A nova campanha de Dove prova: “você é mais bonita do que você pensa”! VÍDEO DOVE
Dove recrutou 7 mulheres de idades e histórias diferentes e pediu para o artista do FBI Gil Zamora criar sketches delas baseado em suas próprias descrições das características faciais de seus rostos. Uma delas diz: “minha mãe me disse que eu tenho um queixo grande.” Ou, “acho que eu tenho uma testa enorme”.
Kela Cabrales, uma professora de tecnologia de 40 anos disse à jornalista do HuffPost, que não sabia o que estava acontecendo, mas que lhe perguntaram para ela se descrever usando termos neutros. Antes disso, essas mulheres passaram algum tempo com estranhos, que mais tarde se apresentaram ao artista e descreveram essas mesmas mulheres a ele.
Os 2 desenhos foram colocados lado a lado e é esse incrível contraste que vemos nesse vídeo. Será que o mesmo resultado aconteceria com homens?
Fonte: The Huffington Post | By Emma Gray Posted: 04/16/2013 7:00 am EDT | Updated: 04/17/2013 2:32 pm EDT
Há 4 anos o céu mostrou esse alinhamento surpreendente: Júpiter, Vênus e Lua.
Alinhamento surpreendente de Júpiter, Vênus e Lua.
Era o dia 1 dezembro 2008!
Dia que escolhi para lançar a consultoria de negócios 5 Years From Now®.
Por que? Porque fatos muito inovadores vem acontecendo neste dia desde 1600!
Nestes 4 anos, contei com velhos amigos e novos clientes – para espalhar um negócio inédito: transportar-se para daqui 5 anos, para o futuro, onde nada existe, só o que você inventar.
Taís e Beia celebram 4 anos de 5 Years From Now®
fatos inovadores ocorridos em 1 de dezembro
1640 – Dom João IV é aclamado rei, após 60 anos de domínio espanhol
1878 – Instalado 1º. telefone na Casa Branca
1887 – Publicado 1º. romance policial sobre o detetive Sherlock Holmes
1902 – Lançamento de ‘Os Sertões’, de Euclides da Cunha
1909 – Fundado 1º. Kibutz, em Israel
1913 – Inaugurado 1º. posto de gasolina em Pittsburgh
1935 – Nasce Woody Allen, cineasta e humorista norte-americano
1955 – Rosa Parks é presa por se recusar a ceder lugar no ônibus a um branco
1959 – Tratado Antártico: nações se comprometem a não reivindicar o continente
1959 – Tirada 1ª. fotografia colorida do planeta Terra, de uma espaçonave
1970 – Aprovada lei do divórcio, na Itália
1976 – Estréia Dona Flor, maior bilheteria do cinema, indicado ao Globo de Ouro
1989 – Gorbatchov é o 1º. líder soviético a visitar o papa João Paulo II, desde 1917
1990 – Operários dos 2 lados do túnel sob o Canal da Mancha encontram-se
1999 – Apenas 30 dias para o Bug do Milênio!
2002 – Num blog “a volta do feriadão foi um saco.”
2005 – Aprovado casamento entre pessoas do mesmo sexo na África do Sul
2005 – Parlamento belga reconheceu o direito à adoção para casais gays
2008 – Beia Carvalho lança o inédito Workshop 5 Years From Now®
2009 – Beia Carvalho comemora 1 ano da 5 Years From Now®
2010 – Beia e Taís comemoram 2 anos da 5 Years From Now®
2011 – Beia e Taís comemoram 3 anos da 5 Years From Now®
2012 – Beia e Taís comemoram 4 anos da 5 Years From Now®!
5 anos é perto o bastante para você imaginar e longe o suficiente para você sonhar.
Se você é empresário, venha participar de nossos workshops no ano que vem: 2018 está encostando aqui na 5 Years From Now®!
Nós somos a consultoria 5 Years From Now®.
Somos especialistas em fazer você tirar os pés do chão e aterrissar num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas, onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, idiossincráticas, alternativas, não ortodoxas, não convencionais, excêntricas e impensáveis são possíveis. Onde as crises do presente são coisas do passado. Aqui, no futuro, nada existe, só o que você inventar.
