Gerações


2
Apr 15

Talentos ou songamongas?

2020: Sua Empresa tá Pronta?

Mudanças exponenciais são a marca da complexidade do século XXI.

Se você ainda não disse, diga “adeus” àquelas mudanças lineares do século passado. Bons tempos, em que tínhamos tempo para nos acostumar e nos adaptar às movimentações locais e globais. Tínhamos tempo para longas, chatas e ineficientes reuniões. Para elocubrações e masturbações mentais. Afinal, o mundo pode esperar.

Ah, mas as mudanças exponenciais exigem respostas simples. Respostas que somente os novos olhares sobre esta Nova Era pós industrial podem trazer. E é bom olhar quem está a sua volta, porque quem traz respostas simples para problemas complexos são os talentos.

Você está rodeado deles, ou de songamongas?

É cruel! Mas quase mais nada resta às estratégias de Micros, Pequenas, Médias e Grandes Empresas senão compreender, o mais rápido possível, essas significativas mudanças. Mudanças que a aurora de uma Nova Era nos acena. Pare, olhe e reflita, para se beneficiar rapidamente das vantagens competitivas que a Inovação e a Tecnologia aportam para os negócios.

E sem desculpas para quem não é grande. Estudos apontam que é mais fácil inovar nas pequenas empresas. Porque nas mastodontes – o capital abunda – mas a estrutura engessada não permite movimentos rápidos e cirúrgicos, que o novo século reverencia.

Quer infectar seu público? Contrate as PALESTRAS 5 YEARS FROM NOW®.
E depois me conte.

Palestras 5 Years From Now® pela Futurista Beia Carvalho

Palestras 5 Years From Now® pela Futurista Beia Carvalho


9
Mar 15

Mulheres. Somos perfeitamente imperfeitas.

Beia Carvalho: Dia Internacional da Mulher 2015

Beia Carvalho: Dia Internacional da Mulher 2015. Entrevista Jornal PropMark, 8março2015

No dia 8 de março de 2010, há 5 anos, fechei um artigo* no meu blog com essa esperança:
“Espero que em 8 de março de 2015 possamos CE-LE-BRAR!? Celebrar o valor de homens e mulheres que ao desempenhar a mesma função, recebem o mesmo salário. Celebrar o fantástico declínio da violência sexual contra as mulheres, especialmente em zonas de guerra. Celebrar o fim da discriminação racial e da vileza da intimidação. Uma salva de palmas!”

Infelizmente, passados 5 anos, ainda não podemos bater palmas. Infelizmente, engatamos rapidamente uma marcha ré. Por favor, um uísque triplo, um balde de gelo, uma porrada no meio da minha cara, me tirem do túnel do tempo!

Temos, mulheres e homens juntos, que chegar ao cerne da questão do “feminicídio”, “femicídio” ou simplesmente “assassinato” contra mulheres, justificado sociocultural e historicamente pela dominação da mulher pelo homem e estimulado pela impunidade e indiferença da sociedade e do Estado. Crimes de ódio.***

Números?
ONU estima que 66 mil mulheres tenham sido assassinadas entre 2004 e 2009, em razão de serem mulheres. Impunidade é norma.

Números Brasil?
Quase 44 mil mulheres assassinadas entre 2000 e 2010. Em 30 anos (1980-2010) dobramos o nosso abominável e repugnante status de 2,3 para 4,6 assassinatos por grupo de 100 mil mulheres. Assim, junto com a posição de 7ª. economia do mundo, o Brasil está na 7ª. posição mundial de assassinatos de mulheres. Totais? São 92.000 mulheres assassinadas nestes 30 anos (em 20 anos de Guerra do Vietnã morreram 60.000 americanos). Ah, mas era uma guerra!

Então, vamos falar claramente: os homens estão em guerra contra as mulheres. Com uma diferença gritante: quase metade das mulheres assassinadas morreram nas mãos de seus companheiros ou ex-companheiros e em suas próprias casas. Não há nem a dignidade de declarar a guerra e se colocar como inimigo.

Será isso mesmo?
Será que muitos destes homens não deixaram muito claro para muitas destas mulheres que eram seus inimigos? O que acontece com a gente? Estamos cegas? Ou somos realmente seres tão inferiores que não conseguimos entender que ali é “Perigo, Perigo, Perigo”? Cai fora. Salta de banda.

Segundo os especialistas, homem que espanca mulher, repete. É que nem grapete. E quase metade também espanca os filhos. Mas as mães não dizem que amam os filhos? Que fazem tudo por eles? Oras, então há alguma coisa muito estranha e profunda nesta problemática. Sim, é muito complexo. É por isso que temos que juntar forças e reconhecer a complexidade do problema, que atinge todas as classes sociais, no mundo todo. Mas que aqui é muito, muito grave.

