-defender/2691810/

4) Dr Salvador Raza, analista de segurança nacional, único brasileiro a integrar a equipe contratada pelo governo Barack Obama para propor uma reforma profunda na política e, também, nos métodos utilizados pelos Estados Unidos mundo afora. São 30 Ph.D.s, os melhores cérebros do mundo em análise de segurança, defesa e diplomacia: http://tinyurl.com/salvadorraza

5) CMMI: índice que mede o grau de maturidade em relação à Guerra Cibernética (Capability Maturity Model Integration): http://www.tutorialspoint.com/cmmi/cmmi-maturity-levels.htm

6) Pandemia: do grego pan [tudo-todos] + demos [povo]).


31
May 13

Quase 5 na 5 Years From Now® com muitos 5!

beia-tais-5-palestra-SELIGA_0975
Neste 5o. mês do ano, a gente está comemorando a marca de mais de 5.000 fãs que curtem a nossa página no FACEBOOK. 

A GENTE A+DO+RA FÃS!  

Porque a 5 Years From Now® se fez a partir de pessoas e empresas que curtem o nosso trabalho, nosso jeito de falar e de trabalhar. E nos escrevem pra dizer isso!

Nestes quase 5 anos, construímos uma máfiazinha e já batemos a marca dos 350 clientes. E mais do que satisfeitos, temos amigos, laços fortes e uma rede tecida com mais de 5.000 horas de trabalho. Dizem que inovação acontece depois de 10.000 horas de suor. Somando minhas horas com as da minha sócia Taís estamos batendo essa marca! rsrs.

Também nos orgulhamos de nossa marca histórica de aprovação: convertemos 1 em cada 3 propostas! E ainda bem que aqui não precisou do 5 pra rimar com o post, não é?

Não descobrimos como ganhar dinheiro enquanto dormimos – nossa ambição máxima. Mas não desistimos! Se você tiver 1 ou 5 dicas, manda pra gente.

Nossas cativantes palestras são – a cada dia que passa – nosso orgulho maior. Provocar, instigar, evocar, causar, precipitar e inflamar: é com a gente, mesmo! E colhemos aplauso de todas as gerações. Adoramos chacoalhar todas as plateias.

NOTA DA BEIA:
Há várias linhas de divisões de gerações. Esta é a que eu uso:
Geração Tradicionalista: hoje acima de 67 anos (nascida antes de 1946)
Geração Baby Boomer: hoje entre 49 e 67 anos (nascida entre 1946 -1964)
Geração X: hoje entre 37 a 48 anos (nascida entre 1965 e 1976)
Geração Y: hoje entre 16 a 36 anos (nascida entre 1977 e 1997)
Geração Z: hoje entre 3 a 15 anos (nascida entre 1998 e 2009)
Geração A: hoje com até 3 anos (nascida após em 2010)

Ainda não é fã? Vai lá na nossa fanpage: https://www.facebook.com/5YearsFromNow

SE VOCÊ CONTRATA PALESTRAS PEÇA UMA PROPOSTA do mais novo conteúdo da 5 Years From Now® e se ligue no SE LIGA!


30
May 13

Facebook tem Problema com Mulheres?

#FBHate

#FBHate

Estava zapeando e parei nesta notícia na CNN, com a Laura Bates – fundadora do Projeto Sexismo do Dia-a-Dia, que já coletou mais de 10.000 experiências cotidianas sobre a violência contra mulheres. Ela comentava o sucesso da campanha #FBhate, que levou várias empresas a suspender e retirar seus anúncios do Facebook, devido ao fracasso do Facebook em proibir-retirar páginas com comentários e fotos de abuso slogans encorajando estupro e celebrando todo tipo de violência contra as mulheres. Apesar das muitas promessas do site, nada foi feito.