Somos especialistas em fazer você tirar os pés do chão, pirar e dar saltos para o futuro.
beia carvalho aos 4 anos, presidente 5 Years From Now®
tais aos 4 anos, vice presidente da 5 Years From Now®
Somos cheias de energia, falamos pelos cotovelos e somos curiosíssimas.
Ansiosas pra mostrar o que a gente já sabe fazer.
Tanto como você, nós ficamos mega empolgados com as nossas habilidades e realizações.
Aos 4 anos, constantemente testamos os ambientes e os nossos domínios.
Experimentamos momentos de inseguranças e de muita segurança também.
Somos mandonas, fazemos barbaridades e, sim, inventamos histórias.
Como diria o Rei, são muitas as emoções nessa nossa idade!
Mas a cada dia, você traz uma nova exigência e isso vira um desafio, pra nós e pra você.
Nem todos com 4 anos de idade tem as mesmas habilidades e referências, mas a gente se identifica com esses marcos:
• Transbordamos de ideias imaginativas e somos mais independentes
• Já sabemos escovar os dentes e nos vestir sozinhas
• Somos exigentes, mas também nos empenhamos por colaborar
• Somos divertidas, falamos a verdade e tocamos nos pontos amargos
• Já dominamos tipos de comida, dinheiro e o conceito de tempo
• Não temos senso de propriedade
• Aprendemos a observar quando alguém está aborrecido ou sofrendo
• Queremos que você goste da gente e temos amigos de todos os sexos
• Ah, sim, sexualidade, temos uma curiosidade natural sobre o assunto
• E também temos interesses em música, dança e atuação
• Pulamos e andamos pra frente num pé só
• Adoramos escrever, pintar, recortar, colar e construir estruturas
• E desenhamos círculos, quadrados e, algumas vezes, um triângulo
• E em se tratando de desenhos, a Taís parou por aí, rsrs
• Contamos acima de 10 e distinguimos mais de 4 cores
• Adoramos repetir os palavrões que ouvimos por aí – se liga.
• E, sorte a sua, fazemos mais perguntas do que qualquer outra idade!
Nós somos a consultoria 5 Years From Now®. Somos especialistas em fazer você tirar os pés do chão e aterrissar num espaço dissidente, onde ideias divergentes são acolhidas, onde combinações exóticas, infantis, extravagantes, idiossincráticas, alternativas, não ortodoxas, não convencionais, excêntricas e impensáveis são possíveis. Onde as crises do presente são coisas do passado.
Aqui, no futuro, nada existe, só o que você inventar.
Somos especialistas em fazer você tirar os pés do chão, pirar e dar saltos para o futuro.
nota:
Traduzido do conteúdo do site SHE KNOWS PARENTING: http://www.sheknows.com/parenting/articles/814238/your-4-year-old-development-behavior-and-parenting-tips-1
Fui um dos 47 profissionais selecionados para criar uma imagem que sintetizasse a dimensão de uma determinada obra cinematográfica, para comemorar os 47 anos do jornal Propmark. Para mim, caiu o TUBARÃO, de Steven Spielberg.
Meu pai sempre dizia que é melhor “ter amigo na praça que dinheiro no bolso”. A mais pura verdade! Quero agradecer esta participação aos meus amigos Armando Ferrentini, diretor e presidente da Editora Referência, empresário da comunicação; e Marcello Queiroz, Diretor de Redação do jornal e site propmark e agudo observador das relações de consumo.
“A homenagem do PropMark é um breve passeio histórico pelos últimos 47 anos do cinema sustentado por cenas de romance, terror, ficção cientifica, drama e humor. Observando bilheteria, marketing e o impacto no universo do consumidor, a Redação selecionou 47 filmes. Não é uma lista dos melhores filmes. Não tivemos esta pretensão. É uma seleção que preferiu mais o recall e o fantástico resíduo imagético a opiniões de críticos, teóricos ou especialistas de plantão. Para cada um dos filmes selecionados, o propmark convidou um profissional do mercado para criar uma imagem que, na opinião dele, sintetiza a dimensão de uma determinada obra cinematográfica. O briefing foi tão livre como uma ideia na cabeça e uma câmera na mão.”*
O que aconteceu em 1975, além do estrondoso sucesso de TUBARÃO (JAWS)? Outro estupendo sucesso, o Super Fuscão e a chegada do que viria a ser uma das maiores empresa do mundo, a partir de uma garagem: a Microsoft.