1 milhão abortos clandestinos por ano

1 milhão abortos clandestinos por ano


Neste Dia Internacional das Mulheres, também podemos comemorar as aterrorizantes cifras do aborto clandestino no Brasil: 1 milhão por ano!
E se é pra falar de vida: 1 mulher morre a cada 2 dias devido a abortos inseguros no Brasil. Sabe quem faz/fez aborto? Sua mãe, sua namorada, sua mulher (com ou sem seu consentimento), sua vizinha, sua avó, e sua prima de 16 anos. Mais da metade das mulheres (60%) entre 18 e 29 anos fizeram abortos.**

E de repente, em 2014, tivemos uma confluência de oportunidades incrível: 2 mulheres concorrendo em pé de igualdade a ser a nova presidenta do Brasil! Inacreditavelmente, em pleno século 21, vivenciamos uma realidade ímpar –– nenhuma das 2 representam os nossos anseios mais básicos: ter direitos sobre o nosso corpo. Direitos irrestritos. É muito muito triste. É muito muito desesperançoso. É desempolgante. É um país broxa.

Apatia sexual seria a solução?

Na contramão da tradição japonesa, novas palavras-conceitos surgem a todo momento para abarcar os novos comportamentos sociais/sexuais. Sekkusu shinai shokogun, ou “síndrome do celibato”: 45% das mulheres e 25% dos homens com idade entre 16 e 24 anos “não estão interessados ou desprezam o contato sexual.” A outra palavra: soshoku danshi ou “homens herbívoros,” indica aqueles que não tem interesse por mulheres. E deixei a pérola para o final. Oniyome “esposas do diabo” designa mulheres casadas que trabalham.

Lá, no riquíssimo Japão com altos índices educacionais, está um dos piores sistemas de igualdade entre sexos. Engraçado. Não serão as patentes ou a falta de inovação, que rebaixarão a economia japonesa. Será a falta de bebês para sustentar a economia. Será que bebês virtuais impulsionam a economia? Porque o jogo “LovePlus+,” xodó dos jovens japoneses, simula um relacionamento (não sexual) onde jovens saem de férias, num hotel real, com suas namoradas virtuais.

E em 2030?
A ficção trabalha muitas vezes como uma luz no fim do túnel. Assistindo ao Filme “Ela” (Her) conhecemos Amy, uma nerd que está desenvolvendo um game chamado “A Mãe Perfeita”. No jogo, a mãe perde milhares de pontos porque alimenta os filhos com açúcar refinado. Mas ela pode se redimir e ganhar pontos, ao fazer suas mães rivais sentirem inveja de seus cupcakes. CUPCAKES! Dá um tempo?!? Quase tive um ataque ao ver retratado em 2030, as mesmas pressões que as mães enfrentaram e ainda enfrentam para fazer de tudo para serem Mães Perfeitas.

Se não tomarmos em nossas mãos femininas a tarefa de virar esse jogo, os 16 anos que nos separam do filme ELA vão voar. E, quando menos percebermos, BUM! Estaremos cara a cara com 2030, com as mesmas intragáveis, velhas e irreais expectativas em relação às mulheres e mães, que não trazem felicidade para nenhum dos lados envolvidos.

Dá pra fazer muita coisa de hoje até lá!
Quais são as novas possibilidades de criar e educar as nossas crianças?
O que nós estamos (des)ensinando a nossos filhos e filhas, sobrinhos e sobrinhas, netos e netas, vizinhos e vizinhas, primos e primas, irmão e irmãs? Porque o resultado é que muitos deles estão matando e muitas delas estão sendo mortas.

O que podemos começar a fazer JÁ?
Educar mulheres para serem seres por si e não para e pelo outro. Ensinar homens a serem homens. E que espanquem paredes, oras bolas! E que levem suas fúrias pra longe das mulheres. Mas o que mais? Não vamos deixar isso morrer no jornal de ontem, vamos? Então, bóra fazer o que mulheres sabem fazer de melhor? Conversar? Falar, falar, falar. Sem discriminações. Homens e mulheres vamos juntos nos livrar desta vergonha?

Vamos começar?
Em 2030, tenho a certeza que esses jovens estarão namorando de um jeito diferente e terão expectativas mais construtivas em relação aos diferentes sexos. Não gosto de pensar que essa é uma luta de mulheres. Penso que homens e mulheres, juntos, deveriam se unir para um mundo mais harmônico. Vamos nos magnetizar pela utopia de um mundo mais feliz – e não por um mundo de mulheres e mães perfeitas.

Neste dia Internacional das Mulheres não me venham com os adjetivos que santificam as mulheres: rosa, santa, esposa, mãe, “lá em casa quem manda é ela”. As mulheres não são perfeitas. Não falem, escrevam, reproduzam, incentivem, nem se alimentem machistamente com esta ideia de santidade. Porque quando não correspondemos a esta imagem da Santa Perfeição, os homens ficam muito decepcionados. E quando eles se decepcionam …

Nós somos mulheres. Somos perfeitamente imperfeitas.

Espero que em 8 de março de 2020 possamos CE-LE-BRAR!?Celebrar o valor de homens e mulheres que ao desempenhar a mesma função, recebem o mesmo salário. Celebrar o fantástico declínio da violência sexual contra as mulheres, especialmente em zonas de guerra. Celebrar o fim da discriminação racial e da vileza da intimidação. Uma salva de palmas!

Dia Internacional da Mulher 2015: Pesquisa IPSP MediaCT

Dia Internacional da Mulher 2015: Pesquisa IPSP MediaCT, Jornal PropMark, 8março2015

NOTAS:
A entrevista completa com os dados da pesquisa IPSOS MediaCT e com as entrevistadas Cecília Russo, Marlene Bregman, Judith Brito e eu está aqui: http://propmark.uol.com.br/mercado/52414:mulheres-questionam-hoje-a-propria-responsabilidade-na-continuidade-do-machismo. Por Cristiane Marsola.