Segundo Trista Hendren, uma das líderes do movimento Women, Action & the Media, esta foi a razão da ação lançada na semana passada para dar um basta no discurso a favor do estupro e da violência contra as mulheres.
“Este problema com Facebook vem de anos. Se fosse uma prioridade para o site, eles já teriam dado um basta. Em minha conversa com Facebook nos últimos 6 meses, eles me falaram muitas vezes que já estavam “trabalhando” para reparar este abuso.”

Não Curti

Não Curti


Com a hastag #fbhate as ativistas enviaram mais de 5.000 e-mails para anunciantes do Facebook e mais de 60.000 tweets a campanha também instigou a Nissan, Pringles, Dove, British Airways e outros anunciantes menores a parar de anunciar na rede social.
“Olá @amazon, seus anúncios no @facebook estão patrocinando imagens de violência doméstica. Vai retirar os anúncios?” tuitado por @schemaly (Soraya Chemaly, escritora e ativista).

Num post em seu próprio blog, o Facebook disse que “seus sistemas para identificar e remover os discursos de celebração do ódio como ele gostaria …” Mas que dentre as várias atitudes, inclui um mais linhas diretas de comunicação com grupos de mulheres e outras entidades de defesa.

De hoje, 29 a 31 de maio, a campanha incita a todos a mudar suas fotos do perfil pela imagem abaixo, em protesto à tolerância à cultura do estupro pelo Facebook.

Que Páginas Podem?

Que Páginas Podem?

Interessante é que o Facebook retira imagens de mulheres amamentando, ou de mastectomia, mas não consegue retirar, por exemplo, uma piada de estupro de uma criança deficiente ou frases como “Não é estupro se elas estão mortas e se estão vivas é sexo surpresa”. Segundo o Facebook “aqui não há espaço para o discurso que incita o ódio, a ameaça ou a violência.”

Jaclyn Friedman, diretora da Women, Action and the Media, comentou: “Não fazíamos ideia que a coisa ia explodir dessa forma. Acho que as pessoas já estavam bem frustradas com esse assunto há muito tempo. Como consumidores temos muito poder.”
David Reuter, o porta-voz da Nissan, disse nesta 3a. feira que suspendeu todos os anúncios no Facebook até terem a certeza que seus anúncios não apareceriam em páginas com conteúdos ofensivos.

Dove e American Express não suspenderam seus anúncios.
Na página da Dove no Faecbook, este comentário: “Então, Dove, você quer fazer dinheiro em cima da gente, mas não quer levantar um dedo para mostrar ao Facebook que a violência contra a mulher é inaceitável?”
Enquanto isso, no Brasi, os registros de estupro quase triplicaram no Brasil em 5 anos, saltando de 15.351 para 41.294!

Estupro: Dê um Basta Facebook

Estupro: Dê um Basta Facebook

NOTAS:
Does Facebook have a problem with women? Laura Bates, The Guardian, 19 fevereiro/2013
Companies pull Facebook ads over violent content, http://www.cbsnews.com, 29 maio/2013
Facebook Says It Failed to Bar Posts With Hate Speech, http://www.nytimes.com, 28 maio/2013
estupro brasil, http://g1.globo.com, 18 maio/2013


20
May 13

Cliente Está Sempre Certo!

Cliente Está Sempre Certo! Se estiver errado, releia regra 1

Cliente Tá Sempre Certo! Do Contrário, Releia Regra 1

Conheço o Ronaldo Ramos há uns 15 anos. Foi nossa amiga Graça Craidy quem nos apresentou. Ano passado, ele nos procurou, discutimos seu projeto de futuro e ele decidiu fazer o 5 Years From Now®.

Beia, Ronaldo e Taís em 5 Years From Now®

Beia, Ronaldo e Taís em 5 Years From Now®

Este é seu depoimento:
“Competência, no caso da 5 Years From Now®, se traduz em várias dimensões:
a) Leveza no enfoque inicial e na forma de apresentar a proposta ao cliente
b) Método de trabalho claro e com a dose ideal de academia e prática
c) Sócias que trabalham em perfeita sintonia
d) Ambiente de workshop despojado e estimulante à criatividade
e) Impecável trabalho de preparação
f) Relatórios que vão direto ao ponto
g) Criatividade e disciplina de cronograma
Com esta combinação de competências, o resultado não poderia ter sido outro – nasceu a CEO.LAB! Obrigado à Beia, Tais e à participação especial do Sergio!”

