identity


11
Jan 13

Destruir é Inovar?

Férias de Inverno na Suíça

Férias de Inverno na Suíça


Você seria capaz de destruir o que você faz de melhor para provar o seu ponto de vista? Os suíços são!

Não mediram esforços para divulgar que suas idílicas paisagens alpinas são o melhor destino turístico para as férias de inverno. E ao destruírem e se livrarem de seu ícone mais famoso, nos asseguram que teremos as mais relaxantes férias de nossas vidas. O resultado é um filme que mostra muita neve, seus bucólicos-quentinhos-hotéis-cabanas e casinhas suíças de um jeito que nunca vimos. E com um tipo de humor impensável em suíços.

Sua empresa seria capaz de ir tão longe e destruir o que você faz de melhor?

Nota:
pra saber mais: http://www.myswitzerland.com/winter


12
Oct 11

Arquétipos? Arquétipos!

Oprah, sábia popular

Oprah, sábia popular

Você sabe qual é o arquétipo que representa o seu negócio?

Se sim, sua empresa age com coerência arquetípica?

Você sabe que LOSTBBB tem seus personagens baseados em arquétipos?

arquétipos & personagens

arquétipos & personagens

Você sabe que o nosso moderno cérebro abriga nas profundezas da mente traços de uma mente arcaica? Você sabe como isso influencia como pensamos e agimos? O assunto é muito profundo e a ideia aqui é visitar o que Carl Jung nos ensina sobre os arquétipos: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.

Sua marca se conecta com o arquétipo do AMANTE como os chocolates KOPENHAGEN que estabelecem com seus consumidores uma conexão profunda, íntima, prazerosa e sensual? Ou com o FORA DA LEI como o programa CQC que rompe com a repressão, conformidade e cinismo? Marcas fora da lei querem chocar as pessoas. Ou com uma marca SÁBIA como OPRAH que “alimenta” a fome de sabedoria da nova era. Oprah é uma sábia popular que instrui e orienta seu público. Uma especialista que exprime sabedoria, confiança e maestria.

A dinâmica de examinar 12 arquétipos para entender suas marcas e seus consumidores é uma das mais pop dos workshops 5 Years From Now®, segundo nossos clientes.

Porque, como dizem seus fãs, todas as ideias mais poderosas do mundo vieram de arquétipos. E se os arquétipos se conectam tão profundamente com as pessoas, é fácil expandir e perceber como eles se conectam com os nossos negócios.

Oprah é uma marca sábia que promove o aprendizado contínuo e tem uma coerência arquetípica invejável. Entre lançar uma linha de cosméticos ou roupas, ficou com o seu Clube do Livro. É com essa consistência que ela governa suas decisões e alavanca seu sucesso.

Se você se interessou por este assunto e não sabe que arquétipos mais se conectam com a sua marca hoje e no futuro, está perdendo uma eficiente e lúdica oportunidade de estimular a sua imaginação empresarial.

Quando você olha para o futuro, enxerga seu negócio trilhando a direção em que o mundo parece estar caminhando?

Carl Jung

Carl Jung

NOTAS:
Carl Jung: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.

Oprah Winfrey apresentou o programa The Oprah Winfrey Show, por 25 anos. Depois de seu último programa em maio de 2011, irá dedicar-se a sua própria rede, OWN e outros projetos pessoais. Ela ganha cerca de 50 milhões de dólares por mês com todas as suas incumbências profissionais. Mais wikipedia

A papisa dos arquétipos Carol S. Pearson em The Hero Within e Awakening the Heroes Within.


10
Mar 11

It’s a free country!

Free, Babe!

Free, Babe!


Quem me conhece está cansado de ouvir esta frase. É uma frase potente. Ninguém deixa de sorrir ou fazer um comentário a cada vez que a repito. E olha que isso acontece pelo menos 1 vez por dia. Há décadas!

Esta é uma das frases, ditos, provérbios que repito porque adoro “causar”. Elas fazem parte da cultura brasileira, da cultura publicitária ou são apenas umas das muitas que recolhi/roubei durante a minha vida. “Há malas que vem de trem. E outras que vão pra Belém”; “Intimidade só traz problemas e filhos” (Fátima La Torre), “Uma idéia de 1milhão de dólares”; “Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”; “Nobody is perfect (nem você, nem eu)”; “Não é o mundo que é pequeno, é a renda que é concentrada”.

Mas, “it’s a free country, babe (beibe)” é a mais perene de todas. Talvez, por ser a mais simples e complexa.

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8
Mar 11

Você entende o seu papel no mundo?

We Can Do it

Rosie the Riveter

Em menos de 1 mês li 2 frases que me fizeram refletir sobre o intrincadíssimo e velho assunto das relações homem e mulher.

A primeira foi a manchete “A CADA 2 MINUTOS, 5 MULHERES SÃO AGREDIDAS VIOLENTAMENTE NO BRASIL” e a segunda foi num post de Marcelo Heidrich “HÁ MUITO HOMEM NÃO ENTENDENDO SEU PAPEL NO MUNDO.”

Nunca tinha feito esta ligação. Entre violência contra as mulheres e a falta de posicionamento do HOMEM (a espécie humana) na nova Era. Quando você guga “qual o papel do homem no mundo” encontra, nos primeiros textos, o homem ligado ao cosmos e à natureza. Nada sobre a relação homem-mulher.

