5 years from now


14
Aug 11

Mudar o mundo?

Joao Felipe Scarpelini, consultor na UNICEF Zâmbia

Joao Felipe Scarpelini, consultor na UNICEF Zâmbia

Milhões de jovens da tão falada Geração Y, hoje entre 14 e 34 anos, acreditam profunda e verdadeiramente que estão ajudando a mudar o mundo. João Felipe Scarpelini, aquele que apareceu no Fantástico, diz que já ajudou a mudar o mundo em 40 países. Deve ter uns 25 anos e é consultor na UNICEF Zâmbia. Em seu Facebook, se define mais ou menos assim (seu perfil está em inglês, pois como sua geração, é um globalizado):

“Sou um sonhador e ativista em tempo integral!
Eu me engajo com pessoas criativas e apaixonadas para criar ferramentas, oportunidades e capacidades que empoderam pessoas e suas comunidades a serem a mudança que elas querem ver no mundo! Mas, por favor, não esperem que eu me defina. Porque eu não quero. Quem quer que seja definível, cria limites e fronteiras … Não, eu não!”

Quando criei a palestra 5 Gerações no Mercado de Trabalho, o Y é o X da Questão, nunca pensei que fosse ser tão importante na minha vida, nem tão longeva. Já faz mais de 1 ano que falei sobre o assunto para a minha primeira audiência de profissionais de RH. De lá para cá, aprendi muito com todas as gerações que formam meu eclético público. Chamo esta palestra de “bombril”, porque ela serve pra todo tipo de audiência e agrada a gregos e baianos.

Para quem não sabe, os profissionais de recursos humanos estão louquinhos tentando entender o por quê de não conseguirem atrair e reter talentos jovens. Por isso, o interesse.

Pais e professores se atrapalham todos com uma geração que vê TV, passa e recebe torpedos, ouve música, posta no “feice” e a resposta para “o que você está fazendo” é: estudando. É verdade, eu acredito! A GY não precisa desligar tudo a sua volta pra se concentrar em uma única tarefa. Eles conseguem fazer várias coisas simultaneamente e TER FOCO EM TODAS. Se você não acredita nisso, o problema é seu. Ninguém vai tentar convencê-lo. Sabe o por quê? Porque o mundo já funciona e vai funcionar cada vez mais como esses jovens. O mundo vai pra frente, não vai voltar ao modo de ser do século XX. Estamos no século das motivações intrínsecas, o que move esses jovens vem de dentro. O verbo desta nova era é ENGAJAR. O verbo da velha, OBEDECER. Sacou?

Jovens estudantes também curtem a palestra porque entendem o contexto da Y, a partir do entendimento das outras 4 gerações: a tradicionalista, acima de 65 anos; a baby boomer, da qual faço parte, a X, Y e Z.

Acho que de tanto falar sobre os Y “peguei” alguma coisa deles. Pela 1a. vez na minha vida profissional eu sinto que o meu trabalho está ajudando a mudar o mundo. Os momentos pós-palestra são cada vez mais longos e a troca de ideias e angústias um grande momento de conhecimento: “Ah, agora entendo meu filho/pai/aluno/trainee/empregado/chefe”. “Ah, quem deveria ouvir essa sua palestra era meu filho/pai/aluno/trainee/empregado/chefe”. Isso é muiiito bom!

Nesta próxima 3a. feira, vou ajudar a mudar o mundo novamente. Palestro no Congresso de Recursos Humanos CONARH. A missão contra o preconceito entre gerações entrará novamente em ação. E, novamente, meus ouvintes sairão com algumas repostas e muitas perguntas. E eu, junto com os milhões de jovens do mundo inteiro, vou comemorar que também estou mudando o mundo!

NOTAS:
Nas pesquisas patrocinadas pela Editora Fênix, 93% avaliaram como boa ou excelente a troca de experiências e conhecimentos adquiridos em minha palestra e 95% vêem uma aplicação prática destes conhecimentos em suas atividades.
E a energética palestrante e escritora Leila Navarro, me disse:
“Poderosa Beia, adorei sua apresentação, estou cheia de ideias. Adorei mesmo. Você pensa em escrever um livro? Não sei se você sabe que hipnotiza a plateia! Muito bom, e olha que sou palestrante.”


3
Aug 11

BIXOS & LIXOS

ritual?

ritual?

Não, não é uma opinião impensada. Faz 6 anos que a deplorável cena se repete, 2 vezes ao ano, bem aqui na porta da 5 Years From Now®.

