Você é a cabeça pensante da sua empresa.
Você tá olhando lá na frente.
Você tá animando a moçada mais que Silvio Santos.
Você desanima e não tem um outro “você” pra te animar!
Você arrisca, xinga, joga, avança, recua, mete o peito, radicaliza.
É, é com você mesmo. Delegue tudo que puder.
Porque essa força, esse entusiasmo, essa empolgação esse gás, esse rojão, vigor, coragem, potência, veemência, influência, persistência e insanidade tem que vir daí de dentro do empresário.
Você leva a sua empresa ao EXTREMO?
Não? Então quem vai levar?
NOTAS:
Extreme Highlining – Insane Heights!!! Filmado por Devin Graham
Música de Tony Anderson, download aqui:http://tiny.cc/jjln2w Os 5 atletas: Lauren Crepeau, Scott Rogers, Brian Mosbaugh, Daniel Moore, Ryan Robinson, Creighton Baird. Making off: http://www.youtube.com/watch?v=DAcwXgM9SGs&feature=youtu.be
Vídeo do Ford Explorer: http://www.ford.com/suvs/explorer
Não serei a 1a. a fazer a ligação entre a pechincha milionária de Jeff Bezos, da Amazon e a dupla de fundadores do Mídia Ninja, Bruno Torturra e Pablo Capilé.
É irresistível! São exemplos didáticos demais da transição de eras, em que todos estamos vivendo.
De um lado, Bezos adquire uma respeitabilíssima marca com 135 anos nas costas, de um produto decadente, o Washington Post. Será? Não, não há nada decadente com o jornalismo. O que está escorregando ladeira abaixo são as empresas de jornalismo criadas há 2 séculos e que se transformaram numa das mais poderosas mídias de massa. E só pra não perder o timing do trocadilho, emendo com Capilé: “hoje temos massas de mídias”. Sacou?
O Washington Post não é um jornal qualquer. Faz o que se chama de jornalismo agressivo, revelou o escândalo Watergate, em 1974. Ganhou 47 prêmios Pulitzer entre 1936 a 2008.
Gene Weingarten, colunista do Post em sua carta aberta a Jeff Bezos, traz um parágrafo que toca no ponto que eu tentava esclarecer pra mim mesma: “não direi que você comprou apenas um ‘grande’ jornal. Nem tenho a certeza que você comprou um ‘jornal’ em qualquer sentido. Você comprou um lugar cheio de jornalistas absurdamente talentosos e dedicados …”.
Este é o ponto, qualquer que seja a inovação que Bezos trará para o jornalismo, vai precisar de talentos. Talentos para fazer a mágica de seus Kindles. No Brasil, a Editora Abril acaba de fechar 4 revistas e demitir 150 jornalistas. Bezos parece estar com a cabeça e os 2 pés na Nova Era da Inteligência em Rede. Assistiu de camarote os prejuízos do Post, que alcançaram quase 50 milhões dólares nos últimos 7 anos de balanços negativos. Ficou fácil para Bezos pechinchar o jornal investindo apenas 1% de sua fortuna.
Em sua carta aos novos empregados, Bezos diz: “haverá mudanças nos próximos anos, lógico. Isso é essencial e teria acontecido com ou sem o novo proprietário. A internet está transformando quase todos os elementos do mercado de notícias: diminuindo novos ciclos, corroendo receitas confiáveis há séculos, e ativando novas formas de concorrência, algumas delas com pouco ou nenhum custo para se caçar a notícia. Não há mapas e mapear os próximos passos não será fácil. Precisaremos inventar, o que significa experimentar. Nosso critério será entender o que importa para os leitores – governos, líderes locais, inaugurações de restaurantes, tropas de escoteiros, negócios, beneficência, governadores, esportes – e trabalhar de trás pra frente a partir dos leitores. Estou entusiasmado e otimista sobre a oportunidade para inventar.” E ele é craque!
