Acabo de ouvir na Band, no programa Alta Frequência, num especial (MÓRBIDO) do Dia dos Namorados, o jornalista Salomão Schvartzman, fazer uma apologia de Doca Street, repetindo a frase que o inocentou de assassinar sua namorada Angela Diniz, com 3 tiros no rosto e 1 na nuca, em 1976: “matei por amor”.
Os comentários do jornalista – todos machistas e anacrônicos – embolaram meu estômago e me fizeram repensar a BandNews, rádio que ouço todos os dias. É tão desconcertante ter que ouvir o dito jornalista, reviver essa frase tão odiosa! Frase que levou os brasileiros e a promotoria a recorrer com o slogan “quem ama não mata”, levando o assassino Doca à prisão, num segundo julgamento – em decisão histórica, transmitida pela TV.
Trinta e três anos depois desta vitória contra a impunidade do machismo, temos que ouvir essa babação machista do Sr Salomão Schvartzman. Helloooo, BandNews??!!
Quem quiser acompanhar a ótima matéria “Doca Vai, Mata e Vence”, no arquivo da VEJA, clique aqui: http://veja.abril.com.br/arquivo_veja/capa_24101979.shtml
Fui um dos 47 profissionais selecionados para criar uma imagem que sintetizasse a dimensão de uma determinada obra cinematográfica, para comemorar os 47 anos do jornal Propmark. Para mim, caiu o TUBARÃO, de Steven Spielberg.
Meu pai sempre dizia que é melhor “ter amigo na praça que dinheiro no bolso”. A mais pura verdade! Quero agradecer esta participação aos meus amigos Armando Ferrentini, diretor e presidente da Editora Referência, empresário da comunicação; e Marcello Queiroz, Diretor de Redação do jornal e site propmark e agudo observador das relações de consumo.
“A homenagem do PropMark é um breve passeio histórico pelos últimos 47 anos do cinema sustentado por cenas de romance, terror, ficção cientifica, drama e humor. Observando bilheteria, marketing e o impacto no universo do consumidor, a Redação selecionou 47 filmes. Não é uma lista dos melhores filmes. Não tivemos esta pretensão. É uma seleção que preferiu mais o recall e o fantástico resíduo imagético a opiniões de críticos, teóricos ou especialistas de plantão. Para cada um dos filmes selecionados, o propmark convidou um profissional do mercado para criar uma imagem que, na opinião dele, sintetiza a dimensão de uma determinada obra cinematográfica. O briefing foi tão livre como uma ideia na cabeça e uma câmera na mão.”*
O que aconteceu em 1975, além do estrondoso sucesso de TUBARÃO (JAWS)? Outro estupendo sucesso, o Super Fuscão e a chegada do que viria a ser uma das maiores empresa do mundo, a partir de uma garagem: a Microsoft.
Mas a minha interpretação para o TUBARÃO foi juntar este meio da década dos incríveis anos 70, com a introdução no mercado dos aparelhos de barbear descartáveis.
1975 também foi o ano que eu casei (pela primeira vez, rsrss). Ou seja, na lua de mel não tinha barbeador descartável cor de rosa na necessaire! Segundo a Wikipedia, sob o estigma “dados não confiáveis”, a BIC lançou este novo conforto, na França, em 1974. Logo depois, a Gillette lançou o seu, com o lindíssimo nome de Good News! (assim mesmo com ponto de exclamação): the first disposable, double-blade razor, em 1976.
Nem sempre quem chega primeiro, é quem fica com o mercado, ou com o recall. Sim, foi a Gillete quem introduziu a novidade e dominou o grande mercado americano. O desafio não é só inovar, ser o primeirão, é espalhar nossas ideias, cativar nosso público.
Na 5 Years From Now® tenho este desafio diário. E é um grande moto para os negócios.
Para este último parágrafo, vou parodiar o texto final de Marcello Queiroz e dizer que este texto “foi feito pura e simplesmente com o objetivo de ficar sempre em cartaz com o espectador mais importante do mundo que é você, caro leitor. Bons filmes!”
Vida longa ao PropMark e aos amigos!