* link para o post de 2010:

** dados Pesquisa Nacional do Abortamento (PNA)

*** Em 8.3.2015, num discurso atrapalhado, misto de comemoração ao dia das mulheres, arrocho econômico e programa de governo, a presidente Dilma sancionará no dia de hoje, 9.3.2015, a lei que tipifica feminicídio e o classifica como “crime hediondo”: o que impede que os acusados sejam libertados após pagamento de fiança, estipula que a morte de mulheres por motivos de gênero seja um agravante do homicídio e aumenta as penas às quais podem ser condenados os responsáveis, que poderão variar de 12 a 30 anos. (UOL) Vamos em frente!


7
Feb 15

A Adrenalina do Abutre

Jake Gyllenhaal como Louis Bloom

Jake Gyllenhaal como Louis Bloom

Jake Gyllenhaal, 33 e 13 quilos mais magro vai te aterrorizar. Como Jack Nicholson em ‘O Iluminado. O coração dispara.

“Eu queria parecer e estar faminto”.

Ele interpreta Louis Bloom no filme Nightcrawler ao lado de Bill Paxton e da fenomenal (sou fã) Rene Russo, 60. Dirigido pelo maridão dela, Dan Gilroy, de Legado Bourne (2012) e produzido por Jake.

Louis Bloom é muito louco. Ladrão desempregado, ele é seduzido pelo frisson do submundo do jornalismo criminal televisivo de Los Angeles e com um capital inicial advindo do roubo de uma bicicleta, investe em uma câmera e num rádio para interceptar as frequências da polícia. Assim, se torna um freelancer que registra os acidentes, incêndios e mortes para vender seus vídeos para as estações de TV. Os chamados stringers ou “paparazzi of pain” (paparazzi da dor).

Não, ele não é um freelancer. Ele é um homem de negócios, um empresário. Um viciado em dicas online sobre empreender e liderar. Com uma mente loucamente assombrosa, decora e recita – em improváveis ocasiões – lições de empreendedorismo numa verborragia sem precedentes. Parece estar lendo aqueles posts que nos acostumamos a ver em redes sociais como LinkedIn, sites de coaching e outras chatices. Mas ele não apenas estuda, ele pratica. E nos prova, ironicamente, como se tornar uma liderança empresarial autodidata. Obstinação, disciplina, amoralidade, foco e tempo dedicado a estudar pela internet.

O filme nos ameaça com a constante dúvida sobre o que é moral, ético e legal. Onde está a fronteira? Louis facilmente borra essa linha-limite entre o observador e o participante para se tornar a estrela de sua própria história e de sua marca, a “Video Production Services” (Cultured Vultures). Punir a desobediência de forma cabal e matar a concorrência são tarefas levadas a sério e no sentido literal pelo “empresário” Louis: “I can’t jeopardize my company’s success to retain an untrustworthy employee” (Não posso prejudicar o sucesso de minha empresa para reter um funcionário em quem não confio).

No vídeo abaixo você pode assistir ao Jake Gyllenhaal falando de sua personagem: “Ele faz parte de uma geração de pessoas que está procurando emprego num mundo onde os próprios empregos estão sendo redefinidos.”

Você vai sentir todas aquelas fortes sensações e emoções, que os bons thrillers nos despertam. Taquicardia. Medo. Pânico. Repugnância. Aversão. Ansiedade. Vai rir, um pouco, nervosamente. E de forma bem amoral, mas extremamente eficiente, vai compreender na prática conceitos, dicas e visões de empreendedorismo, branding, marca, equipe e marketing pessoal.

Vale por um curso de Capitalismo? Marketing? Branding? Com bem mais adrenalina que numa entediante sala de aula.

Notas:
Filme: Nightcrawler, dirigido por Dan Gilroy, 2014.
Atores principais: Jake Gyllenhaal, Rene Russo, Bill Paxton e Riz Ahmed.

Cultured Vultures

Rene Russo em Nightcrawler

Rene Russo em Nightcrawler


11
Dec 14

Quer a dica para seu evento do fim de ano?

Beia Carvalho é Palestrante futurista: Vamos FUTURAR pra FATURAR!

Beia Carvalho é Palestrante Futurista: Vamos FUTURAR pra FATURAR!

A disposição para INOVAR tem a ver com estados de espírito e comportamentos que não estavam em voga no século passado, como aprender e trabalhar com a diversidade, celebrar a heterogeneidade, compartilhar conhecimentos gratuitamente, exprimir ideias dissidentes e divergentes.

A inovação não acontece na ordem. A Era passada foi uma era ordenada, industrial, produtos iguais numa produção em escala. Quanto mais igual melhor!

É preciso uma certa disposição interna para inovar. Podemos inovar em nossa família, nossa comunidade, escola, empresa, estado. No namoro, no casamento. Inovar é vencer a batalha contra os nossos instintos, que querem o conforto das nossa velhas certezas.

Inovar não é uma decisão, uma tarefa a ser cumprida. Não passa pelo crivo dos benefícios e seus potenciais riscos como a compra ou não de uma determinada máquina. Há riscos, haverá erros e os benefícios serão uma incógnita. Mas na nova era da inteligência em rede a opção é INOVAR ou MORRER.