Mais ao sul do mundo, o programa Roda Viva entrevista o jornalista Bruno e o produtor cultural Capilé. O embate entre a velha e nova eras ficou ainda mais claro. Os jornalistas-entrevistadores, que supostamente deveriam estar brifados sobre seus 2 entrevistados, tinham uma postura de inquisidores ou de estarem diante de algo não significativo, algo desmerecedor de atenção do “jornalismo sério”. Como escreveu hoje a jornalista Regina Augusto, “uma tentativa desesperada de desqualificar o serviço do grupo”.
https://www.youtube.com/watch?v=vYgXth8QI8M
O programa tem 1 ½ h e tem que ser visto. Pontuo aqui, o que a meu ver, converge das 2 notícias e surpreende a velha mídia. Os problemas da nova era não serão resolvidos se não encararmos as questões de que fala Bezos, em um único parágrafo: novas formas de concorrência, pouco ou nenhum custo para se caçar a notícia, inventar significa experimentar e o ponto de partida não é seu bolso é seu público. Ah, e tem que gostar de inventar, de dizer adeus ao conforto das nossas velhas certezas. Tem que ter tesão em desmantelar velhas estruturas alicerçadas em crenças e terrenos que não existem mais no século XXI.
Veja só, o próprio Washington Post noticiou a compra do jornal, no dia seguinte ao feito! Muitas horas depois de uma brasileira aqui do sul do mundo, ter postado a notícia com o vídeo do ex-dono Donald Graham, no meu Facebook.
Anacrônico. Terreno não fértil. Por isso, é tão surreal assistir ao programa Roda Viva. A fala dos entrevistadores parece tradução do Google: é português, mas você não entende nada.
E há essa confluência entre a carta de Jeff Bezos e este post no perfil de Bruno Torturra sobre o fechamento das revistas da : “a derrocada do modelo comercial de imprensa, das estruturas inchadas, gigantes, que tratam jornalistas e informação como gado e comoditie é uma oportunidade inédita. Há um terreno aberto, cheio de gente capaz. Uma infra-estrutura técnica e cultural nova, uma grande expectativa pública por jornalismo independente. A chance histórica de criarmos um novo sistema, um novo modelo financeiro, um novo mercado de produção e distribuição de notícias, reportagens, imagens e ideias. A rede não é a internet, simplesmente. É uma nova lógica de relações sociais, culturais e econômicas estabelecidas, basicamente, por um fluxo de informação cada vez menos mediado. E informação, colegas, é vossa especialidade. Sem medo. Sem tempo pra lamentar. Há muito a fazer – e não falta companhia.”
Hoje, em seu perfil do Feice, Torturra lamentou não ter dado tempo para discutir o “Marco Civil da Internet, o caráter internacional do jornalismo em rede, a confusão perigosa entre jornal e jornalista, o próprio processo editorial da Mídia Ninja e o que esperamos de 2014…”. Mas com tanta pergunta sobre contabilidade, rsrs, não ia dar tempo, mesmo. Foi pena. Mas não tirou o brilho do frescor, da inteligência e sagacidade deles.
E pra fechar com a escandalosa e deliciosa articulação da dupla: “A gente não é convidado VIP de ninguém. A gente mesmo se convida e se impõe”, Capilé.
Muitas vezes estamos tão imersos em nossas velhas certezas que não percebemos o óbvio. Ou, para usar uma palavra da Velha Era, ficamos démodé, passamos da moda.
Este vídeo mostra que distribuir dinheiro de verdade e de graça, pode ser uma promoção inócua. WOW!Abalou? Pensei um pouco sobre uma das frases do vídeo: “Giving money for free, for no reason” (distribuindo dinheiro de graça sem motivo nenhum”). Talvez, a gente esteja querendo exatamente os motivos, não é? A sua marca motiva?
A ação não é inócua pelo conteúdo, pois verdadeiramente estão distribuindo dinheiro, em praça pública.Mas a forma é tão desgastada, que simplesmente não vemos, ou não queremos ver. Passamos reto! Não queremos participar do assunto.
Numa Era de Colaboração, faz a agente pensar se as nossas estratégias estão tão cansadas como esta!
O vídeo, sim, é engajador! Em 8 dias, já passou de 1 milhão de views.
Notas: Nobody In Boston Wants Free Money
“you don’t get a second for a free dollar, do you?
“Giving money for free, for no reason”
WebComics: http://www.youtube.com/user/fatawesomefilms
Dilma Bolada leva troféu: a melhor em mídias sociais no Brasil
A Internet tem 18 anos no Brasil.