Notas:
1) Texto de abertura da edição de comemoração dos 47 anos do jornal PropMark.
2) Beia Carvalho é palestrante do futuro, é presidente da 5 Years From Now®. Ela fez a arte acima com a participação de seu filho Guido Giglio, da nu design.
3) Para ver esta edição completa online: http://propmark.digitalpages.com.br/
4) PropMark é um dos maiores veículos que cobrem os negócios nos segmentos de Propaganda e Marketing, no Brasil. www.propmark.com.br
Vamos espalhar: fe-mi-ni-cí-dio é assassinato de mulheres. E nisso somos muito bons! Brasil é o 7o. que mais mata numa lista de 87 países.
AFASTE ESSE HOMEM
A 6a. maior economia do mundo concorre vergonhosamente com uma lista que inclui nomes “de peso” como El Salvador, Trinidad e Tobago, Guatemala, Rússia, Colômbia e Belize. Com exceção da potência econômica e política russa, o que são esses outros países? Eu posso dizer pra vocês, eu estive em todos eles. E é de chorar!
É vergonhoso estar nesta posição e é vergonhoso disputar este ranking com estes países tão desprovidos! Belize, que um dia se chamou Honduras Britânicas, tem um PIB de 1,4 bilhões de dólares contra os nossos 2,5 trilhões. Mas não é só assassinando mulheres que nos comparamos a este paiseco. Lá também tem Dengue! Bem inspirador, não é?
O resumo da tragédia é:
– Brasil é o 7o. que mais mata numa lista de 87 países
– Foram 4.297 assassinatos em 2010
– 4,4 mortes por 100 mil habitantes.
– 44 países tem taxas igual ou inferiores a 1,0!!!
– São Paulo estado tem taxa de 3,1 = 663 assassinatos
– Vítimas tem entre 20 e 29 anos*
– Crime acontece dentro de casa*
– Criminoso é namorado ou marido*
– Em 30 anos, o número de mortes aumentou mais de 200%
– Em 30 anos, foram assassinadas 92.000 mulheres
– Contra 60.000 americanos mortos em 20 anos de Guerra do Vietnã.
– A denúncia não acontece por medo do agressor
– Ato mais praticado é o espancamento
– Ameaça psicológica é o segundo.
O que nós estamos (des)ensinando a nossos filhos e filhas, sobrinhos e sobrinhas, netos e netas, vizinhos e vizinhas, primos e primas, irmão e irmãs? O que podemos começar a fazer JÁ?
A análise da coordenação nacional do comitê latino-americano e do Caribe para defesa dos direitos da mulher diz que “Justiça e Educação são 2 terrenos férteis de políticas públicas para a defesa da vida das mulheres brasileiras.” Educação está na cara: educação para todos os brasileiros. Porque saber e entender a profundidade destes números é ter mais educação sobre esta vergonha. Educar mulheres para serem seres por si e não para e pelo outro. Ensinar homens a serem homens. E que espanquem paredes, oras bolas! E que levem suas fúrias pra longe das mulheres. Mas o que mais?
Quando penso em justiça e educação penso em políticas públicas e quando penso em políticas públicas penso que não vai rolar, ou vai rolar daqui muito tempo. Então, o que mais?
Na matéria do Estadão, aprendemos que esta é a “primeira pesquisa a registrar estatísticas regionais e, por isso, pode representar um marco na definição de políticas públicas.”
Mas você concorda que quando o Mapa da Violência aponta que nenhuma região se equipara a nenhum dos 44 países com taxa inferior a 1, o buraco é mais embaixo? Temo que sim. Algo maciço tem que acontecer em todo o Brasil. Caso contrário, com mais um esforcinho a gente vira campeão mundial e bate estes 7 paisinhos à nossa frente.
Não vamos deixar isso morrer no jornal de ontem, vamos? Então, bóra fazer o que mulheres sabem fazer de melhor? Conversar? Falar, falar, falar. Sem discriminações. Homens e mulheres vamos juntos nos livrar desta vergonha?
