Hoje recebi esse vídeo de minha participação no 11o. Pajuçara Management, onde palestrei sobre INOVAR ou MORRER.
Ouvindo a entrevista feita pelo Luciano Rocha notei que, como dizia ontem no meu post, a coisa já “estava no ar”. Ao final da entrevista, faço um chamado ao engajamento que hoje, à luz das recentes manifestações, parecia uma prévia ao vai pra rua.
Espero que vocês gostem.
FUTURO: INOVAR ou MORRER é uma palestra que esclarece com humor os conceitos de INOVAÇÃO. E discute porque a tal inovação acontece em ambientes mais perto do caos que da ordem. E porque ela é uma palavra tão fácil de falar e tão difícil de fazer.
Se você se interessou e contrata palestras, você pode encontrar mais conteúdos aqui: www.palestrasdabeia.com
Beia Carvalho no Pajuçara Management
Nota:
11o. Pajuçara Management, em Maceió, Alagoas, junho2013
Tá no ar: http://www.5now.com.br/vem-pra-rua
Uma vez perguntei para o incrível estilista Conrado Segreto, o “enfant terrible” da moda brasileira, porque tantos estilistas haviam escolhido, naquele ano, o rosa em suas cartelas de cores. E ele: “porque está no ar”. Naquele mesmo fim de semana, de algum ano do final dos anos 80, fui pra praia e vi um caiçara, já bem senhorzinho, andando de bicicleta com uma calça róóóóóóóósa! E dali pra frente, naquele ano, o mundo me pareceu mais cor-de-rosa. Ou com-de-rosa, como minha mãe diz que eu chamava a cor.
A música do O Rappa “Vem pra Rua” e a sua apropriação no comercial da FIAT , me fez lembrar desta história de Conradinho: “Tá no ar”.
http://www.youtube.com/watch?v=SxMIwZZPlcM
Pra quem quiser, a letra e o link pra baixar o hino das manifestações de 2013.
Vem Pra Rua
O Rappa
Vem vamos pra rua
Pode vir que a festa é sua
Que o Brasil vai tá gigante
Grande como nunca se viu
Vem vamos com a gente
Vem torcer, bola pra frente
Sai de casa, vem pra rua
Pra maior arquibancada do Brasil
Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil
Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil
Se essa rua fosse minha
Eu mandava ladrilhar
Tudo em verde e amarelo
Só pra ver o Brasil inteiro passar
Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil
Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil
Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil
Vem pra rua!
Vem pra rua!
Vem pra rua!
Vem pra rua!
Vem vamos pra rua
Pode vir que a festa é sua
Que o Brasil vai tá gigante
Grande como nunca se viu
Vem vamos com a gente
Vem torcer, bola pra frente
Sai de casa, vem pra rua
Pra maior arquibancada do Brasil
Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil
Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil
Ooooh
Vem pra rua
Porque a rua é a maior arquibancada do Brasil
http://youtu.be/9uwbNmUvqkU
Clique para ver vídeo produzido pelos drones da TV Folha, que registra o drama da 2a. feira, na Ponte Estaiada, em São Paulo: http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?video=veja-imagens-aereas-de-protesto-em-sp-04024E9B3860D8A94326
Pra fazer o download da música vem pra rua: http://www.4shared.com/mp3/Y_gIhth8/Vem_pra_rua.html?
E uma foto, para quem o conheceu, matar as saudades!
Neste 5o. mês do ano, a gente está comemorando a marca de mais de 5.000 fãs que curtem a nossa página no FACEBOOK.
A GENTE A+DO+RA FÃS!
Porque a 5 Years From Now® se fez a partir de pessoas e empresas que curtem o nosso trabalho, nosso jeito de falar e de trabalhar. E nos escrevem pra dizer isso!
Nestes quase 5 anos, construímos uma máfiazinha e já batemos a marca dos 350 clientes. E mais do que satisfeitos, temos amigos, laços fortes e uma rede tecida com mais de 5.000 horas de trabalho. Dizem que inovação acontece depois de 10.000 horas de suor. Somando minhas horas com as da minha sócia Taís estamos batendo essa marca! rsrs.