Mas a minha interpretação para o TUBARÃO foi juntar este meio da década dos incríveis anos 70, com a introdução no mercado dos aparelhos de barbear descartáveis.
1975 também foi o ano que eu casei (pela primeira vez, rsrss). Ou seja, na lua de mel não tinha barbeador descartável cor de rosa na necessaire! Segundo a Wikipedia, sob o estigma “dados não confiáveis”, a BIC lançou este novo conforto, na França, em 1974. Logo depois, a Gillette lançou o seu, com o lindíssimo nome de Good News! (assim mesmo com ponto de exclamação): the first disposable, double-blade razor, em 1976.
Nem sempre quem chega primeiro, é quem fica com o mercado, ou com o recall. Sim, foi a Gillete quem introduziu a novidade e dominou o grande mercado americano. O desafio não é só inovar, ser o primeirão, é espalhar nossas ideias, cativar nosso público.
Na 5 Years From Now® tenho este desafio diário. E é um grande moto para os negócios.
Para este último parágrafo, vou parodiar o texto final de Marcello Queiroz e dizer que este texto “foi feito pura e simplesmente com o objetivo de ficar sempre em cartaz com o espectador mais importante do mundo que é você, caro leitor. Bons filmes!”
Vida longa ao PropMark e aos amigos!
Notas:
1) Texto de abertura da edição de comemoração dos 47 anos do jornal PropMark.
2) Beia Carvalho é palestrante do futuro, é presidente da 5 Years From Now®. Ela fez a arte acima com a participação de seu filho Guido Giglio, da nu design.
3) Para ver esta edição completa online: http://propmark.digitalpages.com.br/
4) PropMark é um dos maiores veículos que cobrem os negócios nos segmentos de Propaganda e Marketing, no Brasil. www.propmark.com.br
Ao cabo de quase 3 anos, uma certeza: o negócio que você criou, vingou. Ponto. As dúvidas e inseguranças são hoje mais complexas e em maior número. Mas a GRANDE dúvida não existe mais: 5 Years From Now® é um negócio que também faz sentido para o mercado. Habemus 5 Years From Now®! E é dessa certeza que é feito o combustível dessa nova fase: como crescer, pra onde, com quem, a que ritmo, com qual investimento?
Levantar para trabalhar em a-per-fei-ço-a-men-to. Polir arestas. Delimitar, refinar públicos, produtos, colaboradores. Pensar em reger, não só em tocar. Escrever, registrar a “partitura”, porque a música que emana da empresa é a sua cultura. É um trabalho mais interessante, mais sofisticado e mais engajador, quando comparado com a extenuante energia física e psicológica de colocar um negócio em pé.
Mais exaustivo ainda, quando o negócio é criado do zero, como o nosso, baseado em um conceito inédito: refletir sobre o futuro. Transportar-se 5 anos no futuro e de lá olhar para o presente.
Depois de 3 anos de vida, as dúvidas são de outra ordem. Como garantir a pessoalidade dos nossos serviços e crescer? Como ganhar dinheiro enquanto dormimos? Como garantir a cultura do negócio? Garantir que todos conheçam a partitura e, ao mesmo tempo, colaborem para que a música evolua e continue a atrair e agradar o nosso refinado mercado.
De todas as questões, cultura é a que mais me apego e me dedico. Desde os primeiros minutos de vida da 5 Years From Now®, tudo o que “ela” fez foi registrado: escrito, fotografado, filmado, compartilhado. Tudo aqui tem um jeito “faive” de ser. A informalidade, a aposta no humor como tom da comunicação, a recepção e acolhida festiva aos prospects e clientes, o uso das redes sociais. E o abuso do preto e branco na comunicação, no jeito de vestir, no cartão, no site. Aqui é 5! Lembrei do “aqui é curíntia”.