Vamos espalhar: fe-mi-ni-cí-dio é assassinato de mulheres. TIRE ESSE HOMEM DAQUI, Drag Him Away
Este outdoor interativo foi instalado na estação londrina de Euston, e criado pela agência JWT, para o Centro Nacional de Violência Doméstica (NCDV). A ideia é atrair atenção e conscientizar as pessoas sobre como intervir e ajudar a por um ponto final na violência doméstica. O anúncio mostra um homem repreendendo uma mulher imóvel, e encoraja os passageiros a entrar no site com seus celulares: “USE SEU CELULAR PARA PARAR ISSO AGORA!” e expulsar o homem da situação. A série de outdoors múltiplos e sincronizados empurra, progressivamente, o homem cada vez mais longe da vítima. Talvez, fosse mais bacana explodir o cara como num jogo, mas isso provavelmente conflitaria com a mensagem antiviolência. Via Mashable.
A campanha “Drag Him Away” foi lançada dia 30 de abril de 2012 e coincide com os resultados sobre a violência urbana no mundo. Aqueles resultados que colocaram o Brasil na vergonhosa posição de assassinar 1 mulher a cada 2 horas durante o ano todo.
Deu preguiça? Não vê o porquê de se pensar no futuro? Oras, o presente está irremediavelmente pronto. Bóra aproveitar cada um dos maravilhosos momentos do presente. Afinal, não deve ser à toa que o hoje se chama presente. Então, vamos desembrulhá-lo. Vamos usufruir deste “hoje”. Como diz Carly Simon, ”these are the good old days” (estes são os dias que teremos saudades).
Mas, me diga: este é um hoje que pensamos pra nós há um tempo atrás? Ou é um hoje que chegou tão rápido que nos atropelou?
Bóra futurar?
Tire os pés do chão e dê um salto pro futuro. E aterrisse num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas. Porque para as soluções não-óbvias, vamos precisar de um pensamento dissidente, de um pouco de rebeldia. Vamos ter que manter a parte do cérebro que toma as decisões, ligada. Vamos precisar de uma zona onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, não convencionais, não ortodoxas, alternativas, excêntricas, idiossincráticas ou impensáveis são possíveis. Onde as crises do presente são coisas do passado. Nada existe, só o que você inventar. Pirar.
Neste espaço-futuro, as tendências do passado se recombinaram e se realizaram. Outras morreram pelo caminho, faltou oxigênio para virarem realidade. O futuro é o lugar perfeito para pensar como as tendências se interconectam para ajudar os nossos negócios. Como aprender com quem tirou proveito delas? Como lucrar com elas? Solte a sua imaginação. Estamos no futuro. Neste espaço dissidente se acolhe heréticos!
Pronto! Eureca! Sim, é isso! Tirar os pés do presente, aterrissar num espaço que acolha o “impensável”, ligar o cérebro e sacar as tendências nos leva, inevitavelmente, à inovação. Porque inovar pode ser tão simples como fazer novas combinações de elementos já conhecidos – o famoso lápis e borracha que vira um lápis-com-borracha. Ou uma inovação disruptiva, aquela que reduz a pó a indústria que a precedeu, como o DVD que enterrou o VHS.
Inovar não é inventar. Se você não se sente capaz de inovar como Steve Jobs, se você acha que jamais teria inventado o Ipad, comemore! Você faz parte de um pequeno grupo de 6.860.000.000 de habitantes deste planeta que não inventou o Iphone, o Google, o Facebook, o Coração Artificial. Mas que pode trazer inovações a todo o momento para os seus negócios e para a sua vida. Crie espaços dissidentes! Visite-os! interne-se! E depois me conte.
Por que como falamos aqui no espaço dissidente da 5 Years From Now®: criatividade é um jeito de ser e inovação, um jeito de fazer. Bóra futurar. Bóra fazer!
Notas:
* “para enfrentar a complexidade da Nova Era, vamos ter que manter a parte do cérebro que toma as decisões ligada”, economista Noreena Hertz.
* Anticipation, Carly Simon. Originalmente filmado no concerto Martha’s Vineyard, para a HBO, em 1987. Mais: www.carlysimon.com
* O último vídeo é a palestra especialmente criada para os workshops Endeavor, em junho de 2011 e discute:
– A decadência das motivações extrínsecas que marcaram o século XX.