Também nos orgulhamos de nossa marca histórica de aprovação: convertemos 1 em cada 3 propostas! E ainda bem que aqui não precisou do 5 pra rimar com o post, não é?
Não descobrimos como ganhar dinheiro enquanto dormimos – nossa ambição máxima. Mas não desistimos! Se você tiver 1 ou 5 dicas, manda pra gente.
Nossas cativantes palestras são – a cada dia que passa – nosso orgulho maior. Provocar, instigar, evocar, causar, precipitar e inflamar: é com a gente, mesmo! E colhemos aplauso de todas as gerações. Adoramos chacoalhar todas as plateias.
NOTA DA BEIA:
Há várias linhas de divisões de gerações. Esta é a que eu uso:
Geração Tradicionalista: hoje acima de 67 anos (nascida antes de 1946)
Geração Baby Boomer: hoje entre 49 e 67 anos (nascida entre 1946 -1964)
Geração X: hoje entre 37 a 48 anos (nascida entre 1965 e 1976)
Geração Y: hoje entre 16 a 36 anos (nascida entre 1977 e 1997)
Geração Z: hoje entre 3 a 15 anos (nascida entre 1998 e 2009)
Geração A: hoje com até 3 anos (nascida após em 2010)
Ainda não é fã? Vai lá na nossa fanpage: https://www.facebook.com/5YearsFromNow
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Tá aí, esperando uma carteirinha de globalizado? Tá chamando cara de 75 anos de gagá? Tá pouco se lixando pra tal geração Y? Não sabe o porquê de tantas palavras novas: ubíquo, meme, modo beta, rexitegui? Tá se sentindo inadequado no seu próprio mundo? SE LIGA!
Estamos “no ar” com este novo conteúdo de palestras: SE LIGA! É um tiroteio de assuntos sérios tratados com humor para chacoalhar plateias de todas a idades. Com conteúdos de hoje até 2050!
SE LIGA nos Incríveis Depoimento de Clientes:
Veronique Forat, sócia da consultoria Bottom Line.
Alvaro Fernando, sócio da V.U. Studio
João Paim, Diretor de Criação da Casa de Bamba
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Bóra rechear o calendário de eventos de empresas e clientes com conteúdo relevante, provocativo, informativo e divertido. Que faz pensar, que provoca conversa, interatividade e inovação. BÓRA!
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Ah, e deixe seu comentário com a sua opinião!
Créditos:
Produção e Edição: Estudio Mol
Produção Executiva: Galileo de Carvalho Giglio
Produção e Atendimento: Tsui Wai Jin
Diretor de Fotografia e Editor: Paulo de Souza Neves
Editor assistente: Cassio Sugio
Cinegrafistas: Iuri Galletti e Raphael Mariano
Técnico de Som: Marcio Silveira
Cliente Tá Sempre Certo! Do Contrário, Releia Regra 1
Conheço o Ronaldo Ramos há uns 15 anos. Foi nossa amiga Graça Craidy quem nos apresentou. Ano passado, ele nos procurou, discutimos seu projeto de futuro e ele decidiu fazer o 5 Years From Now®.
Beia, Ronaldo e Taís em 5 Years From Now®
Este é seu depoimento:
“Competência, no caso da 5 Years From Now®, se traduz em várias dimensões:
a) Leveza no enfoque inicial e na forma de apresentar a proposta ao cliente
b) Método de trabalho claro e com a dose ideal de academia e prática
c) Sócias que trabalham em perfeita sintonia
d) Ambiente de workshop despojado e estimulante à criatividade
e) Impecável trabalho de preparação
f) Relatórios que vão direto ao ponto
g) Criatividade e disciplina de cronograma
Com esta combinação de competências, o resultado não poderia ter sido outro – nasceu a CEO.LAB! Obrigado à Beia, Tais e à participação especial do Sergio!”