A 5 Years From Now® faz aniversário dia 1 de dezembro. Por isso, esta época tem esse gosto de “balanço do ano”. E, em uma palavra, 2011 foi surpreendente. Surpreendentemente instável. Depois de propositadamente experimentar campos novos nos 2 primeiros anos de vida, comecei este ano com a certeza de estar definitivamente fechando o leque de atuação. Surprise! O ano que começou como uma grande festa, champagne à vontade, alardeando os mais altos níveis de crescimento na história do Brasil, está terminando com um jeito de “wow, que ressaca!”.
Mas as previsões são de um 2012 melhor para os BRICs e inflação mais baixa e mais movimentação no Brasil, por conta de Copa e Olimpíadas. Afinal, um dia eles tem que começar a construir tudo o que prometeram, não é?
Hoje, neste dia ensolarado de novembro de 2016, releio este artigo que postei 5 anos atrás. Hoje, a 5 Years From Now® está mais perto de comemorar os seus 10 anos. As questões, as dúvidas, amplificadas!
Mas como há 5 anos, também temos uma nova certeza: somos mais maestros e menos tocadores de cada um dos instrumentos. Reger. Difícil verbo.
Refinamos a observação. Observamos, sacamos e aproveitamos mais o que foi sacado. Aprendemos com o estilo Frog (From Goiás) do grande observador Joesley Batista, da JBS-Frigoboi. “Temos que observar quem faz coisas excepcionais dentro das nossas empresas”. Elas estão ali, debaixo da nossa fuça. Então, como vamos clonar pessoas e comportamentos excepcionais e disseminar o aprendizado?
Daqui 5 anos, em 2021, espero poder dizer que esta não é mais a questão, mas que há novas dúvidas e inseguranças em maior número e ainda mais complexas. Este é o combustível que move os empreendedores.
Nota: JBS S.A. é uma empresa brasileira, o maior frigorífico no setor de carne bovina do mundo, seu crescimento é exponencial: de 1,2 bilhão de dólares em 2004 a mais de 40 bilhões em 2011. Joesley Batista é o presidente. Mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/JBS
Você sabe qual é o arquétipo que representa o seu negócio?
Se sim, sua empresa age com coerência arquetípica?
Você sabe que LOST e BBB tem seus personagens baseados em arquétipos?
arquétipos & personagens
Você sabe que o nosso moderno cérebro abriga nas profundezas da mente traços de uma mente arcaica? Você sabe como isso influencia como pensamos e agimos? O assunto é muito profundo e a ideia aqui é visitar o que Carl Jung nos ensina sobre os arquétipos: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.
Sua marca se conecta com o arquétipo do AMANTE como os chocolates KOPENHAGEN que estabelecem com seus consumidores uma conexão profunda, íntima, prazerosa e sensual? Ou com o FORA DA LEI como o programa CQC que rompe com a repressão, conformidade e cinismo? Marcas fora da lei querem chocar as pessoas. Ou com uma marca SÁBIA como OPRAH que “alimenta” a fome de sabedoria da nova era.Oprah é uma sábia popular que instrui e orienta seu público. Uma especialista que exprime sabedoria, confiança e maestria.
A dinâmica de examinar 12 arquétipos para entender suas marcas e seus consumidores é uma das mais pop dos workshops 5 Years From Now®, segundo nossos clientes.
Porque, como dizem seus fãs, todas as ideias mais poderosas do mundo vieram de arquétipos. E se os arquétipos se conectam tão profundamente com as pessoas, é fácil expandir e perceber como eles se conectam com os nossos negócios.
Oprah é uma marca sábia que promove o aprendizado contínuo e tem uma coerência arquetípica invejável. Entre lançar uma linha de cosméticos ou roupas, ficou com o seu Clube do Livro. É com essa consistência que ela governa suas decisões e alavanca seu sucesso.
Se você se interessou por este assunto e não sabe que arquétipos mais se conectam com a sua marca hoje e no futuro, está perdendo uma eficiente e lúdica oportunidade de estimular a sua imaginação empresarial.