Vamos levar essas indagações para seu time repensar 2015?

Criei o conceito 5 Years From Now® porque me apavora como pessoas e empresas passam todas as horas do dia de hoje pensando em como mudar o presente. E não dedicam 1% de seu tempo para o futuro, onde nada existe e tudo pode acontecer.

5 anos é perto o bastante pra se imaginar e longe o suficiente pra você sonhar.

Quer falar de FUTURO? Fique com a original: 5 Years From Now®

Quer falar de FUTURO? Fique com a original: 5 Years From Now®


21
Nov 14

5 YEARS FROM NOW® FAZ ANIVERSÁRIO

Há 6 anos o céu mostrou um alinhamento surpreendente: Júpiter, Vênus e Lua. 

Era 1 dezembro 2008! Dia que escolhi para lançar a 5 Years From Now®.

Alinhamento surpreendente: Júpiter, Vênus e Lua.

Alinhamento surpreendente: Júpiter, Vênus e Lua.

Neste 1 DEZ 2014 tem Baladinha!
Faz 5 anos que garantimos a diversão de Clientes e Amigos da “FAIVE”!

Será no mais novo espaço de entretenimento e gastronomia: OVO e UVA.
Venha se divertir e fazer negócios na 12a. Baladinha!

Clima de Baladinha da "5"

Clima de Baladinha da “5″

fatos inovadores ocorridos em 1 de dezembro

1640 – Dom João IV é aclamado rei, após 60 anos de domínio espanhol
1878 – Instalado 1º. telefone na Casa Branca
1887 – Publicado 1º. romance policial sobre o detetive Sherlock Holmes
1902 – Lançamento de ‘Os Sertões’, de Euclides da Cunha
1909 – Fundado 1º. Kibutz, em Israel
1913 – Inaugurado 1º. posto de gasolina em Pittsburgh
1935 – Nasce Woody Allen, cineasta e humorista norte-americano
1955 – Rosa Parks é presa por não ceder lugar no ônibus a um branco
1959 – Nações se comprometem a não reivindicar o continente Antártico
1959 – Tirada 1ª. fotografia colorida do planeta Terra, de uma espaçonave
1970 – Aprovada lei do divórcio, na Itália
1976 – Dona Flor é maior bilheteria do cinema, indicado ao Globo de Ouro
1989 – Gorbatchov é o 1º. líder soviético a visitar o papa, desde 1917
1990 – Operários dos 2 lados do túnel Canal da Mancha encontram-se
1999 – Apenas 30 dias para o Bug do Milênio!
2002 – Num blog “a volta do feriadão foi um saco.”
2005 – Aprovado casamento entre pessoas do mesmo sexo na África Sul
2005 – Parlamento belga reconheceu o direito à adoção para casais gays
2008 – Beia Carvalho lança os Workshops 5 Years From Now®
2009 – Comemoramos 1 ano da 5 Years From Now®
2010 - Comemoramos 2 anos da 5 Years From Now®
2011 - Comemoramos 3 anos da 5 Years From Now®
2012 - Comemoramos 4 anos da 5 Years From Now®
2013 - Comemoramos 5 anos e lançamento das Palestras 5 Years From Now®
2014 - Comemoraremos 6 anos da 5 Years From Now®

Mais detalhes na semana que vem.


26
Sep 14

Janis Joplin se foi há 44 anos!

Janis Joplin 1943-1970

Janis Joplin 1943-1970

Ontem, repliquei um vídeo, assim, despretensiosamente. Como fazemos algumas vezes ao dia, quando damos de cara com algo que nos toca.

São coisas que nos fazem rir. Que nos entristecem. Num átimo, nos enraivecem de um tanto, que quase pensamos em pegar em armas e marchar contra o “inimigos”. Tem outras que nos enternecem, assim, no meio do turbilhão de coisas e responsabilidades do dia. E poucas, potentes, nos fazem viajar no tempo. Em nossas antigas e ainda presentes crenças. Em nossos esquecidos sonhos, namorados, viagens e bobas preocupações de outrora. E canções tão sólidas, intoxicantes, influenciadoras que é irresistível assistir ao vídeo até o final, mesmo com “o mundo caindo” a seu redor.

Clique aqui para ver o vídeo com legendas em português. Publicação by Lula Zeppeliano.

Um dia depois, Elizabeth Silva, replicou meu comentário com essas tocantes palavras: “Cada um tem o seu jeito, né? E quando a gente gostaria ser de um jeito e é de outro, faz o quê? Pega o jeito de alguém emprestado, oras! Mesmo que seja só uma coisinha … Hoje, destaco uma pessoa e palestrante que tem um jeito “descolado” que eu adoro: Beia Carvalho. Postei um mimo dela, com uma entrevista bem bacana da Janis Joplin.”

OBRIGADA BETH! Foi a 1ª. coisa que li hoje de manhã. Me sentindo muiiiito bem!

Janis morreu 3 meses depois desta entrevista a Dick Cavett Show, em outubro de 1970. É muito bom revê-lo também, showman! Dick a entrevistou mais uma vez, em agosto de 1970.