Se você ficou curioso, continue lendo um pouco mais dessa nossa experiência.
Depois de quase 1 mês de preparação e entrevistas chegou o esperado dia. Em 23 de agosto de 2012, o alto executivo Ronaldo Ramos esteve na 5 Years From Now®, para participar de um workshop de identidade – instigamos a reflexão sobre visão de futuro, essência, diferenciais e identidade através de dinâmicas disruptivas que mapearam possibilidades significativas na construção da nova marca.
Porque, quando nos permitimos um olhar para a identidade da nossa marca pessoal e profissional, abraçamos sua relevância e nos fortalecemos na construção da trilha rumo ao futuro. Foi incrível!
Tão incrível, que o Cliente retornou para mais um workshop. Desta vez, para chegar ao nome do futuro negócio. Um nome que exprimisse os seus principais atributos e benefícios. Porque quando nos expressamos de forma relevante, fortalecemos a empresa junto aos nossos colaboradores, fornecedores e clientes.
E lá nos embrenhamos, de novo, numa oficina criativa com Ronaldo, Taís e Sergio, como moderador convidado. E chegamos! CEO.LAB exprime essa marca que navega pelas sutilezas do mundo dos CEOs, combina elementos complexos com simplicidade, faz alquimias, mergulhos precisos e é rapida no diagnóstico.
Em breve, vamos conhecer a expressão visual do CEO.LAB. Mal posso esperar!
Cliente satisfeito: amigo<>cliente<>amigo. O que mais podemos querer Taís?
É correr pro abraço, como diz Sergio Lacarte. Valeuuu Ronaldão! RR é o cara!
Ronaldo, na dinâmica “Soco no Estômago”, em 5 Years From Now®
Ronaldo Ramos, em 5 Years From Now®
Sergio Lacarte diretor de criação e artista plástico, na dinâmica “Feirinha Criativa”
Nota:
Taís de Souza é vice-presidente da consultoria heterodoxa de negócios 5 Years From Now®.
Sergio Lacarte é amigo mais de 20 anos, diretor de criação e artista plástico.
A moda sempre me fascinou. E felizmente trabalhei 2 vezes neste mercado. Um mercado em que os azougues são poucos, porque entendem que trabalham com o intangível, mas o sucesso é bem tangível. Na moda há sucessos de crítica e público que rapidamente se transformaram em escandalosas bancarrotas. E os longevos e verdadeiros sucessos de negócios como Christian Dior e Giorgio Armani, para citar conhecidos.
A história por trás desses bem-sucedidos empresários da moda é sempre de muito perseverança, determinação, obsessão, mesmo. Costumo dizer que são do signo de capricórnio: nada os detém.
Lendo a trajetória de Mike Jeffries, 68, CEO da Abercrombie & Fitch desde 1984, seria ao mesmo tempo difícil e óbvio imaginar seu último depoimento, que causou frisson no bilionário mercado de moda.
Difícil, porque Jeffries praticamente nasceu dentro de uma cadeia de lojas. Aos 12 anos já era responsável pela compra da seção de brinquedos das lojas de seu pai, se formou em Economia, tem MBA na Columbia Business School, estudou na London School of Economics e trabalhou com Allen Questrom, da J.C. Penney e com o ex CEO da Gap, Millard S. Drexler, hoje J.Crew.
Fácil, porque seu arquétipo do Fora-da-Lei, o bad guy, jamais o abandonou! Ele ostenta títulos como “Mais Bem Pago dos Piores Gestores (Highest Paid Worst Performer), concedido a ele em 2008, pela The Corporate Library, numa pesquisa com 2.000 empresas americanas!
A web está de exemplos de sua luta insana por agregar valor a marca com suas frases arquetípicas “não quero que os meus principais clientes vejam pessoas que não são tão bacanas como eles usando nossas roupas”. Mas valor é uma coisa em decadência para Abercrombie desde 2005. Em 2009, após abrir 250 lojas, as vendas líquidas (net sales) eram de $313.9 milhões, muito perto dos $287.4 milhões de 2005 ou $351.3 de 2006.