– A emergência das motivações intrínsecas deste século XXI.
– Habilidades, Rebeldia, Tendências, Reflexão e Progresso.
– Dói, saber que não sabemos. Pior é o instinto de refugiar-se em velhas certezas.
– Transição de Era, Geração YZ, Colaboração e Tecnologia Barata.
– Exemplos de Consumo Colaborativo para o seu negócio. O efeito Cloud.
– Futurar é exercitar o “músculo da reflexão”. O presente, está irremediavelmente pronto.
BIO
Beia Carvalho é presidente e piloto da consultoria de negócios 5 Years From Now®, que criou um espaço para a reflexão sobre o futuro dos negócios. Acredita que o presente, está pronto. Irremediavelmente pronto. E exercitar o “músculo da reflexão”, seguindo uma metodologia, um caminho assistido e monitorado, leva à criação do futuro. Como palestrante, seus temas são os Intangíveis, o Futuro, a Nova Era da Inteligência em Rede e a Geração Y. Foi Vice Presidente de Planejamento de Agências das Comunicação: TBWA\BR, SIGNIFICA e Grottera.
“Meu nome é Peter Weyland e se vocês me permitirem, eu gostaria de mudar o mundo”. Assim termina a fala deste TED Talks, que se realiza no futuro, no ano de 2023.
Como? Dois mil e vinte e três?
http://youtu.be/S7YK2uKxil8?hd=1
Para promover o lançamento de Prometheus, novo filme de ficção de Ridley Scott, uma nova ficção foi criada. O roteirista Damon Lindelof também se inspirou no futuro – onde tudo pode acontecer – e foi em frente com a sua ideia: promover o filme estrelado por Guy Pearce num TED Talks, que “acontece”, em 2023! Em suas próprias palavras: “não seria bacana ver um TED Talk que acontecesse daqui a uma década? Como seria? O que seria dito? Fui atrás do Tom Rielly do TED, e nem nos meus mais loucos sonhos pensei que conseguiria a marca TED TALKS!”. Mas conseguiu! Porque como o futuro não está pronto e a gente pode inventá-lo.
O ARGUMENTO
O filme é sobre um grupo de cientistas que viaja pelo universo, para investigar formas de vida alienígenas, a bordo da nave “Prometheus”. E de sua luta para sobreviver, quando se perdem neste estranho mundo. A cada dia, fica mais claro que os horrores pelos quais estes cientistas estão passando, não são apenas uma ameaça a eles mesmos, mas a toda humanidade. Mais um filme de Ridley Scott sobre o significado de sermos humanos (Blade Runner, 1998). Roteiro de Jon Spaihts e Damon Lindelof.
O DEUS
Prometeu, deus grego, astuto e inteligente, desempenhou um papel crucial na história da humanidade: roubou o fogo de Zeus para dá-lo aos mortais. Como punição, Zeus o amarrou a uma rocha por toda a eternidade, enquanto uma grande águia comia, todo dia, seu fígado – que crescia novamente no dia seguinte.
O TED TALK 2023 em português
“Fogo! Nossa primeira, verdadeira tecnologia; 100.000 anos AC, utensílios de pedra; 4.000 anos AC, a roda; 900 DC, a pólvora. Século 19: eureca, a lâmpada! Século 20: o automóvel, a TV, armas nucleares, naves espaciais, internet. Século 21, biotecnologia, nanotecnologia, fusão, fissão e isso foi só na primeira década! Estamos hoje no terceiro mês do Ano de Nosso Senhor, 2023. Neste momento de nossa civilização, nós podemos criar indivíduos, que em pouquíssimo tempo serão impossíveis de ser distinguíveis de nós. O que nos leva a uma conclusão óbvia: nós somos os Deuses, agora. Para vocês que me conhecem, já sabem que minha ambição é ilimitada. Para os que ainda não me conhecem, gostaria de me apresentar: meu nome é Peter Weyland e se vocês me permitirem, eu gostaria de mudar o mundo.”