Mês que vem, faz 44 anos de sua morte. Tempo para 3 gerações: X, Y e a Z. Ao ouví-la falar sobre as mulheres, a impressão que nos passa é que “freezamos” este assunto há quase meio século! Reproduzo aqui o comentário que fiz ao postar este vídeo em meu perfil: “Ídola! Entrevista incrível! Nestes 45 anos avançamos muito pouco como mulheres. Ouvi uma entrevista na TV da menina que fica sem graça de parar a transa – se o cara não tem camisinha -”porque ele pode ficar bravo da gente cortar o clima dele”.

A parábola de Janis Joplin sobre a carroça, a mula e a cenoura, e as promessas entre homens e mulheres, é incrível. E, infelizmente, verdadeira. Quase 50 anos após a sua morte, me dei conta que essa (minha) luta parece que não evolui com a rapidez que o mundo está se movendo. Meninos e meninas, que tem todo o planeta na ponta de seus dedos, também parecem não conseguir explorar e se beneficiar de seus papéis consigo e com o outro. Nem de se beneficiar com espetaculares avanços feitos há quase 100 anos, quando a 19ª Emenda à Constituição americana liberou o voto a todas as mulheres. Ouvir Janis Joplin é sempre uma boa ideia. E daqui 5 anos?

Nota:
Elizabeth Silva é Consultora do Grupo Consulte e escreve na fanpage Palestras Inspiracionais.

#janisjoplin
#5yearsfromnow
#palestrasdabeia
#daqui5anos

www.palestrasdabeia.com


2
Sep 14

A Arte de Dar tiros no Pé

Não resisti a essa brincadeira pronta.

Não resisti a essa brincadeira pronta.

 

Dr. Einstein, por que a mente do homem é capaz de descobrir a estrutura do átomo e é incapaz de evitar que o átomo nos destrua?
- Simples, meu amigo. Porque Política é mais difícil que Física.

Recorri aos que dedicaram suas vidas a resolver problemas e com isso nos deixaram um legado de problemas resolvidos – e de frases de grande impacto, fruto da dor de sua experiência em reconhecer, enfrentar e solucionar.

Mulheres que não nos representam

Mulheres que não nos representam

 

Vejo que as 2 candidatas à eleição dão um tiro no pé ao sequer dar o 1º. passo, em relação a resolver problemas, segundo essas 2 citações de Einstein:
“Se tivesse 1 hora para resolver um problema, gastaria 55 minutos pensando sobre o problema e 5 minutos sobre as soluções.”
“Formular o problema é frequentemente mais essencial que a sua solução.”

Tiro no Pé

Tiro no Pé

Dilma nega veementemente a recessão brasileira. Está bem longe de relar as beiradas da solução. Rela a demência. Marina, ao optar por ceder, em vez de formular o problema da criminalização da homofobia, perde o controle e cede à toda a população favorável à igualdade entre os seres humanos a liberdade que Milton Hatoum se deu: de retirar seu nome da lista de apoios à candidata, considerando o ato uma “falha moral”. E cede à sua opositora o direito de advogar sobre o assunto. Mesmo que Dilma seja a última das pessoas críveis a interceder sobre esse assunto, que tramita desde o ano passado, no Senado. E que, segundo o Estadão de hoje, “o Palácio do Planalto vem orientando aliados a não votá-lo antes da eleição, na tentativa de evitar atritos com o eleitorado evangélico.”

Esta discussão é particularmente interessante porque envolve também a questão do aborto. Questão que Dilma também nos prometeu em sua última candidatura e pouco a pouco assoprou para o mingau esfriar.

É inacreditável que estejamos em pleno século 21, vivenciando uma realidade ímpar – 2 mulheres concorrendo em pé de igualdade a ser a nova presidenta do Brasil – e que nenhuma das 2 nos representem em nossos anseios mais básicos: ter direitos sobre o nosso corpo. Irrestritos. É muito muito triste. É muito muito desesperançoso. É desempolgante. É um país broxa.

É inacreditável, inaceitável, que estejamos em pleno século 21, discutindo a legalidade do aborto. Meu Deus! Quando eu tinha 13, há quase ½ século, os 3 temas quentes das discussões eram: aborto, virgindade e transamazônica. Evoluímos nadinha em 50 anos?
E pra fechar:
“Que pena que os seres humanos não possam trocar problemas entre si, já que todo mundo sabe exatamente como resolver o problema dos outros. ? Olin Miller

1 milhão abortos clandestinos por ano

1 milhão abortos clandestinos por ano

Eu Faço Parte desta Estatística

Eu Faço Parte desta Estatística


 
Notas:
A Arte de Dar tiros no Pé:
Título inspirado no post de meu amigo José Ausgusto Felici

Albert Einstein
14 de março de 1879-18 de abril de 1955: http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein

Errata: Marina recua e volta a ser candidata a vice http://revistapiaui.estadao.com.br/blogs/herald/eleicoes/errata-marina-recua-e-volta-a-ser-candidata-a-vice

Criminalização da Homofobia
link:http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,dilma-tenta-se-contrapor-a-marina-e-defende-criminalizacao-da-homofobia,1553249

1 milhão de abortos clandestinos por ano

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2013-09-20/clandestinas-retratos-do-brasil-de-1-milhao-de-abortos-clandestinos-por-ano.html

Carl Jung
“Não podemos resolver um problema com o mesmo nível de  consciência que o criou.”