Segundo a about.com sua reputação também não vai nada bem. Num país careta como os Estados Unidos, ele tem contra ele o boicote de grupos como Foco na Família, Fundação de Mulheres e Meninas, Coalisão Nacional para a Proteção de Crianças e Famílias, estudantes, universitários, pais e tantos grupos de internet que nem dá para listar.
As apostas do “fora-da-lei” não viraram grana, mas este vídeo de Greg Karber pode virar uma dor de cabeça.
Para quem não entende inglês, minha humilde contribuição: Tradução do vídeo. Abercrombie & Fitch é um empresa horrível. Seu CEO insiste em somente contrata pessoas atraentes o que é irônico, considerando que ele tem essa cara. Além disso, ele se recusa a vender tamanhos grandes (XL e XXL) para mulheres, porque ele não quer que gordas usem suas roupas.
Mike Jeffries explica sua política relembrando que em toda escola existem jovens bacanas (popular kids) e os que não são. “Francamente, nós queremos os bacanas. Nós queremos todos os atraentes jovens americanos com um jeito cool e muitos amigos. Muita gente não encaixa [em nossas roupas], e eles não podem ter [pertencer]. Atitude de exclusão? Absolutamente.”
Para piorar a situação, eles queimam as roupas com defeitos em vez de dar para quem precisa. Eles querem só um tipo de pessoa usando suas roupas.
Hoje nós vamos mudar a marca deles. Viajei para um outlet de Los Angeles e comprei (não foi nada fácil) umas peças para doar aos desabrigados. De lá segui para a zona leste de Los Angeels, um local chamado Skid Row, que tem um das maiores populações de sem-tetos dos Estados Unidos. E comecei a doar. No começo, as pessoas foram relutantes em aceitar, mas depois minha expedição foi um grande sucesso.
Mas eu sou só uma pessoa eu não posso mudar uma marca sozinho. Eu vou precisar da sua ajuda. Então, dê uma olhada no seu guarda-roupa, no guarda-roupa dos seus amigos e de seus vizinho. Ache todas as roupas Abercrombie que eles compraram (por engano) e doe-as para o abrigo de sem-teto de sua cidade. Compartilhe o que você fez no Facebook e no Twitter e no Google+ (se você realmente estiver usando Google+) com a hashtag #FitchTheHomeless.
Juntos podemos fazer da Abercrombie & Fitch a marca de roupas número 1 dos sem-teto.
Mais aqui: http://www.businessinsider.com/abercrombie-wants-thin-customers-2013-5#ixzz2TeEf7zuq
Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Mike_Jeffries_(CEO)
http://elitedaily.com/humor/the-10-most-ridiculous-things-mike-jeffries-ceo-of-abercrombie-fitch-has-said
Seguir @GregKarber
A nova campanha de Dove prova: “você é mais bonita do que você pensa”! VÍDEO DOVE
Dove recrutou 7 mulheres de idades e histórias diferentes e pediu para o artista do FBI Gil Zamora criar sketches delas baseado em suas próprias descrições das características faciais de seus rostos. Uma delas diz: “minha mãe me disse que eu tenho um queixo grande.” Ou, “acho que eu tenho uma testa enorme”.
Kela Cabrales, uma professora de tecnologia de 40 anos disse à jornalista do HuffPost, que não sabia o que estava acontecendo, mas que lhe perguntaram para ela se descrever usando termos neutros. Antes disso, essas mulheres passaram algum tempo com estranhos, que mais tarde se apresentaram ao artista e descreveram essas mesmas mulheres a ele.
Os 2 desenhos foram colocados lado a lado e é esse incrível contraste que vemos nesse vídeo. Será que o mesmo resultado aconteceria com homens?