Faz 18 anos que digitamos e vemos este WWW pra lá e pra cá, o dia todo: em revistas, anúncios, placas, carros, cartões de visita, TV, rádio e óbvio na Internet.
O endereço do GMAIL é PONTOCOM, não é PONTO COM PONTO BR.
PERGUNTO, querida Dilma, que parte da “re-de-mun-dial de com-pu-ta-do-res” a senhora e todos os seus ministros gênios não tinham compreendido?
“Muitas vezes os dados são armazenados fora do Brasil, principalmente os dados do Google. Então, queremos prever a obrigatoriedade de armazenagem de dados de brasileiros no Brasil”, disse Dilma, em 9 de julho. Olha esse timing! Mais de 1 mês antes, precisamente em 6 de junho, Snowden revelou o PRISM, o programa que coleta dados para a Comunidade de Inteligência.
PERGUNTO: querida Dilma, durante estes mais de 30 dias o governo brasileiro achou que o PRISM não tinha nada a ver com o Brasil? Não tem mesmo. ACORDA! Tem a ver com o mundo! Com o nosso universo. Com uma Nova Era. Gostando ou não, isso é a tal da globalização. Quando acontece uma catástrofe, é uma pandemia! Não se resolve com ordens esdrúxulas da presidenta. O buraco é muiiito mais embaixo.
PERGUNTO: querida Dilma, por que a insistência em ir aos meios de comunicação e “abrir a torneirinha de asneiras” – como diria a brilhante e perspicaz Emília, de Monteiro Lobato – desprezando até o que o seu ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, lhe alertou: ” … que a aprovação do marco civil não resolveria sozinha o problema da privacidade na rede. Uma lei nacional não dá conta de coibir isso. Tem de ter tratados internacionais.”
Ah, mas esses imigrantes da Nova Era são bem prepotentes! Parecem um pouco com aqueles brasileiros de primeira viagem, que chegam em New York e acham que vão dar golpe nos “gringos tolos”. Sem saber a língua, gírias, costumes, leis, jeitos e trejeitos. Acham que estão arrasando e já se estrepam na primeira viagem de metrô.
Querida Dilma, somos todos imigrantes nesta Nova Era. Porque todo mundo que está vivo nunca mudou de era. Por isso, somos imigrantes. Então, no mínimo, temos que ter essa clareza e o discernimento para entender o que significa ser imigrante. Significa, principalmente, que não entendemos o código vigente. E sem essa clareza, vamos achar que proibir o improibível, que força policial ou manifestação encomendada funcionam. Não funcionam. Acho que isso já deu pra presidenta sacar, mesmo que não admita. Mas olha aí o Lula, que não está moscando e recomenda que o PT ofereça “novas soluções para novos problemas”. Pintando de salvador da pátria!
Uma Nova Era, não tem mapa. Uma Nova Era tem oportunidades e riscos. Muitos riscos.
Salvador Raza, PhD e único brasileiro da equipe contratada pelo governo Obama para propor uma reforma profunda na política dos Estados Unidos, disse coisas muito interessantes e contundentes no último Globo News Painel. Esse pode salvar a pátria!
– existe um índice que mede o grau de maturidade dos países em relação à Guerra Cibernética e o Brasil tem nível 1, o nível inicial (que vai até 5, otimização). – o grande investimento no Brasil hoje tem que ser intelectual: conhecer melhor, estudar mais, criar o nosso próprio vocabulário!
Valeu Dr Raza! “ARRAZOU”! É no que sempre insistimos: a crise é de conhecimento. A Nova era é um era da cognição. Porque são os talentos que trazem respostas simples para problemas complexos.
Dilma, fala pro Mantega liberar uma verba e contrata as nossas palestras!
O retorno é garantido!