Se você ficou curioso, continue lendo um pouco mais dessa nossa experiência.

Depois de quase 1 mês de preparação e entrevistas chegou o esperado dia. Em 23 de agosto de 2012, o alto executivo Ronaldo Ramos esteve na 5 Years From Now®, para participar de um workshop de identidade – instigamos a reflexão sobre visão de futuro, essência, diferenciais e identidade através de dinâmicas disruptivas que mapearam possibilidades significativas na construção da nova marca.

Porque, quando nos permitimos um olhar para a identidade da nossa marca pessoal e profissional, abraçamos sua relevância e nos fortalecemos na construção da trilha rumo ao futuro. Foi incrível!

Tão incrível, que o Cliente retornou para mais um workshop. Desta vez, para chegar ao nome do futuro negócio. Um nome que exprimisse os seus principais atributos e benefícios. Porque quando nos expressamos de forma relevante, fortalecemos a empresa junto aos nossos colaboradores, fornecedores e clientes.

E lá nos embrenhamos, de novo, numa oficina criativa com Ronaldo, Taís e Sergio, como moderador convidado. E chegamos! CEO.LAB exprime essa marca que navega pelas sutilezas do mundo dos CEOs, combina elementos complexos com simplicidade, faz alquimias, mergulhos precisos e é rapida no diagnóstico.

Em breve, vamos conhecer a expressão visual do CEO.LAB. Mal posso esperar!

Cliente satisfeito: amigo<>cliente<>amigo. O que mais podemos querer Taís?
É correr pro abraço, como diz Sergio Lacarte. Valeuuu Ronaldão! RR é o cara!

Ronaldo em 5 Years From Now®

Ronaldo, na dinâmica “Soco no Estômago”, em 5 Years From Now®

Ronaldo em 5 Years From Now®

Ronaldo Ramos, em 5 Years From Now®

Sergio Lacarte diretor de criação e  artista plástico

Sergio Lacarte diretor de criação e artista plástico, na dinâmica “Feirinha Criativa”

Nota:
Taís de Souza é vice-presidente da consultoria heterodoxa de negócios 5 Years From Now®.
Sergio Lacarte é amigo mais de 20 anos, diretor de criação e artista plástico.


18
May 13

Ah, Se a Moda Pega!


A moda sempre me fascinou. E felizmente trabalhei 2 vezes neste mercado. Um mercado em que os azougues são poucos, porque entendem que trabalham com o intangível, mas o sucesso é bem tangível. Na moda há sucessos de crítica e público que rapidamente se transformaram em escandalosas bancarrotas. E os longevos e verdadeiros sucessos de negócios como Christian Dior e Giorgio Armani, para citar conhecidos.

A história por trás desses bem-sucedidos empresários da moda é sempre de muito perseverança, determinação, obsessão, mesmo. Costumo dizer que são do signo de capricórnio: nada os detém.

Lendo a trajetória de Mike Jeffries, 68, CEO da Abercrombie & Fitch desde 1984, seria ao mesmo tempo difícil e óbvio imaginar seu último depoimento, que causou frisson no bilionário mercado de moda.

Difícil, porque Jeffries praticamente nasceu dentro de uma cadeia de lojas. Aos 12 anos já era responsável pela compra da seção de brinquedos das lojas de seu pai, se formou em Economia, tem MBA na Columbia Business School, estudou na London School of Economics e trabalhou com Allen Questrom, da J.C. Penney e com o ex CEO da Gap, Millard S. Drexler, hoje J.Crew.

Fácil, porque seu arquétipo do Fora-da-Lei, o bad guy, jamais o abandonou! Ele ostenta títulos como “Mais Bem Pago dos Piores Gestores (Highest Paid Worst Performer), concedido a ele em 2008, pela The Corporate Library, numa pesquisa com 2.000 empresas americanas!