Divirtam-se, meus leitores! Finalmente, após muita ralação conseguimos recuperar o nosso blog, in-tei-ri-nho, graças a amigos e seus cérebros: André Moraes, Gustavo Santos Rodrigues, Rodrigo Brancher e Guido Giglio.
(artigo que traduzi livremente sobre a projeção The Next 5 in 5da IBM)
Ao final de cada ano, a IBM examina tendências sociais, de mercado e as tecnologias emergentes de seus labs globais que devem transformar nossas vidas, e desenvolve uma projeção anual chamada The Next 5 in 5 – os próximos 5 em 5.
Como falamos em nossos workshops, a IBM prevê que nos próximos 5 anos, as inovações tecnológicas mudarão o nosso jeito de trabalhar, viver e se divertir.
Energia: O poder do povo despertará
Imagine a nossa capacidade de usar cada movimento à nossa volta – da água correndo pelos canos de nossas casas aos nossos tênis de corrida e pedaladas – para gerar energia para as nossas casas e cidade. O povo coletando e gerando a sua própria energia.
Segurança: O adeus às senhas
O escaneamento de nossas retinas ou voz serão nossos passaportes de verificação. Chega de decorar inúmeras senhas sem sentido. Nossa identidade biológica será a nossa senha.
Ler a mente não será mais ficção científica
O ato de ligar para um telefone ou ligar o computador pode estar com os dias contados. Cientistas estudam como ligar nosso cérebro a esses gadgets. Outras possíveis aplicações do controle eletrônico incluem reabilitação física e a compreensão de distúrbios do cérebro como o autismo, por exemplo.
Cai o muro entre a vida real e vida mobile Daqui a 5 anos 80% da população mundial terá um celular. As oportunidades são infinitas: de comércio eletrônico por meios móveis a assistência médica remota.
Só receber informação que faz sentido
Imagine uma tecnologia que traz apenas as informação que você quer, combina suas preferências com sua agenda e já reserva tickets para o show da sua banda predileta?
Foi meu cliente Claudio Pucci quem me enviou este link da IBM. Entendo que essas foram as projeções feitas ao final de 2010, para os 5 anos à frente. Pois, como já vimos este ano, muita gente já vem pedalando pra gerar energia desde 2010.
Se você ainda não foi seduzido a pensar o futuro, é assim: 5 anos é longe o suficiente para sonhar e perto o bastante para imaginar. Sonhe, imagine e comece a fazer.
Porque como falamos aqui na 5 Years From Now®, criatividade é um jeito de ser e inovação um jeito de FAZER.
Você sabe qual é o arquétipo que representa o seu negócio?
Se sim, sua empresa age com coerência arquetípica?
Você sabe que LOST e BBB tem seus personagens baseados em arquétipos?
arquétipos & personagens
Você sabe que o nosso moderno cérebro abriga nas profundezas da mente traços de uma mente arcaica? Você sabe como isso influencia como pensamos e agimos? O assunto é muito profundo e a ideia aqui é visitar o que Carl Jung nos ensina sobre os arquétipos: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.
Sua marca se conecta com o arquétipo do AMANTE como os chocolates KOPENHAGEN que estabelecem com seus consumidores uma conexão profunda, íntima, prazerosa e sensual? Ou com o FORA DA LEI como o programa CQC que rompe com a repressão, conformidade e cinismo? Marcas fora da lei querem chocar as pessoas. Ou com uma marca SÁBIA como OPRAH que “alimenta” a fome de sabedoria da nova era.Oprah é uma sábia popular que instrui e orienta seu público. Uma especialista que exprime sabedoria, confiança e maestria.
A dinâmica de examinar 12 arquétipos para entender suas marcas e seus consumidores é uma das mais pop dos workshops 5 Years From Now®, segundo nossos clientes.
Porque, como dizem seus fãs, todas as ideias mais poderosas do mundo vieram de arquétipos. E se os arquétipos se conectam tão profundamente com as pessoas, é fácil expandir e perceber como eles se conectam com os nossos negócios.