Fonte: The Huffington Post | By Emma Gray Posted: 04/16/2013 7:00 am EDT | Updated: 04/17/2013 2:32 pm EDT
Este artigo foi publicado há 2 dias, 26 de abril de 2013. Achei que deveria traduzí-lo. Talvez, porque como o autor, também faço parte da geração Baby Boomer. Esta aí, pra quem se interessar. Particularmente, me encanta a disrupção do Google Glass e como a frase que dizem ser de tantos mestres (de Benjamin Franklin, General Patton ao jornalista Walter Lippmann): “quando todo mundo está pensando igual, ninguém está pensando muito”, se aplica como uma luva nestas considerações abaixo do inovador Thomas Frey. Agora, o artigo, na minha livre tradução. Infelizmente, o blog está com um problema e não consigo postar as imagens correspondentes ao artigo.
Aparelhos auditivos são para pessoas velhas. Pelo menos, isso é o que eu pensava quando eu era jovem e invencivelmente ia aos shows de rock muito mais altos do que eles deveriam ser. Mesmo tendo mantido minha audição relativamente intacta, faço parte da geração baby boomer que está ficando velha e por seu tamanho (75 milhões de americanos nasceram entre 1945 e 1965) ameaça a saúde financeira do sistema de saúde. Pessoas acima de 65 anos gastam de 3 a 5 vezes mais que os mais jovens para cuidar da saúde. Assim, a menos que a gente descubra uma forma de disruptar esta tendência de forma radical, vamos ter que lidar desesperadamente com essas questões financeiras – uma conta que não fecha.
Como uma pedrinha atirada no imenso lago dos custos da assistência médica, uma das tecnologias mais verdadeiramente disruptivas para a indústria dos aparelhos auditivos pode ser o Google Glass com as suas capacidades de transmissão de áudio por condução óssea. As 3 características que dão ao Google Glass este potencial disruptivo são: a eliminação do aparelho no ouvido, a capacidade de processamento do microprocessador e uma API aberta que permite aos nerds do mundo a desenvolver aplicativos muito mais engenhosos que qualquer coisa existente hoje. Aqui estão algumas reflexões sobre porque esse micro-subcategoria do Google Glass está muito perto de causar um impacto massivo.
Evolução Aparelhos Auditivos
História dos Aparelhos Auditivos
Após a invenção do transistor em 1948, os aparelhos auditivos começaram a encolher de tamanho. As primeiras ideias são dos anos 1700s com a criação de aparelhos que lembravam conchas que permitiam que as pessoas captassem uma ampla esfera de sons e focá-los dentro do seu ouvido. Apesar de nunca terem funcionado muito bem, foram eles que impulsionaram novas gerações de aparelhos eletrônicos que começaram a pulular após a invenção do telefone de Alexander Graham Bell, em 1876. O primeiro aparelho auditivo, chamado Akouphone, foi criado por Miller Reese Hutchison, em 1898. Usava um transmissor de carbono, para que o aparelho pudesse ser portátil.
Mais tarde, a Siemens começou a comercializar seu aparelho de audição amplificada, em 1913. O aparelho era um tijolão e pouco portátil. Como indústria, mesmo, os aparelhos auditivos pegaram depois do desenvolvimento do transistores, em 1948 pelos Laboratórios Bell. Com o passar do tempo, eles forma ficando cada vez menores, mais fashion, e com capacidade auditiva extremamente melhor.
Tendências da População
Nossa população baby boomer nos EUA (o mesmo acontece em outros países) aumentará dramaticamente a demanda por produtos que tenham a ver com saúde, já que pessoas com idade acima de 65 gastam 300-500% mais com assistência médica que pessoas abaixo de 65. O número de pessoas acima de 65 aumenta rapidamente, e aumenta também os níveis de atividades. Se foram aqueles dias quando velhos estavam relegados a sentar numa cadeira de rodas na varanda esperando por seus últimos anos de vida. Os mais velhos de hoje são mais ativos, e querem soluções para qualquer obstáculo que limite suas capacidades.