A web está de exemplos de sua luta insana por agregar valor a marca com suas frases arquetípicas “não quero que os meus principais clientes vejam pessoas que não são tão bacanas como eles usando nossas roupas”. Mas valor é uma coisa em decadência para Abercrombie desde 2005. Em 2009, após abrir 250 lojas, as vendas líquidas (net sales) eram de $313.9 milhões, muito perto dos $287.4 milhões de 2005 ou $351.3 de 2006.

Segundo a about.com sua reputação também não vai nada bem. Num país careta como os Estados Unidos, ele tem contra ele o boicote de grupos como Foco na Família, Fundação de Mulheres e Meninas, Coalisão Nacional para a Proteção de Crianças e Famílias, estudantes, universitários, pais e tantos grupos de internet que nem dá para listar.

As apostas do “fora-da-lei” não viraram grana, mas este vídeo de Greg Karber pode virar uma dor de cabeça.

Para quem não entende inglês, minha humilde contribuição: Tradução do vídeo.
Abercrombie & Fitch é um empresa horrível. Seu CEO insiste em somente contrata pessoas atraentes o que é irônico, considerando que ele tem essa cara. Além disso, ele se recusa a vender tamanhos grandes (XL e XXL) para mulheres, porque ele não quer que gordas usem suas roupas.

Mike Jeffries explica sua política relembrando que em toda escola existem jovens bacanas (popular kids) e os que não são. “Francamente, nós queremos os bacanas. Nós queremos todos os atraentes jovens americanos com um jeito cool e muitos amigos. Muita gente não encaixa [em nossas roupas], e eles não podem ter [pertencer]. Atitude de exclusão? Absolutamente.”

Para piorar a situação, eles queimam as roupas com defeitos em vez de dar para quem precisa. Eles querem só um tipo de pessoa usando suas roupas.

Hoje nós vamos mudar a marca deles. Viajei para um outlet de Los Angeles e comprei (não foi nada fácil) umas peças para doar aos desabrigados. De lá segui para a zona leste de Los Angeels, um local chamado Skid Row, que tem um das maiores populações de sem-tetos dos Estados Unidos. E comecei a doar. No começo, as pessoas foram relutantes em aceitar, mas depois minha expedição foi um grande sucesso.

Mas eu sou só uma pessoa eu não posso mudar uma marca sozinho. Eu vou precisar da sua ajuda. Então, dê uma olhada no seu guarda-roupa, no guarda-roupa dos seus amigos e de seus vizinho. Ache todas as roupas Abercrombie que eles compraram (por engano) e doe-as para o abrigo de sem-teto de sua cidade. Compartilhe o que você fez no Facebook e no Twitter e no Google+ (se você realmente estiver usando Google+) com a hashtag #FitchTheHomeless.

Juntos podemos fazer da Abercrombie & Fitch a marca de roupas número 1 dos sem-teto.

Mais aqui: http://www.businessinsider.com/abercrombie-wants-thin-customers-2013-5#ixzz2TeEf7zuq
Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Mike_Jeffries_(CEO)
http://elitedaily.com/humor/the-10-most-ridiculous-things-mike-jeffries-ceo-of-abercrombie-fitch-has-said
Seguir @GregKarber


17
May 13

Dove: e se fosse com homens?

A nova campanha de Dove prova: “você é mais bonita do que você pensa”!                                                                                                                           VÍDEO DOVE

Dove recrutou 7 mulheres de idades e histórias diferentes e pediu para o artista do FBI Gil Zamora criar sketches delas baseado em suas próprias descrições das características faciais de seus rostos. Uma delas diz: “minha mãe me disse que eu tenho um queixo grande.” Ou, “acho que eu tenho uma testa enorme”.