Oprah é uma marca sábia que promove o aprendizado contínuo e tem uma coerência arquetípica invejável. Entre lançar uma linha de cosméticos ou roupas, ficou com o seu Clube do Livro. É com essa consistência que ela governa suas decisões e alavanca seu sucesso.
Se você se interessou por este assunto e não sabe que arquétipos mais se conectam com a sua marca hoje e no futuro, está perdendo uma eficiente e lúdica oportunidade de estimular a sua imaginação empresarial.
Quando você olha para o futuro, enxerga seu negócio trilhando a direção em que o mundo parece estar caminhando?
Carl Jung
NOTAS: Carl Jung: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.
Oprah Winfrey apresentou o programa The Oprah Winfrey Show, por 25 anos. Depois de seu último programa em maio de 2011, irá dedicar-se a sua própria rede, OWN e outros projetos pessoais. Ela ganha cerca de 50 milhões de dólares por mês com todas as suas incumbências profissionais. Mais wikipedia
A papisa dos arquétipos Carol S. Pearson em The Hero Within e Awakening the Heroes Within.
É a primeira vez que ela é barata, democrática, acessível e fácil de usar.
É a primeira vez que em nossas casas ela é mais moderna, tem mais design, é mais potente e parruda que a que encontramos nas empresas.
É a primeira vez que muitos de nós estão muito mais à frente das empresas no domínio dos seus mais profundos segredos.
Desde os mais remotos tempos, a tecnologia nunca foi barata, portanto longe de ser democrática. O poder e o controle sobre ela se concentravam nas mãos de poucos que tinham a posse, o acesso, o conhecimento e eram os responsáveis por sua evolução – qualquer que fosse ela, da roda aos computadores.
Até muito pouco tempo atrás, este poder estava totalmente nas mãos das empresas. E tem muita empresa, por aí, ainda achando que é a tal, alheia à realidade debaixo de seu nariz, de que até seu mais simplório empregado possui e opera um gadget melhor, mais potente e poderoso que o disponível em seu local de trabalho.
E este descompasso é democrático. Está em todo o tipo de empresa. Algumas, vocês podem nem acreditar, poderosos grupos multinacionais, grandes e médias empresas brasileiras, governamentais e também as pequenas e micro.
Na minha experiência com empresários na 5 Years From Now®, vejo uma grande oportunidade para estas últimas darem um salto à frente da concorrência. São as micro, pequenas e até as médias que podem lançar mão da centralização, de uma baixa burocratização e da falta de engessadas policies internacionais, para sincronizar a visão de suas empresas com o futuro.
Isso. Vamos dar um fast fast forward correndo! Vamos desamarrar o nosso burro do século passado e fazer um sync com a Nova Era.A Era do Conhecimento em Rede.
Como diz o sueco Michael B Hardt, professor e pesquisador de tendências e design sustentável “acho que as tendências culturais são cíclicas através dos tempos e períodos de materialismo são seguidos de períodos de idealismo onde os valores éticos são considerados mais importantes que os financeiros. Esses períodos são longos e, no momento, passamos pela experiência de transitar de uma era materialista para uma era idealista. Nos próximos 40-50 anos vamos experienciar uma renascença de valores ideais. […]. A curva de uma tendência que surge sempre é vista como positiva, por isso vemos o idealismo hoje como positivo, e assim será pelas próximas 2 décadas, pelo menos.” E arremata dizendo que o nosso pensamento se tornará um valor no futuro e que já há um mercado crescente para esta “mercadoria”.
Joao Felipe Scarpelini, consultor na UNICEF Zâmbia
Milhões de jovens da tão falada Geração Y, hoje entre 14 e 34 anos, acreditam profunda e verdadeiramente que estão ajudando a mudar o mundo. João Felipe Scarpelini, aquele que apareceu no Fantástico, diz que já ajudou a mudar o mundo em 40 países. Deve ter uns 25 anos e é consultor na UNICEF Zâmbia. Em seu Facebook, se define mais ou menos assim (seu perfil está em inglês, pois como sua geração, é um globalizado):
“Sou um sonhador e ativista em tempo integral!