Por mais ou menos 10 horas os veteranos dos bixos ecoam palavras de ordem grosseiras (para dizer o mínimo) e dignas de cafetões, para ser mais bem explícita. Gritos eufóricos se misturam às patéticas súplicas: “ah moço me dá um real, por favor, por favor!”. Na boca de meninas das classes média e alta, a frase toma um gosto de imoralidade. Não me pergunte o porquê: mas os carrascos veteranos que “tomam conta” da moçada são sempre do sexo masculino.

O ponto alto da parte da manhã são os carrascos-pimps forçando meninos e meninas a virar goles de 51 na boca da garrafa. Não é força de expressão não, é forçar, mesmo!

À medida que o dia vai passando, o nível alcoólico e o baixo calão vão subindo. Os cafetões vão ficando mais machos, meninas e meninos mais estridentes e bêbados e a minha paciência vai se caindo para os níveis mais baixos.

E, finalmente, cai a noite. Lambuzados de tinta dos pés às cabeças, roucos, largados pelas calçadas dos prédios em volta do Parque Buenos Aires, são os meninos e meninas vomitadas, os grandes protagonistas do gran finale.

Enquanto isso, no mundo, jovens estão fazendo grandes e inesperadas revoluções, que estão mudando bem mais que só a geografia dos países do século XXI.

Entendo e sou fã das manifestações ritualísticas que nos preparam para o próximo passo da vida. Me pergunto se a forma de um ritual evolui com o tempo. Tomara! Senão, vamos rever esta cena daqui a 5 anos, igualzinha e tediosa como num vale a pena ver de novo.

Me pergunto se essa forma “acolher” os calouros ainda ocorre em todo o Brasil, ou é privilégio das classes de “gente não-diferenciada” do Mackenzie e FAAP, meus vizinhos.

Até o próximo semestre! E meninos: don’t show up to prove. Show up to improve*.

* Simon Sinek.


27
Jul 11

Você constrói ou desarma armadilhas?

armadilha = trap

armadilha = trap

Começa assim, laboriosamente, cuidadosamente.

Às vezes, a dedicação é em tempo integral. É o tipo de coisa que é mais fácil ver no outro.

Mas todos nós em algum grau, constância e periodicidade também já construímos nossas próprias armadilhas. Quem nunca “fez” coisas para ser pego com a boca na botija? “Esqueceu” uma data, um objeto, um recado, que resultaria em um fiasco? Prometeu algo que, de antemão, já sabia impossível de ser cumprido, e que abalaria sensivelmente a sua reputação? Uma marca de batom?

Não sei se estou sendo clara nos meus exemplos. Se fui relevante ou não. Espero ter dado uma pista do assunto e que você possa, neste instante, pensar em pelo menos uma das armadilhas que já fabricou para você.

Lembrou?

Não, este não é um post de auto-ajuda, não. Mas achei que poderia ser uma analogia para os negócios. Quantas vezes manufaturamos cuidadosa e laboriosamente grandes redes para enroscar e afundar nossos negócios? Pequenas armadilhas que nos imobilizam naquela fatídica semana que iríamos fechar “aquele” grande negócio. Chato, né? Perdemos essa oportunidade!

Mas veja o lado bom da coisa. Agora, por toda a vida, podemos culpar esta semana desgraçada, que nos paralisou, impedindo que a empresa desse um grande salto. Que azar!

Dito assim, parece caricatural, quase impossível que uma pessoa jurídica possa arquitetar seu próprio insucesso. Nestes 2 anos como consultora de negócios fui testemunha da grande dedicação de empresários, eu inclusa, em criar armadilhinhas aparentemente imperceptíveis e inofensivas. E por que? Porque elas nos confortam e tem o belíssimo efeito tardio de se transformar em uma desculpa crível para a nossa ineficácia em alavancar negócios.

Não é nada fácil mesmo ser eficaz e enxergar oportunidades de negócios no século XXI. É que o progresso não acontece no conforto das nossas velhas certezas. Acontece criando e destruindo ideias. E para inovar, precisamos arrumar uma briga com os nossos instintos, “que fazem a gente se cercar de profissionais e opiniões que já acreditamos”. Nossos instintos querem moleza, querem sentar no pudim!

Para enfrentar a complexidade da Nova Era, vamos ter que manter a parte do cérebro que toma as decisões ligada! - como diz economista Noreena Hertz.

Notas:
1  Excepcionalmente, o post está também em inglês, em homenagem ao meu grande amigo e inspirador deste post, Steve Baker.
2  Veja Noreena Hertz no TED Talks aqui http://www.ted.com/talks/lang/eng/noreena_hertz_how_to_use_experts_and_when_not_to.html

(english version)

armadilha = trap

armadilha = trap

Do you build or disarm traps?

Laboriously, carefully, that’s how it begins.

Sometimes, it is full time devotion. It’s the kind of thing much easier to see in others.