Kela Cabrales, uma professora de tecnologia de 40 anos disse à jornalista do HuffPost, que não sabia o que estava acontecendo, mas que lhe perguntaram para ela se descrever usando termos neutros. Antes disso, essas mulheres passaram algum tempo com estranhos, que mais tarde se apresentaram ao artista e descreveram essas mesmas mulheres a ele.

Os 2 desenhos foram colocados lado a lado e é esse incrível contraste que vemos nesse vídeo. Será que o mesmo resultado aconteceria com homens?

Fonte: The Huffington Post  |  By  Posted: 04/16/2013 7:00 am EDT  |  Updated: 04/17/2013 2:32 pm EDT

 


28
Apr 13

Google Glass vai Disruptar os Aparelhos Auditivos?

O Som da Disrupção

O Som da Disrupção

Este artigo foi publicado há 2 dias, 26 de abril de 2013. Achei que deveria traduzí-lo. Talvez, porque como o autor, também faço parte da geração Baby Boomer. Esta aí, pra quem se interessar. Particularmente, me encanta a disrupção do Google Glass e como a frase que dizem ser de tantos mestres (de Benjamin Franklin, General  Patton ao jornalista Walter Lippmann): “quando todo mundo está pensando igual, ninguém está pensando muito”, se aplica como uma luva nestas considerações abaixo do inovador Thomas Frey. Agora, o artigo, na minha livre tradução. Infelizmente, o blog está com um problema e não consigo postar as imagens correspondentes ao artigo.

Aparelhos auditivos são para pessoas velhas. Pelo menos, isso é o que eu pensava quando eu era jovem e invencivelmente ia aos shows de rock muito mais altos do que eles deveriam ser. Mesmo tendo mantido minha audição relativamente intacta, faço parte da geração baby boomer que está ficando velha e por seu tamanho (75 milhões de americanos nasceram entre 1945 e 1965) ameaça a saúde financeira do sistema de saúde. Pessoas acima de 65 anos gastam de 3 a 5 vezes mais que os mais jovens para cuidar da saúde. Assim, a menos que a gente descubra uma forma de disruptar esta tendência de forma radical, vamos ter que lidar desesperadamente com essas questões financeiras – uma conta que não fecha.

Como uma pedrinha atirada no imenso lago dos custos da assistência médica, uma das tecnologias mais verdadeiramente disruptivas para a indústria dos aparelhos auditivos pode ser o Google Glass com as suas capacidades de transmissão de áudio por condução óssea. As 3 características que dão ao Google Glass este potencial disruptivo são: a  eliminação do aparelho no ouvido, a capacidade de processamento do microprocessador e uma API aberta que permite aos nerds do mundo a desenvolver aplicativos muito mais engenhosos que qualquer coisa existente hoje. Aqui estão algumas reflexões sobre porque esse micro-subcategoria do Google Glass está muito perto de causar um impacto massivo.

Evolução Aparelhos Auditivos

Evolução Aparelhos Auditivos

História dos Aparelhos Auditivos 

Após a invenção do transistor em 1948, os aparelhos auditivos começaram a encolher de tamanho. As primeiras ideias são dos anos 1700s com a criação de aparelhos que lembravam conchas que permitiam que as pessoas captassem uma ampla esfera de sons e focá-los dentro do seu ouvido. Apesar de nunca terem funcionado muito bem, foram eles que impulsionaram novas gerações de aparelhos eletrônicos que começaram a pulular após a invenção do telefone de Alexander Graham Bell, em 1876. O primeiro aparelho auditivo, chamado Akouphone, foi criado por Miller Reese Hutchison, em 1898. Usava um transmissor de carbono, para que o aparelho pudesse ser portátil.

Mais tarde, a Siemens começou a comercializar seu aparelho de audição amplificada, em 1913. O aparelho era um tijolão e pouco portátil. Como indústria, mesmo, os aparelhos auditivos pegaram depois do desenvolvimento do transistores, em 1948 pelos Laboratórios Bell. Com o passar do tempo, eles forma ficando cada vez menores, mais fashion, e com capacidade auditiva extremamente melhor.