Eu me engajo com pessoas criativas e apaixonadas para criar ferramentas, oportunidades e capacidades que empoderam pessoas e suas comunidades a serem a mudança que elas querem ver no mundo! Mas, por favor, não esperem que eu me defina. Porque eu não quero. Quem quer que seja definível, cria limites e fronteiras … Não, eu não!”
Quando criei a palestra 5 Gerações no Mercado de Trabalho, o Y é o X da Questão, nunca pensei que fosse ser tão importante na minha vida, nem tão longeva. Já faz mais de 1 ano que falei sobre o assunto para a minha primeira audiência de profissionais de RH. De lá para cá, aprendi muito com todas as gerações que formam meu eclético público. Chamo esta palestra de “bombril”, porque ela serve pra todo tipo de audiência e agrada a gregos e baianos.
Para quem não sabe, os profissionais de recursos humanos estão louquinhos tentando entender o por quê de não conseguirem atrair e reter talentos jovens. Por isso, o interesse.
Pais e professores se atrapalham todos com uma geração que vê TV, passa e recebe torpedos, ouve música, posta no “feice” e a resposta para “o que você está fazendo” é: estudando. É verdade, eu acredito! A GY não precisa desligar tudo a sua volta pra se concentrar em uma única tarefa. Eles conseguem fazer várias coisas simultaneamente e TER FOCO EM TODAS. Se você não acredita nisso, o problema é seu. Ninguém vai tentar convencê-lo. Sabe o por quê? Porque o mundo já funciona e vai funcionar cada vez mais como esses jovens. O mundo vai pra frente, não vai voltar ao modo de ser do século XX. Estamos no século das motivações intrínsecas, o que move esses jovens vem de dentro. O verbo desta nova era é ENGAJAR. O verbo da velha, OBEDECER. Sacou?
Jovens estudantes também curtem a palestra porque entendem o contexto da Y, a partir do entendimento das outras 4 gerações: a tradicionalista, acima de 65 anos; a baby boomer, da qual faço parte, a X, Y e Z.
Acho que de tanto falar sobre os Y “peguei” alguma coisa deles. Pela 1a. vez na minha vida profissional eu sinto que o meu trabalho está ajudando a mudar o mundo. Os momentos pós-palestra são cada vez mais longos e a troca de ideias e angústias um grande momento de conhecimento: “Ah, agora entendo meu filho/pai/aluno/trainee/empregado/chefe”. “Ah, quem deveria ouvir essa sua palestra era meu filho/pai/aluno/trainee/empregado/chefe”. Isso é muiiito bom!
Nesta próxima 3a. feira, vou ajudar a mudar o mundo novamente. Palestro no Congresso de Recursos Humanos CONARH. A missão contra o preconceito entre gerações entrará novamente em ação. E, novamente, meus ouvintes sairão com algumas repostas e muitas perguntas. E eu, junto com os milhões de jovens do mundo inteiro, vou comemorar que também estou mudando o mundo!
NOTAS:
Nas pesquisas patrocinadas pela Editora Fênix, 93% avaliaram como boa ou excelente a troca de experiências e conhecimentos adquiridos em minha palestra e 95% vêem uma aplicação prática destes conhecimentos em suas atividades.
E a energética palestrante e escritora Leila Navarro, me disse: “Poderosa Beia, adorei sua apresentação, estou cheia de ideias. Adorei mesmo. Você pensa em escrever um livro? Não sei se você sabe que hipnotiza a plateia! Muito bom, e olha que sou palestrante.”
Palestrante futurista, única mulher a tratar
desses assuntos no mercado brasileiro.
Suas referências são fruto de um mar de
experiências, quevão desde a road-trip
São Paulo a New York, nos anos 1970,
a centenas de cidades em 30 países.
Em 2008 funda a 5 Years From Now®,
um espaço de reflexão sobre o futuro
dos negócios: aí, o celeiro de seus
poderosos temas de palestras.
Em 2014, dedica-se exclusivamente a
palestrar sobre conteúdos deste século
XXI: inovação, futuro e gerações. Temas
que estão dando um nó em nossas vidas!