Livro It’s All Politics, Kathleem Readon http://www.amazon.com/Its-All-Politics-Winning-Talent/dp/0385507585


22
May 14

Complicado ou Complexo?

Vamos Mudar de Era?

Vamos Mudar de Era?

Se você não acredita que mudamos de Era, nem perca seu tempo com este texto. Aqui vamos discutir como vamos municiar as nossas crianças para os novos conceitos desta nova ordem mundial que se avizinha. Para falar de poucos: sexualidade, longevidade e transhumanismo, que é a transição do homem 1.0 para o pós-homem: mais inteligente e com níveis de consciência e conectividade mais altos e mais sofisticados. Coisas que já estão acontecendo ou serão realidade nos próximos 30 anos.

Não sei se você vai se esconder num buraco quando tudo isso estiver acontecendo para valer. Mas bilhões – isso mesmo bilhões – de crianças e jovens (seus filhos, sobrinhos, netos, vizinhos) estarão enfrentando as complexidades do século XXI. Municiados de que? Do sistema educacional pensado e criado há 200 anos, para bombar a Revolução Industrial! Onde, por princípio, crianças são tão absolutamente iguais a operários numa linha de produção. Chocado?

É por esse precioso e digno motivo e não mais pelo lamentável estado da Escola no Brasil e governos afins, que o tema EDUCAÇÃO foi um dos 3 tópicos de peso mais calorosamente discutidos por países de primeiro mundo, na Conferência “Antecipando 2025?, em março deste ano, em Londres.

Numa Era onde criatividade já-é-e-será a mais importante habilidade do cidadão do mundo, um sistema educacional que coloca as matérias que desenvolvem a criatividade como opcionais, é um sistema que desprepara as nossas crianças e jovens para o processo de decisão.(1)

Viver numa Nova Era, é viver um dia a dia onde as regras do passado são dinossauros que não resolvem os problemas do presente, que dirá nossos problemas do futuro! Crescer numa Nova Era é viver um dia adia em que a não tomada de decisões pode paralisar todo um país. E sem exagero, todo o planeta. Somos testemunhas oculares da não tomada de decisões dos principais governantes do mundo, a cada encontro do G8.(2)

Decidir é uma das atividades mais importantes para partirmos para a ação. Saber tomar decisões é uma habilidade essencial ao líder. Entender como nós chegamos às nossas escolhas é uma área da psicologia cognitiva, muito longe do meu “quadrado”. Meu ponto aqui é que todos os dias somos assolados por uma estrondosa massa de informações e não de conhecimento. Como ranquear as informações? Como identificar e escolher – dentre as várias alternativas – aquela que tem a maior probabilidade de ser bem sucedida, aquela que não afronta nossos valores, que não destrói nossos desejos e que serve como uma luva para aquele problema em questão?

Tomar uma decisão é habilidade cada vez mais rara e a cada segundo mais desejada em todo o mundo. Porque não tomar decisões é tomar a decisão de empurrar o problema com a barriga – o que nos deixa paralisados como indivíduos, como amantes, como chefes de família, professores, líderes corporativos, espirituais e governamentais. Amanhã, não só o problema não se resolveu, como se intercomunicou e se interrelacionou com outros, produzindo um emaranhado ainda mais complexo que o anterior.

Seguramente, tomar uma decisão já foi muito mais fácil, para alguém que foi educado para a mesma Era em que viveu. Tome as gerações tradicionalistas e os mais velhos BabyBoomers (hoje entre 50 a 68 anos), que viveram a glória da Revolução Industrial e que foram educadas segundo um Sistema Educacional, criado pela mesma Revolução Industrial. Uma Era em que 1 + 1 dava 2, sempre.

Como tomar decisões numa Era em que novas descobertas, novos negócios, novas fortunas advêm de raciocínios onde 1+1 dá 5? O Paypal não foi inventado por um banco, nem a Amazon por um livreiro, o Instagram pela Kodak, ou o Zipcar pelas grandes Avis ou Hertz. Tampouco, a maior comunidade de viagens do mundo, o TripAdvisor, brotou de uma reunião dos maiores conglomerados de hotéis do mundo. E não dá para desprezar uma comunidade com mais de 30 milhões de associados e 100 milhões de opiniões e posts sobre hotéis, restaurantes e atrações em geral. E se não bastassem esse disparates, o Skype foi criado na Estônia!

Muita gente se sente segura com esse sistema de educação criado no século XIX para resolver os problemas do século XXI. Nossas crianças, não. Elas estão em risco. Elas sabem que estamos, sim, muito atrasados! Que deveríamos ter criado um novo sistema para o século XXI. Essa é a agenda que países com excelentes escolas e top índices de desenvolvimento humano junto com países como o Brasil, na pífia e estagnada 85a. posição no IDH, tem que se engajar. (3) Porque não restam mais dúvidas que as soluções repetitivas serão robotizadas. Tampouco restam dúvidas que para as soluções não óbvias vamos precisar de um outro tipo de pensamento; um pensamento generativo, inventivo, que pense em possibilidades, que seja inclusivo. Vamos precisar de um pensamento divergente, dissidente. Sim, vamos precisar de um pouco de rebeldia para criar um jeito novo de aprender e ensinar e aprender e ensinar.