But all of us, in some degree or another, consistently and periodically also have built our own traps. Who has never “done” things in order to be caught red-handed? “Forgot” a date, an object, a message that would end up in a fiasco? Promised something that, before handed, already knew impossible to be accomplished, but would sensibly shake your reputation? A lipstick stain?

I don’t know if I am being clear with these examples. If I was relevant or not. I hope I gave you a clue of the subject here and that you can think, in this brief moment, in at least one of the traps you’ve manufactured for you.

Dawned on you?

No, this is not a self-help post. But I can see an analogy for our business. How many times we assemble carefully and laboriously big meshes to intertwine with and sink our own business? Small traps, which immobilize us in that fateful week we’d close “that” spectacular business? A pity! Just lost that opportunity!

But look at the bright side. Now and for the rest of the life of our companies, we can blame that sun-of-gun-week, which paralyzed us, and cut short the way of the company’s big leap. Bad luck!

Sounds caricatured? Almost impossible that a legal person may architect its own unsuccessful future? During these 2 years as a business consultant, I’ve witnessed entrepreneurs’ great devotion – myself included – in creating tiny traps apparently invisible and harmless. Why? Because they comfort us. Also, traps have that beautiful belated effect in transforming into credible excuses our inefficacy in leveraging business.

It’s no piece of cake to be effective and envision business opportunities in the XXI century. Progress does not pop out of the comfort of our old convictions. It happens creating and deconstructing ideas. To innovate, we will have to fight our instincts that insist in “surrounding ourselves with opinions and advice that we already believe or want to be true”. Our instincts want to make omelets without breaking eggs.

To face the complexity of the New Era, we ought to keep our “independent decision-making part of our brains switched on”! – as economist Noreena Hertz, says.

Notes:
1  Exceptionally, this post is in English as a homage to my dear and sparkling friend Steve Baker, who inspired me to write about traps.
2  Go to TED Talks to see more of Noreena Hertz here http://www.ted.com/talks/lang/eng/noreena_hertz_how_to_use_experts_and_when_not_to.html


27
Jun 11

Dito & Feito: segui meu conselho!

Sensação Sensacional!

Sensação Sensacional!

Experimentei uma coisa diferente: segui meu próprio conselho.
É uma sensação sensacional!

Outro dia, depois de me ouvir re-explicando uma vez mais o porquê as empresas deveriam investir em blogs, no lugar de sites, a ficha caiu!
E parece que tudo foi se encaixando. Uma semana depois, elogiei o blog da minha nova amiga Valeria Midena, que me passou o contato da super Carla. Guardei. E 2 dias depois, pá! Estava ligando pra ela com um novo roteiro para o meu blog.

Fui me “ouvindo” e redesenhando: uma página para as minhas palestras, outra pros vídeos, credenciais, depoimentos e uma especial para o workshop Let’s Network Together.

O resultado ficou igualzinho ao que eu falo para os meus clientes: um “site” vivo. Que a gente mesmo atualiza. Fresh. Recheado. Interativo. Tá tudo lá.
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26
Jun 11

UAI-FAI?

uai!

uai!

Era Digital

Era Digital

Você está na belíssima mega moderna sala de espera, de uma das empresas “modernas” aqui em São Paulo. O bairro? Ah, Itaim, Vila Madalena, Berrini. Um belo prédio, um galpão cool, uma velha mansão.

O que todas tem em comum? Assim que você adentra o recinto, a rede wi-fi pulula no seu computador ou celular. Ato contínuo, você pergunta pra recepcionista a senha da rede.

Descobri que esta frase: “por favor, qual é a senha wi-fi?” tem o poder de ativar um botão que nos leva ao passado. Assim, instantaneamente.

Bestificada, ela olha pra você com aquela expressão de quem ouve algo muito estranho, pela primeira vez. Você insiste e repete a “incompreensível frase”. Nada. Alguém, passando por ali, num surto de futurismo, resolve ajudá-la. E aí, começam a abrir gavetas, agendas, procurar nuns papeizinhos nojentos, ligar para fulaninho e fulaninha.

De repente, acontece uma de 2 coisas. Ou você é finalmente chamado para a sua reunião. Ou, alguém finalmente acha senha. Invariavelmente, é algo imemorizável. Letras e números intermináveis! Por que? Pra que? Uma rede wi-fi, custa menos de R$ 50,00 por mês! (Isso quer dizer que os empregados também não tem acesso à rede wifi do próprio escritório? Ou o tratamento especial é só para clientes e prospects?).