Tendências da População

Nossa população baby boomer nos EUA (o mesmo acontece em outros países) aumentará dramaticamente a demanda por produtos que tenham a ver com saúde, já que pessoas com idade acima de 65 gastam 300-500% mais com assistência médica que pessoas abaixo de 65. O número de pessoas acima de 65 aumenta rapidamente, e aumenta também os níveis de atividades. Se foram aqueles dias quando velhos estavam relegados a sentar numa cadeira de rodas na varanda esperando por seus últimos anos de vida. Os mais velhos de hoje são mais ativos, e querem soluções para qualquer obstáculo que limite suas capacidades.

Evolução de Preços em 10 anos

Evolução de Preços em 10 anos

Tendências de Preços 

Como você pode ver no quadro acima, o preço da maioria dos produtos eletrônicos – câmeras, laptops, TVs e até sistemas de GPS – caiu em média pela metade! A combinação da concorrência de mercado com baixos preços de fabricação no extremo oriente racionalizaram os processos de produção e derrubaram os preços. As únicas exceções nos exemplos acima são os MP3 players e os aparelhos auditivos. Os MP3s experienciaram um salto de preços porque suas capacidades avançaram exponencialmente nesta última década partindo de uma memória de 128MB (quase 12 músicas) em 2000 para chegar a 160G (40.000 músicas) ou mais hoje em dia. Os preços dos aparelhos auditivos subiram em parte porque eles estão cobertos pelo seguro e também por puro aumento da demanda. É uma indústria bem posicionada para uma revisão radical.

Google Glass

Google Glass

Google Glass é uma tentativa de liberar as pessoas de seus computadores e acabar com a necessidade bizarra de checar seu celular a cada minuto. Google Glass dispõe a mesma informação num campo de visão bem em frente aos seus olhos. Essencialmente, Google Glass é uma câmera, um display, um touchpad, microprocessador, bateria e um microfone dentro de um óculos. O display está um pouquinho acima do campo de visão normal de uma pessoa, mas fácil de ver. A superfície de visão equivale a estar olhando uma tela de 24 polegadas a uma distância de 20 centímetros. Quando tivermos um display presente o tempo todo em nossas cabeças dá margem a uma série de usos óbvios como tirar, enviar e receber fotos, vídeos, buscas, reconhecimento facial, lembretes de calendário, flashes das últimas notícias e muito mais. Mas um dos mais intrigantes pensamentos é que o Glass se tornará uma interface perto-do-cérebro capaz de agregar um sem número de dispositivos.

Na atual versão do Glass você pode conectar seu óculos escuros e em pouco tempo suas lentes de grau também. Glass não tem aquele típico dispositivo para a orelha, ao invés disso, transmite o som por condução óssea. O uso desse tipo de amplificação sonora não-intrusiva cria a possibilidade de um dispositivo para ser usado como um aparelho auditivo para pessoas com baixo nível de perda auditiva. Naturalmente, um sem número de gadgets internos podem ser agregados para compensar qualquer tipo de perda de audição.

Criar aplicativos para o Google Glass é muito diferente que criar para smartphones Apps para Aparelhos Auditivos A abordagem do Google é única. O som é capturado pelo aro do “óculos google” e convertido em algo “escutável” através da transferência de condução óssea – vibrando seu crâneo para transmitir para seus ouvidos. Partindo do princípio que perda de audição acontece em milhão de diferentes formas e tamanhos, achar a solução perfeita para cada um tem sido um sonho ilusório.

Mas ao colocar um aparelho como este nas mãos de pessoas que estão fora do pensamento dos atuais líderes da indústria abre-se um mundo de novas possibilidades. Apenas agregando aplicativos de equalização (EQ apps) que se autocorrigem, baseados na micro-detecção de respostas humanas normais, poderia melhorar nossas habilidades em milhares de vezes. Com vários dispositivos direcionais, nós poderemos ter, em breve, um habilidade biônica de concentrar nossa atenção numa conversa a 1 milha de distância, ou ouvir através das paredes, ou ouvir os sussurros dentro de uma sala super barulhenta. Também é possível pensar num app que possibilitará ver a tradução instantânea de uma conversa que estivermos tendo num país estrangeiro, em nossa própria língua no display do Óculos Google. Sim, melhorias sensoriais como essa podem ser, a princípio, assustadoras, e haverá muitos abusos, mas quando é que nós ficamos satisfeitos em nos confinar em nossas habilidades do presente?