Evolução de Preços em 10 anos
Tendências de Preços
Como você pode ver no quadro acima, o preço da maioria dos produtos eletrônicos – câmeras, laptops, TVs e até sistemas de GPS – caiu em média pela metade! A combinação da concorrência de mercado com baixos preços de fabricação no extremo oriente racionalizaram os processos de produção e derrubaram os preços. As únicas exceções nos exemplos acima são os MP3 players e os aparelhos auditivos. Os MP3s experienciaram um salto de preços porque suas capacidades avançaram exponencialmente nesta última década partindo de uma memória de 128MB (quase 12 músicas) em 2000 para chegar a 160G (40.000 músicas) ou mais hoje em dia. Os preços dos aparelhos auditivos subiram em parte porque eles estão cobertos pelo seguro e também por puro aumento da demanda. É uma indústria bem posicionada para uma revisão radical.
Google Glass
Google Glass é uma tentativa de liberar as pessoas de seus computadores e acabar com a necessidade bizarra de checar seu celular a cada minuto. Google Glass dispõe a mesma informação num campo de visão bem em frente aos seus olhos. Essencialmente, Google Glass é uma câmera, um display, um touchpad, microprocessador, bateria e um microfone dentro de um óculos. O display está um pouquinho acima do campo de visão normal de uma pessoa, mas fácil de ver. A superfície de visão equivale a estar olhando uma tela de 24 polegadas a uma distância de 20 centímetros. Quando tivermos um display presente o tempo todo em nossas cabeças dá margem a uma série de usos óbvios como tirar, enviar e receber fotos, vídeos, buscas, reconhecimento facial, lembretes de calendário, flashes das últimas notícias e muito mais. Mas um dos mais intrigantes pensamentos é que o Glass se tornará uma interface perto-do-cérebro capaz de agregar um sem número de dispositivos.
Na atual versão do Glass você pode conectar seu óculos escuros e em pouco tempo suas lentes de grau também. Glass não tem aquele típico dispositivo para a orelha, ao invés disso, transmite o som por condução óssea. O uso desse tipo de amplificação sonora não-intrusiva cria a possibilidade de um dispositivo para ser usado como um aparelho auditivo para pessoas com baixo nível de perda auditiva. Naturalmente, um sem número de gadgets internos podem ser agregados para compensar qualquer tipo de perda de audição.
Criar aplicativos para o Google Glass é muito diferente que criar para smartphones Apps para Aparelhos Auditivos A abordagem do Google é única. O som é capturado pelo aro do “óculos google” e convertido em algo “escutável” através da transferência de condução óssea – vibrando seu crâneo para transmitir para seus ouvidos. Partindo do princípio que perda de audição acontece em milhão de diferentes formas e tamanhos, achar a solução perfeita para cada um tem sido um sonho ilusório.
Mas ao colocar um aparelho como este nas mãos de pessoas que estão fora do pensamento dos atuais líderes da indústria abre-se um mundo de novas possibilidades. Apenas agregando aplicativos de equalização (EQ apps) que se autocorrigem, baseados na micro-detecção de respostas humanas normais, poderia melhorar nossas habilidades em milhares de vezes. Com vários dispositivos direcionais, nós poderemos ter, em breve, um habilidade biônica de concentrar nossa atenção numa conversa a 1 milha de distância, ou ouvir através das paredes, ou ouvir os sussurros dentro de uma sala super barulhenta. Também é possível pensar num app que possibilitará ver a tradução instantânea de uma conversa que estivermos tendo num país estrangeiro, em nossa própria língua no display do Óculos Google. Sim, melhorias sensoriais como essa podem ser, a princípio, assustadoras, e haverá muitos abusos, mas quando é que nós ficamos satisfeitos em nos confinar em nossas habilidades do presente?