Quando você olha para o futuro, enxerga seu negócio trilhando a direção em que o mundo parece estar caminhando?
Carl Jung
NOTAS: Carl Jung: “há formas ou imagens de natureza coletiva que estão impressas em nossas psiques”.
Oprah Winfrey apresentou o programa The Oprah Winfrey Show, por 25 anos. Depois de seu último programa em maio de 2011, irá dedicar-se a sua própria rede, OWN e outros projetos pessoais. Ela ganha cerca de 50 milhões de dólares por mês com todas as suas incumbências profissionais. Mais wikipedia
A papisa dos arquétipos Carol S. Pearson em The Hero Within e Awakening the Heroes Within.
Não, não é uma opinião impensada. Faz 6 anos que a deplorável cena se repete, 2 vezes ao ano, bem aqui na porta da 5 Years From Now®.
Por mais ou menos 10 horas os veteranos dos bixos ecoam palavras de ordem grosseiras (para dizer o mínimo) e dignas de cafetões, para ser mais bem explícita. Gritos eufóricos se misturam às patéticas súplicas: “ah moço me dá um real, por favor, por favor!”. Na boca de meninas das classes média e alta, a frase toma um gosto de imoralidade. Não me pergunte o porquê: mas os carrascos veteranos que “tomam conta” da moçada são sempre do sexo masculino.
O ponto alto da parte da manhã são os carrascos-pimps forçando meninos e meninas a virar goles de 51 na boca da garrafa. Não é força de expressão não, é forçar, mesmo!
À medida que o dia vai passando, o nível alcoólico e o baixo calão vão subindo. Os cafetões vão ficando mais machos, meninas e meninos mais estridentes e bêbados e a minha paciência vai se caindo para os níveis mais baixos.
E, finalmente, cai a noite. Lambuzados de tinta dos pés às cabeças, roucos, largados pelas calçadas dos prédios em volta do Parque Buenos Aires, são os meninos e meninas vomitadas, os grandes protagonistas do gran finale.
Enquanto isso, no mundo, jovens estão fazendo grandes e inesperadas revoluções, que estão mudando bem mais que só a geografia dos países do século XXI.
Entendo e sou fã das manifestações ritualísticas que nos preparam para o próximo passo da vida. Me pergunto se a forma de um ritual evolui com o tempo. Tomara! Senão, vamos rever esta cena daqui a 5 anos, igualzinha e tediosa como num vale a pena ver de novo.
Me pergunto se essa forma “acolher” os calouros ainda ocorre em todo o Brasil, ou é privilégio das classes de “gente não-diferenciada” do Mackenzie e FAAP, meus vizinhos.
Até o próximo semestre! E meninos: don’t show up to prove. Show up to improve*.
Em menos de 1 mês li 2 frases que me fizeram refletir sobre o intrincadíssimo e velho assunto das relações homem e mulher.
A primeira foi a manchete “A CADA 2 MINUTOS, 5 MULHERES SÃO AGREDIDAS VIOLENTAMENTE NO BRASIL” e a segunda foi num post de Marcelo Heidrich “HÁ MUITO HOMEM NÃO ENTENDENDO SEU PAPEL NO MUNDO.”
Nunca tinha feito esta ligação. Entre violência contra as mulheres e a falta de posicionamento do HOMEM (a espécie humana) na nova Era. Quando você guga “qual o papel do homem no mundo” encontra, nos primeiros textos, o homem ligado ao cosmos e à natureza. Nada sobre a relação homem-mulher.
Quando você guga “o papel da mulher no mundo” ou “what’s women’s role in the world” pouco vai agregar a seu conhecimento. As primeiras buscas são sobre o papel da mulher ao longo da história: como foi ganhando espaços na sociedade e mostrando que tem capacidade tanto quanto os homens. As primeiras, em inglês, referem-se às histórias das guerras e os consequentes pulos evolutivos da mulher. História, História, História. Outra vez, nada sobre o nosso papel hoje. Sabemos o que foi feito, mas pelo o que queremos lutar? O que queremos conquistar?
E a guerra terminou antes de eu nascer! Faz 66 anos!