SE LIGA, aí, turminha do poder
Notas:
1) Para Dilma, caso de espionagem dos EUA pode configurar ‘violação de soberania: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2013-07-09/para-dilma-caso-de-espionagem-dos-eua-pode-configurar-violacao-de-soberania.html
2) Edward Snowden and the NSA files – timeline (A linha do tempo de Snowden)
Em janeiro deste ano, Snowden contatou a diretora de documentários Laura Poitras, através de emails codificados sobre os segredos que tinha sobre a Comunidade de Inteligência. No dia 5 de junho, Snowden revelou ao The Guardian, que o governo americano tinha forçado a gigante telecom Verizon a entregar os dados telefônicos de milhões de americanos. No dia 6 de junho, revelou o Prism. http://www.guardian.co.uk/world/2013/jun/23/edward-snowden-nsa-files-timeline
NSA (National Security Agency), a agência Nacional de Segurança.
PRISM: nome-código da NSA para o programa que coleta dados das maiores empresas de internet como Google, Microsoft, Facebook e Apple.
3) Espionagem americana: convidados debatem se o Brasil está preparado para se defender: http://globotv.globo.com/globo-news/globonews-painel/t/veja-tambem/v/espionagem-americana-convidados-debatem-se-o-brasil-esta-preparado-para-se-defender/2691810/
4) Dr Salvador Raza, analista de segurança nacional, único brasileiro a integrar a equipe contratada pelo governo Barack Obama para propor uma reforma profunda na política e, também, nos métodos utilizados pelos Estados Unidos mundo afora. São 30 Ph.D.s, os melhores cérebros do mundo em análise de segurança, defesa e diplomacia: http://tinyurl.com/salvadorraza
5) CMMI: índice que mede o grau de maturidade em relação à Guerra Cibernética (Capability Maturity Model Integration): http://www.tutorialspoint.com/cmmi/cmmi-maturity-levels.htm
6) Pandemia: do grego pan [tudo-todos] + demos [povo]).
Tá aí, esperando uma carteirinha de globalizado? Tá chamando cara de 75 anos de gagá? Tá pouco se lixando pra tal geração Y? Não sabe o porquê de tantas palavras novas: ubíquo, meme, modo beta, rexitegui? Tá se sentindo inadequado no seu próprio mundo? SE LIGA!
Estamos “no ar” com este novo conteúdo de palestras: SE LIGA! É um tiroteio de assuntos sérios tratados com humor para chacoalhar plateias de todas a idades. Com conteúdos de hoje até 2050!
SE LIGA nos Incríveis Depoimento de Clientes:
Veronique Forat, sócia da consultoria Bottom Line.
Alvaro Fernando, sócio da V.U. Studio
João Paim, Diretor de Criação da Casa de Bamba
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Bóra rechear o calendário de eventos de empresas e clientes com conteúdo relevante, provocativo, informativo e divertido. Que faz pensar, que provoca conversa, interatividade e inovação. BÓRA!
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Ah, e deixe seu comentário com a sua opinião!
Créditos:
Produção e Edição: Estudio Mol
Produção Executiva: Galileo de Carvalho Giglio
Produção e Atendimento: Tsui Wai Jin
Diretor de Fotografia e Editor: Paulo de Souza Neves
Editor assistente: Cassio Sugio
Cinegrafistas: Iuri Galletti e Raphael Mariano
Técnico de Som: Marcio Silveira
A moda sempre me fascinou. E felizmente trabalhei 2 vezes neste mercado. Um mercado em que os azougues são poucos, porque entendem que trabalham com o intangível, mas o sucesso é bem tangível. Na moda há sucessos de crítica e público que rapidamente se transformaram em escandalosas bancarrotas. E os longevos e verdadeiros sucessos de negócios como Christian Dior e Giorgio Armani, para citar conhecidos.
A história por trás desses bem-sucedidos empresários da moda é sempre de muito perseverança, determinação, obsessão, mesmo. Costumo dizer que são do signo de capricórnio: nada os detém.
Lendo a trajetória de Mike Jeffries, 68, CEO da Abercrombie & Fitch desde 1984, seria ao mesmo tempo difícil e óbvio imaginar seu último depoimento, que causou frisson no bilionário mercado de moda.
Difícil, porque Jeffries praticamente nasceu dentro de uma cadeia de lojas. Aos 12 anos já era responsável pela compra da seção de brinquedos das lojas de seu pai, se formou em Economia, tem MBA na Columbia Business School, estudou na London School of Economics e trabalhou com Allen Questrom, da J.C. Penney e com o ex CEO da Gap, Millard S. Drexler, hoje J.Crew.