Pensamentos Finais

Como você pode ver, eu foquei num pequeno aspecto das capacidades do Google Glass. Mesmo assim, o impacto pode ser enorme! Grosso modo, 25% da população americana sofre de algum nível de perda de audição, mas afeta 100% da população direta ou indiretamente em algum ponto de suas vidas. O mercado americano de aparelhos auditivos é uma indústria de $6 bilhões que só de olhar essa população de velhos que em curto prazo estará dobrando de tamanho já está só lambendo os beiços. No entanto, eles nunca imaginaram que seu maior concorrente poderá, em pouco tempo, ser o Google, um rival que pouquíssimas empresas querem ver entrando em seus espaços.

Mas isso é apenas uma única possibilidade. Eu adoraria ouvir suas ideias sobre as disrupções que o Google Glass pode trazer, ou se você pensa que tudo isso pode fracassar. Ou se a Apple ou a Samsung criarão um produto muito melhor para concorrer com o Google Glass? Poste seus pensamentos abaixo.

Créditos: Thomas Frey é o editor de inovação da revista THE FUTURIST. Seu Web site is Futuristspeaker.com

Nota: Assim que o blog voltar ao normal, postarei as fotos e gráficos originais correspondentes a este artigo.


24
Feb 13

A ousadia da geração Y e sua ascensão

Beia Carvalho: A ousadia da geração Y favorece a promoção

Beia Carvalho: A ousadia da geração Y favorece a promoção

 

É sempre bom saber que a gente é fonte para alguns assuntos. Principalmente, quando é para a Folha de S.Paulo. Mais uma vez, somos consultadas sobre o tema da Geração Y. Um tema que a+do+ra+mos e sempre queremos falar. Porque o primeiro passo para entender os tais profissionais “impacientes, infiéis e insubordinados”, os “ipisilons”, todo mundo sabe, mas poucos dão: é deixar o preconceito de lado e conhecer, fuçar, aprender, googar. Esbravejar com “insubordinados” não vai mudar nada, mas pode piorar muito.

Veja abaixo a nossa contribuição para a matéria de Reinaldo Chaves “Profissional assume cargo de gerência cada vez mais cedo” e, ao final, o link para o texto integral.

A ousadia da geração Y é um aspecto que favorece a promoção de jovens à gerência. A presidente da consultoria 5 Years From Now, Béia de Carvalho, afirma que esses profissionais sabem executar diversas funções ao mesmo tempo, têm afinidade com a tecnologia e sabem compartilhar a liderança. Carvalho diz que “é quase uma lei na gestão moderna usar a liderança compartilhada”, ou seja, não se isolar dos subordinados na hora de tomar uma decisão. “Só que as gerações mais velhas não sabem agir assim. Os jovens, no entanto, já nascem compartilhando tudo”, diz.

Na realidade, para mim, o aspecto mais interessante da liderança compartilhada é o fato de que a cada momento em que um assunto/problema se impõe, liderará o processo de solução a pessoa mais capacitada e que mais entende daquele assunto. Neste novo formato, a liderança não é fixa, não está umbilicalmente ligada ao poder e, sim, ao conhecimento, à experiência, ao jogo de cintura. Assim, o conceito de chefe passa a ser nômade, ambulante. A empresa tem a sua produtividade catapultada pelo liderança dos melhores.

E pra quem ainda tem dúvidas dos novos ares dos novos tempos, dê uma olhada neste vídeo sobre a entrevista de trabalho mais doida que você já viu.