Sim, a pesquisinha é rápida e superficial, mas aponta que faltam conteúdos envolventes e democráticos para serem discutidos sobre o papel da mulher e do homem. Galgar espaços antes destinados aos homens é bacana, mas esses fatos estão sendo repisados há mais de meio século.
Me parece que temos objetivos, metas e tarefas, mas falta uma visão. O que queremos com os homens? Queremos registrar que um país bem maior que a Dinamarca, 7 milhões e 200 mil mulheres com mais de 15 anos já sofreram agressões? E que 2% dos homens entrevistados declararam que “tem mulher que só aprende apanhando bastante”? Atente para o “bastante”!
Quando mudamos de Era as mudanças são épicas. Vamos deixar os fatos históricos na história e produzir conteúdos que expressem os buracos desse novo Homem Multitarefa? Conteúdos inclusivos, sobre todas as nossas escolhas sexuais e de vida no mundo. Conteúdos que possamos discutir, agregar, compartilhar. Uma nova visão, que nos inspire a querer contribuir para que o padrão de comportamento seja o de contribuir para a preservação de uma espécie fantástica. A espécie dos homens e das mulheres de todos os sexos, culturas, religiões e credos.
Vamos começar? Que mensagens nós mulheres estamos passando para o mundo dos nossos sobrinhos, primos, tios, pais, vizinhos, namorados, amantes, maridos? E que mensagens eles querem passar, discutir, aprender?
Deixo aqui a citadíssima e muito apropriada citação de Simone de Beauvoir “Enquanto o homem e a mulher não se reconhecerem como semelhantes, enquanto não se respeitarem como pessoas em que, do ponto de vista social, político e econômico, não há a menor diferença, os seres humanos estarão condenados a não verem o que têm de melhor: a sua liberdade.”
notas Marcelo Heidrich é sócio-presidente da Ponto de Criação.
A pesquisa “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado” , da Fundação Perseu Abramo em parceria com o SESC, foi realizada em agosto de 2010 e ouviu a opinião de 2.365 mulheres e 1.181 homens, com mais de 15 anos de idade, de 25 unidades da federação, cobrindo as áreas urbanas e rurais de todas as macrorregiões do país. Envolveu 176 municípios na amostra feminina e 104 na masculina. A margem de erro da pesquisa é entre 2 e 4 pontos percentuais para mulheres e entre 3 e 4 pontos para os homens, em ambos o intervalo de confiança é de 95%.
O pôster We Can Do It foi baseado na foto da operária americana Geraldine Doyle, aos 17 anos, quando trabalhava no avião bombardeiro A-31 Vengeance, em Nashville, Tennessee (1943). Ela serviu de modelo para o famoso cartaz de uma mulher vestindo um lenço na cabeça e mostrando seus bíceps. Rosie the Riveter foi o nome dado às mulheres trabalhando em fábricas durante a guerra. Doyle morreu em 26/12/2010, em Lansing, Michingan, aos 86 anos.
Começam pau-sa-da-men-te e ar-ti-cu-lan-do palavras como ROSA, SANTA, ESPOSA, MÃE, enquanto dispõem um sorriso entre o patético e o infantilóide, e um olhar complacente. Os que se julgam mais pra-frentex (leia-se não machistas) usam, além destas analogias nauseantes, outras como: “lá em casa quem manda é ela”.
Elas não ficam atrás! Ao tentarem homenagear seu próprio gênero, parecem tomadas de um machismo ainda mais espetacular e listam uma lengalenga das qualidades da mulher no lar, do cuidado com os filhos e maridos.
Palestrante futurista, única mulher a tratar
desses assuntos no mercado brasileiro.
Suas referências são fruto de um mar de
experiências, quevão desde a road-trip
São Paulo a New York, nos anos 1970,
a centenas de cidades em 30 países.
Em 2008 funda a 5 Years From Now®,
um espaço de reflexão sobre o futuro
dos negócios: aí, o celeiro de seus
poderosos temas de palestras.
Em 2014, dedica-se exclusivamente a
palestrar sobre conteúdos deste século
XXI: inovação, futuro e gerações. Temas
que estão dando um nó em nossas vidas!