Pensamentos Finais
Como você pode ver, eu foquei num pequeno aspecto das capacidades do Google Glass. Mesmo assim, o impacto pode ser enorme! Grosso modo, 25% da população americana sofre de algum nível de perda de audição, mas afeta 100% da população direta ou indiretamente em algum ponto de suas vidas. O mercado americano de aparelhos auditivos é uma indústria de $6 bilhões que só de olhar essa população de velhos que em curto prazo estará dobrando de tamanho já está só lambendo os beiços. No entanto, eles nunca imaginaram que seu maior concorrente poderá, em pouco tempo, ser o Google, um rival que pouquíssimas empresas querem ver entrando em seus espaços.
Mas isso é apenas uma única possibilidade. Eu adoraria ouvir suas ideias sobre as disrupções que o Google Glass pode trazer, ou se você pensa que tudo isso pode fracassar. Ou se a Apple ou a Samsung criarão um produto muito melhor para concorrer com o Google Glass? Poste seus pensamentos abaixo.
Empreender é assim como esse vídeo: emocionante, vibrante, exagerado, experiencial, instigante, intrigante, fodástico, orgasmático, intenso, incrível, inimaginável, impensável, incomensurável, fabulous e dá um PUTA de um MEDO! Ah, e vale!
Algumas coisas na vida tem que ser vividas de corpo e alma. Não dá pra sentir sua grandiosidade nem mesmo na telona do cinema. Antes de conhecê-lo, não entendia a fixação dos americanos em mostrar filmes produzidos no Grand Canyon. Ao contrário de outros assuntos, quanto mais se sabe, menos impressionante nos parece. Moldado pelo rio Colorado durante milhares de anos, tem 446km de comprimento, 30km de largura e 2km de profundidade. Uma das 7 maravilhas do mundo, habitado por 5 tribos indígenas, os Hopi, Navajo, Havasupai, Paiute and Hualapai, e aí?
Do Planeta dos Macacos, à genialidade de Thelma & Louise, (“It’s the goddam Grand Canyon!” ?responde Susan Sarandon à Geena Davis), nada se compara ao estar lá. Por isso, o espanto de Louise não nos causa a empatia pretendida pelo diretor que ali está – embevecido por um dos mais inesquecíveis espetáculos: o amanhecer no Canyon.
A minha (recomendada) caminhada ladeira abaixo de 13km até o rio Colorado, começa às 4h da manhã. E você tem só até às 9 pra chegar lá embaixo, antes do sol te comer viva. Paramentada com tudo de especial, meias, botas, cantil e amendoim pra dar sede e você não se esquecer de tomar água. O canyon é um deserto, você não sua, porque não há umidade no ar. E isso faz você se esquecer de ingerir líquidos. Pelo caminho, esquilos, bambis, águias vaondo com uma cobra no bico e cores. Muitas cores. A cada 10 minutos rochas mudam de cor. E mudam de novo e mais uma vez. Mais de 7 km chutando pedra e uma parada no oásis: sombra de árvores e água potável. Ah, que benção é o oásis. Descansou? Bóra enfrentar o restinho que falta: um pequeno e interminável deserto de areias fofas. Já é de manhã, o sol rachando na cabeça. A bota afunda a cada passo e pesa 1 tonelada pra sair da areia. A mochila, 2!
Já dá pra vislumbrar ao longo da trilha as águas do Colorado, enquanto os pés chafurdam pesadamente na areia incandescente.
Agora só falta atravessar a ponte. Parece miragem. Nunca chega. Mas chega. Arranco as meias e botas e mergulho os doloridos pés, já com bolhas, no escuro e deliciosamente gélido rio Colorado. Ah o paraíso existe! A volta, só amanhã de madrugada. Fico ali, catatônica. Pés estraçalhados dentro da água, contemplando o verde. Amanhã tem mais ocres, marrons e azuis, sem verdes.