Matéria completa da Folha de S.Paulo, domingo 24/2/2013
Profissional assume cargo de gerência cada vez mais cedo
Demografia, tecnologia e falta de mão de obra impulsionam a promoção de pessoas com menos de 30 anos para postos de comando


03
Feb 13

Previsões sobre o futuro: 1967


Quando a gente gosta muito de uma “coisa”, vai cutucar – e descobre que coisas bacanas não acontecem assim, por acaso. Elas tem “pai e mãe”. Neste caso, Walter Cronkite e a Revista Smithsonian.

A “coisa” é um interessante vídeo de 1967, apresentado pelo jornalista da CBS, Walter Cronkite, que mostra a tecnologia do futuro em vários cômodos de uma casa.

O “pai” dessa história é o jornalista que virou a opinião pública norte-americana contra a Guerra do Vietnam, no início dos anos 1970. Walter Cronkite também foi considerado como o “homem que mais inspira confiança à América”, descartando políticos, dirigentes religiosos ou heróis do esporte.”

Foi apresentador do jornal da noite da rede CBS, por quase 2 décadas, entre 1960 e 1970 e tinha um programa chamado “The 21st Century”, sobre a tecnologia do futuro. Os vídeos deste post foram ao ar em 12 de março, 1967. Neste episódio, o programa mostrou como seria uma casa em 2001: TVs em 3D, videofones, uma máquina gigante que poderia ser o avô do Twitter, robôs e outros gadgets.

A “mãe” é a revista Smithsonian Mag, que tinha com linha editorial publicar “coisas em que o Instituto Smithsonian estava interessado, poderia estar interessado ou deveria estar interessado.” 5 anos depois de publicada pela primeira vez, em 1970, a circulação da revista atingiu 1 milhão de exemplares e se sagrava um dos mais bem sucedidos lançamentos de seu tempo.

Foi Smithsonian que resgatou este episódio do “Século 21”, do fundo do baú e Gizmodo publicou essa história em seu site, no último dia 31. No site, dá pra ver os 3 vídeos “futurísticos”: sala, escritório e cozinha. Você vai ver que eles não previram a genialidade de Steve Jobs e o design fica muito a desejar. Mas a tecnologia chega bem pertinho. Eu gostei particularmente da cozinha e das soluções de sustentabilidade que remoldam os utensílios usados, em vez de termos que lavá-los.

“Adoro como as previsões sobre o futuro estão sempre limitadas aos conceitos do presente. Em 1967, podíamos imaginar diferentes tarefas sendo controladas por um console, mas não conseguíamos imaginar múltiplos consoles sendo controlados por um único computador (ou smartphones ou tablets). Nos faz pensar o que as limitações da tecnologia de hoje causam à nossa imaginação do futuro”. Casey Chan, editor do Gizmodo.

O verbo da 5 Years From Now® é futurar. Futurar é visitar o futuro, um lugar que não está pronto. O presente está irremediavelmente pronto, é imexível. Mas passamos 100% do tempo tentando mudar algo imexível, e não dedicamos 1% ao futuro, onde tudo pode acontecer.

Fico aqui com a frase que Cronkite, que morreu aos 92 anos, terminava cada noticiário: “And that’s the way it is”. (é assim que é).


11
Jan 13

Destruir é Inovar?

Férias de Inverno na Suíça

Férias de Inverno na Suíça


Você seria capaz de destruir o que você faz de melhor para provar o seu ponto de vista? Os suíços são!

Não mediram esforços para divulgar que suas idílicas paisagens alpinas são o melhor destino turístico para as férias de inverno. E ao destruírem e se livrarem de seu ícone mais famoso, nos asseguram que teremos as mais relaxantes férias de nossas vidas. O resultado é um filme que mostra muita neve, seus bucólicos-quentinhos-hotéis-cabanas e casinhas suíças de um jeito que nunca vimos. E com um tipo de humor impensável em suíços.

Sua empresa seria capaz de ir tão longe e destruir o que você faz de melhor?

Nota:
pra saber mais: http://www.myswitzerland.com/winter