É muito bom participar de um filme. Um curta-metragem. Primeira vez. E em companhia do escritor Mario Prata e do maestro Diogo Pacheco!
É muito bom.
Melhor ainda, quando todo mundo que vê gosta e comenta como minha amiga Tais Nicoletti: “Béia, eu adorei – você tem mesmo muito o que dizer! Claro pegou muito pelo meu momento de vida, mas também caiu como uma luva para um processo de concorrência lá da agência. São essas sincronicidades da vida!! Obrigada pelo presente que você me deu, mesmo sem saber ;-)”.