Meu amigo Ronaldo, tem uma explicação simples: na Era passada os problemas eram complicados, na nova Era os problemas são complexos. Não dá para enfrentar problemas complexos com armas que resolvem problemas complicados. Problemas complicados você resolve por partes, pensando no presente e no passado. Os complexos você olha como o todo se interconecta com outros todos, pensando no presente e no futuro. Sim, a Educação é um problema complexo.

Como cidadãos do mundo, precisamos de uma nova Agenda, como se diz em inglês. Uma Nova Ordem Mundial, como dizia Caetano. O verbo mudou. O jogo da educação mudou. Vamos criar o Jogo do Aprender para Ensinar. Aprender o novo de novo nas escolas, no mercado de trabalho, nas relações. Precisamos equipar pessoas com habilidades para que elas possam formular perguntas, sobreviver, viver, criar, desenvolver, aprender, ensinar, lutar, prosperar, apreciar, florescer, desfrutar, progredir, ralar, colher, transar, amar e procriar num mundo que já mudou.

Precisamos estimular um debate público muito mais profundo. Porque todos nós temos que desenvolver a capacidade de ver mais sobre o futuro do que o dia que vai cair o Carnaval em 2015. Temos que olhar o futuro com um olhar de quem quer fazer parte das mudanças do planeta. De quem quer entender como essas mudanças impactam o nosso trabalho, nosso emprego, nossa empresa, nossa casa, nossas relações e o nosso relacionamento com filhos e netos e com as gerações mais jovens. Com a vontade de quem quer ser protagonista ao esboçar as possibilidades para que comunidade, mercado e país reajam a essas mudanças! Como vamos tomar decisões? Como vamos garimpar para ampliar o nosso conhecimento? Onde vamos aprender que há outras alternativas além do mundinho da cartilha do século XIX? Somente assim, a nossa decisão terá chance de empurrar o mundo para ação e não para a estagnação.

Uma Nova Era muda os conceitos mais básicos que temos sobre o mundo. Para a geração que tem hoje menos de 16 anos e que será adulta daqui 10 anos riqueza não é dinheiro. Riqueza é a habilidade de influenciar pessoas. Qual riqueza nossa escola está apta a ensinar? Qual riqueza a nossa sociedade quer que os nossos filhos desfrutem? (4)

Queremos que os nossos filhos façam parte dos 87% de empregados que não se sentem engajados no mercado de trabalho, segundo a pesquisa Gallup em 142 países? Não! (5)

Queremos que os exemplos históricos dos impactos da tecnologia sobre a sociedade nos ensinem a caminhar pelos círculos virtuosos do desenvolvimento. Aqueles que pensam nos homens deste planeta em primeiro lugar. E não em alguns poucos homens, sempre.

Quando você ainda fica feliz em descobrir que é a pessoa mais inteligente da sala, você está com 2 problemas: ainda fica feliz e nem desconfia que está na sala errada. Michel Dell dá 2 dicas: ou você convida gente mais inteligente que você ou procura uma nova sala. E aproveito para dar a minha dica: convide gente muito diferente do segmento da Educação. Gente que faz parte de outros mundos. Porque você conhece a ladainha: quando todo mundo está pensando igual, ninguém está pensando muito. (6)

NOTAS:
1 Sir Ken Robinson consultor internacional em educação nas artes para o governo e ONGs. Clique para ver o vídeo: Ken Robinson: How schools kill creativity

2 Encontro do G8 termina com cordial impasse sobre Síria

3 Brasil continua na 85ª posição no ranking mundial de IDH

4 Natasha Vita-More, designer e teórica do Transhumanismo.

5 Pesquisa Gallup “State of the Global Workplace”, em 142 países: a cada 1 pessoa engajada em seu trabalho, 2 não estão.

6 Walter Lippmann, escritor, jornalista e comentarista político estadunidense.

Ronaldo Ramos é diretor presidente da CEOLAB.


15
Apr 14

EDUCAR EDUCADOR 2014: importante para o Brasil.

Beia Carvalho, Futurista e Repensadora fala das Gerações na Feira EDUCAR EDUCADOR

Beia Carvalho, Futurista e Repensadora fala das Gerações na Feira EDUCAR EDUCADOR

O tema EDUCAÇÃO foi um dos 3 temas de peso discutidos por países de primeiro mundo, na Conferência “Antecipando 2025″, em março deste ano, em Londres. Este fato per si, deixa toda e qualquer discussão a respeito do estado [lamentável] em que se encontra a Educação no Brasil, 100 vezes mais importante, mais relevante, mais urgente, mais imprescindível, mais pertinente, mais significativa, mais pivotal, mais séria, mais grave, mais decisiva, mais crítica, mais fundamental, mais essencial, mais central, mais crucial, mais indispensável, mais imperativa, mais inegociável, mais vital.

Sim, é uma questão de vida ou morte. De vida ou morte de qualquer país que deseja fazer parte do jogo da próxima década. Quer seja embaralhando, jogando, ou dando as cartas. Mas no jogo. E o jogo mudou. Notou? As regras que demoramos tanto para aprender não servem mais. Não porque não sejam boas, mas porque elas não se aplicam ao novo jogo. Um exemplo deste novo jogo? MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) um dos líderes mundiais em ciência e tecnologia, foi surpreendido quando as mais altas notas para engenharia foram conquistadas por meninas de 16 anos da Mongólia, que tiveram acesso a educação online, de graça. Você começa a entender que o mundo está mudando quando a potencialidade de cada indivíduo combinada com a tecnologia barata e acessível dos cursos online muda o resultado do jogo. De repente, essas meninas tem acesso a oportunidades que nunca tiveram antes em suas vidas e em seus países. Porque a hora de “consertar” a Educação no Brasil, já passou. Uma das marcas dos novos jogos desta Nova Era é que as coisa não se acontecem linearmente, degrau por degrau. Elas nos surpreendem, como surpreenderam o MIT, porque saltam etapas, ignoram regras e desprezam destinos preconcebidos pela incompetência de seus países.