Contemplação, “otium” [ócio], “uma forma de lazer dedicada às coisas do espírito”*. Momentos em que a mente se alimenta. Jamais esquecerei aquele dia. Grandes idéias vem deste “verdadeiro repouso”*, uma pausa para o “negotium” [o comércio].*
Quando John Powel dirigiu a primeira expedição ao desfiladeiro, em 1870, referiu-se ao Canyon como “páginas de um belo livro de histórias”. É incrível como há coisas incríveis que fazem uma incrível diferença nas páginas do belo livro da história das nossas vidas. Coisas que fazem a vida valer incrivelmente a pena de ser vivida.
Grand Canyon & Beia Carvalho
Rio Colorado: enfim o descanso dos justos. Grand Canyon & Beia Carvalho
Notas:
-Todos os créditos do vídeo neste link: World’s Most Insane Rope Swing Ever!!! – Canyon Cliff Jump
Música do vídeo é “Kitten Air” do novo álbum do Scott & Brendo, aqui no iTunes: http://bit.ly/15I54vR .Amazon:http://amzn.to/ZGWMnh
– * Marc Fumaroli, professor honorário do Collège de France, no Le Monde.
– Texto originalmente publicado na Revista Results On Negócios Inteligentes, em maio 2009.
Beia Carvalho: A ousadia da geração Y favorece a promoção
É sempre bom saber que a gente é fonte para alguns assuntos. Principalmente, quando é para a Folha de S.Paulo. Mais uma vez, somos consultadas sobre o tema da Geração Y. Um tema que a+do+ra+mos e sempre queremos falar. Porque o primeiro passo para entender os tais profissionais “impacientes, infiéis e insubordinados”, os “ipisilons”, todo mundo sabe, mas poucos dão: é deixar o preconceito de lado e conhecer, fuçar, aprender, googar. Esbravejar com “insubordinados” não vai mudar nada, mas pode piorar muito.
Veja abaixo a nossa contribuição para a matéria de Reinaldo Chaves “Profissional assume cargo de gerência cada vez mais cedo” e, ao final, o link para o texto integral.
A ousadia da geração Y é um aspecto que favorece a promoção de jovens à gerência. A presidente da consultoria 5 Years From Now, Béia de Carvalho, afirma que esses profissionais sabem executar diversas funções ao mesmo tempo, têm afinidade com a tecnologia e sabem compartilhar a liderança. Carvalho diz que “é quase uma lei na gestão moderna usar a liderança compartilhada”, ou seja, não se isolar dos subordinados na hora de tomar uma decisão. “Só que as gerações mais velhas não sabem agir assim. Os jovens, no entanto, já nascem compartilhando tudo”, diz.
Na realidade, para mim, o aspecto mais interessante da liderança compartilhada é o fato de que a cada momento em que um assunto/problema se impõe, liderará o processo de solução a pessoa mais capacitada e que mais entende daquele assunto. Neste novo formato, a liderança não é fixa, não está umbilicalmente ligada ao poder e, sim, ao conhecimento, à experiência, ao jogo de cintura. Assim, o conceito de chefe passa a ser nômade, ambulante. A empresa tem a sua produtividade catapultada pelo liderança dos melhores.
E pra quem ainda tem dúvidas dos novos ares dos novos tempos, dê uma olhada neste vídeo sobre a entrevista de trabalho mais doida que você já viu.
Matéria completa da Folha de S.Paulo, domingo 24/2/2013 Profissional assume cargo de gerência cada vez mais cedo Demografia, tecnologia e falta de mão de obra impulsionam a promoção de pessoas com menos de 30 anos para postos de comando
Palestrante futurista, única mulher a tratar
desses assuntos no mercado brasileiro.
Suas referências são fruto de um mar de
experiências, quevão desde a road-trip
São Paulo a New York, nos anos 1970,
a centenas de cidades em 30 países.
Em 2008 funda a 5 Years From Now®,
um espaço de reflexão sobre o futuro
dos negócios: aí, o celeiro de seus
poderosos temas de palestras.
Em 2014, dedica-se exclusivamente a
palestrar sobre conteúdos deste século
XXI: inovação, futuro e gerações. Temas
que estão dando um nó em nossas vidas!