Fácil, porque seu arquétipo do Fora-da-Lei, o bad guy, jamais o abandonou! Ele ostenta títulos como “Mais Bem Pago dos Piores Gestores (Highest Paid Worst Performer), concedido a ele em 2008, pela The Corporate Library, numa pesquisa com 2.000 empresas americanas!
A web está de exemplos de sua luta insana por agregar valor a marca com suas frases arquetípicas “não quero que os meus principais clientes vejam pessoas que não são tão bacanas como eles usando nossas roupas”. Mas valor é uma coisa em decadência para Abercrombie desde 2005. Em 2009, após abrir 250 lojas, as vendas líquidas (net sales) eram de $313.9 milhões, muito perto dos $287.4 milhões de 2005 ou $351.3 de 2006.
Segundo a about.com sua reputação também não vai nada bem. Num país careta como os Estados Unidos, ele tem contra ele o boicote de grupos como Foco na Família, Fundação de Mulheres e Meninas, Coalisão Nacional para a Proteção de Crianças e Famílias, estudantes, universitários, pais e tantos grupos de internet que nem dá para listar.
As apostas do “fora-da-lei” não viraram grana, mas este vídeo de Greg Karber pode virar uma dor de cabeça.
Para quem não entende inglês, minha humilde contribuição: Tradução do vídeo. Abercrombie & Fitch é um empresa horrível. Seu CEO insiste em somente contrata pessoas atraentes o que é irônico, considerando que ele tem essa cara. Além disso, ele se recusa a vender tamanhos grandes (XL e XXL) para mulheres, porque ele não quer que gordas usem suas roupas.
Mike Jeffries explica sua política relembrando que em toda escola existem jovens bacanas (popular kids) e os que não são. “Francamente, nós queremos os bacanas. Nós queremos todos os atraentes jovens americanos com um jeito cool e muitos amigos. Muita gente não encaixa [em nossas roupas], e eles não podem ter [pertencer]. Atitude de exclusão? Absolutamente.”
Para piorar a situação, eles queimam as roupas com defeitos em vez de dar para quem precisa. Eles querem só um tipo de pessoa usando suas roupas.
Hoje nós vamos mudar a marca deles. Viajei para um outlet de Los Angeles e comprei (não foi nada fácil) umas peças para doar aos desabrigados. De lá segui para a zona leste de Los Angeels, um local chamado Skid Row, que tem um das maiores populações de sem-tetos dos Estados Unidos. E comecei a doar. No começo, as pessoas foram relutantes em aceitar, mas depois minha expedição foi um grande sucesso.
Mas eu sou só uma pessoa eu não posso mudar uma marca sozinho. Eu vou precisar da sua ajuda. Então, dê uma olhada no seu guarda-roupa, no guarda-roupa dos seus amigos e de seus vizinho. Ache todas as roupas Abercrombie que eles compraram (por engano) e doe-as para o abrigo de sem-teto de sua cidade. Compartilhe o que você fez no Facebook e no Twitter e no Google+ (se você realmente estiver usando Google+) com a hashtag #FitchTheHomeless.
Juntos podemos fazer da Abercrombie & Fitch a marca de roupas número 1 dos sem-teto.
Mais aqui: http://www.businessinsider.com/abercrombie-wants-thin-customers-2013-5#ixzz2TeEf7zuq
Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Mike_Jeffries_(CEO)
http://elitedaily.com/humor/the-10-most-ridiculous-things-mike-jeffries-ceo-of-abercrombie-fitch-has-said
Seguir @GregKarber
Beia Carvalho: A ousadia da geração Y favorece a promoção
É sempre bom saber que a gente é fonte para alguns assuntos. Principalmente, quando é para a Folha de S.Paulo. Mais uma vez, somos consultadas sobre o tema da Geração Y. Um tema que a+do+ra+mos e sempre queremos falar. Porque o primeiro passo para entender os tais profissionais “impacientes, infiéis e insubordinados”, os “ipisilons”, todo mundo sabe, mas poucos dão: é deixar o preconceito de lado e conhecer, fuçar, aprender, googar. Esbravejar com “insubordinados” não vai mudar nada, mas pode piorar muito.