Mas não vou ser injusta, no supermercado Santa Luzia, segundo a responsável “a rede wifi é para uso interno”. Ah, desculpe-nos por sermos clientes! O mesmo acontece em outra grande rede, o Natural da Terra espalhado por vários bairros da cidade. E não vamos nos esquecer da mais descarada de todas: a confeitaria Cristallo do Shopping Higienópolis. No seu requintado ponto, logo na entrada do shopping, seus clientes podem usufruir de quitutes, café e da rede wifi grátis, do RASCAL! Dá para acreditar?
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10
Mar 11

It’s a free country!

Free, Babe!

Free, Babe!


Quem me conhece está cansado de ouvir esta frase. É uma frase potente. Ninguém deixa de sorrir ou fazer um comentário a cada vez que a repito. E olha que isso acontece pelo menos 1 vez por dia. Há décadas!

Esta é uma das frases, ditos, provérbios que repito porque adoro “causar”. Elas fazem parte da cultura brasileira, da cultura publicitária ou são apenas umas das muitas que recolhi/roubei durante a minha vida. “Há malas que vem de trem. E outras que vão pra Belém”; “Intimidade só traz problemas e filhos” (Fátima La Torre), “Uma idéia de 1milhão de dólares”; “Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”; “Nobody is perfect (nem você, nem eu)”; “Não é o mundo que é pequeno, é a renda que é concentrada”.

Mas, “it’s a free country, babe (beibe)” é a mais perene de todas. Talvez, por ser a mais simples e complexa.

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8
Mar 11

Você entende o seu papel no mundo?

We Can Do it

Rosie the Riveter


Em menos de 1 mês li 2 frases que me fizeram refletir sobre o intrincadíssimo e velho assunto das relações homem e mulher.

A primeira foi a manchete “A CADA 2 MINUTOS, 5 MULHERES SÃO AGREDIDAS VIOLENTAMENTE NO BRASIL” e a segunda foi num post de Marcelo Heidrich “HÁ MUITO HOMEM NÃO ENTENDENDO SEU PAPEL NO MUNDO.”

Nunca tinha feito esta ligação. Entre violência contra as mulheres e a falta de posicionamento do HOMEM (a espécie humana) na nova Era. Quando você guga “qual o papel do homem no mundo” encontra, nos primeiros textos, o homem ao cosmos e à natureza. Nada sobre a relação homem-mulher.

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27
Jan 11

Bem-vindo Brasil!

2016: Educação

2016: Educação

PREPARADO BRASIL?
Bem-vindo Brasil! Assim saúdo meus clientes, logo cedo, para dois dias do workshop 5 Years From Now®, um profundo mergulho nos aspectos intangíveis da empresa. Assim saudei Brasil. 5 Years From Now® começa com um substancioso café da manhã, mas logo chega a hora que apelidamos de “soco no estômago”. Essa dinâmica começou há 2 semanas atrás, quando entrevistamos funcionários e ex-funcionários do Brasil, seus amigos e ex-amigos (ooopss), um país que Brasil ama, outro que odeia e um empresário que admira.

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10
Jan 11

Saindo da Ressaca da Copa

Escola Vitoriana

Escola Vitoriana

Escola anos 2000

Escola anos 2000

Ford anos 30

Ford anos 30

Montadora anos 2000

Montadora anos 2000


Foi no apagar das luzes de 2010, que Pyr Marcondes, editor da revista Proxxima, me ligou pra dizer que o meu negócio, a 5 Years From Now®, o tinha inspirado a comemorar os 15 anos de Internet, agora em janeiro de 2011. Como? Com um mote do futuro, perguntando a experts “Como serão os próximos 5 anos da Internet no Brasil?”

A matéria é um especial de capa e se chama “A um passo de daqui a pouco”. E eu estou lá, no meio de gente mega importante como o Ray Ozzie, ex-diretor de inovação da Microsoft; Abel Reis, CEO da Agência Click; João Batista Ciaco, diretor de publicidade e relacionamento da FIAT e mais 16 feras.

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24
Nov 10

Rindo à toa como o velho rabino

5 Years From Now® comemora 2 anos

5 Years From Now® comemora 2 anos

O velho rabino, 90 anos, está de joelhos num confessionário descrevendo ao atônito padre detalhes das curvas e outros atributos físicos de sua jovem, loira e belíssima namorada de apenas 18 anos! O padre ouve a tudo, e quando consegue finalmente interromper o adrenalizado rabino, pergunta: “Mas Rabino, o que faz o senhor em uma igreja católica e por que o senhor está me contando tudo isso?”. Ao que o velhinho respondeu: “Padre, é eu tô contanto pra TODO mundo!”

Foi assim me senti quando escrevi meu último post de 17 de novembro “A primeira Revista Exame a gente nunca esquece”. O post teve uma grande repercussão no Facebook. Até aí, “normal”. Afinal tenho uma rede de mais de 1500 contatos de amigos, clientes e muitos seres virtuais com os quais estou sempre em contato.

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