Neste sentido, os desafios estão muito mais além do conhecido e infeliz mantra da educação “Nossos professores são mal pagos e desvalorizados. Nossas faculdades não formam os professores como deveriam. Nossos currículos não atendem princípios e regras que poderiam nos levar ao sucesso.”

Se nos concentrarmos em pensar a Educação desta Nova Era, os nossos desafios serão outros. Talvez os problemas não sejam mais esses, porque eles pertencem ao passado. E não será “consertando” esses problemas, que teremos a Educação do futuro. Observar como setores tão imprescindíveis ao homem como a produção de alimentos desenvolveram soluções para o futuro é uma valiosa dica para conseguirmos saltos na Educação.

Fazendas verticais, em Chicago

Fazendas verticais, em Chicago

O mundo precisa de um crescimento de mais de 4% na produção de alimentos e a produção não cresce nem 2%. Como produzir mais, com menos energia, menos água e menos espaço? Não é tentando “consertar” a atual fazenda, mas dando um salto: as fazendas verticais. A solução é radical. De novo, não é linear. Não é “melhorando” o que temos. É reinventando. Fazendas verticais de 30 a 40 andares estão sendo construídas em Chicago e Singapura. Isso não melhora, e sim muda a cadeia produtiva.

Por que observar é interessante? Porque é raro encontrar nesta solução profissionais que vieram da área de alimentos. Os responsáveis por essa inovação vieram de diversos setores de tecnologia. Para não ficar num só exemplo, os aplicativos de taxi não são uma solução do Sindicato dos Taxistas, do Taxi Vermelho e Branco, nem de algum taxista desesperado, nem de um engenheiro de trânsito. Para cada inovação com que nos deparamos nos dias de hoje, detectamos soluções que vieram de profissionais não envolvidos diretamente com o assunto em questão. E em muitos casos, as soluções do futuro passam pela conjunção e colaboração de vários profissionais, expertises, experiências que, aparentemente, ou melhor, vistas com as regras dos jogos do passado, não fazem sentido. Com os olhos de ver o futuro, tem tudo a ver!

Venha participar da EDUCAR EDUCADOR. É a 21a. edição da Feira que, neste ano, tem como temática central “Uma Verdadeira Imersão para a Excelência em Educação. Que Rumo Seguir?”. Muita gente boa vai estar lá. Grandes estudiosos nacionais e internacionais.

Sim, eu vou estar lá ao lado de mais 2 Repensadores: Gil Giardelli e Alexandre Le Voci. E do meu mais novo amigo, o grande Tom Coelho. E os incríveis internacionais Domenico De Masi e Marc Giget.

Gil Giardelli Professor e Repensador

Gil Giardelli Professor e Repensador

Alexandre Sayad Educador, Repensador e Jornalista

Alexandre Sayad Educador, Repensador e Jornalista

Tom Coelho Educador e Escritor

Tom Coelho Educador e Escritor

Domenico DeMasi Sociólogo

Domenico DeMasi Sociólogo

Marc Giget Inovador

Marc Giget Inovador

NOTAS:
Beia Carvalho e as “5 Gerações no Mercado de Trabalho. Y é o X da Questão”.

Gil Giardelli e seu grande tema “Você é o que Você Compartilha.”

Alexandre Le Voci Sayad vai falar de “Mensurando o Impacto da Tecnologia na Educação”.

Tom Coelho fala de “Sete Vidas: Lições para Construir seu Equilíbrio Profissional e Pessoal.

Domenico De Masi: ”O Ócio Criativo: Criatividade, Empreendedorismo e Inovação”

Marc Giget  “Inovação ou Arte de Definir o Futuro e Desenvolvimento Humano”.

Agradecimentos a Rede de Repensadores e a seu idealizador Otávio Dias, ao São Paulo e London Futurists e ao futurista Michell Zappa.

Agradecimentos a Rohit Talwar, palestrante futurista da Futurist Speaker Fast Future Research, Fast Future Solutions, Fast Future Ventures.

21a. Feira Educar Educador 2014

21a. Feira Educar Educador 2014

Destaques da Educar/Educador 2014
• 21 a 24 de maio de 2014
• Tema: uma verdadeira imersão para a excelência em educação. Que rumo seguir?
• Evento em conjunto com a Bett Brasil será estruturado em 32.000 m²
• Público de 20.000 pessoas entre congressistas e visitantes

Livro The Vertical Farm

Livro The Vertical Farm


20
Feb 14

Vamos falar de nós?

Palestra Dia Internacional da Mulher

Palestra Dia Internacional da Mulher

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Você entende o seu papel no mundo?

Fe-mi-ni-cí-dio

Facebook tem Problema com Mulheres?

Apatia sexual japonesa ameaça economia global