Veja abaixo a nossa contribuição para a matéria de Reinaldo Chaves “Profissional assume cargo de gerência cada vez mais cedo” e, ao final, o link para o texto integral.
A ousadia da geração Y é um aspecto que favorece a promoção de jovens à gerência. A presidente da consultoria 5 Years From Now, Béia de Carvalho, afirma que esses profissionais sabem executar diversas funções ao mesmo tempo, têm afinidade com a tecnologia e sabem compartilhar a liderança. Carvalho diz que “é quase uma lei na gestão moderna usar a liderança compartilhada”, ou seja, não se isolar dos subordinados na hora de tomar uma decisão. “Só que as gerações mais velhas não sabem agir assim. Os jovens, no entanto, já nascem compartilhando tudo”, diz.
Na realidade, para mim, o aspecto mais interessante da liderança compartilhada é o fato de que a cada momento em que um assunto/problema se impõe, liderará o processo de solução a pessoa mais capacitada e que mais entende daquele assunto. Neste novo formato, a liderança não é fixa, não está umbilicalmente ligada ao poder e, sim, ao conhecimento, à experiência, ao jogo de cintura. Assim, o conceito de chefe passa a ser nômade, ambulante. A empresa tem a sua produtividade catapultada pelo liderança dos melhores.
E pra quem ainda tem dúvidas dos novos ares dos novos tempos, dê uma olhada neste vídeo sobre a entrevista de trabalho mais doida que você já viu.
Matéria completa da Folha de S.Paulo, domingo 24/2/2013 Profissional assume cargo de gerência cada vez mais cedo Demografia, tecnologia e falta de mão de obra impulsionam a promoção de pessoas com menos de 30 anos para postos de comando
Assim que você deixa a sala, já está todo mundo querendo falar mais que a boca sobre Django: as músicas, o ator coadjuvante – que parece ser mais principal que o protagonista -, o diabólico DiCaprio, o irreconhecível Samuel Jackson, as brutais cenas, que mais acontecem na sua cabeça que na tela, e mais um vinho, e mais café e o papo não termina. É muito Tarantino pra pouca noite.
Na maratona de feriado, vi Lincoln primeiro. Recomendo fortemente o contrário: Tarantino pra abrir o apetite, Spielberg para ser degustado de sobremesa.
Pensei em escrever sobre cada um dos 2 filmes, em separado. Mas com Django com 5 indicações ao Oscar e Lincoln com 12, já tem muito material disponível pra ser lido, quer seja como história do cinema, história americana ou história da democracia.
Voltando à sequencia dos 2 filmes, note que eles se passam com meros 7 anos de diferença. O primeiro, Django, situado em 1858, apenas 2 anos antes de começar a sangrenta Guerra Civil americana. E o segundo, Lincoln, fixado nos primeiros 4 meses do ano de 1865. Os trailers estão abaixo.
A guerra durou exatos 4 anos e deixou um absurdo rastro de mais de 600.000 mortes. Muito além da Guerra Civil Espanhola ou da recente Guerra do Vietnã, quando 58.183 americanos morreram, menos de 10% que nessa guerra de secessão entre o norte, a União, e o sul, os Confederados.
Nos 2 filmes, a escravidão. E todo o modus vivendi que dela deriva. No primeiro, a população pasma ao ver um negro montado num cavalo. No segundo, uma população de 200.000 negros está empunhando uma arma para defender a União! No primeiro, vemos mais do sul dos Estados Unidos – Texas, Tennessee e Mississipi. Em Lincoln, mais do norte, a Casa Branca e o River Queen, em Virginia. E é inacreditável pensar que a abolição possa ter acontecido, quando toda a economia do sul estava baseada no trabalho escravo. É só a gente inverter os pontos cardeais, e imaginar DiCaprio, um coronel do nordeste. Sim, também é chamado de “painho”, mas como é americano é Big Daddy. Divaguei.
Mas para além da escravidão, o cerne, o que realmente vemos nos 2 filmes é o poder da negociação, a política do mundo dos homens. É disso que o ex dentista Dr Schultz e o presidente Lincoln tratam. Magnificamente!