Quando você guga “o papel da mulher no mundo” ou “what’s women’s role in the world” pouco vai agregar a seu conhecimento. As primeiras buscas são sobre o papel da mulher ao longo da história: como foi ganhando espaços na sociedade e mostrando que tem capacidade tanto quanto os homens. As primeiras, em inglês, referem-se às histórias das guerras e os consequentes pulos evolutivos da mulher. História, História, História. Outra vez, nada sobre o nosso papel hoje. Sabemos o que foi feito, mas pelo o que queremos lutar? O que queremos conquistar?

E a guerra terminou antes de eu nascer! Faz 66 anos!
Sim, a pesquisinha é rápida e superficial, mas aponta que faltam conteúdos envolventes e democráticos para serem discutidos sobre o papel da mulher e do homem. Galgar espaços antes destinados aos homens é bacana, mas esses fatos estão sendo repisados há mais de meio século.

Me parece que temos objetivos, metas e tarefas, mas falta uma visão. O que queremos com os homens? Queremos registrar que um país bem maior que a Dinamarca, 7 milhões e 200 mil mulheres com mais de 15 anos já sofreram agressões? E que 2% dos homens entrevistados declararam que “tem mulher que só aprende apanhando bastante”? Atente para o “bastante”!

Quando mudamos de Era as mudanças são épicas. Vamos deixar os fatos históricos na história e produzir conteúdos que expressem os buracos desse novo Homem Multitarefa? Conteúdos inclusivos, sobre todas as nossas escolhas sexuais e de vida no mundo. Conteúdos que possamos discutir, agregar, compartilhar. Uma nova visão, que nos inspire a querer contribuir para que o padrão de comportamento seja o de contribuir para a preservação de uma espécie fantástica. A espécie dos homens e das mulheres de todos os sexos, culturas, religiões e credos.

Vamos começar? Que mensagens nós mulheres estamos passando para o mundo dos nossos sobrinhos, primos, tios, pais, vizinhos, namorados, amantes, maridos? E que mensagens eles querem passar, discutir, aprender?

Deixo aqui a citadíssima e muito apropriada citação de Simone de Beauvoir “Enquanto o homem e a mulher não se reconhecerem como semelhantes, enquanto não se respeitarem como pessoas em que, do ponto de vista social, político e econômico, não há a menor diferença, os seres humanos estarão condenados a não verem o que têm de melhor: a sua liberdade.”

notas
Marcelo Heidrich é sócio-presidente da Ponto de Criação.

A pesquisa “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado” , da Fundação Perseu Abramo em parceria com o SESC, foi realizada em agosto de 2010 e ouviu a opinião de 2.365 mulheres e 1.181 homens, com mais de 15 anos de idade, de 25 unidades da federação, cobrindo as áreas urbanas e rurais de todas as macrorregiões do país. Envolveu 176 municípios na amostra feminina e 104 na masculina. A margem de erro da pesquisa é entre 2 e 4 pontos percentuais para mulheres e entre 3 e 4 pontos para os homens, em ambos o intervalo de confiança é de 95%.

O pôster We Can Do It foi baseado na foto da operária americana Geraldine Doyle, aos 17 anos, quando trabalhava no avião bombardeiro A-31 Vengeance, em Nashville, Tennessee (1943). Ela serviu de modelo para o famoso cartaz de uma mulher vestindo um lenço na cabeça e mostrando seus bíceps. Rosie the Riveter foi o nome dado às mulheres trabalhando em fábricas durante a guerra. Doyle morreu em 26/12/2010, em Lansing, Michingan, aos 86 anos.


4
May 09

Bombar é possível!

Renata Goes, da rd2b, no primeiro workshop “Let’s Network Together pra Bombar nossos Negócios”.

Beia Carvalho curtindo o sucesso de seu primeiro workshop “Let’s Network Together pra Bombar nossos Negócios”.

Beia Carvalho curtindo o sucesso de seu primeiro workshop “Let’s Network Together pra Bombar nossos Negócios”.

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13
Feb 09

Di Verdadi

Já foi moda falar do DNA, da alma, da conexão emocional universal e, agora, fala-se da essência corporativa, da VERDADE da marca.

É muito livro, palestra, blog, discussão e pouca, muito pouca essência de verdade.

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12
Feb 09

Heirloom Tomatoes & Coalhadas

 

Heirloom Tomatoes

Não sei se acontece isso com você, mas todas as vezes que viajo para os States uma nova palavra, moda me persegue. Parece que todos os americanos resolveram falar o dia inteiro aquela palavra. Desta vez, foram os Heirloom Tomatoes.

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1
Nov 08

Is one bag enough?

2 coisas são realmente muito melhores e mais baratas de aprender nos Estados Unidos que em qualquer escola: inglês e vendas.
Inglês é fácil entender o porquê e não há porque se espantar. Mas a agressividade de vendas deste povo é algo que sempre me surpreende, me encanta e, ao mesmo tempo, me causa uma certa repulsa cristã (?).

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13
Oct 08

Mas, o Johnny Mathis está vivo?

A caminho do Tropicana, foi a primeira coisa que ouvi, da mulher ao meu lado na van que nos levava do Aeroporto para o hotel, em Las Vegas.

O pouco-quase-nada-que-eu-sei-e-vi de Las Vegas é assim: muitos mortos-vivos.

No Tropicana, construído em 1956, quando Las Vegas era igual àquela do filme do Warren Beatty, “Bugsy”, a decadência está por toda a parte. E olha que o hotel está longe de ser o lanterninha da degradação. Palcos imensos com um coitadinho cantando a qualquer hora do dia ou da noite. Um grupo de cinqüentões com um guarda-roupa antigo, maquiagem de quinta, pulando, dançando, dando a vida para parecer os atléticos jovens do passado. É de matar!

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