Dr King Schultz, o irrepreensível Christoph Waltz, é um eloquente negociador. Usa as palavras, cena a cena, tão bem, rápida e eficazmente quanto aperta gatilhos. Lincoln, só atira com as palavras e com aquelas histórias compridas, que no nordeste chamam de anedotas. É, este Lincoln de Spielberg tem humor. E Waltz, desde Bastardos Inglórios, se diverte e continua nos divertindo com tantos salamaleques de vocabulário. O primeiro, ganha a vida caçando os procurados pela justiça para receber a recompensa por suas cabeças. Haja estratégia de negociação para achar, matar e entregar os procurados. E aí, Tarantino é mestre nos diálogos. E se até então, esse não era o forte de Spielberg, agora é. É tanta informação que sai da boca de Daniel Day-Lewis em sua aclamada voz de Lincoln, que vira uma gincana apreender todos os seus significados.
Lincoln, tem um problema tão grande e insolúvel na mão que ninguém acredita que ele possa prosseguir com sua teimosia e ter sucesso. Um, não, ele tem 3 problemas. Tem que acabar com a Guerra Civil antes que ela acabe com o país; tem que conseguir a maioria para aprovar a 13a. emenda à Constituição – a abolição da escravatura – e, por fim, tem que se reeleger. Para conseguir apoio para passar a emenda, precisa por um fim à guerra. Se acabar com a guerra não consegue por um fim à escravidão. Se acabar com a escravidão e não acabar com a guerra, não se reelege. Catch 22. É como convencer um Sarney que acabar com a escravidão será bom para o clã. Se você não viu, vá. O cara era bom, mesmo!
O projeto de Tarantino começou em 2007, terminou o script em 2011 e começou a filmá-lo em novembro do mesmo ano, durante 130 dias. O primeiro script de Lincoln, do próprio Spielberg, é de 2002 e não fez a cabeça de Daniel Day-Lewis. O segundo é do ganhador do Pulitzer, Tony Kushner, de 2006, e foi filmado em 90 dias, no final de 2011.
Quem teve que ligar pra Daniel Day-Lewis e convencê-lo a aceitar o papel foi DiCaprio, o crudelíssimo Calvin Candie, de Django: “Daniel, você tem que reconsiderar, porque Steven realmente quer você no papel e não vai fazer o filme sem você.”
E, por fim, os 2 negociadores tem uma missão: aquela força que nos sacode e com força nos arremessa na direção de cumpri-la. Dr Schultz, depois de se dedicar à bem sucedida carreira de caçador de recompensas, embarca na missão de encarnar Siegfried, o herói que salva a mocinha, Brunhilde, na lenda escandinava. Lincoln não sabe o que acontecerá com os negros após a abolição e declara isso abertamente, numa conversa no pórtico da Casa Branca com a ama de quarto de sua esposa. “Freedom is first.” Mas o presidente sabe que essa é a sua missão. O que acontecerá no futuro não pode ser impedimento para adiar a Abolição.
São 2 obstinados.
E isso já tá muito longo, mas faltou falar que tanto Django quanto Lincoln tem a aquela moralidade cinza, circunstancial. Enfim, se você ainda não viu, vá. Primeiro Django, depois Lincoln. Ou, ao contrário, não importa. Vá.
Vale a pena ler: 5 regras de ouro de Tarantino, escrito por ele para o Daily Mail online, 12 de janeiro, 2013. http://www.dailymail.co.uk/home/moslive/article-2260197/Quentin-Tarantino-Django-Unchained-The-story-Western.html
Mike Fleming entrevista Spielberg: porque demorou 12 anos para encontrar Lincoln:
http://www.deadline.com/2012/12/steven-spielberg-lincoln-making-of-interview-exclusive
O estudo é extenso, mas aqui rapidinho você vai ver O QUE O MUNDO E O BRASIL MAIS GUGARAM EM 2012. A lista completa você acha aqui, mas vou me concentrar só nos primeiros lugares de cada categoria.
Foram 1.2 trilhões de buscas em 146 línguas. WOW, difícil imaginar mais de 50!
No mundo, o destaque para pesquisa foi Whitney Houston e em segundo, o coreano com mais de 1 bilhão de vizualizações no Youtube: PSY, Gangnam Style. Eventos, Hurricane Sandy. Pessoas, ela de novo, Whitney Houston. Filmes, Jogos Vorazes, dirigido por Gary Ross e roteiro de Suzanne Collins. Programa de TV, foi BBB12. É você leu direito: o programa de TV mais procurado do mundo foi o reality show da Globo. Artistas, again Whitney Houston – artista, atriz, produtora, modelo. Segundo o Guinness World Records, a mais premiada mulher de todos os tempos e top de vendas, com mais de 170 milhões de álbums, no mundo todo.
Ooops! Acabo de gugar mais uma vez, pra obter este dados sobre ela. Nos eletrônicos “ele”, o iPad 3. Companhias aéreas, Southwest Airlines e pra fechar, as hashtags do Google: #SOPA – a sigla para Stop Online Piracy Act ou em tradução livre, Lei de Combate à Pirataria Online. Lembra quando o mundo era mais simples e sopa era refeição?
Vamos lá: BRASIL, agora.
Primeiro lugar para pesquisa foi “Face”. Não, não é face=rosto, é o Facebook! Evento de 2012 mais pesquisado foi Eleições. Programas de TV, BBB12. Música, ele, Gangnam Style. Músicos, Pedro Leonardo. Jogos, Transformice. Equipes esportivas, Flamengo, seguido do Timão. Esportes, Olimpíadas. Destinos de viagem, São Paulo! OK, seguido do Rio. A pesquisa também mostra o que se segue quando começamos a busca com “como“. Por exemplo, “como hackear” ficou em 6o.lugar. Mas o vencedor desta categoria foi, pasmem: “Como excluir do Facebook?”. No nosso workshop “Let’s Network Together”, essa também é uma das perguntas campeãs: “Como excluir do Facebook, sem a pessoa notar?”. E “o que é“, ganhou “O que é Ecossistema?”. Imagem, amor. Hummmm. Locais, hotel. Bancos, ITAU. Marcas nacionais: Mercado Livre, seguido de Casa Bahia e Correios.
Será que daqui 5 anos o termo mais gugado será EDUCAÇÃO? É o que nós, da 5 Years From Now® desejamos para 2018!
Notas:
Se quiser saber mais, leia:
1. Artigo no PropMark: http://propmark.uol.com.br/digital/42707:google-analisa-pesquisas-de-2012
2. Google Zeitgeist 2012: http://www.google.com/zeitgeist/2012/#brazil
3. Huffington Post: http://www.huffingtonpost.com/2012/12/12/google-zeitgist-2012-video-year-in-review_n_2286595.html
Por que o 2o. semestre tá sendo tão bom e o 1o. foi tão catastrófico?
Por que todo mundo quer inovar e quando você inova a sua conta bancária não bomba no ato?
Por que se paga 1 milhão de dólares por projetos de inovação, se publica mais de 255 livros sobre inovação só nos últimos 3 meses e ninguém inova?
Faz 4 anos que criamos na 5 Years From Now® a unidade de palestras com os nossos temas sobre o futuro, inovação e os conflitos com a “maldita” geração Y. A conta bancária não bombou. Tinha mais uns olhares meio enviesados assim, de soslaio. Mas a gente não tinha dúvidas.
Um dia, assim, sem ter nem porquê, nossos temas viraram a bola da vez! Inovação, Futuro, Gerações, Inteligência em Rede.
Viu, isso é que dá estar 5 anos na frente!
Acompanhe a gente, estamos construindo novos temas e encostando em 2018!
5 Gerações no Mercado de Trabalho: Y é o X da Questão
Palestrante futurista, única mulher a tratar
desses assuntos no mercado brasileiro.
Suas referências são fruto de um mar de
experiências, quevão desde a road-trip
São Paulo a New York, nos anos 1970,
a centenas de cidades em 30 países.
Em 2008 funda a 5 Years From Now®,
um espaço de reflexão sobre o futuro
dos negócios: aí, o celeiro de seus
poderosos temas de palestras.
Em 2014, dedica-se exclusivamente a
palestrar sobre conteúdos deste século
XXI: inovação, futuro e gerações. Temas
que estão dando um nó em nossas vidas!